sábado, outubro 03, 2026

Alea Jact Est - Pesquisas agora erram ou não erram. Acabou a possibilidade de manipulação.

 


Sou curioso e estudioso das pesquisas. Sei que a estatística tem lá seus erros e acertos. Sei que existem institutos de pesquisas que podem "ajudar" um candidato mais do que o outro. Acontece que agora não tem volta. A credibilidade deles é o que imposta, para eles.

Ansioso e na torcida fiz uma coisa aqui. Olhar cada instituto de pesquisa e ver seu histórico e seus erros. Projetei com ajuda da IA as pesquisas atuais com os erros deles (simulação, obvio) . e também um ranking dos melhores institutos secundo o Chat GPT.

Meu ranking histórico (Chat GPT)

Considerando precisão, capacidade de captar movimentos e viés sistemático, eu colocaria assim:

Ranking

Instituto

Histórico

Minha avaliação

🥇 1º

AtlasIntel

⭐⭐⭐⭐⭐

Excelente

🥈 2º

Futura

⭐⭐⭐⭐½

Muito bom

🥉 3º

Quaest

⭐⭐⭐⭐

Bom, mas com viés histórico pró-Lula

4º

Datafolha

⭐⭐⭐½

Bom, grande amostra, mas errou bastante a vantagem em 2022

5º

RealTime Big Data

⭐⭐⭐½

Razoável/bom

6º

GERP

⭐⭐⭐

Interessante para captar voto à direita, mas histórico mais curto

7º

Nexus/BTG

⭐⭐⭐

Ainda sem histórico suficiente para confiar mais que os anteriores


Vamos lá deixar registrado aqui. A única conclusão que dá para tirar é que é imprevisível e o empate técnico é real para todos. Fatores como abstenção podem influenciar muito. Vamos ver. Compilando a minha "brincadeira" deu isso aqui.

Flávio encurta a distância — e o 2º turno já aparece mais equilibrado que o 1º

Fizemos um agregado das pesquisas mais recentes e, em seguida, uma simulação corrigindo os institutos pelo comportamento histórico observado em 2022.

No 1º turno, o resultado ajustado praticamente não muda:

🟦 Lula: 41,5%
🟥 Flávio: 39,2%
➡️ Diferença: 2,3 pontos

Mas o cenário muda no 2º turno:

🟥 Flávio: 46,5%
🟦 Lula: 44,8%
➡️ Flávio aparece 1,7 ponto à frente no agregado ajustado.

Na média bruta, a vantagem era menor: 46,2% a 45,0%. A correção histórica desloca aproximadamente 0,5 ponto adicional para Flávio.

Há outro dado relevante: os institutos que tiveram desempenho relativamente melhor para captar a força de Bolsonaro em 2022, especialmente Atlas e Futura, hoje apresentam números relativamente mais favoráveis a Flávio. Isso não significa que seus resultados devam ser tomados isoladamente, mas é um sinal que merece ser acompanhado.

E há a diferença entre pesquisas e mercados de previsão: o levantamento analisado aponta Flávio em torno de 46,5% no 2º turno, enquanto Polymarket/Kalshi estavam indicando aproximadamente 57%–58% de probabilidade de vitória para Flávio.

A fotografia, portanto, é esta:

1º turno → Lula ainda mantém vantagem, mas pequena: 41,5 × 39,2.
2º turno → o agregado ajustado passa para 46,5 × 44,8 para Flávio.
Mercados → sinalizam uma probabilidade ainda maior de vitória de Flávio.

Isso não permite afirmar o resultado da eleição. Mas os dados mostram uma eleição muito mais apertada no 2º turno do que a fotografia do 1º turno sugere.

O ponto central para acompanhar nas próximas pesquisas será saber se essa vantagem de Flávio no 2º turno se mantém, aumenta ou desaparece.

