Acabo de rodar alguns jornais e segundo pesquisas, Obama ganhou de McCain. Pode ser,mas é bom lembrar que em 2004, Jonh Keer ganhou, pelas pesquisas o debate com Busch, na eleição foi outra conversa. As pesquisas de opinião, algumas pelo menos, dão larga margem a Obama, 8 pontos, 9 pontos, outras pequena, 3, 4 pontos. Já disse que é também relativo isso.
Obama enfrenta no YouTube uma campanha sórdida, acusado de várias coisas, inclusive sendo processado por um sujeito esquisito. McCain sofre agora com suas ligações a Jonh Keating, protagonista do escândalo de 80 nas "savings&Loans", sendo até advertido pelo senado americano.
Isso não aparece escancaradamente, mas nas entrelinhas, internet sim, vamos ver mais na frente o que acontecerá.
A crise continua por lá, disse no post abaixo que a Ásia resistia, mas agora Tóquio caiu, não poderia ser diferente. A Bovespa deve acompanhar o ritmo. Enquanto não abaixar a poeira e o mercado "destravar" a volatilidade será alta e os preços estarão sendo ajustado para seu valor real. Vale ler o artigo de Antônio Machado.
Tema de muitas postagens minhas, a riqueza criada por dívidas e alavancagem do mercado é irreal e agora tende a voltar ao números razoáveis.
Acho que não demorará muito tempo para as coisas voltarem ao normal, a confiança será restabelecida com a ação dos bancos centrais, isso já está em curso.
Os juros devem abaixar em todo mundo pelo medo da recessão e agora dane-se a inflação.
Isso vai ajudar o Brasil e a Bovespa. Com juros baixos por lá e a usura por aqui, o fluxo será retomado, o "carry trade" (dinheiro tomado em outros países e aplicados aqui com ganhos em juros e câmbio também) voltará silenciosamente.
Como inveterado otimista e testemunha de outras crises, não estou vendo ainda este temor absurdo que a mídia coloca, até em plantões jornalísticos. Afinal não adianta espernear, a vida continua e muitas atividades seguem seu curso. A liquidação de papéis de curto prazo, operações em vencimento e posições nas bolsas ddevem estar tirando o sono dos BCs e dos atores, mas tudo volta ao normal, inclusive com os preços sendo corrigidos para seu valor real, ou digamos, palpável e não gasoso!
Assuntos que me interessam: Política, Meio Ambiente, Economia, Tecnologia, Internet e um pouco de filosofia.
quarta-feira, outubro 08, 2008
terça-feira, outubro 07, 2008
O debate Obama x McCain de agora a noite
Assisti na CNN o debate, clique e veja um brief do Terra.
Minhas impressões, inclusive sobre as eleições americana.
1- Haverá mais um debate
2- As pesquisas mostram empate técnico, mas com ligeira vantagem de Obama, pode ser devido a crise bancária atual, mas esta mesma crise pode atrapalhar a performance de Obama, veremos mais abaixo.
3- As pesquisas de intenção não são fontes muito confiáveis, não porque podem fraudar ou a metodologia estaistica é ruim, mas por dois motivos básicos, primeiro, o voto não é obrigatório, as pessoas podem declarar intenção de voto e não ir votar, perfil mais do eleitor de Obama, segundo, o presidente é eleito por um colégio eleitoral e não pelo voto direto, lembra de Al Gore que ganhou na eleição e perdeu no colégio?
4- A crise muda o perfil da eleição, a experiência de McCain pode sobressair, assim como a vontade de mudança de Obama.
O debate de hoje, com um detalhe, lá o país para para ver, a audiência é grande:
Sempre tive sempatias pelos democratas, até por ligações pessoais com políticos que conheço lá, mas Obama, articulado, me parece retórico demais, um pouco boquirroto e demagogo.
McCain é menos articulado, é experiente e veterano de guerra, isso tem grande pesso junto ao nacionalista americano.
A minha avaliação do debate é que Obama se enrolou em questões de política externa, mas brilhou na questão do "medcare" quendo disse da morte prematura de sua mãe aos 53 anos. Nos assuntos ambientais, efeito estufa, ambos concordaram. Nas questões militares McCain humilhou Obama. McCain se mostra mais preparado na minha visão, não sei se o eleitor americano terá a minha visão.
Opiniões de jornalistas divergem, todos têm uma ligeira preferência pessoal, a maioria acredito que gosta do mais de Obama. Alguns que já ouvi dizem que houve boa performance dos dois, sem vencedores.
Uma coisa impressionante foi o tema energia, tanto nas questões do Oriente Médio, como da crise do Caúcaso.
Obama insiste que a mudança da matriz energética do petróleo para fontes alternativas diminui o poder dos inimigos americanos. Concordo com o argumento, mas demoraremos gerações para isso ocorrer. Na questão Al Queada ambos foram unânimes, mas quando falou-se em Paquistão e Afeganistão, Obama se enrolou.
Não assisti 100% do debate, mas peguei 90%. Gostei, isso é democracia e liberdade. O americano sempre faz um show e vou pesquisar a audiência, deve ter arrebentado.
Outro dado: a crise atual foi mencionada "an passant" mostrando que as coisas lá vão se normalizar breve, apesar dos dois concordarem em tempos mais difíceis e sacrifícios.
Gostei muito da pergunta se a saúde poderia ser tratada como comodity, McCain é mais liberal neste ponto invocando a iniciativa privada, Obama falou mais em responsabilidade de governo, divergiram feio.
Obama atacou a desregulamentação do mercado financeiro, opinião que concordo, como uma das responsáveis pela crise atual, McCain desconversou.
A demagogia de Obama na questão corte de imposto foi desmascarada com o histórico das votações dele como senador, McCain mandou muito bem, inclusive aludindo ao despreparo dele.
Enfim, foi bacana. Gostei, tive meu vencedor, sem preconceito ou preferido. McCain.
Minhas impressões, inclusive sobre as eleições americana.
1- Haverá mais um debate
2- As pesquisas mostram empate técnico, mas com ligeira vantagem de Obama, pode ser devido a crise bancária atual, mas esta mesma crise pode atrapalhar a performance de Obama, veremos mais abaixo.
3- As pesquisas de intenção não são fontes muito confiáveis, não porque podem fraudar ou a metodologia estaistica é ruim, mas por dois motivos básicos, primeiro, o voto não é obrigatório, as pessoas podem declarar intenção de voto e não ir votar, perfil mais do eleitor de Obama, segundo, o presidente é eleito por um colégio eleitoral e não pelo voto direto, lembra de Al Gore que ganhou na eleição e perdeu no colégio?
4- A crise muda o perfil da eleição, a experiência de McCain pode sobressair, assim como a vontade de mudança de Obama.
O debate de hoje, com um detalhe, lá o país para para ver, a audiência é grande:
Sempre tive sempatias pelos democratas, até por ligações pessoais com políticos que conheço lá, mas Obama, articulado, me parece retórico demais, um pouco boquirroto e demagogo.
McCain é menos articulado, é experiente e veterano de guerra, isso tem grande pesso junto ao nacionalista americano.
A minha avaliação do debate é que Obama se enrolou em questões de política externa, mas brilhou na questão do "medcare" quendo disse da morte prematura de sua mãe aos 53 anos. Nos assuntos ambientais, efeito estufa, ambos concordaram. Nas questões militares McCain humilhou Obama. McCain se mostra mais preparado na minha visão, não sei se o eleitor americano terá a minha visão.
Opiniões de jornalistas divergem, todos têm uma ligeira preferência pessoal, a maioria acredito que gosta do mais de Obama. Alguns que já ouvi dizem que houve boa performance dos dois, sem vencedores.
Uma coisa impressionante foi o tema energia, tanto nas questões do Oriente Médio, como da crise do Caúcaso.
Obama insiste que a mudança da matriz energética do petróleo para fontes alternativas diminui o poder dos inimigos americanos. Concordo com o argumento, mas demoraremos gerações para isso ocorrer. Na questão Al Queada ambos foram unânimes, mas quando falou-se em Paquistão e Afeganistão, Obama se enrolou.
Não assisti 100% do debate, mas peguei 90%. Gostei, isso é democracia e liberdade. O americano sempre faz um show e vou pesquisar a audiência, deve ter arrebentado.
Outro dado: a crise atual foi mencionada "an passant" mostrando que as coisas lá vão se normalizar breve, apesar dos dois concordarem em tempos mais difíceis e sacrifícios.
Gostei muito da pergunta se a saúde poderia ser tratada como comodity, McCain é mais liberal neste ponto invocando a iniciativa privada, Obama falou mais em responsabilidade de governo, divergiram feio.
Obama atacou a desregulamentação do mercado financeiro, opinião que concordo, como uma das responsáveis pela crise atual, McCain desconversou.
A demagogia de Obama na questão corte de imposto foi desmascarada com o histórico das votações dele como senador, McCain mandou muito bem, inclusive aludindo ao despreparo dele.
Enfim, foi bacana. Gostei, tive meu vencedor, sem preconceito ou preferido. McCain.
Mais coisas sobre a crise!
Ontem foi um caos, hoje o rescaldo será feito. Já disse, não foi a primeira e não será a última crise. Comparar esta crise ao passado, como 1929, é falácia.
O problema é que o mercado está travado. Tem um ditado que diz: O mercado tem pernas de lebre, coração de passarinho e memória de elefante. A crise é portante de confiança. Os agentes nãos e movem, as bolsas despencam com o estabelecimento do pânico, efeito manada como dizem no jargão das bolsas, mas a hemorragia deve ser estancada. A Ásia já começa a se acalmar, clique e veja.
