domingo, outubro 04, 2026

Eleição e mineração só depois da apuração, mas o futuro começa a aparecer.




Adoro ver as pesquisas e tentar entender. Metodoliga, margem de erro, house effect, etc.

Agora eles têm que se aproximar ao máxiimo da realidade. Erros podem e devem acontecer, mas o mínimo. Se houve em alguns momentos algum tipo de manipulação ( e acho que houve) para favorecer um candidato, agora acabou.

Com ajuda da IA o quadro é este.

Pelas pesquisas, inclusive com as preditivas de apostas Polimarket e Kalshi o cenário é:

Primeiro turno: Lula na frente e Segundo turno: Flávio vence - A conferir.

Pelas pesquisas é isso aqui:

Fotografia primeiro turno — pesquisas divulgadas em 3/10

Comparando votos válidos, que é o critério mais adequado para colocar todas na mesma régua:

InstitutoLulaFlávioDiferença
CNT/MDA47,8%42,1%Lula +5,7
Atlas/Bloomberg47,0%44,1%Lula +2,9
Quaest46%45%Lula +1
Datafolha45%42%Lula +3
PoderData/Aya45%43%Lula +2
Gerp44%46%Flávio +2
Instituto França43,9%40,5%Lula +3,4
Futura/100% Cidades42,6%44,8%Flávio +2,2

A Palver precisa ficar numa linha separada porque divulgou votos totais, não votos válidos: Flávio 47% × Lula 43%. 


2º turno — rodada final de 3/10

InstitutoLulaFlávioDiferença
Gerp44,049,0Flávio +5,0
MDA/CNT47,343,1Lula +4,2
PoderData/AYA46,046,0empate
Datafolha47,046,0Lula +1,0
Futura45,148,0Flávio +2,9
Palver44,049,0Flávio +5,0
Quaest42,044,0Flávio +2,0
Atlas47,647,4Lula +0,2
França45,8845,01Lula +0,8


 Eu também simulei umas teses minhas e joguei para O chat GPT comentar, confirmar e/ou contestar: Ficou assim

Minha avaliação dos 13 pontos

#Sua teseMinha avaliação
1Antipetismo é o maior eleitor🟢 Muito provável, mas não demonstrável como “o maior”
2Flávio cresceu nas últimas horas🟢 Sim, há evidência
3Pesquisas + house effect confirmam inflexão🟢 Sim, parcialmente
4Mercados preditivos apontam Flávio🟢 Sim para presidente/2º turno; cuidado no 1º
5Onda real; pode ganhar no 1º turno🟡 Onda sim; 1º turno, não é o cenário-base
6Nikolas >1,5 mi e talvez 2 mi🟡 Plausível, mas não encontrei pesquisa suficiente para cravar
7MG: Viana + Domingos; Marília perde🟢 Hoje eu colocaria essa combinação como favorita
8SP: Derrite + André do Prado🟢/🟡 Muito possível, mas ainda apertado
9RJ: Jordy + Portinho; Ruas passa Paes🔴 Primeira parte possível; segunda contrariada pelos dados
10Paraná: Gleisi não ganha🟢 Hoje parece provável
11AL: Renan pai e filho perdem🟡 Pai sim; filho está em empate brutal
12Amapá: Randolfe perde🟢 Hoje é possível/provável, mas 2ª vaga está apertada
13DF: Michelle + Bia Kicis🟡 Michelle forte; Bia ainda ameaçada por Leila


Agora minha opinião e projeção, reiterando que não tenho bola de cristal e nem sou dono da verdade, mas quero deixar registrado.

1-      A onda que se deu nesta reta final é muito favorável ao Flávio e acho que ele vai vencer no primeiro turno. Vencer o turno. No segundo também vencerá. Pode ser no primeiro turno a vitória? Sim, mas as pesquisas não sustentam isso. Abstenção e outras variáveis exógenas pode sim confirmar esta onda. Uma coisa eu garanto, o PT e Lula nunca passaram o aperto que passam agora, nem em 2022  que a disputa foi apertadíssima e os Institutos erraram muito.

2-      Minas Gerias pelas pesquisas deve dar mesmo Cleitinho no primeiro turno. A minha visão é que a polarização chegou pra valer em vários estados e aqui não foi diferente. Senad deve dar Carlos Viana e Domingos Sávio considerando esta onda final. Marilia tem base forte e não pode ser totalmente descartada. Flávio vence em MG. Nikolas pode superar os 1,5 milhão de votos e ir além (eu não acreditava nisso, mas hoje acho que é muito plausível). O menino é forte e competente.