Metodologia: correção simulada a partir dos erros históricos dos institutos em 2022; não é uma correção estatística oficial e o comportamento dos institutos pode mudar em 2026.

quinta-feira, outubro 01, 2026

Agora é a realidades das pesquisas, sem ajuste ou "house effect"...amanhã não tem mais divulgação.

 






 Os principais sites de apostas nos EUA, núemros de agora 01/10/2026 as 9:42. São proibidos aqui, mesmo antes desta última MP.

A curva do Polymarket ( e destes tipos de sites)  na reta final é bem mais assertiva que pesquisa tradicional, mas não é infalível.

A Polymarket trabalha com dinheiro real na mesa, então a lógica é a "sabedoria das multidões".
Quando tem muita liquidez, o índice de acerto histórico dela é alto:
* Em mercados bem liquidados, eventos binários (ganha/perde) superam 85% de acerto e quando a plataforma indica 70% de chance, aquele resultado se confirma em cerca de 7 em cada 10 vezes. • Levantamento da Dune no início de 2025 mostrou que a plataforma acertou mais de 90% dos eventos do mundo real que foram apostados, e em janelas muito curtas - últimas 4 horas antes da resolução - a precisão chegou a 95%.

 

A própria Polymarket fala isso no site: mercados de previsão têm um histórico forte de acurácia, especialmente à medida que o evento se aproxima da data de resolução.
 Em eleição, onde ela brilhou O caso mais estudado foi a presidencial dos EUA 2024: 

 

* Foram mais de US48M - ele sozinho moveu a curva. Então, dá pra confiar na reta final?
Sim, para usar como termômetro:

 

 * Últimos 7 a 3 dias: é quando ela mais calibra. Se mostra 60%+ consistente, com volume alto (centenas de milhões), historicamente acerta muito mais que pesquisa. 

Há sempre erros das pesquisas, alguns maiores do que outros e não são necessariamente manipulação. Pode ser metodologia, mas pode ser sim " ajustes " para atender interesses. Infelizmente.

A TESE DA RETA FINAL: O QUE PODE ACONTECER NA URNA?

Em eleições muito apertadas, pequenos erros sistemáticos das pesquisas na reta final podem mudar completamente a fotografia da eleição e, consequentemente, a leitura sobre quem está à frente.

Isso já aconteceu em diferentes graus.

Em 2022, por exemplo, as pesquisas de reta final subestimaram a votação de Bolsonaro no 1º turno: ele terminou com 43,2% dos votos válidos, enquanto os principais levantamentos estavam abaixo desse resultado. O próprio UOL, comparando as pesquisas daquela eleição, registra que todos os institutos analisados subestimaram Bolsonaro, embora em magnitudes diferentes.

Em 2006, Alckmin também terminou o 1º turno acima do que indicava a pesquisa final do Datafolha.

Mas há um contraponto fundamental: no 2º turno de 2014 e 2022, os erros foram pequenos. Portanto, não existe um “fator anti-PT” automático.

E é justamente aí que 2026 fica interessante.

Hoje, a disputa de 2º turno está praticamente no 50% x 50%.

Na pesquisa Atlas/Bloomberg de 29 de setembro, por exemplo, Flávio apareceu com 47,7% contra 47,6% de Lula. Outros levantamentos recentes também mostram diferenças muito pequenas, algumas a favor de Lula e outras a favor de Flávio.

Nesse cenário, um erro de apenas 2 ou 3 pontos já é suficiente para transformar uma pequena vantagem de pesquisa em uma vantagem real na urna.

E o 1º turno?

Se Flávio estiver hoje na faixa de 35%–42%, dependendo do instituto, uma eventual subestimação de 2, 3 ou até 5 pontos não o levaria automaticamente a 50% dos votos válidos.

A própria pesquisa Quaest de 28 de setembro mostra esse processo: Lula tinha 39%, Flávio 34%, enquanto os demais estavam bem abaixo; os indecisos haviam caído de 10% para 5%.

E onde entra a abstenção?

Aqui está uma variável que pode reforçar  ou enfraquecer  qualquer leitura baseada nas pesquisas.

