Teoria dos Universos Paralelos.
Assunto complexo, muito louco e explorado desde Eistein. Na verdade este tema é polêmico como todos na física. A origem do universo, a existência de Deus ou não, as leis físicas, a evolução do homem, etc. têm respostas com divagações, provas questionáveis. A física tem a qualidade, assim como a matématica, de criar modelos com comprovação, nas equações, é chamada ciência exata, mas um fato científico deve ser reproduzido para ter sua prova concreta.
Com toda esta capacidade de provar através de modelos e equações a falta de capacidade de reproduzir novamente cria um clima nebuloso e questionável. Muitos críticos atribuem Deus ao que a ciência não pode responder, mas pensando bem, porque os modelos matemáticos são donos da verdade?
O caso do Big bang é típico, foi demonstrado, mas ainda assim permanece a dúvida: E antes do BigBang? Não sei se a humanidade terá como responder todas as perguntas, inclusive as questões ligadas a Deus, ou talvez quanto tempo demorará para responder.
Atualmente existe um reforço da guerra Deus x Ciência. É questão complicada, mas uma pergunta poderia ser feita? Porque não poderiam conviver a fé e a verdade demonstrada pela ciência?
Encomendei um livro chamado a Linguagem de Deus de Francis Collins que será lançado no Brasil em março, Collins é um geneticista que defende Deus. Sempre vi cientistas atacando mais Deus que defendendo, ou simplesmente sendo ambíguos. Carl Segan, cosmólogo famoso e ateu convicto, sempre disse: "Não confunda falta de evidência de provas com evidência de falta de provas".
A tal da teoria das cordas, da teoria M, universos paralelos e coisas mais, estão em um vídeo da BBC. São 45 minutos, mas vale a pena ver. Quem gosta do tema vai se encantar. Chama-se BBC Universos Paralelos- Clique e veja no You Tube A matéria é longa, mas fantástica e com legenda em português.
Como disse um amigo, físico e filósofo e também católico: "A ciência precisa ver para crer, na fé é preciso crer para ver!" Belo raciocínio.
Por enquanto ainda leio e tento entender as coisas misteriosas do universo e do homem, cada vez mais vejo que " existem mais coisas entre o céu e a terra que supõem nossa vã filosofia" como disse Sheakspeare.
O importante é o ser humano não perder a curiosidade, nunca!
Parece que estamos indo cada vez mais fundo nas perguntas e respostas do universo.
Respostas virão a tona, perguntas surgirão, mas uma coisa eu sei: Não devemos ter as respostas para todas as dúvidas, ou teremos?
Assuntos que me interessam: Política, Meio Ambiente, Economia, Tecnologia, Internet e um pouco de filosofia.
segunda-feira, fevereiro 12, 2007
É mais grave que a falta de crescimento!
Aluno do ensino médio tem o pior desempenho em dez anos - Folha Online -
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Veja o ranking do Prova Brasil em cidades com mais de 100 mil habitantes - Folha Online
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O futuro deste país está comprometido em parte pela perda das oportunidades globais dos últimos anos e nossa consequente perda de competitividade. Agora o mais grave: O declínio na educação básica.
As matérias acima e uma chamada da Revista Época desta semana mostram quadro desesperador, onde alunos da quarta série não sabem ler as horas em relógios de ponteiro e mal sabem somar e subtrair.
Países que se desenvolveram têm como base a educação, tecnologia e produtividade, claro, aliadas a crescimento econômico e geração de riqueza.
Aqui no Brasil, se não bastasse o pífio desempenho, assistimos ao sucateamento da infraestrutura e agora os alarmantes indicadores do desempenho escolar.
Universidades são negócios tocados sem aparente critério e controle, enchendo o bolso de alguns potentados, enquanto o nível dos profissionais e do ensino naufragam na mediocridade e incompetência. Não sei não, mas tenho a leve impressão que na minha época e estudos as coisas funcionavam de maneira diferente, em alguns casos nem "bomba" aluno toma mais!
Segundo exame do ME, agora a base escolar, o ensino médio, está ferido de morte. Ainda pode ser feito algo, mas como diz a Época, será preciso o mesmo senso de urgência que tivemos com a inflação para enfrentar o problema, sugere a revista.
Sugestão minha: Não só em nível básico, mas em todos os níveis. Olho nas universidades de ocasião, mais cursos profissionalizantes e rigor no ensino básico.
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O futuro deste país está comprometido em parte pela perda das oportunidades globais dos últimos anos e nossa consequente perda de competitividade. Agora o mais grave: O declínio na educação básica.
As matérias acima e uma chamada da Revista Época desta semana mostram quadro desesperador, onde alunos da quarta série não sabem ler as horas em relógios de ponteiro e mal sabem somar e subtrair.
Países que se desenvolveram têm como base a educação, tecnologia e produtividade, claro, aliadas a crescimento econômico e geração de riqueza.
Aqui no Brasil, se não bastasse o pífio desempenho, assistimos ao sucateamento da infraestrutura e agora os alarmantes indicadores do desempenho escolar.
Universidades são negócios tocados sem aparente critério e controle, enchendo o bolso de alguns potentados, enquanto o nível dos profissionais e do ensino naufragam na mediocridade e incompetência. Não sei não, mas tenho a leve impressão que na minha época e estudos as coisas funcionavam de maneira diferente, em alguns casos nem "bomba" aluno toma mais!
Segundo exame do ME, agora a base escolar, o ensino médio, está ferido de morte. Ainda pode ser feito algo, mas como diz a Época, será preciso o mesmo senso de urgência que tivemos com a inflação para enfrentar o problema, sugere a revista.
Sugestão minha: Não só em nível básico, mas em todos os níveis. Olho nas universidades de ocasião, mais cursos profissionalizantes e rigor no ensino básico.
Sucesso do País - Terceiro mandato de Lula
1-)País paga preço do sucesso, diz Mantega - Folha Online -11/02/2007
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Vivemos sim um bom momento, mais pela responsabilidade que pela competência do governo.
O risco país é um dos mais baixos desde a sua criação. Uma coisa deve ficar clara, se estamos bem poderiamos estar melhor. Os juros ainda são campeões do globo, a carga tributária de primeiro mundo e os gastos de governo desperdícios e com vários problemas.
Quando o ministro cita o dólar balizando sua ilação podemos dizer o seguinte: O dólar cai porque os juros altos atraem dólar, 0 "Carry Trade": Vender moeda de país com juros baixos aplicando em país com juros altos. Mais dólares entram com os preços dos produtos exportados que subiram muito. Melhor teria sido se subissem os volumes exportados, mas a enxurrada de dólares que entram forçando a baixa é devido ao preço. Inclusive em aparente paradoxo, nossa balança cresce. O volume exportado aumenta menos que os preços particados, dai o ganho.
A lei da oferta e procura é clara: o dólar cai porque entra mais no mercado para venda que para compra. O BC tenta segurar comprando, mas não aguenta a pressão. As reservas batem recordes, mas as distorções do câmbio são nítidas.
Ministro, a melhor ação é a não intervenção, mas tem hora que ela é necessária. O Brasil vive um bom momento, mais pelas circunstâncias mundiais do que pelos seus méritos.
Poderiamos estar melhor. O Real está supervalorizado porque existe mais gente querendo compra-lo do que vende-lo, esta é a regra básica do mercado. O mérito do governo: Deixar o mercado regular, mas lembrando sempre, as distorções começam a aparecer.
2-)Lula já vive sob sombra de 3º mandato, diz jornal- Terra - 12/02/2007
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Já não é mais sombra, existem correntes e amigos de Lula que trabalham forte com a idéia, ele deve negar, mas no fundo deve também gostar.
Não será fácil a mudança da regra, mas se o país continuar indo bem, mesmo que por outros motivos, o PAC funcionar a contento, Lula ou algum aliado pode mexer fundo na questão.
Vamos aguardar, neste país tudo é possível dependendo do momento e da estratégia adotada, vamos ver o congresso mudar as regras e Lula tentar novo mandato.
Alguns vão chiar, dizer que é antidemocrático, etc., mas só esperando para ver e avaliar.
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Vivemos sim um bom momento, mais pela responsabilidade que pela competência do governo.
O risco país é um dos mais baixos desde a sua criação. Uma coisa deve ficar clara, se estamos bem poderiamos estar melhor. Os juros ainda são campeões do globo, a carga tributária de primeiro mundo e os gastos de governo desperdícios e com vários problemas.
Quando o ministro cita o dólar balizando sua ilação podemos dizer o seguinte: O dólar cai porque os juros altos atraem dólar, 0 "Carry Trade": Vender moeda de país com juros baixos aplicando em país com juros altos. Mais dólares entram com os preços dos produtos exportados que subiram muito. Melhor teria sido se subissem os volumes exportados, mas a enxurrada de dólares que entram forçando a baixa é devido ao preço. Inclusive em aparente paradoxo, nossa balança cresce. O volume exportado aumenta menos que os preços particados, dai o ganho.