Os ativos começam a voltar no preço real, em tese, um ativo deve ter um valor correspondente ao preço que alguém estiver disposto a pagar e não alavancado como foram estes derivativos malucos. A VEJA desta semana mostra entrevista com um economista brasileiro, José Alexandre Scheinkman, íntimo de Ben Bernanke e especialista em "bolhas econômicas". Ele diz que ideológicamente, por aversão a regulamentação, Allan Greenspan deixou correr frouxo a questão dos derivativos e foi laxista na ação preventiva. O mercado derivativo alavancado em qualquer papel, "junk bond" criou a bolha. Todos sabiam da existência da bolha dos derivativos. A política de juros foi criticada por ele, juros baixos por muito tempo, inclusive vários economistas batem na mesma questão. Não posso concordar com isso integralmente, Greenspan foi competente nesta administração das taxas e segurou a temida e perigosa inflação. A prosperidade e alavancagem dos ativos via derivativos conseguiu muita riqueza em diversos lugares e ai tem méritos. Prejuízos também e principalmente a lição que será aprendida. Como diz o economista brasileiro dos EUA, os generais lutam as guerras passadas, os economistas também. O mercado financeiro está concentrado, vários bancos continuam sólidos e líquidos. O crédito terá restrições momentâneas, mas voltará breve, principalmente mais seletivo. O mercado está travado porque a falta de confiança tomou conta de todos atores, os governos têm papel importante, e têm feito isso, para debelar esta desconfiança.
Tudo indica que estamos no final da crise, vão quebrar bancos e empresas menos desavisadas, especuladores vão ganhar rios de dinheiros, outros perderão, governos vão gastar recursos do contribuinte, mas entre mortos e feridos, vão se salvar a maioria. Desde 2003 é óbvia a situaçõa, eu mesmo escrevi diversas vezes sobre isso.
Sem futurologia afirmo, em três meses estaremos todos voltando ao normal e a chuva mídiatica da crise vai buscar "outras explicações" para a volatilidade e oscilações do mercado.
O fim do capitalismo é sofisma, não foi a primeira e não será a última crise, as lições ficarão. Uma coisa é certa, elas nunca serão iguais às passadas, devastadoras em muitos casos, mas sempre diferentes.
O problema é que o mercado está travado. Tem um ditado que diz: O mercado tem pernas de lebre, coração de passarinho e memória de elefante. A crise é portante de confiança. Os agentes nãos e movem, as bolsas despencam com o estabelecimento do pânico, efeito manada como dizem no jargão das bolsas, mas a hemorragia deve ser estancada. A Ásia já começa a se acalmar, clique e veja.
Os ativos começam a voltar no preço real, em tese, um ativo deve ter um valor correspondente ao preço que alguém estiver disposto a pagar e não alavancado como foram estes derivativos malucos. A VEJA desta semana mostra entrevista com um economista brasileiro, José Alexandre Scheinkman, íntimo de Ben Bernanke e especialista em "bolhas econômicas". Ele diz que ideológicamente, por aversão a regulamentação, Allan Greenspan deixou correr frouxo a questão dos derivativos e foi laxista na ação preventiva. O mercado derivativo alavancado em qualquer papel, "junk bond" criou a bolha. Todos sabiam da existência da bolha dos derivativos. A política de juros foi criticada por ele, juros baixos por muito tempo, inclusive vários economistas batem na mesma questão. Não posso concordar com isso integralmente, Greenspan foi competente nesta administração das taxas e segurou a temida e perigosa inflação. A prosperidade e alavancagem dos ativos via derivativos conseguiu muita riqueza em diversos lugares e ai tem méritos. Prejuízos também e principalmente a lição que será aprendida. Como diz o economista brasileiro dos EUA, os generais lutam as guerras passadas, os economistas também. O mercado financeiro está concentrado, vários bancos continuam sólidos e líquidos. O crédito terá restrições momentâneas, mas voltará breve, principalmente mais seletivo. O mercado está travado porque a falta de confiança tomou conta de todos atores, os governos têm papel importante, e têm feito isso, para debelar esta desconfiança.
Tudo indica que estamos no final da crise, vão quebrar bancos e empresas menos desavisadas, especuladores vão ganhar rios de dinheiros, outros perderão, governos vão gastar recursos do contribuinte, mas entre mortos e feridos, vão se salvar a maioria. Desde 2003 é óbvia a situaçõa, eu mesmo escrevi diversas vezes sobre isso.
Sem futurologia afirmo, em três meses estaremos todos voltando ao normal e a chuva mídiatica da crise vai buscar "outras explicações" para a volatilidade e oscilações do mercado.
O fim do capitalismo é sofisma, não foi a primeira e não será a última crise, as lições ficarão. Uma coisa é certa, elas nunca serão iguais às passadas, devastadoras em muitos casos, mas sempre diferentes.
segunda-feira, outubro 06, 2008
Pânico no mercado?
As bolsas mundiais desabam hoje, clique e leia. Aqui após queda de 10%, foi acionado o "circuit breaker", mecanismo que suspende os negócios para o mercado se acalmar. Voltaram os negócios e a bolsa de valores caiu mais 15%, agora está em 37.000 pontos. Lembre-se, estava em 70.000 mes passado.
A crise é de confiança, a bolha da liquidez gera agora uma incerteza nos operadores, a maioria tenta minimizar o prejuízo e a pressão vendedora faz o mercado despencar alimentando o pavor e o medo.
Os preços ds ações estão chegando no lugar, a crise do crédito será temporária, mas seletivo.
Não acho que seja motivo de pânico, como já disse e readirmo, não será a primeira e nem foi a última, as forças naturais da economia fazem isso, a ciclotimia. A confiança é o problema agora, mas breve será restabelecida, quanto tempo? Díficil dizer, mas creio que um ou dois trimestre no máximo.
As lições ficam e o prejuízo para alguns também. Pode saber, que mesmo nesta volatilidade maluca como o caso de hoje, os profissionais e jogadores ganham rios de dinheiro.
A mídia insiste no fim do neoliberalismo, Delfim Netto em entrevista disse que nem sabe o que é isso, é um neologismo criado pela esquerda para atacar a liberdade de mercados livres.
Ainda com todas as crises que vivemos e ainda vamos enfrentar, sou mais o mercado livre de intervenções. Não deixo de repetir: As forças naturais se ajustam, as humanas são falíveis e distorcidas. Os sistemas de bancos centrais foram muito relaxados com o mercado criativo dos derivativos, agora a conta está sendo paga.
A mesma força natural que cria os movimentos de alta e baixa pela pressão compradora e vendedora vai arrumar o mercado, podem anotar ai.
A crise é de confiança, a bolha da liquidez gera agora uma incerteza nos operadores, a maioria tenta minimizar o prejuízo e a pressão vendedora faz o mercado despencar alimentando o pavor e o medo.
Os preços ds ações estão chegando no lugar, a crise do crédito será temporária, mas seletivo.
Não acho que seja motivo de pânico, como já disse e readirmo, não será a primeira e nem foi a última, as forças naturais da economia fazem isso, a ciclotimia. A confiança é o problema agora, mas breve será restabelecida, quanto tempo? Díficil dizer, mas creio que um ou dois trimestre no máximo.
As lições ficam e o prejuízo para alguns também. Pode saber, que mesmo nesta volatilidade maluca como o caso de hoje, os profissionais e jogadores ganham rios de dinheiro.
A mídia insiste no fim do neoliberalismo, Delfim Netto em entrevista disse que nem sabe o que é isso, é um neologismo criado pela esquerda para atacar a liberdade de mercados livres.
Ainda com todas as crises que vivemos e ainda vamos enfrentar, sou mais o mercado livre de intervenções. Não deixo de repetir: As forças naturais se ajustam, as humanas são falíveis e distorcidas. Os sistemas de bancos centrais foram muito relaxados com o mercado criativo dos derivativos, agora a conta está sendo paga.
A mesma força natural que cria os movimentos de alta e baixa pela pressão compradora e vendedora vai arrumar o mercado, podem anotar ai.
domingo, setembro 28, 2008
Novo partido, mas com força para mudar o quadro e a pauta de 2009!
Já tinha escrito sobre o tema da pauta em abril, clique e veja.
Sobre o surgimento de um partido, tenho refletido e discutido com alguns amigos, mas vou deixar registrado aqui.
A história vai se repetir. O Tancredo, avô do Aécio, do velho PSD mineiro de qual fazemos parte, fundou o PP (Partido Popular), no início dos anos 80. Isso acabou derrubando a revolução, surgiu então o PFL e a história conta o restante.
Vamos atualizar os dados: Partidos no Brasil são cartórios eleitorais, não tem identidade, ideologia ou homogeinidade. Existem ainda os "nanicos", mercadores de horários e apoios, pode ser um grande negócio. Isso acontece porque temos a lei defassada e anacrônica. Costumo dizer que a revolução de 64 tem vários acertos, erros também, mas o maior, na minha opinião foi s extinção dos partidos com o AI2, se não me engano.
Aécio, Pimentel e cia. , diga-se de passagem, políticos modernos e competentes, não estão tendo espaços em seus partidos de origem, PT e PSDB. O PSBD é tomado por São Paulo e o PT também. Nada contra paulistas, mas sou mais os mineiros fazendo política.
Lula joga a Dilma como candidata, mas é conversa, ela não passa no PT. Eleição sem estrutura partidária é complicada, ele precisará de mais que isso. Acho que ele será um árbitro, pensa em 2014 para todos os efeitos. Ele não apoiará ninguém, mas terá sua preferência. quem é o mais viável, e confiável? Aécio, claro. Mas sem espaço no PSDB, Lula será o mentor deste novo partido.
Vamos pensar bem, se não rolar o que é quase certo, pelo menos na pauta política a partir do fim destas eleições, o terceiro ou prorrogação de mandatos, o que irá acontecer?
Lula não entrará de cabeça em nenhuma fria, vai querer voltar em 2014. Alguém aposta contra?
Aécio, Pimental e outros bons e grandes políticos, sem espeço, devem fundar um novo partido. Fica aqui registrado. Posso até me filiar nele, pois hoje com toda franqueza, não me agrada nem o PT, nem o PSDB.
Este novo partido terá gente do PT, PSDB e outros, mas será forte o suficiente para mudar o quadro, se não rolar, prorrogação ou terceiro mandato.
Está registrado. A história se repete. O quadro da eleição municipal de SP mostra isso, Alckmim vai ser um dos protagonistas da nova ordem partidária nacional. E Escrevam ai, Martha não ganha no segundo turno, as pesquisas mostram isso.