3-      São Paulo é Tarcísio em primeiro turno e Flávio com boa margem. Senado será Derrite e André do Prado (cantei lá trás que as duas forasteiras não seriam eleitas.

4-      Rio Senado deve dar Portinho e Jordy. A onda pegou o PT e o próprio Eduardo Paes vai pagar a conta.

5-      Paraná perseguem o Deltan Dalagnol, mas a Gleysy Hofmman não será eleita , o povo dará o troco na interferência absurda de petistas disfarçados de juízes. A parelharam o judiciários nestes 18 anos. Infelizmente.

6-      Outros estados que procurei tentar ver: Amapá o Randolfe deve ficar fora. Alagoas o Renan deve ficar fora e o filho deve perder o governo. Bahia imprevisível, mas aposto no ACM pela onda e o antipetismo.

7-      O Nordeste sempre dá 12 milhões de frente para Lula (só ganha lá e perde nos outros estados), mas este ano, pela onda que parece vir, ele não vai repetir a performance (graças a Deus). Sinto isso pelo Vale do Jequitinhonha em MG que deu 80% de votos ao Lula em 2022 e agora se ele chegar a 60% vai agradecer a Deus.

O que parece desenhado é um congresso forte com o PL forte. Senado Federal estima-se 30 senadores do PL. Não é extrema direita como insiste a imprensa, é a revolta da população contra 18 anos de desmandos do PT e a atuação do STF tentando ganhar a eleição para o PT. 2027 vem ai, eles que se preparem.

O STF não será o mesmo que saiu da CF de 88 (um grande erro político como saiu). Para mim haverá impeachment de ministro (1 ou 2) e outros 2 podem renunciar ou se aposentar antes da hora para não passar pelo constrangimento de um impeachment, Eles cavaram a própria cova.

Uma ditado aqui em MG diz. Fogo morro acima, água morro abaixo e povo querendo votar nínguém segura. Acho que estamos vendo isso.

A conferir.


sábado, outubro 03, 2026

Alea Jact Est - Pesquisas agora erram ou não erram. Acabou a possibilidade de manipulação.

 


Sou curioso e estudioso das pesquisas. Sei que a estatística tem lá seus erros e acertos. Sei que existem institutos de pesquisas que podem "ajudar" um candidato mais do que o outro. Acontece que agora não tem volta. A credibilidade deles é o que imposta, para eles.

Ansioso e na torcida fiz uma coisa aqui. Olhar cada instituto de pesquisa e ver seu histórico e seus erros. Projetei com ajuda da IA as pesquisas atuais com os erros deles (simulação, obvio) . e também um ranking dos melhores institutos secundo o Chat GPT.

Meu ranking histórico (Chat GPT)

Considerando precisão, capacidade de captar movimentos e viés sistemático, eu colocaria assim:

Ranking

Instituto

Histórico

Minha avaliação

🥇 1º

AtlasIntel

⭐⭐⭐⭐⭐

Excelente

🥈 2º

Futura

⭐⭐⭐⭐½

Muito bom

🥉 3º

Quaest

⭐⭐⭐⭐

Bom, mas com viés histórico pró-Lula

4º

Datafolha

⭐⭐⭐½

Bom, grande amostra, mas errou bastante a vantagem em 2022

5º

RealTime Big Data

⭐⭐⭐½

Razoável/bom

6º

GERP

⭐⭐⭐

Interessante para captar voto à direita, mas histórico mais curto

7º

Nexus/BTG

⭐⭐⭐

Ainda sem histórico suficiente para confiar mais que os anteriores


Vamos lá deixar registrado aqui. A única conclusão que dá para tirar é que é imprevisível e o empate técnico é real para todos. Fatores como abstenção podem influenciar muito. Vamos ver. Compilando a minha "brincadeira" deu isso aqui.

Flávio encurta a distância — e o 2º turno já aparece mais equilibrado que o 1º

Fizemos um agregado das pesquisas mais recentes e, em seguida, uma simulação corrigindo os institutos pelo comportamento histórico observado em 2022.

