Sou curioso e estudioso das pesquisas. Sei que a estatística tem lá seus erros e acertos. Sei que existem institutos de pesquisas que podem "ajudar" um candidato mais do que o outro. Acontece que agora não tem volta. A credibilidade deles é o que imposta, para eles.
Ansioso e na torcida fiz uma coisa aqui. Olhar cada instituto de pesquisa e ver seu histórico e seus erros. Projetei com ajuda da IA as pesquisas atuais com os erros deles (simulação, obvio) . e também um ranking dos melhores institutos secundo o Chat GPT.
Meu ranking histórico (Chat GPT)
Considerando precisão, capacidade de captar movimentos e viés sistemático,
eu colocaria assim:
Ranking
Instituto
Histórico
Minha avaliação
🥇1º
AtlasIntel
⭐⭐⭐⭐⭐
Excelente
🥈2º
Futura
⭐⭐⭐⭐½
Muito bom
🥉3º
Quaest
⭐⭐⭐⭐
Bom, mas com viés histórico
pró-Lula
4º
Datafolha
⭐⭐⭐½
Bom, grande amostra, mas
errou bastante a vantagem em 2022
5º
RealTime Big Data
⭐⭐⭐½
Razoável/bom
6º
GERP
⭐⭐⭐
Interessante para captar
voto à direita, mas histórico mais curto
7º
Nexus/BTG
⭐⭐⭐
Ainda sem histórico
suficiente para confiar mais que os anteriores
Vamos lá deixar registrado aqui. A única conclusão que dá para tirar é que é imprevisível e o empate técnico é real para todos. Fatores como abstenção podem influenciar muito. Vamos ver. Compilando a minha "brincadeira" deu isso aqui.
Flávio encurta a distância — e o 2º turno já aparece mais equilibrado que o 1º
Fizemos um agregado das pesquisas mais recentes e, em seguida, uma simulação corrigindo os institutos pelo comportamento histórico observado em 2022.
No 1º turno, o resultado ajustado praticamente não muda:
🟦 Lula: 41,5% 🟥 Flávio: 39,2% ➡️ Diferença: 2,3 pontos
Mas o cenário muda no 2º turno:
🟥 Flávio: 46,5% 🟦 Lula: 44,8% ➡️ Flávio aparece 1,7 ponto à frente no agregado ajustado.
Na média bruta, a vantagem era menor: 46,2% a 45,0%. A correção histórica desloca aproximadamente 0,5 ponto adicional para Flávio.
Há outro dado relevante: os institutos que tiveram desempenho relativamente melhor para captar a força de Bolsonaro em 2022, especialmente Atlas e Futura, hoje apresentam números relativamente mais favoráveis a Flávio. Isso não significa que seus resultados devam ser tomados isoladamente, mas é um sinal que merece ser acompanhado.
E há a diferença entre pesquisas e mercados de previsão: o levantamento analisado aponta Flávio em torno de 46,5% no 2º turno, enquanto Polymarket/Kalshi estavam indicando aproximadamente 57%–58% de probabilidade de vitória para Flávio.
A fotografia, portanto, é esta:
1º turno → Lula ainda mantém vantagem, mas pequena: 41,5 × 39,2. 2º turno → o agregado ajustado passa para 46,5 × 44,8 para Flávio. Mercados → sinalizam uma probabilidade ainda maior de vitória de Flávio.
Isso não permite afirmar o resultado da eleição. Mas os dados mostram uma eleição muito mais apertada no 2º turno do que a fotografia do 1º turno sugere.
O ponto central para acompanhar nas próximas pesquisas será saber se essa vantagem de Flávio no 2º turno se mantém, aumenta ou desaparece.
Metodologia: correção simulada a partir dos erros históricos dos institutos em 2022; não é uma correção estatística oficial e o comportamento dos institutos pode mudar em 2026.