Aqui em BH, Pimentel e Aécio são show de bola e podem ganhar no primeiro turno. Mineiro é forte na política, podem apostar. Um resultado adverso da dupla dinâmica mineira não vai inviabilizar minha tese, sem espaços nos seus partidos, vários políticos não terão outra alternativa. O berço da minha tese está e será aqui nas Minas Gerais.
Ficou registrado aqui, antes da eleição.
Sobre o surgimento de um partido, tenho refletido e discutido com alguns amigos, mas vou deixar registrado aqui.
A história vai se repetir. O Tancredo, avô do Aécio, do velho PSD mineiro de qual fazemos parte, fundou o PP (Partido Popular), no início dos anos 80. Isso acabou derrubando a revolução, surgiu então o PFL e a história conta o restante.
Vamos atualizar os dados: Partidos no Brasil são cartórios eleitorais, não tem identidade, ideologia ou homogeinidade. Existem ainda os "nanicos", mercadores de horários e apoios, pode ser um grande negócio. Isso acontece porque temos a lei defassada e anacrônica. Costumo dizer que a revolução de 64 tem vários acertos, erros também, mas o maior, na minha opinião foi s extinção dos partidos com o AI2, se não me engano.
Aécio, Pimentel e cia. , diga-se de passagem, políticos modernos e competentes, não estão tendo espaços em seus partidos de origem, PT e PSDB. O PSBD é tomado por São Paulo e o PT também. Nada contra paulistas, mas sou mais os mineiros fazendo política.
Lula joga a Dilma como candidata, mas é conversa, ela não passa no PT. Eleição sem estrutura partidária é complicada, ele precisará de mais que isso. Acho que ele será um árbitro, pensa em 2014 para todos os efeitos. Ele não apoiará ninguém, mas terá sua preferência. quem é o mais viável, e confiável? Aécio, claro. Mas sem espaço no PSDB, Lula será o mentor deste novo partido.
Vamos pensar bem, se não rolar o que é quase certo, pelo menos na pauta política a partir do fim destas eleições, o terceiro ou prorrogação de mandatos, o que irá acontecer?
Lula não entrará de cabeça em nenhuma fria, vai querer voltar em 2014. Alguém aposta contra?
Aécio, Pimental e outros bons e grandes políticos, sem espeço, devem fundar um novo partido. Fica aqui registrado. Posso até me filiar nele, pois hoje com toda franqueza, não me agrada nem o PT, nem o PSDB.
Este novo partido terá gente do PT, PSDB e outros, mas será forte o suficiente para mudar o quadro, se não rolar, prorrogação ou terceiro mandato.
Está registrado. A história se repete. O quadro da eleição municipal de SP mostra isso, Alckmim vai ser um dos protagonistas da nova ordem partidária nacional. E Escrevam ai, Martha não ganha no segundo turno, as pesquisas mostram isso.
Aqui em BH, Pimentel e Aécio são show de bola e podem ganhar no primeiro turno. Mineiro é forte na política, podem apostar. Um resultado adverso da dupla dinâmica mineira não vai inviabilizar minha tese, sem espaços nos seus partidos, vários políticos não terão outra alternativa. O berço da minha tese está e será aqui nas Minas Gerais.
Ficou registrado aqui, antes da eleição.
quinta-feira, setembro 25, 2008
Socialização do prejuízo?
Vai sair o pacote americano de ajuda ao sistema financeiro apesar de algumas dificuldades e ajustes necessários- Clique e veja
Falaram em US$ 700 bilhões, agora já pensam em mais de US$ 1 trilhão, isso mesmo. Um PIB nacional de ajuda ao ganancioso sistema bancário americano.
Esquerdistas estão eufóricos: Acabou a era neoliberal, o mercado recorre ao governo para sua salvação! Os neoliberais clamam: Socializaram o prejuízo! Existem verdades em ambas afirmações, mas não podem ser vistas isoladamente.
Eu acho um absurdo socorrerem bancas incompetentes, inescrupulosas e gananciosas que lavaram a égua, como dizem aqui em Minas, e agora, depois de acionistas e executivos enfiarem uma grana preta no bolso, botarem a mão no dinheiro das viúvas americanas.
Óbvio, alguma coisa precisa ser feita, mas acho que a medida emergencial é sempre pior. Qual é mesmo o tamanho do rombo dos papéis alavancados uns nos outros, verdadeiros micos? Quem precisa e merece ajuda de fato?
Os democratas pisaram no freio, com razão!
Aqui, o jogo não acabou, postei abaixo que ainda tinha água para correr debaixo da ponte, as bolsas, com extrema volatilidade não deram ponto de compra, estão próximas entretanto.
A banca sorridente com a usura e seus lucros ganha um presente do governo brasileiro. Presente? Acho que sim. A redução do depósito compulsório dos bancos no Banco central.
Explicação básica: de cada depósito bancário, o BC retém parte como compulsório, não sei bem os valores, mas já giraram na faixa de 45%. Isso regula a liquidezdo mercado, é instrumento de política monetária.
Com a alegação do estouro da bolha e uma eventual crise de liquidez, a banca pede mais dinheiro sob o pretetxto de nãoreduzir o crédito, alavanca do consumo e combustível do crescimento de 2007 e 2008. A usura vai continuar, brasileiro não faz conta e toma grana mesmo, sem saber quanto paga. Esta conversa de aperto de liquidez mundial do sistema americano chegar aqui com impactos sérios me cheira a um sofisma dos bravos!
Não vi ainda o valor, nem sei se farei as contas, mas já disse e reafirmo. A´crise é no mundo virtual do sistema financeiro, a economia real sai chamuscada, mas sobrevive por algum tempo.
A bolha estourou, os ativos foram superdimensionados e alavancados em "micos", mas alguém botou grana no bolso e agora pagamos a conta, nós nem tanto, mas as velhinhas e velhinhos americanos sim.
A banca nunca perde, nem aqui nem lá, nem acolá! Em Mobaça a banca nada de braçada.
Sou contra a ajuda? Claro que não. Ben Bernanke é especialista na crise de 29 e várias teorias provam que poderia ter sido evitada. O custo social de uma crise desta é enorme.
Acho que deve ter critério e a lição, quebrar quem não tem competência para ficar no jogo.
Um consolo para todos nós, especialmente quem gosta de bolsa: Crise é sempre sinônimo de oportunidade. O mercado vai voltar, forte e mais maduro, a lição fará muitos, dos mesmos a ganhar dinheiro, mas dará oportunidade a tantos outros, nós emergentes estamos na fila.
Falaram em US$ 700 bilhões, agora já pensam em mais de US$ 1 trilhão, isso mesmo. Um PIB nacional de ajuda ao ganancioso sistema bancário americano.
Esquerdistas estão eufóricos: Acabou a era neoliberal, o mercado recorre ao governo para sua salvação! Os neoliberais clamam: Socializaram o prejuízo! Existem verdades em ambas afirmações, mas não podem ser vistas isoladamente.
Eu acho um absurdo socorrerem bancas incompetentes, inescrupulosas e gananciosas que lavaram a égua, como dizem aqui em Minas, e agora, depois de acionistas e executivos enfiarem uma grana preta no bolso, botarem a mão no dinheiro das viúvas americanas.
Óbvio, alguma coisa precisa ser feita, mas acho que a medida emergencial é sempre pior. Qual é mesmo o tamanho do rombo dos papéis alavancados uns nos outros, verdadeiros micos? Quem precisa e merece ajuda de fato?
Os democratas pisaram no freio, com razão!
Aqui, o jogo não acabou, postei abaixo que ainda tinha água para correr debaixo da ponte, as bolsas, com extrema volatilidade não deram ponto de compra, estão próximas entretanto.
A banca sorridente com a usura e seus lucros ganha um presente do governo brasileiro. Presente? Acho que sim. A redução do depósito compulsório dos bancos no Banco central.
Explicação básica: de cada depósito bancário, o BC retém parte como compulsório, não sei bem os valores, mas já giraram na faixa de 45%. Isso regula a liquidezdo mercado, é instrumento de política monetária.
Com a alegação do estouro da bolha e uma eventual crise de liquidez, a banca pede mais dinheiro sob o pretetxto de nãoreduzir o crédito, alavanca do consumo e combustível do crescimento de 2007 e 2008. A usura vai continuar, brasileiro não faz conta e toma grana mesmo, sem saber quanto paga. Esta conversa de aperto de liquidez mundial do sistema americano chegar aqui com impactos sérios me cheira a um sofisma dos bravos!
Não vi ainda o valor, nem sei se farei as contas, mas já disse e reafirmo. A´crise é no mundo virtual do sistema financeiro, a economia real sai chamuscada, mas sobrevive por algum tempo.
A bolha estourou, os ativos foram superdimensionados e alavancados em "micos", mas alguém botou grana no bolso e agora pagamos a conta, nós nem tanto, mas as velhinhas e velhinhos americanos sim.
A banca nunca perde, nem aqui nem lá, nem acolá! Em Mobaça a banca nada de braçada.
Sou contra a ajuda? Claro que não. Ben Bernanke é especialista na crise de 29 e várias teorias provam que poderia ter sido evitada. O custo social de uma crise desta é enorme.
Acho que deve ter critério e a lição, quebrar quem não tem competência para ficar no jogo.
Um consolo para todos nós, especialmente quem gosta de bolsa: Crise é sempre sinônimo de oportunidade. O mercado vai voltar, forte e mais maduro, a lição fará muitos, dos mesmos a ganhar dinheiro, mas dará oportunidade a tantos outros, nós emergentes estamos na fila.
terça-feira, setembro 23, 2008
A verdade da crise americana que assusta o mundo!
Escrevi diversas vezes aqui sobre a questão da liquidez mundial desde a década de 90.
Clique e veja - Agosto de 2007 onde explico o valor virtual de ações e seu valor real.
Em outras duas postagens, no começo de 2008, escrevo sobre considerações de Alan Greenspan e sua análise sobre o memso ponto: O excesso de liquidez mundial. Clique e veja uma e outra postagem. Na segunda já analisavamos a crise antes da eclosão.
Vamos lá: A Veja (páginas 128 e 129) desta semana publica o seguinte:
O Planeta finanças, gigante, mas gasoso. E segue afimando sobre ativos financeiros:
1-Em menos de três décadas o planeta inchou de 12 trilhões para 170 trilhões de dólares.