A lei da oferta e procura é clara: o dólar cai porque entra mais no mercado para venda que para compra. O BC tenta segurar comprando, mas não aguenta a pressão. As reservas batem recordes, mas as distorções do câmbio são nítidas.
Ministro, a melhor ação é a não intervenção, mas tem hora que ela é necessária. O Brasil vive um bom momento, mais pelas circunstâncias mundiais do que pelos seus méritos.
Poderiamos estar melhor. O Real está supervalorizado porque existe mais gente querendo compra-lo do que vende-lo, esta é a regra básica do mercado. O mérito do governo: Deixar o mercado regular, mas lembrando sempre, as distorções começam a aparecer.
2-)Lula já vive sob sombra de 3º mandato, diz jornal- Terra - 12/02/2007
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Já não é mais sombra, existem correntes e amigos de Lula que trabalham forte com a idéia, ele deve negar, mas no fundo deve também gostar.
Não será fácil a mudança da regra, mas se o país continuar indo bem, mesmo que por outros motivos, o PAC funcionar a contento, Lula ou algum aliado pode mexer fundo na questão.
Vamos aguardar, neste país tudo é possível dependendo do momento e da estratégia adotada, vamos ver o congresso mudar as regras e Lula tentar novo mandato.
Alguns vão chiar, dizer que é antidemocrático, etc., mas só esperando para ver e avaliar.
domingo, fevereiro 11, 2007
Plano nuclear prevê 6 novas usinas
A proposta de retomada dos investimentos em energia nuclear no Brasil prevê, além da conclusão de Angra 3, uma nova usina a cada três anos, até que a tecnologia responda por 5% do parque gerador. Estadão 11/02/2007 - Clique e leia mais
Mesmo com toda polêmica ambiental, não temos opção, ou melhor o mundo não tem mais alternativa. Ou saimos para nuclear ou a demanda crescente futura não será atendida.
A saída para o Brasil e o mundo será a energia nuclear com tecnologia cada vez mais avançada e cuidados reforçados.
A questão das fontes alternativas é outra vertente da solução energética para o futuro, mas com a tecnologia atual ainda não suprimos a demanda global. A soma da nuclear com a potência em maior escala e as fontes alternativas cada vez mais emergentes vão atender o mundo no futuro.
Podem surgir alternativas tecnológicas, ou melhor surgirão, biocombustíveis, hidrogênio, motocontínuo, maremotriz,etc.. Custos proibitivos hoje serão amenizados pela demanda crescente e a falta de opções convencionais. A tecnologia ainda é a maior aliada do ser humano na cruzada para sua permanência e perenidade no Globo Terrestre.
Os riscos de catastrófes existem, assim como em qualquer empreendimento energético. O cuidado deve ser tomado pelas agências reguladoras e orgãos ambientais, mas sem ideologia e picuinha.
A decisão é polêmica, mas é sensata. Loas a ministra que enfrentará uma feroz batalha com os ambientalistas.
Mesmo com toda polêmica ambiental, não temos opção, ou melhor o mundo não tem mais alternativa. Ou saimos para nuclear ou a demanda crescente futura não será atendida.
A saída para o Brasil e o mundo será a energia nuclear com tecnologia cada vez mais avançada e cuidados reforçados.
A questão das fontes alternativas é outra vertente da solução energética para o futuro, mas com a tecnologia atual ainda não suprimos a demanda global. A soma da nuclear com a potência em maior escala e as fontes alternativas cada vez mais emergentes vão atender o mundo no futuro.
Podem surgir alternativas tecnológicas, ou melhor surgirão, biocombustíveis, hidrogênio, motocontínuo, maremotriz,etc.. Custos proibitivos hoje serão amenizados pela demanda crescente e a falta de opções convencionais. A tecnologia ainda é a maior aliada do ser humano na cruzada para sua permanência e perenidade no Globo Terrestre.
Os riscos de catastrófes existem, assim como em qualquer empreendimento energético. O cuidado deve ser tomado pelas agências reguladoras e orgãos ambientais, mas sem ideologia e picuinha.
A decisão é polêmica, mas é sensata. Loas a ministra que enfrentará uma feroz batalha com os ambientalistas.
sábado, fevereiro 10, 2007
O Lucro do BNDES
BNDES tem lucro recorde em 2006, de R$ 6,3 bilhões - Agencia Estado -10/02/2007
Clique e veja mais
Eu sou radicalmente a favor do lucro, não acho que exista outra forma de criar riqueza e reinvestir que não seja o lucro.
Os bancos devem ter lucros, o máximo possível.
O BNDES deve dar lucro, o BB e a CEF também.
O problema aqui é a distorção que existe entre os indicadores de balanço dos bancos e da indústria. A festa na floresta é total, inclusive oficial.
O disparate é enorme, o lucro dos bancos cresce absurdamente, dobra a cada ano.
A indústria, as pequenas e médias empresas bancam o abuso e a usura, isso é o erro.
Falando sério, o BNDES poderia lucrar este tanto sem as distorções do mercado nacional? Existe ou não algo equivocado? É justo dobrar o patrimônio e o lucro líquido ano a ano?
Porque seria? A base da produção não consegue estes maravilhosos indicadores?
A prova da distorção esta ai, só não enxerga quem não quer.
Os juros são extorsivos além de não ajudar no crescimento, faz uma transferência de renda do setor que produz, gera emprego e renda para o que não colabora nada com o processo virtuoso, ao contrário, é vilão. Todos somos sócios dos bancos, com um detalhe, sem dividendos.
Minha indignação é grande, sempre foi. Não me calo e denuncio sempre, o monopólio, o benefício dos bancos ditos estatais que poderiam criar uma concorrência real de mercado.
Bom o resultado do BNDES? Claro, loas a todos, mas a conta está sendo paga.
Há mais coisas no ar que avião de carreira, diria o Barão de Itararé, o lobo está tomando conta do galinheiro diriamos aqui em Minas Gerais. Estas distorções ficam claras quando o banco de fomentos bate recordes. O dinheiro sai do nosso bolso, do país, de quem trabalha, dos pequeno e médios empresário e da indústria com rarissímas exceções.
Deve estar fluindo solto, lépido e fagueiro para contas na Suiça e nas Bahamas.
Alguém duvida?
Fique mais uma vez claro, o lucro é o combustíel da economia, da prosperidade e da justiça social, mas como em qualquer motor, o combustível pode ser perigoso e deve ter cuidados especiais.
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Eu sou radicalmente a favor do lucro, não acho que exista outra forma de criar riqueza e reinvestir que não seja o lucro.
Os bancos devem ter lucros, o máximo possível.
O BNDES deve dar lucro, o BB e a CEF também.
O problema aqui é a distorção que existe entre os indicadores de balanço dos bancos e da indústria. A festa na floresta é total, inclusive oficial.
O disparate é enorme, o lucro dos bancos cresce absurdamente, dobra a cada ano.
A indústria, as pequenas e médias empresas bancam o abuso e a usura, isso é o erro.
Falando sério, o BNDES poderia lucrar este tanto sem as distorções do mercado nacional? Existe ou não algo equivocado? É justo dobrar o patrimônio e o lucro líquido ano a ano?
Porque seria? A base da produção não consegue estes maravilhosos indicadores?
A prova da distorção esta ai, só não enxerga quem não quer.
Os juros são extorsivos além de não ajudar no crescimento, faz uma transferência de renda do setor que produz, gera emprego e renda para o que não colabora nada com o processo virtuoso, ao contrário, é vilão. Todos somos sócios dos bancos, com um detalhe, sem dividendos.
Minha indignação é grande, sempre foi. Não me calo e denuncio sempre, o monopólio, o benefício dos bancos ditos estatais que poderiam criar uma concorrência real de mercado.
Bom o resultado do BNDES? Claro, loas a todos, mas a conta está sendo paga.
Há mais coisas no ar que avião de carreira, diria o Barão de Itararé, o lobo está tomando conta do galinheiro diriamos aqui em Minas Gerais. Estas distorções ficam claras quando o banco de fomentos bate recordes. O dinheiro sai do nosso bolso, do país, de quem trabalha, dos pequeno e médios empresário e da indústria com rarissímas exceções.
Deve estar fluindo solto, lépido e fagueiro para contas na Suiça e nas Bahamas.
Alguém duvida?
Fique mais uma vez claro, o lucro é o combustíel da economia, da prosperidade e da justiça social, mas como em qualquer motor, o combustível pode ser perigoso e deve ter cuidados especiais.
Pena de morte, prisão perpétua e outras coisas mais!
A morte do menino arrastado no carro por bandidos é revolta nacional.
Começam as discussões sobre mudanças na legislação penal. Veja mais.
O tal do estatuto do menor é uma das aberrações da constituinte de 1988, algo precisa ser feito.
A banalização da violência e o tratamento dado pela sociedade aos casos é triste. Clique e veja o depoimento chocante de uma testemunha do episódio do Rio.
A revolta se faz no momento, assim foi no caso da menina e o namorado seviciados e mortos por um tal Champinha, menor de idade, em São Paulo. Depois volta tudo ao normal.
