Badaró Blog
Assuntos que me interessam: Política, Meio Ambiente, Economia, Tecnologia, Internet e um pouco de filosofia.
domingo, outubro 25, 2026
segunda-feira, outubro 19, 2026
Análise: A relação entre analfabetismo e renda com votação do PT nas eleições de 2026
O Nordeste é a base do Petismo há muito tempo. A coincidência entre analfabetismo e pobreza está relacionada nos estados do Nordeste, infelizmente. Não podemos afirmar que o PT recebe só votos de analbabetos e miséraveis, mas dá para desconfiar. O PT tem excelente performance em bairros ricos e de classe média alta em SP e Rio. Ele navega bem no Leblon e Ipanema.
Antes de tudo, as Fontes utilizadas: IBGE/PNAD Contínua para renda e analfabetismo, e resultados estaduais do primeiro turno divulgados com referência ao TSE.
Análise: a relação entre
analfabetismo e votação do PT nas eleições de 2026
Aponta
uma associação estatística forte entre a taxa de analfabetismo dos estados
brasileiros e a votação de Lula no primeiro turno de 2026. A conclusão central
é que o PT obteve percentuais de votos mais elevados nos estados com maiores
taxas de analfabetismo, enquanto Flávio Bolsonaro teve melhor desempenho em
vários estados com taxas menores..
Os principais números do relatório
Lula ×
analfabetismo +0,81 Correlação positiva forte
Flávio ×
analfabetismo −0,76 Correlação negativa forte
Estados
onde Lula venceu
9,5% Analfabetismo médio informado
3,7% Estados/DF
onde Flávio venceu
Analfabetismo
médio informado
Fonte:
relatório enviado, páginas 1 e 2. Correlações e médias reproduzidas do
documento, ainda não auditadas independentemente.
A
diferença entre as médias de analfabetismo dos dois grupos é de 5,8 pontos
percentuais. É um contraste expressivo e merece investigação eleitoral,
socioeconômica e regional.
O que o gráfico de dispersão revela
Reprodução
conceitual da relação apresentada na página 2 do relatório.
O gráfico
original do relatório apresenta uma linha de tendência ascendente: conforme
aumenta a taxa estadual de analfabetismo, tende a aumentar também o percentual
de votos de Lula.
Os
exemplos mais ilustrativos da tabela do documento são:
- Piauí: 13,1% de
analfabetismo e 71,0% dos votos válidos para Lula.
- Bahia: 9,5% de analfabetismo
e 66,2% para Lula.
- Santa Catarina: 1,5% de
analfabetismo e 25,0% para Lula.
- São Paulo: 1,9% de
analfabetismo e 38,2% para Lula.
Esses
casos são compatíveis com a correlação descrita no relatório. Entretanto, há
exceções importantes: Alagoas, por exemplo, apresenta 13,1% de analfabetismo e
54,7% para Lula, bem abaixo dos 71% registrados no Piauí. Isso mostra que a
escolaridade não explica sozinha as diferenças eleitorais.
Figura comparativa: a diferença entre os grupos
O
relatório também apresenta uma diferença importante entre os estados em que
cada candidato venceu.
Taxa
média de analfabetismo
Estados
onde Lula venceu 9,5%
Estados/DF
onde Flávio venceu 3,7%
Diferença:
5,8 pontos percentuais, segundo os dados do relatório original.
Interpretação política
A hipótese
que os dados ajudam a sustentar é a seguinte:
A votação
do PT apresenta uma associação territorial relevante com regiões de menor
escolaridade, especialmente no Nordeste. Isso pode ajudar a compreender a
distribuição regional do eleitorado petista.
E sobre a renda?
A combinação de renda domiciliar per capita, analfabetismo e votação do PT permite avançar bastante: podemos verificar se a votação de Lula está mais associada à renda, à escolaridade ou à combinação das duas.