2-Em 1980 o PIB mundial era de 10 trilhões de dólares e os ativos financeiros de 12 trilhões de dólares
3-Em 2006 o PIB era de 48 trilhões de dólares os ativos de 170 trilhões, crescimento de 1.300%.
4- A maior composição destes ativos é a bolsa de valores e ações com 55 trilhões.
5-No Brasil a relação PIB/Ativos é de 200%, nos outros emergentes e desenvolvidos varia de 446% no Japão a 162% na Rússia.
6- Em 1990 eram 33 países com ativos, em 2006 eram 72 países.
Ou seja: Existem mais recursos para comprar os bens e serviços produzidos do que a produção real. O valor é irreal, virtual. No caso ainda existe um risco de inflação que já se configura em alguns países ou/e uma bolha como assistimos agora. O mercado perde a força compradora e a pressão vendedora faz os mercados desabarem, os preços tendem a se ajustar para a real situação. A ciclotimia, que tanto gosto de dizer, é real, existe com ou sem a interferência do homem ou de governos.
O que causa isso? A liquidez, a geração de riqueza soma-se a ganãncia e a criatividade do segmento financeiro e vão securitizando e criando papeis mirabolantes. Para quem não entende direito é o seguinte: De cada 1 dólar conseguidos nos fianciamentos imobiliários, este mesmo dólar foi sendo securitizado, passado para frente para outras instituições e virou 44 dólares, isso mesmo a alavancagem foi de 1 para 44, está ai a explicação para este valor virtual.
Nas ações acontece o mesmo, o mercado compra forte, derivativos vão sendo criados e de uma hora para outra, geralmente na mão de amadores o mercado desaba.
Alan Greenspan diz que estas crises não são de todo mal, é parte do jogo da economia livre. O ruim é que como assistimos, bancos centrais colocam dinheiro de contribuintes, que nada têm como o caso, para salvar o sistema. Certo ou errado? Díficil responder, a crise de 29 poderia ser evitada se o governo interviesse, mas isso é passado e sempre bom aprender com os erros.
A crise será debelada, a economia real ainda é forte, mas todo cuidado é pouco. A infra-estrutura (portos, estradas, aeroportos, energia, etc.) dá sinais de esgotamento no mundo todo e a inflação ronda os países em expansão. Natural: existem mais compradores do que vendedores e os preços tendem a subir.
Não acho que ainda é motivo de preocupação extrema, crise já acontece desde o ponto de inflexão apareceu, provavelmente em 2006 com a bolha imobiliária americana, mas a atenção deve ser grande. Depois do estouro da bolha poderemos estar diante da temida inflação, que não será igual aos anos 80, mas ainda sim fará estragos.
Quanto a bolsa de valores, ainda não acho que deu ponto de compra, mas breve será festa na floresta para quem entrar. Podem anotar ai. Assim que arrumada a confusão a Bovespa sobe forte e pode voltar a 72.000 pontos. Pitonisa? Não "feeling".
Clique e veja - Agosto de 2007 onde explico o valor virtual de ações e seu valor real.
Em outras duas postagens, no começo de 2008, escrevo sobre considerações de Alan Greenspan e sua análise sobre o memso ponto: O excesso de liquidez mundial. Clique e veja uma e outra postagem. Na segunda já analisavamos a crise antes da eclosão.
Vamos lá: A Veja (páginas 128 e 129) desta semana publica o seguinte:
O Planeta finanças, gigante, mas gasoso. E segue afimando sobre ativos financeiros:
1-Em menos de três décadas o planeta inchou de 12 trilhões para 170 trilhões de dólares.
2-Em 1980 o PIB mundial era de 10 trilhões de dólares e os ativos financeiros de 12 trilhões de dólares
3-Em 2006 o PIB era de 48 trilhões de dólares os ativos de 170 trilhões, crescimento de 1.300%.
4- A maior composição destes ativos é a bolsa de valores e ações com 55 trilhões.
5-No Brasil a relação PIB/Ativos é de 200%, nos outros emergentes e desenvolvidos varia de 446% no Japão a 162% na Rússia.
6- Em 1990 eram 33 países com ativos, em 2006 eram 72 países.
Ou seja: Existem mais recursos para comprar os bens e serviços produzidos do que a produção real. O valor é irreal, virtual. No caso ainda existe um risco de inflação que já se configura em alguns países ou/e uma bolha como assistimos agora. O mercado perde a força compradora e a pressão vendedora faz os mercados desabarem, os preços tendem a se ajustar para a real situação. A ciclotimia, que tanto gosto de dizer, é real, existe com ou sem a interferência do homem ou de governos.
O que causa isso? A liquidez, a geração de riqueza soma-se a ganãncia e a criatividade do segmento financeiro e vão securitizando e criando papeis mirabolantes. Para quem não entende direito é o seguinte: De cada 1 dólar conseguidos nos fianciamentos imobiliários, este mesmo dólar foi sendo securitizado, passado para frente para outras instituições e virou 44 dólares, isso mesmo a alavancagem foi de 1 para 44, está ai a explicação para este valor virtual.
Nas ações acontece o mesmo, o mercado compra forte, derivativos vão sendo criados e de uma hora para outra, geralmente na mão de amadores o mercado desaba.
Alan Greenspan diz que estas crises não são de todo mal, é parte do jogo da economia livre. O ruim é que como assistimos, bancos centrais colocam dinheiro de contribuintes, que nada têm como o caso, para salvar o sistema. Certo ou errado? Díficil responder, a crise de 29 poderia ser evitada se o governo interviesse, mas isso é passado e sempre bom aprender com os erros.
A crise será debelada, a economia real ainda é forte, mas todo cuidado é pouco. A infra-estrutura (portos, estradas, aeroportos, energia, etc.) dá sinais de esgotamento no mundo todo e a inflação ronda os países em expansão. Natural: existem mais compradores do que vendedores e os preços tendem a subir.
Não acho que ainda é motivo de preocupação extrema, crise já acontece desde o ponto de inflexão apareceu, provavelmente em 2006 com a bolha imobiliária americana, mas a atenção deve ser grande. Depois do estouro da bolha poderemos estar diante da temida inflação, que não será igual aos anos 80, mas ainda sim fará estragos.
Quanto a bolsa de valores, ainda não acho que deu ponto de compra, mas breve será festa na floresta para quem entrar. Podem anotar ai. Assim que arrumada a confusão a Bovespa sobe forte e pode voltar a 72.000 pontos. Pitonisa? Não "feeling".
terça-feira, setembro 16, 2008
Lehman Brothers foi mesmo para o Chapter 11.
Clique e veja - Fiz uma pesquisa e vi que o Lehman Brothers foi mesmo para o Chapter 11, a concordata americana. Quem quiser ver mais sobre o 11, clique aqui.
Na verdade o capítulo 11 é uma forma de concordata para que os concordatários possam reorganizar o negócio. O chapter 7 seria bem pior. Neste caso eles devem ainda tentar vender o banco, ativos, etc. Vamos aguardar o desfecho dessa história, não estou tão procupado assim, como já disse, é ajuste e acerto do mercado com os que podem ter passado além dos limites ou erraram a mão.
A "invisible hand" do mercado protege algumas situações, mas é cruel com determinados erros particados pelos atores econômicos.
Na verdade o capítulo 11 é uma forma de concordata para que os concordatários possam reorganizar o negócio. O chapter 7 seria bem pior. Neste caso eles devem ainda tentar vender o banco, ativos, etc. Vamos aguardar o desfecho dessa história, não estou tão procupado assim, como já disse, é ajuste e acerto do mercado com os que podem ter passado além dos limites ou erraram a mão.
A "invisible hand" do mercado protege algumas situações, mas é cruel com determinados erros particados pelos atores econômicos.
A quebra do Lehman Brothers e a comparação com 1929.
A quebra do Lehman Brothers- Clique e leia, precisa ser melhor entendida. O FED (Banco Central americano) já havia ajudado com recursos públicos dois grandes bancos, exauridos pela crise imobiliária americana, o Freddie Mac e a Fannie Mae - Clique e leia. Foram us$ 200 bilhões, isso mesmo 200 bilhões de dólares, injetados para dar liquidez e evitar a crise maior no sistema financeiro americano, o efeito cascata. Lembrem-se que o sistema é interligado e todos transacionam com todos praticamente.
O Lehman Brothers, banco de 158 anos, enfrentava dificuldades, os controladores tentaram vender por preço de banana, mas acredito que os problemas eram tantos que não conseguiram comprador. O FED optou pela não ajuda porque a situação deles deve ser irremediada. Não sei ainda se eles estão no Chapter eleven (Concordata americana), nem sei se aplica-se a liquidação de instituições financeira, ou quebraram, mas deve ser insustentável a situação.
O FED, discricionário e competente, tem feito seu papel de administrar esta crise originada na bolha imobiliária iniciada na verdade em 2006. Estamos no final da crise com a quebra destes bancos. A bolha estoura e alguns sentem seus efeitos, neste caso, o sistema financeiro americano que deverá levar alguns incautos banqueiros europeus e asiáticos, mas é só. Lembrem-se que na espiral do mercado comprador e no seu final as taxas e os "spreads" são tentadores e a ganho é proporcional ao risco. Quem nunca viveu momentos de oferta de papeis miraculosos, a taxas inacreditáveis, mas que na verdade são um "mico" fabuloso e estão na verdade saindo da mãos dos profissionais especuladores?
A crise tem uma dicotomia, está no mundo virtual do mercado financeiro, não na economia real. A liquidez gerada cria um monte de papeis que são repassados e repassados aumentando esta liquidez e gerando quando surge o ponto de inflexão, o famoso "mico", alguém fica com a bomba na mão. A crise que arrasta bancos, mas não todos, veja o caso do Bank of América que comprou a Merril Lynch, é causada pelo efeito ganância misturada com criatividade do segmento na criação de "papeis" e a liquidez que cria o mercado comprador até o estouro da bolha.