Os arautos dos direitos humanos de uma mão só ficam eufóricos na defesa dos meliantes culpando a sociedade. E dai? Como a sociedade que tem sua parcela de culpa vai reagir?
Afirmo que nossas leis são anacrônicas, o código penal é caduco. Só vai preso aqui quem não tem dinheiro para pagar advogado e mesmo assim sai com 1/3 da pena cumprida. Nas prisões de segurança máxima preso vive na mordomia, tem sexo, comida da boa e segunça. É verdade, eles continuam no crime seguros pelo aparato do estado, se estão na rua podem morrer em briga com rivais e até em confronto com a polícia, na cadeia são protegidos.
A verdade é a seguinte, temos que mudar coisas na lei penal. A primeira é a questão de menor infrator. O cara de 17 anos e 11 meses, mata, estupra e comete barbaridades e só póde ficar preso 2 anos? Para com isso!
Outra coisa, pena de morte e prisão perpétua. Porque não? Se não acabar com o crime, pelo menos lavará a alma da sociedade.
Mais mudanças nas regálias de preso. Vamos imitar os exemplos de outros países sem moleza na cadeia.
Mais uma: Este negócio de cumprir um terço da pena, para que então existe a pena total?
Claro que as regras democráticas devem ser respeitadas, os ritos processuais devem ser seguidos, mas a punição deve ser exemplar.
Não acho que isso vai resolver o problema da criminalidade e violência. Na minha cabeça, as drogas e a falta de oportunidades para os jovens são a origem do problema. O pai de família desesperado não vai fazer sequestros relâmpago não! O problema social tem parte pequena na criminalidade e banalização da violência.
Minha sugestão: Resolver os problemas conjunturais com as mudanças aqui descritas e atacar os problemas estruturais com crescimento econômico. Pode não resolver, mas tem chances de amenizar.
Um recado para a sociedade inerte que no momento da tragédia se revolta, depois esquece: Vamos guardar na geladeira a indignação e a revolta para cobrarmos solução da classe política, sempre, e não nos momentos de dor como o caso do menino morto.
Começam as discussões sobre mudanças na legislação penal. Veja mais.
O tal do estatuto do menor é uma das aberrações da constituinte de 1988, algo precisa ser feito.
A banalização da violência e o tratamento dado pela sociedade aos casos é triste. Clique e veja o depoimento chocante de uma testemunha do episódio do Rio.
A revolta se faz no momento, assim foi no caso da menina e o namorado seviciados e mortos por um tal Champinha, menor de idade, em São Paulo. Depois volta tudo ao normal.
Os arautos dos direitos humanos de uma mão só ficam eufóricos na defesa dos meliantes culpando a sociedade. E dai? Como a sociedade que tem sua parcela de culpa vai reagir?
Afirmo que nossas leis são anacrônicas, o código penal é caduco. Só vai preso aqui quem não tem dinheiro para pagar advogado e mesmo assim sai com 1/3 da pena cumprida. Nas prisões de segurança máxima preso vive na mordomia, tem sexo, comida da boa e segunça. É verdade, eles continuam no crime seguros pelo aparato do estado, se estão na rua podem morrer em briga com rivais e até em confronto com a polícia, na cadeia são protegidos.
A verdade é a seguinte, temos que mudar coisas na lei penal. A primeira é a questão de menor infrator. O cara de 17 anos e 11 meses, mata, estupra e comete barbaridades e só póde ficar preso 2 anos? Para com isso!
Outra coisa, pena de morte e prisão perpétua. Porque não? Se não acabar com o crime, pelo menos lavará a alma da sociedade.
Mais mudanças nas regálias de preso. Vamos imitar os exemplos de outros países sem moleza na cadeia.
Mais uma: Este negócio de cumprir um terço da pena, para que então existe a pena total?
Claro que as regras democráticas devem ser respeitadas, os ritos processuais devem ser seguidos, mas a punição deve ser exemplar.
Não acho que isso vai resolver o problema da criminalidade e violência. Na minha cabeça, as drogas e a falta de oportunidades para os jovens são a origem do problema. O pai de família desesperado não vai fazer sequestros relâmpago não! O problema social tem parte pequena na criminalidade e banalização da violência.
Minha sugestão: Resolver os problemas conjunturais com as mudanças aqui descritas e atacar os problemas estruturais com crescimento econômico. Pode não resolver, mas tem chances de amenizar.
Um recado para a sociedade inerte que no momento da tragédia se revolta, depois esquece: Vamos guardar na geladeira a indignação e a revolta para cobrarmos solução da classe política, sempre, e não nos momentos de dor como o caso do menino morto.
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
Compra de votos em 2006! Triste realidade do Brasil!
8,25% do eleitorado recebeu oferta de compra de votos, aponta pesquisa -
Folha Online 07/02/2007 - Clique e leia
É triste, mas o retrato do Brasil. Não é de hoje que várias pessoas denunciam o uso brutal do dinheiro para compra de votos, direta ou indiretamente. Esta pesquisa mostra que 8,25%, 8 milhões de eleitores receberam propostas. O Paraná, minha surpresa, foi onde aconteceu o maior indice, 22%. Em tese, imaginariamos que o norte e nordeste, por serem mais pobres teriam mais problemas. Engano, o petisco dos corruptores são jovens nem sempre pobres ou sem instrução.
Aqui em Minas desde 1982 o dinheiro corre solto nas eleições, muitos políticos vocacionados e sérios foram colocados para fora pela "tsunami" dos endinheirados, políticos que entram para benefício próprio e sem compromisso com as comunidades de onde tiram votos.
Tem uma história famosa e verdadeira de um político comprador de voto e quando já em Brasília,foi cobrado pelas lideranças de uma cidadezinha onde fora o mais votado, ele respondeu: "Meus votos? Comprei e paguei, não devo mais nada a vocês".
Fora a falta de escolaridade e cultura para o eleitorado, este fato é grave e já notório nos meios. Agora uma pesquisa traz o assunto a baila. Espero que a classe política séria e comprometida pense na reforma política tão importante para o futuro deste país.
Uma das causas dos péssimos congressistas em Brasília é esta. A imagem do congresso vai ficar cada vez pior, e podem acreditar, em todos os níveis da eleição, desde vereador até senador.
Sabe, talvez o voto facultativo possa ser uma das primeira mudanças que necessitamos.
Folha Online 07/02/2007 - Clique e leia
É triste, mas o retrato do Brasil. Não é de hoje que várias pessoas denunciam o uso brutal do dinheiro para compra de votos, direta ou indiretamente. Esta pesquisa mostra que 8,25%, 8 milhões de eleitores receberam propostas. O Paraná, minha surpresa, foi onde aconteceu o maior indice, 22%. Em tese, imaginariamos que o norte e nordeste, por serem mais pobres teriam mais problemas. Engano, o petisco dos corruptores são jovens nem sempre pobres ou sem instrução.
Aqui em Minas desde 1982 o dinheiro corre solto nas eleições, muitos políticos vocacionados e sérios foram colocados para fora pela "tsunami" dos endinheirados, políticos que entram para benefício próprio e sem compromisso com as comunidades de onde tiram votos.
Tem uma história famosa e verdadeira de um político comprador de voto e quando já em Brasília,foi cobrado pelas lideranças de uma cidadezinha onde fora o mais votado, ele respondeu: "Meus votos? Comprei e paguei, não devo mais nada a vocês".
Fora a falta de escolaridade e cultura para o eleitorado, este fato é grave e já notório nos meios. Agora uma pesquisa traz o assunto a baila. Espero que a classe política séria e comprometida pense na reforma política tão importante para o futuro deste país.
Uma das causas dos péssimos congressistas em Brasília é esta. A imagem do congresso vai ficar cada vez pior, e podem acreditar, em todos os níveis da eleição, desde vereador até senador.
Sabe, talvez o voto facultativo possa ser uma das primeira mudanças que necessitamos.
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
Queda de dólar preocupa?
Em queda de 0,42%, dólar comercial chega ao menor valor em nove meses -
Folha Online -06/02/2007 - Clique e leia mais
A proposta do governo é ter câmbio flutuante e isso tem ocorrido, não 100%, pois a intervenção do BC está acontecendo, caso contrário o dólar estaria mais baixo. Ontem bateu R$ 2,08.
Algumas coisas para reflexão:
1- Nossas reservas aumentam e estão próximas de US$ 100 bilhões. O BC compra dólar e segura a queda, aumenta a reserva, mas e dai? Não chegamos a um nível aceitável e razoável?
Muitos setores não são sacrificados em função desta reserva?
2-O fluxo de entrada de dólar se dá de duas formas, dinheiro de fora atraído pela maior taxa de juros do planta e das exportações. A balança comercial continua de vento em popa mesmo estando o dólar supervalorizado. Não deveria então haver mais importação que exportação? Claro que sim, nossas importações crescem, mas as exportações também. A prosperidade mundial tem elevado preços e demanda por vários produtos e dai o aumento do fluxo de entrada de dólar. Na média o mundo cresce 4,5% a.a., mas os preços sobem 12%, o Brasil não cresce na taxa média, mas arrebanha o aumento dos preços. Detalhe, cresce preço e demanda.