Já temos duas bases importantes:
Renda: o IBGE informa rendimento domiciliar per capita de 2025 de R$ 1.484 no Nordeste, contra R$ 2.669 no Sudeste, em valores reais apresentados na série regional.
Votação: os resultados publicados para o primeiro turno de 2026 registram 63,8% dos votos válidos de Lula no Nordeste, contra 30,9% de Flávio Bolsonaro.- Isso sugere uma associação regional relevante, mas ainda não permite separar o efeito da renda daquele da escolaridade, nem concluir que a renda mais baixa cause determinada preferência eleitoral.
1. Comparação preliminar por região
Região | Renda per capita mensal em 2025 | Votação de Lula no 1º turno |
|---|---|---|
Norte | R$ 1.558 | A apurar na base eleitoral completa |
Nordeste | R$ 1.470 | 63,8% |
Sudeste | R$ 2.669 | A apurar na base eleitoral completa |
Sul | R$ 2.734 | A apurar na base eleitoral completa |
Centro-Oeste | R$ 2.712 | A apurar na base eleitoral completa |
Brasil | R$ 2.264 | 45,16% |
Fontes: IBGE/PNAD Contínua 2025 e resultados eleitorais divulgados para 2026. Os valores de renda são reais, a preços médios de 2025.
1. Resultados estatísticos
Correlação entre renda e votação de Lula
r = −0,54
A associação simples é negativa: estados de renda mais elevada tendem a apresentar percentuais menores de votos para Lula.
Correlação entre analfabetismo e votação de Lula
r = +0,81
A associação simples é positiva e forte: estados com maiores taxas de analfabetismo tendem a apresentar percentuais maiores de votos para Lula.
Modelo com as duas variáveis
R² = 0,66
Na amostra estadual, o modelo linear com renda e analfabetismo explica aproximadamente 66% da variação observada na votação de Lula. Isso não demonstra causalidade.
Conclusão: Miséria, baixa escolaridade e voto no PT: o que revelam os números?
Os dados analisados revelam uma associação expressiva entre as condições socioeconômicas e a votação do PT no Brasil. Nos estados com maiores taxas de analfabetismo, Lula tende a obter percentuais mais elevados de votos; nos estados com menor analfabetismo e maior renda média, seu desempenho tende a ser menor.
Na amostra estadual analisada, a correlação entre analfabetismo e votação de Lula foi de +0,81, enquanto a correlação entre renda per capita e votação foi de −0,54. São evidências de uma concentração geográfica do voto petista em regiões historicamente mais pobres e com menor escolaridade.
A questão que esses números colocam é relevante: até que ponto a pobreza, a baixa escolaridade, a dependência de políticas sociais e as desigualdades regionais ajudam a explicar a permanência da força eleitoral do PT? Aqui está a razão de tudo.
Os dados, por si sós, não provam que pessoas pobres ou com pouca instrução votem no PT por ignorância, nem demonstram que a miséria seja a causa dessa preferência, mas dá para enxergar claramente esta anomalia social e localizada no Nordeste. Coitado deles.
O que a análise permite afirmar é que existe uma associação territorial importante entre vulnerabilidade socioeconômica e votação petista uma relação que merece ser examinada com rigor, sem confundir correlação estatística com julgamento sobre a capacidade de escolha dos eleitores. Isso aqui é uma pista que pode nos levar em várias direções, inclusive que interessa mais ao PT a miséria e ignorância do que a evolução social e cultural desta regiões.
Como ensinava Ronald Reagan, em uma ideia que marcou seu pensamento sobre a assistência social, o sucesso de um programa social não deve ser medido pelo número de pessoas que passam a depender dele, mas pelo número de pessoas que conseguem deixar de precisar dele.
Programas sociais são necessários e fundamentais para combater a fome, reduzir desigualdades e garantir dignidade, mas seu objetivo maior deve ser criar oportunidades para que seus beneficiários conquistem autonomia, educação, emprego e renda. A verdadeira medida do sucesso de uma política social não é a perpetuação da dependência do Estado, mas a emancipação de quem dela precisa , transformando assistência em oportunidade e pobreza em independência.