Alguns comparam esta crise a de 1929. Vejo opiniões diversas, mas o consenso é que não existe comparação. Podemos até dizer que é uma das mais graves crises financeiras, mas lembrem-se de 1987, de 1997, de 2001 e outras menores. Crise financeira sempre é grave, mas serve para livrar o mercado de especuladores imcompetentes que apostam tudo na liquidez do mercado, ganham rios de dinheiro e depois entregam tudo. Pena que sempre sobra para alguns pobres cidadãos, jogadores com certeza, mas que não podem assumir estes prejuízos.
Em 1929 não existiam as ferramentas atuais, a comunicação e a internet, a infomática e a experiência dos banqueiros, por exemplo, Ben Bernanke, atual presidente do FED, é especialista na crise de 1929.
Falar que vivemos momentos iguais aos de 29 me parece errado, mas vivemos um momento sério. Falar em crise mundial também me parece equivocado. Passamos por ajuste na economia virtual, a economia real está segura pela força dos emergentes e China e Índia que manterão o ciclo ainda por bom tempo.
Óbvio, haverá ajuste, correção de rumos, alguns pagaram esta conta, mas o mundo sobreviverá e aprenderá mais uma vez com a experiência vivida.
O Lehman Brothers, banco de 158 anos, enfrentava dificuldades, os controladores tentaram vender por preço de banana, mas acredito que os problemas eram tantos que não conseguiram comprador. O FED optou pela não ajuda porque a situação deles deve ser irremediada. Não sei ainda se eles estão no Chapter eleven (Concordata americana), nem sei se aplica-se a liquidação de instituições financeira, ou quebraram, mas deve ser insustentável a situação.
O FED, discricionário e competente, tem feito seu papel de administrar esta crise originada na bolha imobiliária iniciada na verdade em 2006. Estamos no final da crise com a quebra destes bancos. A bolha estoura e alguns sentem seus efeitos, neste caso, o sistema financeiro americano que deverá levar alguns incautos banqueiros europeus e asiáticos, mas é só. Lembrem-se que na espiral do mercado comprador e no seu final as taxas e os "spreads" são tentadores e a ganho é proporcional ao risco. Quem nunca viveu momentos de oferta de papeis miraculosos, a taxas inacreditáveis, mas que na verdade são um "mico" fabuloso e estão na verdade saindo da mãos dos profissionais especuladores?
A crise tem uma dicotomia, está no mundo virtual do mercado financeiro, não na economia real. A liquidez gerada cria um monte de papeis que são repassados e repassados aumentando esta liquidez e gerando quando surge o ponto de inflexão, o famoso "mico", alguém fica com a bomba na mão. A crise que arrasta bancos, mas não todos, veja o caso do Bank of América que comprou a Merril Lynch, é causada pelo efeito ganância misturada com criatividade do segmento na criação de "papeis" e a liquidez que cria o mercado comprador até o estouro da bolha.
Alguns comparam esta crise a de 1929. Vejo opiniões diversas, mas o consenso é que não existe comparação. Podemos até dizer que é uma das mais graves crises financeiras, mas lembrem-se de 1987, de 1997, de 2001 e outras menores. Crise financeira sempre é grave, mas serve para livrar o mercado de especuladores imcompetentes que apostam tudo na liquidez do mercado, ganham rios de dinheiro e depois entregam tudo. Pena que sempre sobra para alguns pobres cidadãos, jogadores com certeza, mas que não podem assumir estes prejuízos.
Em 1929 não existiam as ferramentas atuais, a comunicação e a internet, a infomática e a experiência dos banqueiros, por exemplo, Ben Bernanke, atual presidente do FED, é especialista na crise de 1929.
Falar que vivemos momentos iguais aos de 29 me parece errado, mas vivemos um momento sério. Falar em crise mundial também me parece equivocado. Passamos por ajuste na economia virtual, a economia real está segura pela força dos emergentes e China e Índia que manterão o ciclo ainda por bom tempo.
Óbvio, haverá ajuste, correção de rumos, alguns pagaram esta conta, mas o mundo sobreviverá e aprenderá mais uma vez com a experiência vivida.
sexta-feira, setembro 12, 2008
A Bolívia a seus problemas! O que virá por ai?
As manchetes da mídia são todas relacionadas aos problemas atuais da Bolívia. Sabemos que a América do Sul tem instabilidade política em diversos lugares, mas a Bolívia é o pior deles.
Elegeram um índio, Evo Morales, até ai nada demais. Acontece que sob influência de Hugo "maluco" Chavéz ele começou a implantar medidas ditas socialistas, mas com forte viés ditatorial.
São bonitas as palavras e os argumentos do socialismo, da guerra contra o lucro e o imperialismo, mas o mundo real é cruel. A responsabilidade e sabedoria dos governantes são as coisas mais importantes, não as intenções.
O Conflito na Bolívia, este agora, iniciou-se de fato quando Morales, trancado em um quartel, expediu decretos com cunho pouco democrático e sem respaldo da população, atropelando a oposição. Com argumento de mudança socialista, ele mandou ver, tudo indica com a "invible hand" do coronel Chavéz.
Resultado: Revolta da oposição, plebiscito para tornar as provìncias independentes e a confusão estabelecida. Morales reage , quer colocar medidas mais complicadas e o conflito recrusdece.
Chavéz cresce, acusa os EUA de patrocinador e expulsa o embaixador americano, a Bolívia faz o mesmo, os EUA não poderia fazer senão, a mesma coisa. Incidente democrático.
Chavéz chama os "ianques de merda, vão para o caralho 100 vezez" e ameaça intervir em eventual golpe político na Bolívia. Os ataques prejudicam o fornecimento de gás ao Brasil e causam preocupação no setor energético. Já escrevi várias vezes sobre este assunto.
Resultado e conclusão: Existe uma onda dita "socialista" rondando a América do Sul, vide problemas no Chile- Clique e leia. Óbvio que existem patrocinadores desta causa anacrônica.
A Bolívia, à beira de um golpe, pode ter uma intervenção de Chavéz- clique e leia- que suscitará reações diversas, especialmente americana, os nervos estão a flor da pele entre os dois.
Já postei aqui um texto que dizia ser questão de tempo um conflito militar promovido por Chavéz, pode ser este. Falei em Amazônia e Guiana, mas pode ser agora. Um governo que investe em armas e força militar, afronta a democracia em nome do anacrônico socialismo não poderia terminar em outra coisa.
O dedo de Chavéz já está por lá, provavelmente atmbém no conflito do estável Chile e ainda arrumará muita confusão em nome da tal Revolução Bolivariana do século XXI. Coisa de aloprado. O caso é internação em hospício.
Todos pagamos a conta das sandices de governantes populistas e autoritários. O alto preço do petróleo fez deste louco uma bomba explosiva que pode estourar em nosso colo.
Sabe que pode até ser uma boa esta confusão se agravar e ter a intromissão de Chavéz, pelo menos a chance dele ser derrubado existe e será grande. Ao invés de vivermos esperando o próximo passo de Chavéz, veremos sua deposição e seu fim, com chances de ser trágico quando poderia ser cômico. Pobre dos venezuelanos e agora dos bolivianos, acabando sobrando para nós brasileiros.
Elegeram um índio, Evo Morales, até ai nada demais. Acontece que sob influência de Hugo "maluco" Chavéz ele começou a implantar medidas ditas socialistas, mas com forte viés ditatorial.
São bonitas as palavras e os argumentos do socialismo, da guerra contra o lucro e o imperialismo, mas o mundo real é cruel. A responsabilidade e sabedoria dos governantes são as coisas mais importantes, não as intenções.
O Conflito na Bolívia, este agora, iniciou-se de fato quando Morales, trancado em um quartel, expediu decretos com cunho pouco democrático e sem respaldo da população, atropelando a oposição. Com argumento de mudança socialista, ele mandou ver, tudo indica com a "invible hand" do coronel Chavéz.
Resultado: Revolta da oposição, plebiscito para tornar as provìncias independentes e a confusão estabelecida. Morales reage , quer colocar medidas mais complicadas e o conflito recrusdece.
Chavéz cresce, acusa os EUA de patrocinador e expulsa o embaixador americano, a Bolívia faz o mesmo, os EUA não poderia fazer senão, a mesma coisa. Incidente democrático.
Chavéz chama os "ianques de merda, vão para o caralho 100 vezez" e ameaça intervir em eventual golpe político na Bolívia. Os ataques prejudicam o fornecimento de gás ao Brasil e causam preocupação no setor energético. Já escrevi várias vezes sobre este assunto.
Resultado e conclusão: Existe uma onda dita "socialista" rondando a América do Sul, vide problemas no Chile- Clique e leia. Óbvio que existem patrocinadores desta causa anacrônica.
A Bolívia, à beira de um golpe, pode ter uma intervenção de Chavéz- clique e leia- que suscitará reações diversas, especialmente americana, os nervos estão a flor da pele entre os dois.
Já postei aqui um texto que dizia ser questão de tempo um conflito militar promovido por Chavéz, pode ser este. Falei em Amazônia e Guiana, mas pode ser agora. Um governo que investe em armas e força militar, afronta a democracia em nome do anacrônico socialismo não poderia terminar em outra coisa.
O dedo de Chavéz já está por lá, provavelmente atmbém no conflito do estável Chile e ainda arrumará muita confusão em nome da tal Revolução Bolivariana do século XXI. Coisa de aloprado. O caso é internação em hospício.
Todos pagamos a conta das sandices de governantes populistas e autoritários. O alto preço do petróleo fez deste louco uma bomba explosiva que pode estourar em nosso colo.
Sabe que pode até ser uma boa esta confusão se agravar e ter a intromissão de Chavéz, pelo menos a chance dele ser derrubado existe e será grande. Ao invés de vivermos esperando o próximo passo de Chavéz, veremos sua deposição e seu fim, com chances de ser trágico quando poderia ser cômico. Pobre dos venezuelanos e agora dos bolivianos, acabando sobrando para nós brasileiros.
quarta-feira, setembro 10, 2008
Duas notícias importantes hoje!
1-) PIB brasileiro cresceu 6% no primeiro semestre na comparação com o mesmo período de 2007 - Clique e leia
Enquanto passamos anos atrás da média mundial de crescimento, agora temos chance de passar a dianteira. O Brasil precisa de 2,5%, mais é lucro, é ciclo virtuoso, estamos nessa. Falta ainda muito, como investimentos em infra-estrutura, mas muito dizem que o Brasil não suporta crescimento muito maior que este, extamente pela sua fragilidade em infra-estrutura(portos, estradas, aeroportos, energia, etc.).