Em 2022, 20,95% dos eleitores não compareceram no 1º turno. No 2º turno, a abstenção foi de 20,59%. Ou seja, estamos falando de dezenas de milhões de eleitores que não aparecem nas intenções de voto porque simplesmente não votam.

E existe um detalhe importante: pesquisa mede intenção entre entrevistados; eleição mede votos efetivamente depositados.

Portanto, se houver diferenças importantes de mobilização entre os grupos que apoiam cada candidato, a composição dos votos válidos pode se alterar.

Isso é especialmente relevante porque a abstenção não é necessariamente neutra entre os diferentes segmentos do eleitorado. O TSE disponibiliza dados por idade, escolaridade, sexo e outras características justamente porque o comparecimento pode ser analisado por esses recortes.

Mas é preciso cuidado: não há base para afirmar antecipadamente que uma determinada taxa de abstenção favorecerá Lula ou Flávio. Isso dependerá de quem faltar e de quem comparecer.

Portanto, minha hipótese para os quatro dias finais é esta:

1. Se as pesquisas continuarem mostrando Lula e Flávio muito próximos no 2º turno, o erro histórico de 2–3 pontos passa a ter enorme importância.

2. Se Flávio continuar crescendo no 1º turno e os demais candidatos continuarem perdendo espaço, a hipótese de concentração do voto útil ganha importância.

3. Se a abstenção for elevada, a composição efetiva dos votos válidos poderá diferir da fotografia das pesquisas — mas não é possível determinar antecipadamente em favor de quem.

4. Para Flávio vencer no 1º turno, entretanto, seria necessário muito mais do que um pequeno erro de pesquisa: seria necessária uma concentração extraordinária dos votos dos demais candidatos.

A questão central, portanto, não é:

“As pesquisas vão errar?”

Provavelmente haverá algum erro, como sempre.

A pergunta realmente importante é:

“Em que direção estará o erro — e qual será sua magnitude?”

Porque, numa eleição em que os dois principais candidatos estão separados por poucos pontos, 2 ou 3 pontos de erro podem ser suficientes para transformar completamente a fotografia da reta final.

Pesquisa é fotografia.
A urna é a revelação da fotografia real.

Tem gente apostando em primeiro turno, ainda tenho esperança, apesar de que estatisticamente não podemos enxergar isso. 

A abstenção e os erros sempre substimando os eleitores anti PT podem confirmar a tese. Any way, o segundo turno parace bem definido a favor de Flávio.

18 anos de poder, 40 anos de Lula mentindo e prometendo , os jovens de até 25 anos não conhecem outro regime sem ser o do PT com todos escandâlos de corrupção que serão marcados na história de Lula e do partido.

O fantasma da fraude é permanente, mas eu não acredito que sistemicamente isso aconteça. Improvável, mas não impossível, mas não vamos pensar nesta hipótese.

Alea jacta est 


 

 





segunda-feira, setembro 28, 2026

Reta final, com a ajuda da IA vamos ver como andam as coisas

 


Vamos usar a IA para entender a reta final da eleição. Além de gostar do tema, eu provoco as IAs e coloco uma contra a outra para ver o entendimento. Na reta final a análise começa a ficar mais díficil porque entra a torcida no meio e pode deturpar a isenção para fazer a análise fria e racional, mas vamos lá. 

Provoquei 2 aplicativos com as ultimas pesquisas e o agregador de pesquisas dos principais veiculos.

A conclusão é que não temos como concluir. Alguns sinais são dados, mas ainda tudo imprevisível.

O meu post da semana passada e a tese do "tiro no pé" no aumento do Bolsa Família será confirmado nas urnas. 

Minha aposta hoje? Não faria, apesar de que os sites de apostas dão vantagem a Flávio. A questão das BETs? Pode ter sido tiro no pé de Lula  também, a conferir. Nas urnas saberemos.