Os programs sociais foram criados pela Escola de Chicago e implementados no Chile nos anos 70. Ou seja, não foi a esquerda que criou ou inventou isso, mas utiliza muito bem, principalmente como narrativa.
Já escrevi muito sobre o Bolsa Familia Quem diria, o bolsa família não foi invenção de FHC e nem de Lula.
Olhem este 25% dos brasileiros recebem bolsa família!
E este : Será mesmo o Bolsa Família uma boa solução?
sexta-feira, outubro 16, 2026
Modelo matemático-estatístico de projeção eleitoral para o segundo turno de 2026- dia 16/10/2026. Agora é a hora da onça beber água.
Gsoto de analisar as pesquisas na reta final, agora sim a estatística funciona bem e a margem de erros é pequena, mas ainda pode existir.
Eu acabei brincando aqui e desenvolvendo um modelo que combina os resultados oficiais do primeiro turno por região com uma matriz de hipóteses sobre a transferência dos votos dos candidatos eliminados para Lula e Flávio Bolsonaro, mantendo constantes o comparecimento e o total de votos válidos. Em seguida, aplica cenários de possíveis erros das pesquisas para avaliar quanto a vantagem projetada pode variar. , o modelo aponta Flávio à frente no cenário central, com 51,7% contra 48,3% de Lula, mas deve ser interpretado como uma simulação de cenários, e não como uma previsão estatística definitiva. Se fosse pitonisa era operador em Wall Street, mas agora a esatística é bem real e assertiva. Ela foi feita para isso.
Confio na estatística, sobretudo porque farei a minha previsão.
Flávio de vencer com uma margem de 4 milhões a 5 milhões , mas pode ser até maior assumindo os erros das pesquisas em favor de Flávio. Se os erros foram a favor de Lula, ele pode vencer, mas será por muito pequena margem e espero que não aconteça, para o bem do Brasil.
No modelo não considerei a rejeição, acho que mudaria pouco os cenários, mas considerando que a rejeição de Lula é maior , o fato dele aparecer atrás nas pesquisas deve ser pelo teto atingido.
“Modelo matemático-estatístico de projeção eleitoral para o segundo turno de 2026.” que é modelo matemático-estatístico que combina os resultados regionais do primeiro turno, hipóteses de transferência de votos dos candidatos eliminados e cenários de erro das pesquisas eleitorais. O objetivo é projetar faixas possíveis de votação para os dois candidatos e avaliar a robustez da vantagem estimada, sem atribuir probabilidades de vitória que ainda não foram estatisticamente calibradas.”
O que pode eliminar a vantagem projetada de Flávio é um erro das pesquisas
favorável a Lula, isto é, as pesquisas subestimarem Lula, superestimarem
Flávio, ou ocorrerem as duas coisas simultaneamente. No nosso modelo, um desvio
de aproximadamente 3,5 pontos na margem já seria suficiente para eliminar a
vantagem central de Flávio, o que acho pouco provável esta situação.
Projeção para o segundo turno
|
Cenário |
Flávio Bolsonaro |
Lula |
|
Lula favorecido pelo erro |
47,94% — 57,0 milhões |
52,06% — 61,9 milhões |
|
Modelo central |
51,74% — 61,6 milhões |
48,26% — 57,4 milhões |
|
Flávio favorecido pelo erro |
55,54% — 66,1 milhões |
44,46% — 52,9 milhões |
Estimativas sobre aproximadamente 119 milhões de votos válidos nas cinco
regiões, sem o exterior (muda nada). Os extremos são cenários alternativos, não resultados
simultâneos. A faixa é um teste de sensibilidade, não um intervalo de confiança
estatístico.
A aplicação do nosso modelo regional de transferência de votos aponta Flávio
Bolsonaro com 51,7% dos votos válidos, contra 48,3% de Lula, uma vantagem
estimada de 3,5 pontos percentuais. Nesse cenário central, Flávio teria cerca
de 61,6 milhões de votos, ante 57,4 milhões de Lula.