Ouvi que o FMI prevê uma arrefecimento na economia mundial em 2008, as previsões de 4% agora estão em 3%. Em 2009 haverá retomada. Falei diversas vezes neste esperado ajuste, inclusive das bolsas. Está ai. Este crescimento é boa notícia, ainda mais quando a inflação, que assustou alguns, deu sinal de desaceleração.
2-)Recriação do Big Bang trará maior conhecimento sobre matéria - Clique e leia
A experiência que inicia-se hoje na Suiça, investimento de US$ 6 bilhões, está sendo considerada um marco na história da matéria e busca pela oprigem do universo. "A idéia é gerar um choque de partículas semelhante ao ocorrido um milésimo de segundo depois de ocorrida a grande explosão, conhecida como Big-Bang, e ver o que nos poderia dizer sobre o Modelo Standard da matéria" disse o físico Carlos Montúfar.
Alguns chamam da criação da "Molécula de Deus", outros de primeiro miléssimo. Acho que vamos descobrir muito, mas independente da posição, deísta,atéia ou agnóstica, estamos no começo e este experimento vai suscitar milhões de outras dúvidas. As correntes da divindade, contra ou a favor, terão milhões de outros argumentos, podem apostar.
Isso é a ciência e a tecnologia a serviço do homem. Vamos esperar, estou louco para ver o resultado dos primeiros testes.
Enquanto passamos anos atrás da média mundial de crescimento, agora temos chance de passar a dianteira. O Brasil precisa de 2,5%, mais é lucro, é ciclo virtuoso, estamos nessa. Falta ainda muito, como investimentos em infra-estrutura, mas muito dizem que o Brasil não suporta crescimento muito maior que este, extamente pela sua fragilidade em infra-estrutura(portos, estradas, aeroportos, energia, etc.).
Ouvi que o FMI prevê uma arrefecimento na economia mundial em 2008, as previsões de 4% agora estão em 3%. Em 2009 haverá retomada. Falei diversas vezes neste esperado ajuste, inclusive das bolsas. Está ai. Este crescimento é boa notícia, ainda mais quando a inflação, que assustou alguns, deu sinal de desaceleração.
2-)Recriação do Big Bang trará maior conhecimento sobre matéria - Clique e leia
A experiência que inicia-se hoje na Suiça, investimento de US$ 6 bilhões, está sendo considerada um marco na história da matéria e busca pela oprigem do universo. "A idéia é gerar um choque de partículas semelhante ao ocorrido um milésimo de segundo depois de ocorrida a grande explosão, conhecida como Big-Bang, e ver o que nos poderia dizer sobre o Modelo Standard da matéria" disse o físico Carlos Montúfar.
Alguns chamam da criação da "Molécula de Deus", outros de primeiro miléssimo. Acho que vamos descobrir muito, mas independente da posição, deísta,atéia ou agnóstica, estamos no começo e este experimento vai suscitar milhões de outras dúvidas. As correntes da divindade, contra ou a favor, terão milhões de outros argumentos, podem apostar.
Isso é a ciência e a tecnologia a serviço do homem. Vamos esperar, estou louco para ver o resultado dos primeiros testes.
quinta-feira, agosto 28, 2008
A velocidade
Artigo na REUTERS de hoje fala da menor taxa de desemprego na Alemanha nos últimos 16 anos, clique e leia.
Na minha última postagem cito o caso da desaceleração da Alemanha, mas reitero que este impacto é relativo devido a outros "combustíveis" na máquina econômica mundial.
Pela ciclotimia a crise é esperada, mas a reação tem sido imediata. Uma coisa importante, dentro das premissas presentes na economia global. A velocidade de reação. Veja o caso dos EUA e as anunciadas crises. Os EUA ainda mantêm crescimento de 1%, mesmo sobre a ameaça da recessão. 1% em US$ 14 bilhões é muita coisa. Só para registro (dados de 2007) o PIB da União Européia é de US$ 15 trilhões e o da China pulou de US$ 2,8 trilhões em 2005 para quase US$ 10 trilhões com crescimento de quase 10% ao ano médio no período. No Brasil em 2007 o PIB atingiu US$ 1,4 trilhões (R$ 2,3 trilhões convertidos a taxa de R$ 1,6=1US$).
O eixo da economia mundial mudou, os EUA já representaram 40%, hoje não chegam a 25%, uma coisa é certa, qualquer abalo na locomotiva leva junto todo mundo, hoje temos mais locomotivas que da mesma forma têm que ficar firmes.
O caso da Alemanha é o sinal de tranquilidade que o mundo precisa, haverá desaceleração e arrefecimento econômico, mas ainda a prosperidade vai continuar.
Imaginem o que ainda precisa ser feito na China e Índia (30% da população mundial)?
O grande desafio da humanidade no momento não é problema econômico, mas a sustentabilidade que o crescimento deve ter. Os impactos ambientais e irresponsabilidade na China e Índia podem levar o mundo todo junto, mas para o fim da raça humana ou desastres inimagináveis.
Os pilares são, com cada vez mais força:
Na minha última postagem cito o caso da desaceleração da Alemanha, mas reitero que este impacto é relativo devido a outros "combustíveis" na máquina econômica mundial.
Pela ciclotimia a crise é esperada, mas a reação tem sido imediata. Uma coisa importante, dentro das premissas presentes na economia global. A velocidade de reação. Veja o caso dos EUA e as anunciadas crises. Os EUA ainda mantêm crescimento de 1%, mesmo sobre a ameaça da recessão. 1% em US$ 14 bilhões é muita coisa. Só para registro (dados de 2007) o PIB da União Européia é de US$ 15 trilhões e o da China pulou de US$ 2,8 trilhões em 2005 para quase US$ 10 trilhões com crescimento de quase 10% ao ano médio no período. No Brasil em 2007 o PIB atingiu US$ 1,4 trilhões (R$ 2,3 trilhões convertidos a taxa de R$ 1,6=1US$).
O eixo da economia mundial mudou, os EUA já representaram 40%, hoje não chegam a 25%, uma coisa é certa, qualquer abalo na locomotiva leva junto todo mundo, hoje temos mais locomotivas que da mesma forma têm que ficar firmes.
O caso da Alemanha é o sinal de tranquilidade que o mundo precisa, haverá desaceleração e arrefecimento econômico, mas ainda a prosperidade vai continuar.
Imaginem o que ainda precisa ser feito na China e Índia (30% da população mundial)?
O grande desafio da humanidade no momento não é problema econômico, mas a sustentabilidade que o crescimento deve ter. Os impactos ambientais e irresponsabilidade na China e Índia podem levar o mundo todo junto, mas para o fim da raça humana ou desastres inimagináveis.
Os pilares são, com cada vez mais força:
Sustentabilidade ambiental
Viabilidade econômica
Responsabilidade social
Fora disso estaremos todos perdidos.
terça-feira, agosto 26, 2008
Acontecimentos recentes!
Preciso comentar alguns episódios que assisti e ouvi na mídia hoje. Sou midiático assumido, vivemos na era do conhecimento e na sociedade da informação.
1-)Gorbatchev adverte para 'nova divisão' no mundo - Clique e leia. É grave o conflito no Cáucaso. A região é estratégica na geopolítica do petróleo da região e existem conflitos raciais diversos. A Rússia peita a Otan e o ocidente. Será que vem nova guerra fria por ai? A questão dos mísseis na Polônia foi outro ponto de atrito. Vamos esperar que nada ocorra, mas o alerta de Gobbatchev é sério.
2-) Crédito bate 37% do PIB e endividamento cresce muito. Clique e leia - É ilusão achar que isso é bom para o consumo das famílias e da economia. Como tudo na economia, é caminho de duas vias. As taxas de juros são absurdas e os spreads bancários criminosos. Comparar nosso volume de crédito com outros países sem ver as taxas reais é má fé. Aqui a banca enche a burra e qualquer hora teremos o "subprime" nacional, escrevam ai. O crédito é saudável para economia, alimenta o consumo e a produção, mas tem seus problemas.
3-)Ouvi de relance que um promotos de Rondônia quer anular o leilão da usina hidrelétrica do Rio Madeira. Razão alegada: houve mudança do eixo da obra. Vamos voltar ao assunbto, mas soube que esta mudança reduziu os impactos ambientais e o custo da obra. Parece que eles querem complicar uma encrenca daquele tamanho. Precisamos daquela obra, mesmo com todos problemas, não existe volta para o futuro deste país.
4-) Na CBN ouvi que a Alemanha dá sinais de desaceleração econômica, o Japão já deu e os EUA vive altos e baixos. Uma crise mundial é esperada, a ciclotimia da economia mostra isso.
A questão é que estas economias, a primeira, segunda e terceira do mundo não representam mais o que eram no passado. O cerne está ai, mas a Chiuna, Índia e outros emergentes seguram a onda, ou seja, é certo que teremos crise, mas não será como no passado. Vamos ver.
1-)Gorbatchev adverte para 'nova divisão' no mundo - Clique e leia. É grave o conflito no Cáucaso. A região é estratégica na geopolítica do petróleo da região e existem conflitos raciais diversos. A Rússia peita a Otan e o ocidente. Será que vem nova guerra fria por ai? A questão dos mísseis na Polônia foi outro ponto de atrito. Vamos esperar que nada ocorra, mas o alerta de Gobbatchev é sério.
2-) Crédito bate 37% do PIB e endividamento cresce muito. Clique e leia - É ilusão achar que isso é bom para o consumo das famílias e da economia. Como tudo na economia, é caminho de duas vias. As taxas de juros são absurdas e os spreads bancários criminosos. Comparar nosso volume de crédito com outros países sem ver as taxas reais é má fé. Aqui a banca enche a burra e qualquer hora teremos o "subprime" nacional, escrevam ai. O crédito é saudável para economia, alimenta o consumo e a produção, mas tem seus problemas.