Os principais sites de apostas nos EUA, núemros de agora 01/10/2026 as 9:42. São proibidos aqui, mesmo antes desta última MP.
A curva do Polymarket ( e destes tipos de sites) na reta final é bem mais assertiva que pesquisa tradicional, mas não é infalível.
A Polymarket trabalha com dinheiro real na mesa, então a lógica é a "sabedoria das multidões".
Quando tem muita liquidez, o índice de acerto histórico dela é alto:
* Em mercados bem liquidados, eventos binários (ganha/perde) superam 85% de acerto e quando a plataforma indica 70% de chance, aquele resultado se confirma em cerca de 7 em cada 10 vezes. • Levantamento da Dune no início de 2025 mostrou que a plataforma acertou mais de 90% dos eventos do mundo real que foram apostados, e em janelas muito curtas - últimas 4 horas antes da resolução - a precisão chegou a 95%.
A própria Polymarket fala isso no site: mercados de previsão têm um histórico forte de acurácia, especialmente à medida que o evento se aproxima da data de resolução.
Em eleição, onde ela brilhouO caso mais estudado foi a presidencial dos EUA 2024:
* Foram mais de US48M - ele sozinho moveu a curva. Então, dá pra confiar na reta final?
Sim, para usar como termômetro:
* Últimos 7 a 3 dias: é quando ela mais calibra. Se mostra 60%+ consistente, com volume alto (centenas de milhões), historicamente acerta muito mais que pesquisa.
Há sempre erros das pesquisas, alguns maiores do que outros e não são necessariamente manipulação. Pode ser metodologia, mas pode ser sim " ajustes " para atender interesses. Infelizmente.
A TESE DA
RETA FINAL: O QUE PODE ACONTECER NA URNA?
Em
eleições muito apertadas, pequenos erros sistemáticos das pesquisas na reta
final podem mudar completamente a fotografia da eleição e, consequentemente, a
leitura sobre quem está à frente.
Isso já
aconteceu em diferentes graus.
Em 2022,
por exemplo, as pesquisas de reta final subestimaram a votação de Bolsonaro no
1º turno: ele terminou com 43,2% dos votos válidos, enquanto os
principais levantamentos estavam abaixo desse resultado. O próprio UOL,
comparando as pesquisas daquela eleição, registra que todos os institutos
analisados subestimaram Bolsonaro, embora em magnitudes diferentes.
Em 2006,
Alckmin também terminou o 1º turno acima do que indicava a pesquisa final do
Datafolha.
Mas há um
contraponto fundamental: no 2º turno de 2014 e 2022, os erros foram pequenos.
Portanto, não existe um “fator anti-PT” automático.
E é justamente aí que 2026 fica interessante.
Hoje, a
disputa de 2º turno está praticamente no 50% x 50%.
Na
pesquisa Atlas/Bloomberg de 29 de setembro, por exemplo, Flávio apareceu com 47,7%
contra 47,6% de Lula. Outros levantamentos recentes também mostram
diferenças muito pequenas, algumas a favor de Lula e outras a favor de Flávio.
Nesse
cenário, um erro de apenas 2 ou 3 pontos já é suficiente para transformar
uma pequena vantagem de pesquisa em uma vantagem real na urna.
E o 1º turno?
Se Flávio
estiver hoje na faixa de 35%–42%, dependendo do instituto, uma eventual
subestimação de 2, 3 ou até 5 pontos não o levaria automaticamente a 50% dos
votos válidos.
A própria
pesquisa Quaest de 28 de setembro mostra esse processo: Lula tinha 39%, Flávio
34%, enquanto os demais estavam bem abaixo; os indecisos haviam caído de 10%
para 5%.
E onde entra a abstenção?
Aqui está
uma variável que pode reforçar ou
enfraquecer qualquer leitura baseada nas
pesquisas.
Em 2022, 20,95%
dos eleitores não compareceram no 1º turno. No 2º turno, a abstenção foi de
20,59%. Ou seja, estamos falando de dezenas de milhões de eleitores que
não aparecem nas intenções de voto porque simplesmente não votam.