Estamos com distorções sérias já dando sinais na questão cambial e várias indústrias já pensam em ir para China e adjacências. Se pelo menos o Brasil crescesse forte!
3- O estrangeiro nada de braçada. Recebe a taxa de juros maior do globo, em uma economia com bastante consistência macroeconômica e ainda ganha na desvalorização. Exemplo em conta de padaria como dizem: O gringo investe US$ 10.000, converte para reais a taxa de R$ 2 por exemplo, aplica os R$ 20.000 recebidos na troca. Aplica a uma taxa real de 10%, ou seja, no final do período receberá R$ 22.000. Se o câmbio estiver a R$ 1,5 por exemplo, na conversão a sua moeda ele receberia: US$ 14.600. Quanto foi sua taxa? 47%. Bacana não é?
Isso tem atraído mais dinheiro especulativo e paradoxalmente porque estamos bem consistentes em fundamentos macroeconômicos. O nível de risco Brasil atual é baixo e coloca gasolina na fogueira da entrada de capital especulativo.
O que passa da medida é a não concatenação das consequências com ação para administrar. Na economia tem uma figura chamada "stop and go", muito conhecida, é chegada hora da entrada em operação do método "stop and go".
Quero dizer o seguinte: A não intervenção é boa, mas ela vem ocorrendo já. As consequências do fluxo de entrada de capitais externos está distorcido e desta forma ficamos mais vulneráveis a crises externas. Uma crise externa se avizinha em todas as previsões globais.
A questão é crucial, mas de certa forma simples, como os livros de economia e medicina ensinam: A diferença entre o remédio e o veneno é a dose ministrada.
Folha Online -06/02/2007 - Clique e leia mais
A proposta do governo é ter câmbio flutuante e isso tem ocorrido, não 100%, pois a intervenção do BC está acontecendo, caso contrário o dólar estaria mais baixo. Ontem bateu R$ 2,08.
Algumas coisas para reflexão:
1- Nossas reservas aumentam e estão próximas de US$ 100 bilhões. O BC compra dólar e segura a queda, aumenta a reserva, mas e dai? Não chegamos a um nível aceitável e razoável?
Muitos setores não são sacrificados em função desta reserva?
2-O fluxo de entrada de dólar se dá de duas formas, dinheiro de fora atraído pela maior taxa de juros do planta e das exportações. A balança comercial continua de vento em popa mesmo estando o dólar supervalorizado. Não deveria então haver mais importação que exportação? Claro que sim, nossas importações crescem, mas as exportações também. A prosperidade mundial tem elevado preços e demanda por vários produtos e dai o aumento do fluxo de entrada de dólar. Na média o mundo cresce 4,5% a.a., mas os preços sobem 12%, o Brasil não cresce na taxa média, mas arrebanha o aumento dos preços. Detalhe, cresce preço e demanda.
Estamos com distorções sérias já dando sinais na questão cambial e várias indústrias já pensam em ir para China e adjacências. Se pelo menos o Brasil crescesse forte!
3- O estrangeiro nada de braçada. Recebe a taxa de juros maior do globo, em uma economia com bastante consistência macroeconômica e ainda ganha na desvalorização. Exemplo em conta de padaria como dizem: O gringo investe US$ 10.000, converte para reais a taxa de R$ 2 por exemplo, aplica os R$ 20.000 recebidos na troca. Aplica a uma taxa real de 10%, ou seja, no final do período receberá R$ 22.000. Se o câmbio estiver a R$ 1,5 por exemplo, na conversão a sua moeda ele receberia: US$ 14.600. Quanto foi sua taxa? 47%. Bacana não é?
Isso tem atraído mais dinheiro especulativo e paradoxalmente porque estamos bem consistentes em fundamentos macroeconômicos. O nível de risco Brasil atual é baixo e coloca gasolina na fogueira da entrada de capital especulativo.
O que passa da medida é a não concatenação das consequências com ação para administrar. Na economia tem uma figura chamada "stop and go", muito conhecida, é chegada hora da entrada em operação do método "stop and go".
Quero dizer o seguinte: A não intervenção é boa, mas ela vem ocorrendo já. As consequências do fluxo de entrada de capitais externos está distorcido e desta forma ficamos mais vulneráveis a crises externas. Uma crise externa se avizinha em todas as previsões globais.
A questão é crucial, mas de certa forma simples, como os livros de economia e medicina ensinam: A diferença entre o remédio e o veneno é a dose ministrada.
terça-feira, fevereiro 06, 2007
A anistia de Dirceu e o terceiro mandato de Lula!
Anistia a Dirceu prejudica só Legislativo, diz cientista político - Estadão - 05/06/2007. Leia mais
Ganha cada vez mais mídia a idéia da anistia ao cassado José Dirceu. Ele precisa reunir 1,5 milhão de assinaturas populares, provavelmente as terá com a força e militância petista aliadas a ignorância do povo brasileiro. Dirceu está em franca campanha e diz que não, vários companheiros trabalham para ele também.
Acho que ele tem o direito de lutar pela sua anistia, mas o congresso e a classe política devem ter consciência da aprovação ou não deste pleito. Não conheço detalhes do processo, mas ele foi julgado e condenado por erros cometidos. No país da impunidade seria a confirmação da bandalheira. As opiniões são divergentes, mas algo me diz que ele vai enfrentar uma votação e deve ganhar. Este meu sentimento é devido à força que o governo tem no congresso, principalmente depois da eleição do Chinaglia e Renan.
O Lula e o governo no final das contas serão os protagonistas da anistia ou não do Dirceu, mais que protagonistas, responsáveis pelo desfecho talvez. Vamos ver, mas francamente, uma agenda positiva para o país com as reformas de base que necessitamos teriam mais serventia.
A evolução deste quadro da anistia será determinante na avaliação de tentativa para um terceiro mandato de Lula, possível, mas pouco provável. Se eles tentarem como alguns jornalistas sugerem, a aprovação do congresso e mudanças das regras atuais são condições básicas.
Nesta possível anistia veremos a força ou não do governo e de Lula. Claro, o sucesso do PAC será outro fator determinante para a tentativa.
Vamos aguardar, mas o termômetro desta possível aventura pode ser o Dirceu.
Ganha cada vez mais mídia a idéia da anistia ao cassado José Dirceu. Ele precisa reunir 1,5 milhão de assinaturas populares, provavelmente as terá com a força e militância petista aliadas a ignorância do povo brasileiro. Dirceu está em franca campanha e diz que não, vários companheiros trabalham para ele também.
Acho que ele tem o direito de lutar pela sua anistia, mas o congresso e a classe política devem ter consciência da aprovação ou não deste pleito. Não conheço detalhes do processo, mas ele foi julgado e condenado por erros cometidos. No país da impunidade seria a confirmação da bandalheira. As opiniões são divergentes, mas algo me diz que ele vai enfrentar uma votação e deve ganhar. Este meu sentimento é devido à força que o governo tem no congresso, principalmente depois da eleição do Chinaglia e Renan.
O Lula e o governo no final das contas serão os protagonistas da anistia ou não do Dirceu, mais que protagonistas, responsáveis pelo desfecho talvez. Vamos ver, mas francamente, uma agenda positiva para o país com as reformas de base que necessitamos teriam mais serventia.
A evolução deste quadro da anistia será determinante na avaliação de tentativa para um terceiro mandato de Lula, possível, mas pouco provável. Se eles tentarem como alguns jornalistas sugerem, a aprovação do congresso e mudanças das regras atuais são condições básicas.
Nesta possível anistia veremos a força ou não do governo e de Lula. Claro, o sucesso do PAC será outro fator determinante para a tentativa.
Vamos aguardar, mas o termômetro desta possível aventura pode ser o Dirceu.
Justiça Social e o Pensamento de Mr. Brown.
Este conceito de Mr. Brown, inspiração do modelo PAC segundo a ministra Dilma, é o que chamo de “JUSTIÇA SOCIAL”. Ele convive com as idéias liberais de Thatcher e ao menos tempo tem preocupações com questões básicas dos mais necessitados.
Interessante, começo a ficar fã deste moço pelas primeiras informações.
Numa postagem anterior disse: O Estado incha, quem cresce é o país.Sou contra a ingerência do estado, mas sou a favor de sua procupação e ação em questões essenciais que a iniciativa privada tem problemas.
Admiro grandes pensadores e críticos do socialismo como Norberto Bobbio e Peter Drucker. Eles não descartam a preocupação do estado com questões sociais. Exemplo disso é o último livro de Bobbio: “Com Marx, Sem Marx”, que pretendo ler. Ele aborda a importância do pensamento marxista na época, mas critica seus abusos e inconsistências. Peter Drucker, aborda sempre a importância do terceiro setor onde o governo não tem capacidade e a iniciativa privada tem problemas em atuar. Isso sim é justiça social.