Entretanto, a vantagem não é imune aos erros das pesquisas. Se os
levantamentos subestimarem o desempenho de Lula e superestimarem o de Flávio, o
resultado poderá se inverter. Nos testes de sensibilidade do modelo, o cenário
desfavorável a Flávio chega a 52,1% para Lula contra 47,9% para o adversário.
No extremo oposto, Flávio poderia alcançar 55,5%, contra 44,5% de Lula.
Nossa projeção, portanto, trabalha com uma faixa de 47,9% a 55,5% para
Flávio Bolsonaro e de 44,5% a 52,1% para Lula. O cenário central
favorece Flávio, mas a amplitude dos resultados possíveis impede tratar essa
vantagem como definitiva.
Esses números não representam probabilidades de vitória. São cenários
construídos a partir das transferências regionais estimadas e de possíveis
desvios na margem das pesquisas. A conclusão mais prudente é que Flávio começa
à frente no modelo, mas Lula ainda pode reverter o quadro se o erro das
pesquisas atuar suficientemente a seu favor.
Resultado estimado — corte em 16/10/2026
PROJEÇÃO CENTRAL DO MODELO
Flávio
Bolsonaro 51,2%
Lula 48,8%
Diferença
central
2,4 pontos
Simulações
10.000
Chance
simulada de Flávio superar 50%
68,5%
Faixa
central de 90% das simulações
47,1%–55,3%
A faixa
se refere à participação simulada de Flávio nos votos válidos. A probabilidade
e o intervalo usam uma distribuição normal simplificada, com desvio-padrão de
2,5 pontos percentuais.
Como chegamos ao resultado
|
Componente |
Flávio |
Lula |
|
Pesquisas
ponderadas |
51,0% |
49,0% |
|
Cenário
regional |
51,6% |
48,4% |
|
Modelo
composto (70% + 30%) |
51,2% |
48,8% |
O
componente regional utiliza as hipóteses inseridas na planilha, não uma
estimativa definitiva dos votos por região. Isso limita bastante a
interpretação do resultado.
Quantos votos isso representaria?
Se
aplicarmos a hipótese de comparecimento de 79,5% e de 95% de votos válidos aos
158,7 milhões de eleitores:
|
Projeção |
Votos |
|
Flávio |
61,4
milhões |
|
Lula |
58,5
milhões |
|
Diferença |
2,9
milhões |
Esses
totais são uma ilustração matemática condicionada às premissas, e não uma
estimativa independente do eleitorado que comparecerá no segundo turno.
O modelo inicial (fui corrigindo e melhorando) apontava uma vantagem central de aproximadamente 2,4 pontos percentuais para Flávio, mas a faixa de incerteza inclui resultados para os dois lados.
O número
de 68,5% não deve ser interpretado como uma probabilidade confiável de vitória:
a simulação ainda não incorpora integralmente os erros correlacionados entre
pesquisas, as transferências individuais de votos e os efeitos do
comparecimento. Além disso, o erro histórico de 2,72 pontos está cadastrado na
planilha, mas não entra separadamente no cálculo atual somá-lo sem considerar
sua sobreposição com os 2,5 pontos poderia contar a mesma incerteza duas vezes.
ponto de partida é a simulação regional que acabamos de fazer:
·
Flávio: 51,74%
·
Lula: 48,26%
·
Vantagem de Flávio: 3,48 pontos percentuais
·
Base: aproximadamente 119 milhões de votos válidos
nas cinco regiões, sem o exterior.
Testei erros em sentidos opostos por exemplo, uma pesquisa
superestimar Flávio e subestimar Lula porque esse é o tipo de desvio que mais
pode alterar a conclusão sobre quem venceria. O erro é a única possibilidade de mudar a projeção.