E existe
um detalhe importante: pesquisa mede intenção entre entrevistados; eleição
mede votos efetivamente depositados.
Portanto,
se houver diferenças importantes de mobilização entre os grupos que apoiam cada
candidato, a composição dos votos válidos pode se alterar.
Isso é
especialmente relevante porque a abstenção não é necessariamente neutra entre
os diferentes segmentos do eleitorado. O TSE disponibiliza dados por idade,
escolaridade, sexo e outras características justamente porque o comparecimento
pode ser analisado por esses recortes.
Mas é
preciso cuidado: não há
base para afirmar antecipadamente que uma determinada taxa de abstenção
favorecerá Lula ou Flávio. Isso dependerá de quem faltar e de quem
comparecer.
Portanto, minha hipótese para os quatro dias finais
é esta:
1. Se as
pesquisas continuarem mostrando Lula e Flávio muito próximos no 2º turno, o
erro histórico de 2–3 pontos passa a ter enorme importância.
2. Se
Flávio continuar crescendo no 1º turno e os demais candidatos continuarem
perdendo espaço, a hipótese de concentração do voto útil ganha importância.
3. Se a
abstenção for elevada, a composição efetiva dos votos válidos poderá diferir da
fotografia das pesquisas — mas não é possível determinar antecipadamente em
favor de quem.
4. Para
Flávio vencer no 1º turno, entretanto, seria necessário muito mais do que um
pequeno erro de pesquisa: seria necessária uma concentração extraordinária dos
votos dos demais candidatos.
A questão
central, portanto, não é:
“As
pesquisas vão errar?”
Provavelmente
haverá algum erro, como sempre.
A
pergunta realmente importante é:
“Em que
direção estará o erro — e qual será sua magnitude?”
Porque,
numa eleição em que os dois principais candidatos estão separados por poucos
pontos, 2 ou 3 pontos de erro podem ser suficientes para transformar
completamente a fotografia da reta final.
Pesquisa
é fotografia.
A urna é a revelação da fotografia real.
Tem gente apostando em primeiro turno, ainda tenho esperança, apesar de que estatisticamente não podemos enxergar isso.
A abstenção e os erros sempre substimando os eleitores anti PT podem confirmar a tese. Any way, o segundo turno parace bem definido a favor de Flávio.
18 anos de poder, 40 anos de Lula mentindo e prometendo , os jovens de até 25 anos não conhecem outro regime sem ser o do PT com todos escandâlos de corrupção que serão marcados na história de Lula e do partido.
O fantasma da fraude é permanente, mas eu não acredito que sistemicamente isso aconteça. Improvável, mas não impossível, mas não vamos pensar nesta hipótese.
Vamos usar a IA para entender a reta final da eleição. Além de gostar do tema, eu provoco as IAs e coloco uma contra a outra para ver o entendimento. Na reta final a análise começa a ficar mais díficil porque entra a torcida no meio e pode deturpar a isenção para fazer a análise fria e racional, mas vamos lá.
Provoquei 2 aplicativos com as ultimas pesquisas e o agregador de pesquisas dos principais veiculos.
A conclusão é que não temos como concluir. Alguns sinais são dados, mas ainda tudo imprevisível.
O meu post da semana passada e a tese do "tiro no pé" no aumento do Bolsa Família será confirmado nas urnas.
Minha aposta hoje? Não faria, apesar de que os sites de apostas dão vantagem a Flávio. A questão das BETs? Pode ter sido tiro no pé de Lula também, a conferir. Nas urnas saberemos.
Vamos esperar as pesquisas desta semana que pode retratar mais o que deve aparecer nas urnas. A inflexão era favorável ao Flávio, mas o caso das BEts e o reajuste do Bolsa Família ainda não deram para perceber se muda ou não o cenério e atendência. O fato é que podem ser negativas para Lula e diferente do efeito que imaginaram. As urnas vão mostrar a realidade.