A virtude estará sempre no meio. Nem o mercado cruel e desregrado, nem o estado samaritano que quer distribuir o que não tem e não pode sustentar por muito tempo o que promete.
Sempre disse, a saída deste país está no crescimento e quem pode fazer isso de forma sustentável é o capital privado. O lucro é o real gerador de riqueza, o resto é enganação.
Marco regulatório e PPPs são pilares da busca deste capital privado que deve ter dividendo para reinvestir e colocar gás no ciclo econômico, criando assim uma força virtuosa.
Fico mais otimista com o PAC se a inspiração foi esta, mas a seriedade e a competência são marcas indeléveis do sucesso inglês.
Será que teremos este selo aqui?
De boas intenções estamos cheios e afundados na mediocridade econômica e política. Há muito tempo.
Interessante, começo a ficar fã deste moço pelas primeiras informações.
Numa postagem anterior disse: O Estado incha, quem cresce é o país.Sou contra a ingerência do estado, mas sou a favor de sua procupação e ação em questões essenciais que a iniciativa privada tem problemas.
Admiro grandes pensadores e críticos do socialismo como Norberto Bobbio e Peter Drucker. Eles não descartam a preocupação do estado com questões sociais. Exemplo disso é o último livro de Bobbio: “Com Marx, Sem Marx”, que pretendo ler. Ele aborda a importância do pensamento marxista na época, mas critica seus abusos e inconsistências. Peter Drucker, aborda sempre a importância do terceiro setor onde o governo não tem capacidade e a iniciativa privada tem problemas em atuar. Isso sim é justiça social.
A virtude estará sempre no meio. Nem o mercado cruel e desregrado, nem o estado samaritano que quer distribuir o que não tem e não pode sustentar por muito tempo o que promete.
Sempre disse, a saída deste país está no crescimento e quem pode fazer isso de forma sustentável é o capital privado. O lucro é o real gerador de riqueza, o resto é enganação.
Marco regulatório e PPPs são pilares da busca deste capital privado que deve ter dividendo para reinvestir e colocar gás no ciclo econômico, criando assim uma força virtuosa.
Fico mais otimista com o PAC se a inspiração foi esta, mas a seriedade e a competência são marcas indeléveis do sucesso inglês.
Será que teremos este selo aqui?
De boas intenções estamos cheios e afundados na mediocridade econômica e política. Há muito tempo.
O PAC tem uma verve bem interessante!
A luz no fim do túnel?
“Nosso modelo é uma variante da linha do Gordon Brown” diz a Ministra Dilma Rousseff.
A ministra e a maioria dos “desenvolvimentistas” do governo tiveram a verve de Mr. Brown.
Mr. Brown é um político inglês, braço direito de Tony Blair e criou uma novidade na Inglaterra chamada: a lei de ouro “Golden Rule”. Esta lei permite o estado se endividar para investimentos, nunca para despesas correntes.
A Inglaterra aproveitando o “boom” mundial tem crescido a taxas de 2,5% a.a., bastante razoável para a consolidada economia inglesa. Todos indicadores melhoraram na Inglaterra. O segredo de Mr. Brown?
Simples, a aposta pesada nas PPPs (Parceria Pública Privada). Ele conseguiu realizar mais de 800 projetos de PPPs. Na verdade as PPPs inglesas começaram com Margareth Thatcher na década de 80 e é um dos países onde o modelo deu certo.
Óbvio, o estado não tem recursos caindo do céu, ele tem o dever de criar condições para o capital privado, gerador de riqueza, suprir coisas que ele não pode e não deve. Se o estado é hipertrófico só um jeito existe para sua sustentabilidade: Aumento de impostos.
Outro ponto de idolatria a Brown é sua sensibilidade com questões sociais. Ele prega e sabe a importância da educação e saúde, capital social básico. Fácil, são ações inerentes do estado para atender os menos favorecidos e excluídos.
“Nosso modelo é uma variante da linha do Gordon Brown” diz a Ministra Dilma Rousseff.
A ministra e a maioria dos “desenvolvimentistas” do governo tiveram a verve de Mr. Brown.
Mr. Brown é um político inglês, braço direito de Tony Blair e criou uma novidade na Inglaterra chamada: a lei de ouro “Golden Rule”. Esta lei permite o estado se endividar para investimentos, nunca para despesas correntes.
A Inglaterra aproveitando o “boom” mundial tem crescido a taxas de 2,5% a.a., bastante razoável para a consolidada economia inglesa. Todos indicadores melhoraram na Inglaterra. O segredo de Mr. Brown?
Simples, a aposta pesada nas PPPs (Parceria Pública Privada). Ele conseguiu realizar mais de 800 projetos de PPPs. Na verdade as PPPs inglesas começaram com Margareth Thatcher na década de 80 e é um dos países onde o modelo deu certo.
Óbvio, o estado não tem recursos caindo do céu, ele tem o dever de criar condições para o capital privado, gerador de riqueza, suprir coisas que ele não pode e não deve. Se o estado é hipertrófico só um jeito existe para sua sustentabilidade: Aumento de impostos.
Outro ponto de idolatria a Brown é sua sensibilidade com questões sociais. Ele prega e sabe a importância da educação e saúde, capital social básico. Fácil, são ações inerentes do estado para atender os menos favorecidos e excluídos.
segunda-feira, fevereiro 05, 2007
Estado não cresce, incha!
Estado não cresce, incha e depois explode.
O crescimento econômico em 2006 dos países do B.R.I.C foi: Brasil 2,8%, Rússia 6,7%,Índia 8,2% e China 10,2%.
Leia mais sobre o BRIC.
Desde 1980 temos problemas para crescer. Veja mais.
Por pior que seja, sempre haverá um lado virtuoso no crescimento econômico, mas pelas nossas condições socioeconômicas temos que ter no mínimo 3,5% ao ano, caso contrário perdemos.
O crescimento de 2,8% em 2006 tem um lado bom, o aumento do consumo das famílias, indicador macroeconômico importante e combustível da máquina econômica.
Vejam só que interessante: Em 2006 o consumo das famílias cresceu 3,6% e o PIB, 2,8%. Podemos inferir que parte deste consumo foi atendida com bens importados, ou seja, nossa indústria deveria e poderia ter atendido esta diferença. Não que a importação seja mal, ao contrário, no mundo globalizado esta condição é básica, mas devemos e podemos medir o crescimento de importados como alavanca da economia, na questão de máquinas. Quando importamos máquinas é sinal que nossa indústria acredita e aposta no crescimento. Vejam 2006: crescemos o PIB, 2,8%, o consumo das famílias, 3,6%, mas o setor de máquinas tem redução. É grave e devemos olhar para setores onde exportamos “commodities” e importamos bens de produção com valor agregado, existem diversos exemplos.
O fio da meada todo está na questão grave e parece relevada pelo governo. O aumento do estado e dos gastos públicos com a carga abusiva de tributos, hoje 38% do PIB, uma das maiores do planeta.
Um economista chamado Rogério Fragelli da FGV fez um estudo com temerárias conclusões: O estado brasileiro ficou com 66,8% do PIB gerado entre 1990 e 2006. Ou seja, quem deveria criar o ambiente de crescimento com investimento era a iniciativa privada, mas aconteceu o contrário. A riqueza ficou nas mãos do governo que não deu a contrapartida necessária nos seus quesitos básicos: educação, saúde e infra-estrutura.
Estado não cresce, incha. Como crescer um país que aumenta seu rombo com programas sociais e tem de buscar recursos para se financiar fazendo a alegria da banca com os juros campeões do globo?
Enquanto o estado crescer mais que a iniciativa privada não haverá crescimento real. O desperdício é enorme e justiça social pregada é efêmera. Mais cedo ou mais tarde a conta terá que ser paga. A história é sempre a melhor lição e erros passados são as testemunhas.
Receita explosiva para acelerar o pavio da nossa bomba: Juros altos, impostos excessivos e inchaço do estado. Fácil enxergar o problema, só não vê quem quer.
Outro dado preocupante: Segundo algumas estimativas, o PAC lançado agora tem 76% dos investimentos dependentes do governo. Seria mais apropriado concentramos em investimentos privados nossa esperança futura. Ainda torço para o sucesso do PAC, todos deveríamos fazê-lo.
Os caminhos nossos são ambíguos, enquanto falamos em crescer o Brasil, fazemos o contrário das receitas que deram certo. Aumentar gastos sociais é legítimo, mas anacrônico. Justiça social e distribuição da renda só com geração de riqueza com aumento da renda e emprego.
O Estado vai continuar bancando o bom samaritano enquanto afundamos na lama assistindo outros países irem à nossa frente.
Insisto que o PAC daria mais resultado se fossem tocados pontos chaves: Marco regulatório, PPPs e corte de gastos.
Estes dados que são mostrados aqui confirmam onde está o tumor. Temos que extirpá-lo já. Melhor sangrar e doer agora a deixar o paciente morrer.