Vamos esperar as pesquisas desta semana que pode retratar mais o que deve aparecer nas urnas. A inflexão era favorável ao Flávio, mas o caso das BEts e o reajuste do Bolsa Família ainda não deram para perceber se muda ou não o cenério e atendência. O fato é que podem ser negativas para Lula e diferente do efeito que imaginaram. As urnas vão mostrar a realidade.

Enquanto isso ficamos com esta análise com ajuda da IA das pesquisas da semana passada. Reta final e a verdade começará a aparecer. Doa a quem doer.. Nesta semana, quinta ou sexta faremos uma análise com ajuda da IA e vamos ver como elas vão ser em entender o comportaqmento do eleitor.

Futura chegando a 50% para Flávio. E isso é particularmente relevante porque a Gerp também chegou a 50% para Flávio em uma rodada recente, contra 43% para Lula; a Futura registrou 48,1% contra 43,7%.

Isso cria um bloco de pesquisas claramente mais favorável a Flávio, enquanto Nexus e Datafolha têm mostrado Lula à frente ou muito próximo.

Mas há uma coisa muito interessante quando olhamos o histórico de 2022.

Quem errou menos no passado?

Uma base independente que calcula o erro médio absoluto nas pesquisas finais de 2022 apresenta:

Instituto

Erro médio 2022

Histórico

Futura

3,0 p.p.

relativamente bom

Gerp

3,1 p.p.

relativamente bom

Datafolha

4,5 p.p.

pior que Futura/Gerp nessa métrica

Nexus

não havia série comparável

sem histórico eleitoral nacional equivalente

O viés de cada instituto

O mesmo estudo mostra algo ainda mais interessante:

  • Gerp: em 2022 teve forte viés pró-Bolsonaro — subestimou Lula em aproximadamente 6,2 pontos na véspera.
  • Futura: teve viés muito menor, cerca de +1 ponto para Lula.
  • Datafolha: superestimou Lula em aproximadamente 3 pontos.
  • Nexus: o histórico disponível aponta apenas cerca de +1 ponto para Lula.

Minha conclusão factual

Eu faria mais confiança na tendência agregada do que em qualquer instituto isolado.

As sete pesquisas mais recentes

Instituto

Campo mais recente

Lula 1ºT

Flávio 1ºT

Lula 2ºT

Flávio 2ºT

Nexus/BTG

25–27/9

42

37

46

44

Datafolha

22–23/9

40

36

47

45

Palver

20–23/9

43

43

45

48

Real Time

19–23/9

41

37

44

45

Quaest

17–20/9

37

33

41

42

Gerp

14–16/9

37

40

43

50

Futura

11–15/9

38,3

37,7

43,7

48,1

Fontes: Nexus ; Datafolha ; Palver ; Real Time ; Quaest ; Gerp ; Futura .

Então existe uma "inflexão"?

Sim, há evidência de mudança na relação entre os dois candidatos, especialmente no segundo turno.

Eu descreveria a inflexão desta maneira:

Não é uma inflexão comprovada para Flávio no primeiro turno. É uma aproximação/virada numérica em parte das pesquisas de segundo turno.

E há uma diferença enorme entre as duas coisas.

No primeiro turno:

Lula ainda aparece à frente no agregado.

No segundo:

Flávio aparece numericamente à frente no agregado das sete pesquisas que levantamos.

 E o que aconteceu com Lula?

A pesquisa Nexus de hoje é particularmente importante porque ela interrompe parcialmente a sequência de pesquisas que vinham mostrando Flávio ganhando terreno.

Nexus:

40 → 42 Lula

enquanto Flávio:

37 → 37

Portanto, nessa rodada específica, a distância voltou de +3 para +5 para Lula.

Isso impede dizer que a curva de Flávio esteja simplesmente em trajetória ascendente contínua.

 Minha leitura estatística, sem fazer previsão eleitoral

Eu colocaria a fotografia atual assim:

Primeiro turno

Lula
🟦 aproximadamente 40%

Flávio
🟥 aproximadamente 37%

Diferença agregada: algo entre 2 e 3 pontos, dependendo do método de agregação.