No 1º turno, o resultado ajustado praticamente não muda:

🟦 Lula: 41,5%
🟥 Flávio: 39,2%
➡️ Diferença: 2,3 pontos

Mas o cenário muda no 2º turno:

🟥 Flávio: 46,5%
🟦 Lula: 44,8%
➡️ Flávio aparece 1,7 ponto à frente no agregado ajustado.

Na média bruta, a vantagem era menor: 46,2% a 45,0%. A correção histórica desloca aproximadamente 0,5 ponto adicional para Flávio.

Há outro dado relevante: os institutos que tiveram desempenho relativamente melhor para captar a força de Bolsonaro em 2022, especialmente Atlas e Futura, hoje apresentam números relativamente mais favoráveis a Flávio. Isso não significa que seus resultados devam ser tomados isoladamente, mas é um sinal que merece ser acompanhado.

E há a diferença entre pesquisas e mercados de previsão: o levantamento analisado aponta Flávio em torno de 46,5% no 2º turno, enquanto Polymarket/Kalshi estavam indicando aproximadamente 57%–58% de probabilidade de vitória para Flávio.

A fotografia, portanto, é esta:

1º turno → Lula ainda mantém vantagem, mas pequena: 41,5 × 39,2.
2º turno → o agregado ajustado passa para 46,5 × 44,8 para Flávio.
Mercados → sinalizam uma probabilidade ainda maior de vitória de Flávio.

Isso não permite afirmar o resultado da eleição. Mas os dados mostram uma eleição muito mais apertada no 2º turno do que a fotografia do 1º turno sugere.

O ponto central para acompanhar nas próximas pesquisas será saber se essa vantagem de Flávio no 2º turno se mantém, aumenta ou desaparece.

Metodologia: correção simulada a partir dos erros históricos dos institutos em 2022; não é uma correção estatística oficial e o comportamento dos institutos pode mudar em 2026.

quinta-feira, outubro 01, 2026

Agora é a realidades das pesquisas, sem ajuste ou "house effect"...amanhã não tem mais divulgação.

 






 Os principais sites de apostas nos EUA, núemros de agora 01/10/2026 as 9:42. São proibidos aqui, mesmo antes desta última MP.

A curva do Polymarket ( e destes tipos de sites)  na reta final é bem mais assertiva que pesquisa tradicional, mas não é infalível.

A Polymarket trabalha com dinheiro real na mesa, então a lógica é a "sabedoria das multidões".
Quando tem muita liquidez, o índice de acerto histórico dela é alto:
* Em mercados bem liquidados, eventos binários (ganha/perde) superam 85% de acerto e quando a plataforma indica 70% de chance, aquele resultado se confirma em cerca de 7 em cada 10 vezes. • Levantamento da Dune no início de 2025 mostrou que a plataforma acertou mais de 90% dos eventos do mundo real que foram apostados, e em janelas muito curtas - últimas 4 horas antes da resolução - a precisão chegou a 95%.

 

A própria Polymarket fala isso no site: mercados de previsão têm um histórico forte de acurácia, especialmente à medida que o evento se aproxima da data de resolução.
 Em eleição, onde ela brilhou O caso mais estudado foi a presidencial dos EUA 2024: 

 

* Foram mais de US48M - ele sozinho moveu a curva. Então, dá pra confiar na reta final?
Sim, para usar como termômetro:

 

 * Últimos 7 a 3 dias: é quando ela mais calibra. Se mostra 60%+ consistente, com volume alto (centenas de milhões), historicamente acerta muito mais que pesquisa. 

Há sempre erros das pesquisas, alguns maiores do que outros e não são necessariamente manipulação. Pode ser metodologia, mas pode ser sim " ajustes " para atender interesses. Infelizmente.

A TESE DA RETA FINAL: O QUE PODE ACONTECER NA URNA?

Em eleições muito apertadas, pequenos erros sistemáticos das pesquisas na reta final podem mudar completamente a fotografia da eleição e, consequentemente, a leitura sobre quem está à frente.

Isso já aconteceu em diferentes graus.

Em 2022, por exemplo, as pesquisas de reta final subestimaram a votação de Bolsonaro no 1º turno: ele terminou com 43,2% dos votos válidos, enquanto os principais levantamentos estavam abaixo desse resultado. O próprio UOL, comparando as pesquisas daquela eleição, registra que todos os institutos analisados subestimaram Bolsonaro, embora em magnitudes diferentes.