3-)Ouvi de relance que um promotos de Rondônia quer anular o leilão da usina hidrelétrica do Rio Madeira. Razão alegada: houve mudança do eixo da obra. Vamos voltar ao assunbto, mas soube que esta mudança reduziu os impactos ambientais e o custo da obra. Parece que eles querem complicar uma encrenca daquele tamanho. Precisamos daquela obra, mesmo com todos problemas, não existe volta para o futuro deste país.
4-) Na CBN ouvi que a Alemanha dá sinais de desaceleração econômica, o Japão já deu e os EUA vive altos e baixos. Uma crise mundial é esperada, a ciclotimia da economia mostra isso.
A questão é que estas economias, a primeira, segunda e terceira do mundo não representam mais o que eram no passado. O cerne está ai, mas a Chiuna, Índia e outros emergentes seguram a onda, ou seja, é certo que teremos crise, mas não será como no passado. Vamos ver.
quinta-feira, agosto 21, 2008
Meio Ambiente
Estou com saudades de escreve aqui, mas o tempo está curto, muito trabalho! Ainda bem!
Algumas pessoas perguntam sobre meus artigos e sobre a falta de atualização do blog.
Vou retomar breve, enquanto isso: Escrevi este artigo sobre a Amazônia: Clique e leia
Vou entrar fundo em temas relacionados ao meio ambiente, me aguardem!
Algumas pessoas perguntam sobre meus artigos e sobre a falta de atualização do blog.
Vou retomar breve, enquanto isso: Escrevi este artigo sobre a Amazônia: Clique e leia
Vou entrar fundo em temas relacionados ao meio ambiente, me aguardem!
terça-feira, julho 01, 2008
A questão da inflação é real e perigosa!
Não tem mais volta! Estamos entrando em processo inflacionário, fenômeno mundial e com diversas causas na origem.
Escrevi estes artigos recentes sobre a inflação:
1-) Inflação dos alimentos - Clique e leia
2-) A volta da inflação - Clique e leia
O problema é real e preocupa todos países, ações e planos são traçados para enfrentar a fera que faz estragos no mais pobre sempre.
A demanda continua forte e isso é lenha na fogueira, mas ainda acredito que vamos administrar bem esta crise mundial, a experiência passada é crucial nesta luta.
Toquei em um dos artigos, crise pode ser sinônimo de oportunidade e o Brasil, se souber conduzir bem as coisas na economia e na política pode lucrar muito com isso, tanto na questão energia, leia-se petróleo pela descoberta da camada pré-sal, como nos alimentos, pela nossa vocação, tecnologia e experiência. Dizem que Deus é brasileiro. Pode ser!
Escrevi estes artigos recentes sobre a inflação:
1-) Inflação dos alimentos - Clique e leia
2-) A volta da inflação - Clique e leia
O problema é real e preocupa todos países, ações e planos são traçados para enfrentar a fera que faz estragos no mais pobre sempre.
A demanda continua forte e isso é lenha na fogueira, mas ainda acredito que vamos administrar bem esta crise mundial, a experiência passada é crucial nesta luta.
Toquei em um dos artigos, crise pode ser sinônimo de oportunidade e o Brasil, se souber conduzir bem as coisas na economia e na política pode lucrar muito com isso, tanto na questão energia, leia-se petróleo pela descoberta da camada pré-sal, como nos alimentos, pela nossa vocação, tecnologia e experiência. Dizem que Deus é brasileiro. Pode ser!
segunda-feira, junho 23, 2008
Total de endividados no país cresce 47%
Total de endividados no país cresce 47% - Clique e veja matéria na Folhaonline de 22/06
Segundo dados do BC 15,6 milhões de pessoas têm dívidas acima de R$ 5.000,00, e os devedores de alguma dívida somam 80 milhões. Em final de 2006 o Brasil tinha 77 milhões de contas poupança e 60 milhões de conta corrente. Deve ter aumentado junto com a farra do crédito.
O aumento do crédito é bom para economia quase sempre. No nosso caso a dívida de incautos é que será o problema. Qualquer crise estoura o problema, "sub-prime" nacional breve, pode escrever ai.
Os juros são extorsivos, as pessoas não fazem conta e o marketing agressivo é lenha na fogueira. A banca enche a burra e os muitos otários quebram por falta de cabeça.
A relação dívida/PIB é pequena comparada a outros países, mas neste países os juros são outros e as regras também. Aqui somos reféns da banca.
Os juros devem subir até o final do ano por conta do combate a inflação, os "spreads" devem aumentar e a patuléia (como diz o Elio Gaspari) vai sentir na pele.
A poupança é melhor que o consumo em termos econômicos para o Brasil, mas aqui as coisas são sempre trocadas. Vamos ver até onde a prosperidade mundial segura esta onda.
Segundo dados do BC 15,6 milhões de pessoas têm dívidas acima de R$ 5.000,00, e os devedores de alguma dívida somam 80 milhões. Em final de 2006 o Brasil tinha 77 milhões de contas poupança e 60 milhões de conta corrente. Deve ter aumentado junto com a farra do crédito.
O aumento do crédito é bom para economia quase sempre. No nosso caso a dívida de incautos é que será o problema. Qualquer crise estoura o problema, "sub-prime" nacional breve, pode escrever ai.
Os juros são extorsivos, as pessoas não fazem conta e o marketing agressivo é lenha na fogueira. A banca enche a burra e os muitos otários quebram por falta de cabeça.
A relação dívida/PIB é pequena comparada a outros países, mas neste países os juros são outros e as regras também. Aqui somos reféns da banca.
Os juros devem subir até o final do ano por conta do combate a inflação, os "spreads" devem aumentar e a patuléia (como diz o Elio Gaspari) vai sentir na pele.
A poupança é melhor que o consumo em termos econômicos para o Brasil, mas aqui as coisas são sempre trocadas. Vamos ver até onde a prosperidade mundial segura esta onda.
quinta-feira, junho 12, 2008
Novidades! Inflação, Crescimento e Obama!
Há algum tempo não escrevo aqui. Sinto falta.
1-) O perigo da inflação: Temos visto uma subida de preços em escala mundial. Petróleo, alimentos e como consequência, toda cadeia produtiva. Várias causas estão presentes, vamos lá: Aumento da demanda mundial, mercado especulativo e uma curiosidade da economia, a expectativa que gera ansiedade e que acaba confirmando as expectativas.
O fenômeno é mundial e o BC do Brasil está atento, clique e veja.
Estou admitindo que a alat dos juros é o remédio mais lógico, mas a redução de gastos dos governos principalmente aqui é condição básica de combate a inflação.
Quem paga a conta da inflação é o pobre.
2-) O Brasil cresce 5,8% no primeiro trimestre de 2008. Motivo: consumo das famílias principalmente. Consequências disso: lenha na fogueira da inflação. Uma mistura explosiva será a inflação iniciante seu galope e o consumo aumentando. O crescimento é bom, ciclo virtuoso que um país em desenvolvimento precisa, mas tem que ser sustentável. Nosso problema de infra-estrutura é crítico e barra qualquer coisa acima disso. Nesta ameaça inflacionária, acho melhor ficarmos neste patamar.
3-) Obama é confirmado candidato democrata. Olha conheço os Estados Unidos muito bem, não será uma vitória fácil como apontam pesquisa de opinião para Obama.
Mc Cain tem problemas no passado e é encarnação de Busch em período de crise e problemas americanos, mas ainda acho que ganha. O americano é muito conservador para eleger uma pessoa inexperiente, que suscita questões racistas e religiosas.
Qualidades Barack Obama tem, é esperto, mas acho que tem sua força na retórica, na hora H o americano vai perceber, não é preferência minha. Até gostava da Hilary e sempre gostei dos democratas, não tenho simpatias por Busch nem pelo seu governo, mas meu "felling" é que ganha Mc Cain, apesar de tudo. Vamos ver, 04 de Novembro saberemos.
Obama pode escolher um bom vice e neutralizar muitos preconceitos, ele é esperto, vamos esperar e ver. Hoje o Jornal Nacional especulou Al Gore como vice. Novamente? Pode ser, e seria um grande vice fortalecendo a chapa de Obama.
1-) O perigo da inflação: Temos visto uma subida de preços em escala mundial. Petróleo, alimentos e como consequência, toda cadeia produtiva. Várias causas estão presentes, vamos lá: Aumento da demanda mundial, mercado especulativo e uma curiosidade da economia, a expectativa que gera ansiedade e que acaba confirmando as expectativas.
O fenômeno é mundial e o BC do Brasil está atento, clique e veja.
Estou admitindo que a alat dos juros é o remédio mais lógico, mas a redução de gastos dos governos principalmente aqui é condição básica de combate a inflação.
Quem paga a conta da inflação é o pobre.
2-) O Brasil cresce 5,8% no primeiro trimestre de 2008. Motivo: consumo das famílias principalmente. Consequências disso: lenha na fogueira da inflação. Uma mistura explosiva será a inflação iniciante seu galope e o consumo aumentando. O crescimento é bom, ciclo virtuoso que um país em desenvolvimento precisa, mas tem que ser sustentável. Nosso problema de infra-estrutura é crítico e barra qualquer coisa acima disso. Nesta ameaça inflacionária, acho melhor ficarmos neste patamar.
3-) Obama é confirmado candidato democrata. Olha conheço os Estados Unidos muito bem, não será uma vitória fácil como apontam pesquisa de opinião para Obama.
Mc Cain tem problemas no passado e é encarnação de Busch em período de crise e problemas americanos, mas ainda acho que ganha. O americano é muito conservador para eleger uma pessoa inexperiente, que suscita questões racistas e religiosas.
Qualidades Barack Obama tem, é esperto, mas acho que tem sua força na retórica, na hora H o americano vai perceber, não é preferência minha. Até gostava da Hilary e sempre gostei dos democratas, não tenho simpatias por Busch nem pelo seu governo, mas meu "felling" é que ganha Mc Cain, apesar de tudo. Vamos ver, 04 de Novembro saberemos.