O diagnóstico está traçado e a doença vem de longa data, não adianta culpar só o PT e Lula. Alguém dúvida que o apagão aéreo, das estradas e brevemente da energia não são conseqüências desta situação?
O crescimento econômico em 2006 dos países do B.R.I.C foi: Brasil 2,8%, Rússia 6,7%,Índia 8,2% e China 10,2%.
Leia mais sobre o BRIC.
Desde 1980 temos problemas para crescer. Veja mais.
Por pior que seja, sempre haverá um lado virtuoso no crescimento econômico, mas pelas nossas condições socioeconômicas temos que ter no mínimo 3,5% ao ano, caso contrário perdemos.
O crescimento de 2,8% em 2006 tem um lado bom, o aumento do consumo das famílias, indicador macroeconômico importante e combustível da máquina econômica.
Vejam só que interessante: Em 2006 o consumo das famílias cresceu 3,6% e o PIB, 2,8%. Podemos inferir que parte deste consumo foi atendida com bens importados, ou seja, nossa indústria deveria e poderia ter atendido esta diferença. Não que a importação seja mal, ao contrário, no mundo globalizado esta condição é básica, mas devemos e podemos medir o crescimento de importados como alavanca da economia, na questão de máquinas. Quando importamos máquinas é sinal que nossa indústria acredita e aposta no crescimento. Vejam 2006: crescemos o PIB, 2,8%, o consumo das famílias, 3,6%, mas o setor de máquinas tem redução. É grave e devemos olhar para setores onde exportamos “commodities” e importamos bens de produção com valor agregado, existem diversos exemplos.
O fio da meada todo está na questão grave e parece relevada pelo governo. O aumento do estado e dos gastos públicos com a carga abusiva de tributos, hoje 38% do PIB, uma das maiores do planeta.
Um economista chamado Rogério Fragelli da FGV fez um estudo com temerárias conclusões: O estado brasileiro ficou com 66,8% do PIB gerado entre 1990 e 2006. Ou seja, quem deveria criar o ambiente de crescimento com investimento era a iniciativa privada, mas aconteceu o contrário. A riqueza ficou nas mãos do governo que não deu a contrapartida necessária nos seus quesitos básicos: educação, saúde e infra-estrutura.
Estado não cresce, incha. Como crescer um país que aumenta seu rombo com programas sociais e tem de buscar recursos para se financiar fazendo a alegria da banca com os juros campeões do globo?
Enquanto o estado crescer mais que a iniciativa privada não haverá crescimento real. O desperdício é enorme e justiça social pregada é efêmera. Mais cedo ou mais tarde a conta terá que ser paga. A história é sempre a melhor lição e erros passados são as testemunhas.
Receita explosiva para acelerar o pavio da nossa bomba: Juros altos, impostos excessivos e inchaço do estado. Fácil enxergar o problema, só não vê quem quer.
Outro dado preocupante: Segundo algumas estimativas, o PAC lançado agora tem 76% dos investimentos dependentes do governo. Seria mais apropriado concentramos em investimentos privados nossa esperança futura. Ainda torço para o sucesso do PAC, todos deveríamos fazê-lo.
Os caminhos nossos são ambíguos, enquanto falamos em crescer o Brasil, fazemos o contrário das receitas que deram certo. Aumentar gastos sociais é legítimo, mas anacrônico. Justiça social e distribuição da renda só com geração de riqueza com aumento da renda e emprego.
O Estado vai continuar bancando o bom samaritano enquanto afundamos na lama assistindo outros países irem à nossa frente.
Insisto que o PAC daria mais resultado se fossem tocados pontos chaves: Marco regulatório, PPPs e corte de gastos.
Estes dados que são mostrados aqui confirmam onde está o tumor. Temos que extirpá-lo já. Melhor sangrar e doer agora a deixar o paciente morrer.
O diagnóstico está traçado e a doença vem de longa data, não adianta culpar só o PT e Lula. Alguém dúvida que o apagão aéreo, das estradas e brevemente da energia não são conseqüências desta situação?
sábado, fevereiro 03, 2007
Uma boa notícia
Venda de PCs encosta na de TVs já neste ano - Folha Online - 03/02/2007
Leia mais
Isso é muito bom para o país. A internet já está presente em 15% das residências urbanas do Brasil. Clique e veja mais.
Não adianta, não vivemos sem computador e internet, estamos na era do conhecimento e os pilares são, intangibilidade, conectividade e velocidade. O mundo gira assim sendo a internet e informática as principais ferramentas. Bom ou ruim? Não importa, é inexorável e quem estiver fora estará excluído do mundo atual. Todos somos extremamente dependentes destas ferramentas e não sabemos mais viver sem elas.
Um dos desafios que enfrentamos é tentar combater uma exclusão digital, por analfabetismo digital ou por questões socio-econômicas.
O analfabeto deixará de existir, as crianças e adolescentes, mesmo de faixas sociais mais baixas são os guardiães desta modernidade. Se dermos as condições, elas aprenderão, serão auto didatas. O governo deve levar acesso aos mais pobres, criando e aumentando programas de inclusão. O resto fica com a criançada.
O desafio é este, não deixar que os menos favorecidos fiquem fora do mundo digital. As disparidades e desigualdades são grandes já, não podemos aumentar mais.
Estas notícias são alentadoras. A educação hoje é irmã xipófaga da informática e da internet, ainda bem.
Esta inclusão e aumento do percentual de "cibernéticos" acabará melhorando indicadores da educação.
Estamos na era do conhecimento e da informação devemos sempre lembrar.
Leia mais
Isso é muito bom para o país. A internet já está presente em 15% das residências urbanas do Brasil. Clique e veja mais.
Não adianta, não vivemos sem computador e internet, estamos na era do conhecimento e os pilares são, intangibilidade, conectividade e velocidade. O mundo gira assim sendo a internet e informática as principais ferramentas. Bom ou ruim? Não importa, é inexorável e quem estiver fora estará excluído do mundo atual. Todos somos extremamente dependentes destas ferramentas e não sabemos mais viver sem elas.
Um dos desafios que enfrentamos é tentar combater uma exclusão digital, por analfabetismo digital ou por questões socio-econômicas.
O analfabeto deixará de existir, as crianças e adolescentes, mesmo de faixas sociais mais baixas são os guardiães desta modernidade. Se dermos as condições, elas aprenderão, serão auto didatas. O governo deve levar acesso aos mais pobres, criando e aumentando programas de inclusão. O resto fica com a criançada.
O desafio é este, não deixar que os menos favorecidos fiquem fora do mundo digital. As disparidades e desigualdades são grandes já, não podemos aumentar mais.
Estas notícias são alentadoras. A educação hoje é irmã xipófaga da informática e da internet, ainda bem.
Esta inclusão e aumento do percentual de "cibernéticos" acabará melhorando indicadores da educação.
Estamos na era do conhecimento e da informação devemos sempre lembrar.
quinta-feira, fevereiro 01, 2007
O problema da previdência no brasil!
Pensando com a razão ou com a emoção?
Hoje vi uma entrevista de Lula falando do problema da previdência, ou melhor, do deficit.
Ele já havia pronunciado em Davos que o deficit era do tesouro sendo política social, hoje confirma a sua tese: " A constituinte de 1988 ampliou os benefícios da aposentadoria para trabalhadores rurais, idosos, etc. Eles precisam ser atendidos e ai está a origem do problema", disse Lula.
Ok, concordo inclusive que a constituinte de 88, vendida como a salvação do país, criou monstros jurídicos e distorções que custaram e ainda custarão muito ao Brasil, não só este.
Lula está falando com o coração. Quem paga esta conta presidente?
A fatura da previdência chega a 12,7% do PIB, algo como R$ 260 bilhões. Para se ter uma noção na Argentina é de 8,2% do PIB. O importante na verdade é o equilíbrio da relação arrecadação x benefício. A população beneficiada gira em torno de 5,3% no Brasil.
A altíssima oneração das empresas para arrecadar os fundos, umas das causas da informalidade do emprego, não cobre o custo, nem de perto. Outros dois problemas graves são a corrupção e perdas por ineficiência.
Ou seja, cavamos um buraco, pago pela maioria para atender uma minoria.
Outro grave detalhe: A população mais velha está crescendo mais que as outras faixas de idade, isso é gasolina na fogueira previdenciária.
A pergunta permanece: Quem paga a conta?
Há muito se fala em reforma da previdência, mas até agora nada.
A verdade dói, mas como disse também hoje Roberto Brant, ex-ministro da área: "O Brasil tem que optar se continua gastando 15% do PIB para atender idosos, ou seus jovens com carência de educação e saúde".
É uma decisão díficil, mas alguma saída deve ser encontrada, do jeito que está nem jovens, nem velhos, nem moços serão atendidos. Ou podemos optar e continuaremos com apagão aéreo, de estradas, de energia, de saúde, de educação...
Na minha modesta opinião, previdência deveria ser privada, ou mesclada governo e empresas, assim funciona em vários países. Parece ser o caminho.
Clique e veja uma matéria da Folha sobre o deficit.