Uma ressalva importante: os erros históricos que discuti, de 5,8 e 7,6
pontos na margem, vêm de poucos casos e não devem ser tratados como uma
distribuição estatística já calibrada para a eleição de 2026. Vou usá-los como
testes de estresse, não como previsão de que o erro será desse tamanho.
1. Tabela de sensibilidade: modelo + erros das pesquisas
A tabela abaixo aplica desvios à margem entre Flávio e Lula, mantendo
constante o total de votos válidos do modelo.
|
Cenário |
Ajuste da margem |
Flávio (%) |
Lula (%) |
Flávio (milhões) |
Lula (milhões) |
|
Erro alto contra Flávio |
−7,6 p.p. |
47,94% |
52,06% |
57,03 |
61,94 |
|
Erro intermediário contra Flávio |
−6,7 p.p. |
48,39% |
51,61% |
57,57 |
61,40 |
|
Erro menor contra Flávio |
−5,8 p.p. |
48,84% |
51,16% |
58,10 |
60,87 |
|
Modelo sem ajuste |
0,0 p.p. |
51,74% |
48,26% |
61,55 |
57,42 |
|
Erro menor a favor de Flávio |
+5,8 p.p. |
54,64% |
45,36% |
65,00 |
53,97 |
|
Erro intermediário a favor de Flávio |
+6,7 p.p. |
55,09% |
44,91% |
65,54 |
53,43 |
|
Erro alto a favor de Flávio |
+7,6 p.p. |
55,54% |
44,46% |
66,07 |
52,90 |
Votos arredondados. Base
de 118,97 milhões de votos válidos nas cinco regiões, sem o exterior. Os
cenários são testes de sensibilidade, não previsões probabilísticas.
2. Qual é o intervalo resultante?
Intervalo de sensibilidade do modelo
Flávio Bolsonaro
47,94%–55,54%
Lula
44,46%–52,06%
Há ainda uma limitação metodológica: o intervalo de 47,94% a
55,54% é um teste de sensibilidade, não um intervalo de confiança estatístico.
Para estimar quem está realmente mais bem posicionado, precisamos ponderar os
erros históricos por instituto, verificar se há viés sistemático e estimar a
probabilidade de cada candidato vencer.
Para finalizar
Nosso modelo: probabilidades sob diferentes hipóteses de dispersão
Horizonte da simulação: até 25 de outubro de 2026
1. Parâmetros adotados
Centro fixo: Flávio 51,74%; Lula 48,26%.
Vantagem inicial de Flávio: 3,48 pontos percentuais.
Incerteza de referência na véspera: desvio-padrão de 2,86 pontos na margem, mantido fixo como parâmetro exploratório.
Dispersão adicional: varia de 0 a 6 pontos percentuais para representar diferentes magnitudes de movimento eleitoral até a data considerada.
A probabilidade é calculada supondo uma distribuição normal para a margem final, com centro em +3,48 pontos para Flávio e desvio-padrão combinado dado pela raiz da soma dos quadrados das duas incertezas.
Probabilidade estimada de vitória de Flávio - O que mostra que a chance de virada (pelo menos estatisticamente0 é muito improvável.
Dispersão adicional do movimento | Desvio-padrão total | Flávio vence | Lula vence |
|---|---|---|---|
0 p.p. | 2,86 p.p. | 88,8% | 11,2% |
1 p.p. | 3,03 p.p. | 87,5% | 12,5% |
2 p.p. | 3,49 p.p. | 84,1% | 15,9% |
3 p.p. | 4,02 p.p. | 80,7% | 19,3% |
4 p.p. | 4,92 p.p. | 76,0% | 24,0% |
5 p.p. | 5,76 p.p. | 72,7% | 27,3% |
6 p.p. | 6,65 p.p. | 69,9% | 30,1% |
Probabilidades matemáticas ilustrativas, condicionadas às hipóteses acima. Não são probabilidades empiricamente calibradas nem incorporam uma estimativa validada da distribuição dos erros eleitorais de 2026.