Enquanto isso ficamos com esta análise com ajuda da IA das pesquisas da semana passada. Reta final e a verdade começará a aparecer. Doa a quem doer.. Nesta semana, quinta ou sexta faremos uma análise com ajuda da IA e vamos ver como elas vão ser em entender o comportaqmento do eleitor.
Futura
chegando a 50% para Flávio. E isso é particularmente relevante porque a Gerp também chegou a
50% para Flávio em uma rodada recente, contra 43% para Lula; a Futura
registrou 48,1% contra 43,7%.
Isso cria
um bloco de pesquisas claramente mais favorável a Flávio, enquanto Nexus e
Datafolha têm mostrado Lula à frente ou muito próximo.
Mas há
uma coisa muito interessante quando olhamos o histórico de 2022.
Quem errou menos no passado?
Uma base
independente que calcula o erro médio absoluto nas pesquisas finais de 2022
apresenta:
Instituto
Erro
médio 2022
Histórico
Futura
3,0 p.p.
relativamente bom
Gerp
3,1 p.p.
relativamente bom
Datafolha
4,5 p.p.
pior que Futura/Gerp nessa
métrica
Nexus
não havia série comparável
sem histórico eleitoral
nacional equivalente
O viés de cada instituto
O mesmo
estudo mostra algo ainda mais interessante:
Gerp: em 2022 teve forte viés pró-Bolsonaro
— subestimou Lula em aproximadamente 6,2 pontos na véspera.
Futura: teve viés muito menor,
cerca de +1 ponto para Lula.
Datafolha: superestimou Lula em
aproximadamente 3 pontos.
Nexus: o histórico disponível
aponta apenas cerca de +1 ponto para Lula.
Minha conclusão factual
Eu faria mais
confiança na tendência agregada do que em qualquer instituto isolado.
As sete pesquisas mais recentes
Instituto
Campo mais
recente
Lula 1ºT
Flávio 1ºT
Lula 2ºT
Flávio 2ºT
Nexus/BTG
25–27/9
42
37
46
44
Datafolha
22–23/9
40
36
47
45
Palver
20–23/9
43
43
45
48
Real Time
19–23/9
41
37
44
45
Quaest
17–20/9
37
33
41
42
Gerp
14–16/9
37
40
43
50
Futura
11–15/9
38,3
37,7
43,7
48,1
Fontes:
Nexus ; Datafolha ; Palver ; Real Time ; Quaest ; Gerp ; Futura .
Então existe uma "inflexão"?
Sim, há
evidência de mudança na relação entre os dois candidatos,
especialmente no segundo turno.
Eu descreveria a inflexão desta maneira:
Não é
uma inflexão comprovada para Flávio no primeiro turno. É uma aproximação/virada
numérica em parte das pesquisas de segundo turno.
E há uma diferença enorme entre as duas
coisas.
No primeiro turno:
Lula
ainda aparece à frente no agregado.
No segundo:
Flávio
aparece numericamente à frente no agregado das sete pesquisas que levantamos.
E o que aconteceu com Lula?
A pesquisa Nexus de hoje é particularmente
importante porque ela interrompe
parcialmente a sequência de pesquisas que vinham mostrando Flávio ganhando
terreno.
Nexus:
40 → 42
Lula
enquanto Flávio:
37 → 37
Portanto, nessa rodada específica, a distância voltou de +3 para +5 para Lula.
Isso impede dizer que a curva de Flávio esteja
simplesmente em trajetória ascendente contínua.
Minha leitura estatística, sem fazer
previsão eleitoral
Eu colocaria a fotografia atual assim:
Primeiro turno
Lula 🟦
aproximadamente 40%
Flávio 🟥
aproximadamente 37%
Diferença
agregada: algo entre 2 e 3
pontos, dependendo do método de agregação.