Clique e veja uma abordagem do problema pela CNI e algumas sugestões de reforma.
Hoje vi uma entrevista de Lula falando do problema da previdência, ou melhor, do deficit.
Ele já havia pronunciado em Davos que o deficit era do tesouro sendo política social, hoje confirma a sua tese: " A constituinte de 1988 ampliou os benefícios da aposentadoria para trabalhadores rurais, idosos, etc. Eles precisam ser atendidos e ai está a origem do problema", disse Lula.
Ok, concordo inclusive que a constituinte de 88, vendida como a salvação do país, criou monstros jurídicos e distorções que custaram e ainda custarão muito ao Brasil, não só este.
Lula está falando com o coração. Quem paga esta conta presidente?
A fatura da previdência chega a 12,7% do PIB, algo como R$ 260 bilhões. Para se ter uma noção na Argentina é de 8,2% do PIB. O importante na verdade é o equilíbrio da relação arrecadação x benefício. A população beneficiada gira em torno de 5,3% no Brasil.
A altíssima oneração das empresas para arrecadar os fundos, umas das causas da informalidade do emprego, não cobre o custo, nem de perto. Outros dois problemas graves são a corrupção e perdas por ineficiência.
Ou seja, cavamos um buraco, pago pela maioria para atender uma minoria.
Outro grave detalhe: A população mais velha está crescendo mais que as outras faixas de idade, isso é gasolina na fogueira previdenciária.
A pergunta permanece: Quem paga a conta?
Há muito se fala em reforma da previdência, mas até agora nada.
A verdade dói, mas como disse também hoje Roberto Brant, ex-ministro da área: "O Brasil tem que optar se continua gastando 15% do PIB para atender idosos, ou seus jovens com carência de educação e saúde".
É uma decisão díficil, mas alguma saída deve ser encontrada, do jeito que está nem jovens, nem velhos, nem moços serão atendidos. Ou podemos optar e continuaremos com apagão aéreo, de estradas, de energia, de saúde, de educação...
Na minha modesta opinião, previdência deveria ser privada, ou mesclada governo e empresas, assim funciona em vários países. Parece ser o caminho.
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Clique e veja uma abordagem do problema pela CNI e algumas sugestões de reforma.
quarta-feira, janeiro 31, 2007
Juros americanos e administração monetária!
Federal Reserve mantém taxa de juros em 5,25% ao ano -31/01/2007 - Folha online
Clique e leia mais
Lá nos EUA a inflação é em torno de 2,6% há bastante tempo. Em 2006 foi de 2,5%.
Os juros reais lá são de 2,75% a.a. contra 9,2% aqui no Brasil.
Claro que não podemos comparar Brasil x EUA, mas a política monetária bem administrada é isso.
Algumas teorias recentes mostram, sem comprovação 100%, que a crise de 1930 foi devido a má administração das finanças públicas americanas.
Acho que temos bons administradores de finanças públicas aqui, mas os interesses de grupo são mais fortes e acabamos tendo problemas. Nos EUA o FED é independente, aqui não, isso faz uma enorme diferença. Alguns economistas bons que conheço acham que a independência do BC ajudaria mais na administração monetária do país.
Bem, quem quiser ler este artigo da Folha Online pode sentir a lógica da política monetária americana.
Outro dado, a crise de ajuste provável do mercado americano parece postergada. Até quando ninguém sabe.
Eles sabem que qualquer movimento lá pode derrubar o mundo financeiro global. A responsabilidade e competência dos gestores do FED são pilares da economia global.
Bacana!
Clique e leia mais
Lá nos EUA a inflação é em torno de 2,6% há bastante tempo. Em 2006 foi de 2,5%.
Os juros reais lá são de 2,75% a.a. contra 9,2% aqui no Brasil.
Claro que não podemos comparar Brasil x EUA, mas a política monetária bem administrada é isso.
Algumas teorias recentes mostram, sem comprovação 100%, que a crise de 1930 foi devido a má administração das finanças públicas americanas.
Acho que temos bons administradores de finanças públicas aqui, mas os interesses de grupo são mais fortes e acabamos tendo problemas. Nos EUA o FED é independente, aqui não, isso faz uma enorme diferença. Alguns economistas bons que conheço acham que a independência do BC ajudaria mais na administração monetária do país.
Bem, quem quiser ler este artigo da Folha Online pode sentir a lógica da política monetária americana.
Outro dado, a crise de ajuste provável do mercado americano parece postergada. Até quando ninguém sabe.
Eles sabem que qualquer movimento lá pode derrubar o mundo financeiro global. A responsabilidade e competência dos gestores do FED são pilares da economia global.
Bacana!
Não é novidade nenhuma.
Economia InternacionalBrasil 'fica para trás' entre emergentes, diz jornal
Quarta, 31 de Janeiro de 2007, Fonte: BBC Brasil - Clique e leia
Há 20 anos o mundo cresce na média de 4,5%, o Brasil 2,4%. Mesmo com a crise ásiatica de 1997 e a Russa de 1998 e pequenos gargalos localizados e tragédias, o mundo tem um movimento progressista enorme. Uma hora virá o ajuste pelo excesso de liquidez.
Claro, como já dito, países africanos e outros com problemas políticos, guerras, corrupção, etc. continuam a derrubar a média de prosperidade mundial. Não podemos avaliar a coisa como média mundial, as disparidades são muito grandes.
O importante desta matéria é a confirmação do que já sabemos, perdemos competitividade e oportunidade, um dia isso fará falta. Países emergentes que são nossos concorrentes no cenário globalizado vão se aproveitar disso.
Uma pena.
Será que ainda temos chances de correr atrás do prejuízo e reverter a situação?
Quarta, 31 de Janeiro de 2007, Fonte: BBC Brasil - Clique e leia
Há 20 anos o mundo cresce na média de 4,5%, o Brasil 2,4%. Mesmo com a crise ásiatica de 1997 e a Russa de 1998 e pequenos gargalos localizados e tragédias, o mundo tem um movimento progressista enorme. Uma hora virá o ajuste pelo excesso de liquidez.
Claro, como já dito, países africanos e outros com problemas políticos, guerras, corrupção, etc. continuam a derrubar a média de prosperidade mundial. Não podemos avaliar a coisa como média mundial, as disparidades são muito grandes.
O importante desta matéria é a confirmação do que já sabemos, perdemos competitividade e oportunidade, um dia isso fará falta. Países emergentes que são nossos concorrentes no cenário globalizado vão se aproveitar disso.
Uma pena.
Será que ainda temos chances de correr atrás do prejuízo e reverter a situação?
terça-feira, janeiro 30, 2007
O Aquecimento global!
O problema do aquecimento fica cada vez mais na mídia e na cabeça das pessoas responsáveis.
Clique e veja matéria do Globo - 30/01/2007.
Será divulgado relatório esta semana em Paris que é verdadeira bomba para a humanidade, alguns veículos de mídia se antecipam a informações do relatório vindouro. Hoje ouvi algumas:
O verão americano último foi o mais quente de 45 anos para cá. O filme que o Al Gore, ex- vice presidente americano está colocando nas telas dos cinemas atuais é chocante e realista. Não vi ainda, mas verei, o documentário que choca pela projeção do futuro humano por conta de seu abuso e erro.
O Busch fala agora em CO2 e o protocolo de Kyoto tem chances de em 2012 fazer algo relevante para a sofrida terra. Os EUA são responsáveis por 25% do CO2 global e não assinaram o dito cujo.
A matéria do Globo fala na destruição que a terra sofrerá. A Austrália enfrenta falta de água sem precedentes. É muita notícia ruim, alarmistas ou não, cabe uma consideração!
Olha, nossa geração e quem sabe dos nossos filhos não verão o circo pegar fogo, literalmente, ou o globo pegar fogo, ou sofrer inundações, mas a situação é grave precisando de ação já.
A tecnologia será importante aliada nesta guerra contra a poluição, efeito estufa, etc., mas o homem só será seu único salvador.
Ainda dá tempo segundo especialistas, este mote deve ser a bandeira do Greenpeace daqui para frente!
Tomara.
Clique e veja matéria do Globo - 30/01/2007.
Será divulgado relatório esta semana em Paris que é verdadeira bomba para a humanidade, alguns veículos de mídia se antecipam a informações do relatório vindouro. Hoje ouvi algumas:
O verão americano último foi o mais quente de 45 anos para cá. O filme que o Al Gore, ex- vice presidente americano está colocando nas telas dos cinemas atuais é chocante e realista. Não vi ainda, mas verei, o documentário que choca pela projeção do futuro humano por conta de seu abuso e erro.
O Busch fala agora em CO2 e o protocolo de Kyoto tem chances de em 2012 fazer algo relevante para a sofrida terra. Os EUA são responsáveis por 25% do CO2 global e não assinaram o dito cujo.
A matéria do Globo fala na destruição que a terra sofrerá. A Austrália enfrenta falta de água sem precedentes. É muita notícia ruim, alarmistas ou não, cabe uma consideração!