Obama pode escolher um bom vice e neutralizar muitos preconceitos, ele é esperto, vamos esperar e ver. Hoje o Jornal Nacional especulou Al Gore como vice. Novamente? Pode ser, e seria um grande vice fortalecendo a chapa de Obama.
segunda-feira, maio 26, 2008
O preço da comida - Fundos negociam até 8 vezes mesma safra
Mauro Zafalon, na Folha:- Clique e leia
Risco maior e irracionalidade. Esses são os novos "perigos" para as negociações no mercado agrícola internacional. Essa inflação agrícola (já batizada de "agflação") vem gerando distúrbios sociais em países consumidores e ganhos em produtores, como o Brasil.O ritmo acelerado de negociações no mercado futuro chega a girar 22 safras anuais de soja. Só os fundos são responsáveis por 8 dessas safras. Em 2007, o mercado futuro agrícola da Chicago Board of Trade negociou 7,3 bilhões de toneladas de milho, 4,3 bilhões de soja e 2,7 bilhões de trigo. A produção física desses produtos, em 2007, foi de 780 milhões, 220 milhões e 606 milhões de toneladas, respectivamente.Volumes maiores de negociações esquentaram os preços, que passaram a ter variações bruscas, chamadas pelo mercado de "volatilidade".
Os fundos de “Hedges” que dão proteção a produtores e comercializadores estão sendo usados na especulação. O preço do petróleo atual é atribuído aos fundos e ao mercado futuro. Os fundos são necessários, mas estão causando problemas. Solução? Talvez regras mais duras para atacar a especulação pura e simples, a famosa jogatina. Uma observação, difícil os preços voltarem. O equilíbrio entre a oferta e a demanda que devem regular preços é coisa do passado. Na era da informação e na sociedade co conhecimento, não poderíamos esperar coisas muito diferentes disso. Existe solução, é preciso aprender para consertar.
Risco maior e irracionalidade. Esses são os novos "perigos" para as negociações no mercado agrícola internacional. Essa inflação agrícola (já batizada de "agflação") vem gerando distúrbios sociais em países consumidores e ganhos em produtores, como o Brasil.O ritmo acelerado de negociações no mercado futuro chega a girar 22 safras anuais de soja. Só os fundos são responsáveis por 8 dessas safras. Em 2007, o mercado futuro agrícola da Chicago Board of Trade negociou 7,3 bilhões de toneladas de milho, 4,3 bilhões de soja e 2,7 bilhões de trigo. A produção física desses produtos, em 2007, foi de 780 milhões, 220 milhões e 606 milhões de toneladas, respectivamente.Volumes maiores de negociações esquentaram os preços, que passaram a ter variações bruscas, chamadas pelo mercado de "volatilidade".
Os fundos de “Hedges” que dão proteção a produtores e comercializadores estão sendo usados na especulação. O preço do petróleo atual é atribuído aos fundos e ao mercado futuro. Os fundos são necessários, mas estão causando problemas. Solução? Talvez regras mais duras para atacar a especulação pura e simples, a famosa jogatina. Uma observação, difícil os preços voltarem. O equilíbrio entre a oferta e a demanda que devem regular preços é coisa do passado. Na era da informação e na sociedade co conhecimento, não poderíamos esperar coisas muito diferentes disso. Existe solução, é preciso aprender para consertar.
quinta-feira, maio 15, 2008
Novidades e a queda da ministra
Tem algum tempo que não venho aqui. Estou escrevendo no Webartigos. Quem quiser ver é só clicar- WEB ARTIGOS. Escrevi um artigo lá sobre a evolução tecnológica do homem, desde a era primitiva.
O comentário da semana é a queda da ministra Marina Silva, de empregada doméstica a senadora, ela tem méritos, mas tinha gente mais preparada para o cargo.
O Alexandre Garcia da Globo que parafraseou bem a saída dela: Disse ele: A ministra caiu por causa do desmatamento, mas quem perdeu mesmo foi o machado( em alusão ao suplente Sibá Machado, outra figura).
O carlos Minc, parece que será o ministro, começou falando do governador Maggi, aliado do Lula e plantador de soja, o maior do mundo.
Vamos ver o que acontece.
O comentário da semana é a queda da ministra Marina Silva, de empregada doméstica a senadora, ela tem méritos, mas tinha gente mais preparada para o cargo.
O Alexandre Garcia da Globo que parafraseou bem a saída dela: Disse ele: A ministra caiu por causa do desmatamento, mas quem perdeu mesmo foi o machado( em alusão ao suplente Sibá Machado, outra figura).
O carlos Minc, parece que será o ministro, começou falando do governador Maggi, aliado do Lula e plantador de soja, o maior do mundo.
Vamos ver o que acontece.
quinta-feira, maio 01, 2008
Brasil ganha grau de investimento
Clique e veja a matéria no Terra Notícias. Resumidamente, vamos explicar um pouco este negócio em 10 tópicos:
1-)Algumas das principais agências de classificação de risco -Moody's, Standard & Poor's e Fitch, analisam empresas e governos e classificam dentro de padrões que significam seguraça e solidez com baixo risco para investimentos e crédito. No caso aqui a Standard & Poor's deu a nota máxima ao Brasil. Níveis de riscos :
AAASR
Garantias máximas, risco quase nulo
AA+SR/ AASR/ AA-SR
Garantias muito fortes, risco muito baixo
A+SR/ ASR/ A-SR
Garantias fortes, risco baixo
BBB+SR/ BBBSR/ BBB-SR
Garantias adequadas, risco módico
2-) A Definição do livro texto: "Condição de baixo risco de crédito que denota adequadas garantias e reduzida vulnerabilidade a fatores de perturbação externos a uma emissão ou a um conjunto de obrigações de emissor".
3-) Bancos para fazer empréstimos e fundos para investir, olham este grau de risco, a nota máxima dada pelas agências, ajuda a aplicar seus recursos. A lei americana proíbe fundos de investimentos (como o famoso fundo das professoras da Califórnia) de aplicar em países sem ter o "Investment Grade".
4-) O Brasil tem chance de aumentar, e muito , a sua participação na busca por mais um naco na poupança mundial que só pode pousar em lugares com a nota máxima. Sabe quanto é o valor? 13 trilhões de dólares aproximadamente.
5-) Como dependemos muito de recursos externos, principalmente para infra-estrutura, isso é bom, mas como tudo na vida é via de mão dupla: O já enfraquecido dólar e como consequência o Real forte, terá mais problemas pela perspectiva de entrada de dólares.
6-) Esta medida era esperada, mas a bolsa "bombou" ontem. Ainda é cedo se vai continuar subindo, o mercado mundial é mais mandatário para a volatilidade da Bovespa, e além disso, o mercado se antecipa sempre, ou seja, já sabia que chegariamos neste grau. Pode subir, mas não arriscaria, o recurso externo que pode e deve vir, é de boa qualidade e díficl de precisar quanto irá para o mercado de ações.
7-) O real forte ajuda a segurar a sinalização da inflação, mas arromba mais nossa balança comercial, isso sempre tem consequências.
8-) Em termos mundiais, pouca ou nenhuma repercussão, o Brasil é muito, com todo respeito, insignificante no contexto.
9-) Isso não é mérito do governo Lula, esta cirscunstância vem desde o início de 90, com a estabilização da moeda e a conjuntura mundial. Mérito de ambos, mesmo com todos erros cometidos, Lula e FHC: RESPONSABILIDADE. Eles não entraram no jogo populista e demagógico de outros governantes.
10-) Nosso nível é: "BBB", isso quer dizer, estamos no comecinho da escala de "Investment Grade" e qualquer vacilo podemos voltar, ou cair.
1-)Algumas das principais agências de classificação de risco -Moody's, Standard & Poor's e Fitch, analisam empresas e governos e classificam dentro de padrões que significam seguraça e solidez com baixo risco para investimentos e crédito. No caso aqui a Standard & Poor's deu a nota máxima ao Brasil. Níveis de riscos :
AAASR
Garantias máximas, risco quase nulo
AA+SR/ AASR/ AA-SR
Garantias muito fortes, risco muito baixo
A+SR/ ASR/ A-SR
Garantias fortes, risco baixo
BBB+SR/ BBBSR/ BBB-SR
Garantias adequadas, risco módico
2-) A Definição do livro texto: "Condição de baixo risco de crédito que denota adequadas garantias e reduzida vulnerabilidade a fatores de perturbação externos a uma emissão ou a um conjunto de obrigações de emissor".
3-) Bancos para fazer empréstimos e fundos para investir, olham este grau de risco, a nota máxima dada pelas agências, ajuda a aplicar seus recursos. A lei americana proíbe fundos de investimentos (como o famoso fundo das professoras da Califórnia) de aplicar em países sem ter o "Investment Grade".
4-) O Brasil tem chance de aumentar, e muito , a sua participação na busca por mais um naco na poupança mundial que só pode pousar em lugares com a nota máxima. Sabe quanto é o valor? 13 trilhões de dólares aproximadamente.
5-) Como dependemos muito de recursos externos, principalmente para infra-estrutura, isso é bom, mas como tudo na vida é via de mão dupla: O já enfraquecido dólar e como consequência o Real forte, terá mais problemas pela perspectiva de entrada de dólares.
6-) Esta medida era esperada, mas a bolsa "bombou" ontem. Ainda é cedo se vai continuar subindo, o mercado mundial é mais mandatário para a volatilidade da Bovespa, e além disso, o mercado se antecipa sempre, ou seja, já sabia que chegariamos neste grau. Pode subir, mas não arriscaria, o recurso externo que pode e deve vir, é de boa qualidade e díficl de precisar quanto irá para o mercado de ações.
7-) O real forte ajuda a segurar a sinalização da inflação, mas arromba mais nossa balança comercial, isso sempre tem consequências.
8-) Em termos mundiais, pouca ou nenhuma repercussão, o Brasil é muito, com todo respeito, insignificante no contexto.
9-) Isso não é mérito do governo Lula, esta cirscunstância vem desde o início de 90, com a estabilização da moeda e a conjuntura mundial. Mérito de ambos, mesmo com todos erros cometidos, Lula e FHC: RESPONSABILIDADE. Eles não entraram no jogo populista e demagógico de outros governantes.
10-) Nosso nível é: "BBB", isso quer dizer, estamos no comecinho da escala de "Investment Grade" e qualquer vacilo podemos voltar, ou cair.
Assinar:
Postagens (Atom)