Segundo turno

Lula
🟦 aproximadamente 44%

Flávio
🟥 aproximadamente 46%

Diferença agregada: cerca de 2 pontos para Flávio, mas dentro de um cenário de forte incerteza.

Minha conclusão factual hoje

Eu colocaria assim:

🟦 Primeiro turno

Há possibilidade matemática de terminar no primeiro turno, porque qualquer candidato que ultrapasse 50% dos votos válidos vence nessa etapa.

Mas as pesquisas atuais não colocam Flávio nesse patamar.

Hoje, o melhor retrato agregado que temos está aproximadamente na faixa de 37–40% dos válidos para Flávio, dependendo dos institutos e da data. O levantamento mais recente da Nexus o coloca em 39% dos válidos.

🟥 Segundo turno

Aqui a situação é muito mais apertada: algumas pesquisas recentes colocam Flávio à frente, outras Lula, e a Nexus de hoje mostra 46 × 44 para Lula, dentro da margem de erro.

Portanto, eu não usaria os 50% da Futura/Gerp como argumento para um primeiro turno de Flávio. Eu usaria esses números como evidência de que o segundo turno está bastante competitivo.

E há uma conta que vale muito a pena fazer agora: pegar a série desde agosto e calcular quanto Flávio ganhou/perdeu por semana nos votos válidos, separando o crescimento real da oscilação de cada instituto. Isso permite enxergar se existe uma inflexão consistente ou apenas uma dispersão entre pesquisas.

 Agora entra a parte realmente interessante: quem tem mais eleitor disponível para voto útil?

Aqui não devemos olhar apenas para o tamanho do candidato.

Devemos olhar para a convicção do eleitor.

O Datafolha encontrou na pesquisa de 15–17 de setembro:

Eleitor de

Está decidido

Ainda pode mudar

Lula

84%

16%

Flávio

82%

18%

Cury

54%

46%

Caiado

56%

44%

Renan

53%

47%

Os dois líderes têm bases muito mais cristalizadas.

Enquanto:

Lula → 84% convictos

Flávio → 82% convictos

os candidatos intermediários têm algo próximo de:

Cury → 54% convictos

Caiado → 56%

Renan → 53%

Portanto, o eleitorado que pode alimentar o voto útil está concentrado principalmente fora das duas candidaturas principais.

  Palver traz uma informação ainda mais interessante

Na Palver, os eleitores dos candidatos menores mostraram maior transferência para Flávio no cenário de segundo turno:

  • Eleitores de Renan: 25% Flávio × 6% Lula
  • Eleitores de Cury: 42% × 22%
  • Outros candidatos: 51% × 37%

A própria pesquisa mostra, portanto, uma vantagem de Flávio na transferência dos eleitores dos candidatos menores para o segundo turno.

Mas novamente:

isso é segundo turno.

O comportamento no voto útil antes do primeiro turno pode ser diferente, porque o eleitor ainda pode preferir manter seu candidato.

Minha síntese dos números

Lula está matematicamente mais perto do 50%: precisa transformar aproximadamente 5,5 dos 16 pontos dos candidatos menores.

Flávio precisa de aproximadamente 10,5 dos mesmos 16 pontos.

Por outro lado, as pesquisas de transferência mostram que uma parcela relevante dos eleitores de Cury, Caiado e Renan está aberta a Flávio no segundo turno, embora os subgrupos tenham margens de erro grandes.

E há um dado particularmente relevante para o voto útil: os eleitores de Cury, Caiado e Renan são muito menos convictos do que os de Lula e Flávio.

Portanto, o jogo do primeiro turno agora é essencialmente uma disputa pelo reservatório de 16% dos candidatos menores. A próxima rodada de pesquisas será muito mais informativa se mostrar qual dos dois está absorvendo a queda desses candidatos, e não apenas quem está em primeiro lugar.