Em 2006, Alckmin também terminou o 1º turno acima do que indicava a pesquisa final do Datafolha.

Mas há um contraponto fundamental: no 2º turno de 2014 e 2022, os erros foram pequenos. Portanto, não existe um “fator anti-PT” automático.

E é justamente aí que 2026 fica interessante.

Hoje, a disputa de 2º turno está praticamente no 50% x 50%.

Na pesquisa Atlas/Bloomberg de 29 de setembro, por exemplo, Flávio apareceu com 47,7% contra 47,6% de Lula. Outros levantamentos recentes também mostram diferenças muito pequenas, algumas a favor de Lula e outras a favor de Flávio.

Nesse cenário, um erro de apenas 2 ou 3 pontos já é suficiente para transformar uma pequena vantagem de pesquisa em uma vantagem real na urna.

E o 1º turno?

Se Flávio estiver hoje na faixa de 35%–42%, dependendo do instituto, uma eventual subestimação de 2, 3 ou até 5 pontos não o levaria automaticamente a 50% dos votos válidos.

A própria pesquisa Quaest de 28 de setembro mostra esse processo: Lula tinha 39%, Flávio 34%, enquanto os demais estavam bem abaixo; os indecisos haviam caído de 10% para 5%.

E onde entra a abstenção?

Aqui está uma variável que pode reforçar  ou enfraquecer  qualquer leitura baseada nas pesquisas.

Em 2022, 20,95% dos eleitores não compareceram no 1º turno. No 2º turno, a abstenção foi de 20,59%. Ou seja, estamos falando de dezenas de milhões de eleitores que não aparecem nas intenções de voto porque simplesmente não votam.

E existe um detalhe importante: pesquisa mede intenção entre entrevistados; eleição mede votos efetivamente depositados.

Portanto, se houver diferenças importantes de mobilização entre os grupos que apoiam cada candidato, a composição dos votos válidos pode se alterar.

Isso é especialmente relevante porque a abstenção não é necessariamente neutra entre os diferentes segmentos do eleitorado. O TSE disponibiliza dados por idade, escolaridade, sexo e outras características justamente porque o comparecimento pode ser analisado por esses recortes.

Mas é preciso cuidado: não há base para afirmar antecipadamente que uma determinada taxa de abstenção favorecerá Lula ou Flávio. Isso dependerá de quem faltar e de quem comparecer.

Portanto, minha hipótese para os quatro dias finais é esta:

1. Se as pesquisas continuarem mostrando Lula e Flávio muito próximos no 2º turno, o erro histórico de 2–3 pontos passa a ter enorme importância.

2. Se Flávio continuar crescendo no 1º turno e os demais candidatos continuarem perdendo espaço, a hipótese de concentração do voto útil ganha importância.

3. Se a abstenção for elevada, a composição efetiva dos votos válidos poderá diferir da fotografia das pesquisas — mas não é possível determinar antecipadamente em favor de quem.

4. Para Flávio vencer no 1º turno, entretanto, seria necessário muito mais do que um pequeno erro de pesquisa: seria necessária uma concentração extraordinária dos votos dos demais candidatos.

A questão central, portanto, não é:

“As pesquisas vão errar?”

Provavelmente haverá algum erro, como sempre.

A pergunta realmente importante é:

“Em que direção estará o erro — e qual será sua magnitude?”

Porque, numa eleição em que os dois principais candidatos estão separados por poucos pontos, 2 ou 3 pontos de erro podem ser suficientes para transformar completamente a fotografia da reta final.

Pesquisa é fotografia.
A urna é a revelação da fotografia real.

Tem gente apostando em primeiro turno, ainda tenho esperança, apesar de que estatisticamente não podemos enxergar isso. 

A abstenção e os erros sempre substimando os eleitores anti PT podem confirmar a tese. Any way, o segundo turno parace bem definido a favor de Flávio.

18 anos de poder, 40 anos de Lula mentindo e prometendo , os jovens de até 25 anos não conhecem outro regime sem ser o do PT com todos escandâlos de corrupção que serão marcados na história de Lula e do partido.

O fantasma da fraude é permanente, mas eu não acredito que sistemicamente isso aconteça. Improvável, mas não impossível, mas não vamos pensar nesta hipótese.

Alea jacta est