Segundo turno
Lula 🟦
aproximadamente 44%
Flávio 🟥
aproximadamente 46%
Diferença
agregada: cerca de 2 pontos para
Flávio, mas dentro de um cenário de forte incerteza.
Minha conclusão factual hoje
Eu colocaria assim:
🟦
Primeiro turno
Há possibilidade
matemática de terminar no primeiro turno, porque qualquer candidato
que ultrapasse 50% dos votos válidos vence nessa etapa.
Mas as
pesquisas atuais não colocam Flávio nesse patamar.
Hoje, o melhor retrato agregado que temos está
aproximadamente na faixa de 37–40% dos
válidos para Flávio, dependendo dos institutos e da data. O
levantamento mais recente da Nexus o coloca em 39% dos válidos.
🟥
Segundo turno
Aqui a situação é muito mais apertada: algumas pesquisas recentes colocam
Flávio à frente, outras Lula, e a Nexus de hoje mostra 46 × 44 para Lula, dentro da margem de erro.
Portanto,
eu não usaria os 50% da Futura/Gerp como argumento para um primeiro turno de
Flávio. Eu usaria esses números como evidência de que o segundo turno está
bastante competitivo.
E há
uma conta que vale muito a pena fazer agora: pegar a série desde agosto e calcular quanto Flávio ganhou/perdeu
por semana nos votos válidos, separando o crescimento real da
oscilação de cada instituto. Isso permite enxergar se existe uma inflexão consistente ou apenas uma
dispersão entre pesquisas.
Agora entra a parte realmente
interessante: quem tem mais eleitor disponível para voto útil?
Aqui não devemos olhar apenas para o tamanho
do candidato.
Devemos olhar para a convicção do eleitor.
O Datafolha encontrou na pesquisa de 15–17 de
setembro:
Eleitor de
Está decidido
Ainda pode
mudar
Lula
84%
16%
Flávio
82%
18%
Cury
54%
46%
Caiado
56%
44%
Renan
53%
47%
Os dois líderes têm bases muito mais cristalizadas.
Enquanto:
Lula →
84% convictos
Flávio →
82% convictos
os candidatos intermediários têm algo próximo
de:
Cury →
54% convictos
Caiado →
56%
Renan →
53%
Portanto, o eleitorado que pode alimentar o voto útil está concentrado
principalmente fora das duas candidaturas principais.
Palver traz uma informação ainda mais
interessante
Na Palver, os eleitores dos candidatos menores
mostraram maior transferência para Flávio no cenário de segundo turno:
Eleitores de Renan:
25% Flávio × 6% Lula
Eleitores de Cury:
42% × 22%
Outros candidatos:
51% × 37%
A própria pesquisa mostra, portanto, uma vantagem de Flávio na transferência dos
eleitores dos candidatos menores para o segundo turno.
Mas novamente:
isso é
segundo turno.
O comportamento no voto útil antes do primeiro turno pode ser diferente,
porque o eleitor ainda pode preferir manter seu candidato.
Minha síntese dos números
Lula
está matematicamente mais perto do 50%: precisa transformar
aproximadamente 5,5 dos 16 pontos dos
candidatos menores.
Flávio
precisa de aproximadamente 10,5 dos mesmos 16 pontos.
Por outro lado, as pesquisas de transferência mostram que uma parcela relevante
dos eleitores de Cury, Caiado e Renan está aberta a Flávio no segundo turno,
embora os subgrupos tenham margens de erro grandes.
E há um dado particularmente relevante para o
voto útil: os eleitores de Cury, Caiado e
Renan são muito menos convictos do que os de Lula e Flávio.
Portanto, o jogo do primeiro turno agora é essencialmente uma disputa pelo
reservatório de 16% dos candidatos menores. A próxima rodada de
pesquisas será muito mais informativa se mostrar qual dos dois está absorvendo a queda desses candidatos,
e não apenas quem está em primeiro lugar.