Olha, nossa geração e quem sabe dos nossos filhos não verão o circo pegar fogo, literalmente, ou o globo pegar fogo, ou sofrer inundações, mas a situação é grave precisando de ação já.
A tecnologia será importante aliada nesta guerra contra a poluição, efeito estufa, etc., mas o homem só será seu único salvador.
Ainda dá tempo segundo especialistas, este mote deve ser a bandeira do Greenpeace daqui para frente!
Tomara.
O Apagão e a taxa de juros - Polêmicas?
1-) Energia
Não há risco de apagão com crescimento de 5%, diz Rondeau
Segundo o ministro de Minas e Energia, "não há nenhuma surpresa que não seja contornável, no que diz respeito ao abastecimento de energia até 2010. Estadão-29 de janeiro de 2007 -
Clique e leia mais
Ministro tenta desmentir relatório da Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae), do Ministério da Fazenda alertando para riscos de apagão com crescimento maior do que 4%.
Ele tem que entender, escondendo ou tentando dissimular, o problema não acabará.
Existem problemas sim, são graves e todos atores do setor, inclusive do governo, falam abertamente da celeuma. O pior cego é o que não quer ver. Esta matéria é café requentado, em Dezembro abordei o assunto-Clique e leia.
Há muito tempo o problema é mencionado na mídia, vamos reforçar: O problema do gás boliviano é grave e nossas reservas que supririam o mercado, não terão tempo hábil para entrar. A demanda é projetada para ser atendida com 60% pelas usinas da Amazônia. Estas usinas, se saírem, só entrarão em operação em 2012 no melhor cenário. Têm casos que se arrastam há 20 anos, são afastadas do centro de carga, isso é mais problema ambiental com os 2.500 km de linhas de transmissão, cortando vários estados, com custos proibitivos e mais restrições ambientais. Enfim, não adianta tapar o sol com a peneira. Pessoas do setor pregam abertamente a retomada de Angra. Na minha visão não teremos saída, com ou sem apagão a usina nuclear é a salvação. A questão ambiental será outra polêmica a parte!
O grave desta história agora é o próprio governo batendo cabeça!
2- Juros
Após Copom, mercado prevê juros maiores neste ano - Folha - Clique e leia
Os juros estão caindo, mas ainda são os maiores do planeta. Na ponta final estão ainda na agiotagem. A banca monopolista e gananciosa suga o cidadão e enche a burra. Aguardem os lucros deste ano dos bancos, mesmo com a queda dos juros. Queda?
Na ponta final: Cheque especial: 140% a.a., Cartão: quase 200%, Empréstimo consignado: 50% ao mínimo. A Taxa Selic: 13%. Os spreads são absurdos e os juros não caem na ponta final, rarissímas exceções com clientes preferenciais e que normalmente não precisam de dinheiro.
No crédito consignado, com desconto em folha e especialmente a previdência, os riscos são zero, mas as taxas são assalto. Já fiz uma pesquisa, constatei a usura e escrevi sobre: Veja
Se o BC quisesse mesmo que caissem as taxas na ponta tomadora, regulamentaria via resoluções do BC algumas premissas que são abusadas pelos bancos. Porque não fazer isso? Alguma afronta à liberdade do mercado? Creio que não, a motivação deve ser outra, com atrativos diversos!
O monopólio e o domínio dos grupos atrapalham qualquer tentativa de derrubar a taxa.
O crédito tem tido expansão, mas o filé vai para a banca e o mercado sempre se enrolando para pagar o roubo institucionalizado.
E tem mais, esta história de dizer que a inadimplência é alta sendo responsável pelos spreads absurdos cobrados é a mesma de tentar dizer que a febre é responsável pela infecção.
Não há risco de apagão com crescimento de 5%, diz Rondeau
Segundo o ministro de Minas e Energia, "não há nenhuma surpresa que não seja contornável, no que diz respeito ao abastecimento de energia até 2010. Estadão-29 de janeiro de 2007 -
Clique e leia mais
Ministro tenta desmentir relatório da Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae), do Ministério da Fazenda alertando para riscos de apagão com crescimento maior do que 4%.
Ele tem que entender, escondendo ou tentando dissimular, o problema não acabará.
Existem problemas sim, são graves e todos atores do setor, inclusive do governo, falam abertamente da celeuma. O pior cego é o que não quer ver. Esta matéria é café requentado, em Dezembro abordei o assunto-Clique e leia.
Há muito tempo o problema é mencionado na mídia, vamos reforçar: O problema do gás boliviano é grave e nossas reservas que supririam o mercado, não terão tempo hábil para entrar. A demanda é projetada para ser atendida com 60% pelas usinas da Amazônia. Estas usinas, se saírem, só entrarão em operação em 2012 no melhor cenário. Têm casos que se arrastam há 20 anos, são afastadas do centro de carga, isso é mais problema ambiental com os 2.500 km de linhas de transmissão, cortando vários estados, com custos proibitivos e mais restrições ambientais. Enfim, não adianta tapar o sol com a peneira. Pessoas do setor pregam abertamente a retomada de Angra. Na minha visão não teremos saída, com ou sem apagão a usina nuclear é a salvação. A questão ambiental será outra polêmica a parte!
O grave desta história agora é o próprio governo batendo cabeça!
2- Juros
Após Copom, mercado prevê juros maiores neste ano - Folha - Clique e leia
Os juros estão caindo, mas ainda são os maiores do planeta. Na ponta final estão ainda na agiotagem. A banca monopolista e gananciosa suga o cidadão e enche a burra. Aguardem os lucros deste ano dos bancos, mesmo com a queda dos juros. Queda?
Na ponta final: Cheque especial: 140% a.a., Cartão: quase 200%, Empréstimo consignado: 50% ao mínimo. A Taxa Selic: 13%. Os spreads são absurdos e os juros não caem na ponta final, rarissímas exceções com clientes preferenciais e que normalmente não precisam de dinheiro.
No crédito consignado, com desconto em folha e especialmente a previdência, os riscos são zero, mas as taxas são assalto. Já fiz uma pesquisa, constatei a usura e escrevi sobre: Veja
Se o BC quisesse mesmo que caissem as taxas na ponta tomadora, regulamentaria via resoluções do BC algumas premissas que são abusadas pelos bancos. Porque não fazer isso? Alguma afronta à liberdade do mercado? Creio que não, a motivação deve ser outra, com atrativos diversos!
O monopólio e o domínio dos grupos atrapalham qualquer tentativa de derrubar a taxa.
O crédito tem tido expansão, mas o filé vai para a banca e o mercado sempre se enrolando para pagar o roubo institucionalizado.
E tem mais, esta história de dizer que a inadimplência é alta sendo responsável pelos spreads absurdos cobrados é a mesma de tentar dizer que a febre é responsável pela infecção.
sábado, janeiro 27, 2007
O PAC e outros pacotes e planos do passado.
Vejo algumas pessoas da mídia fazendo alusão ao tal Pacote 51 de FHC lançado em 1997 em contra reação à crise asiática. Veja mais dados sobre o pacote 51
A citação ao 51 se deve ao fato dele ser o mais recente, antes do PAC. O contexto do 51 é completamente diferente, foi feito em defesa do Real e era recessivo. Politicamente derrubou a popularidade de FHC.
Se olharmos para trás veremos diversos planos no Brasil, todos naufragados: Plano Cruzado, Plano Collor, Plano Bresser, Plano Verão, Plano Real, Pacote 51 e recentemente o PAC. Se faltou algum ai, desculpe-me, é muito plano e pacote.
Na verdade todos fracassaram, e mais grave, alguns deixaram sequelas. Todos serviram de palanque político por certo tempo, tiveram jogada de marketing no lançamento, encheram a burra de dinheiro de alguns, enfim, o filme de pacotes é velho no Brasil.
Alguns como o Cruzado de Funaro e Sarney, renderam votos e um legado de inflação batendo 89% ao mês, isso mesmo, quem não se lembra de 1989, fim do governo Sarney?
De todos eles o Plano Real foi o que mais deu certo, mas perdeu-se na ortodoxia do combate ao monstro inflacionário e afunda o Brasil com juros abusivos, restrições monetárias e falta de crescimento perdendo o bom momento mundial.
Quase todos planos e pacotes tinham embasamento teórico, existiam os críticos e foram oportunos pela crise vivida na época. A grande maioria que tinha fundamento técnico consistente perdeu-se na gestão, incompetência na gestão. Alguns falharam no equívoco conceitual, caso do Plano Collor com Zélia Cardoso de Melo que confisca toda liquidez do país.
Ao PAC, parece ser mais um na nossa história, como é recém saído do fôrno, algumas lições do passado deveriam ser aprendidas. O PAC tem algumas virtudes, a maior de todas é ter uma meta a ser perseguida pelo governo, no primeiro mandato não tinha nada.
Os gargalos estarão na implantação e claro, na gestão. Como idéias, já disse, são boas, mas como no passado, intenção sem ação e sem gestão, é ilusão.
A citação ao 51 se deve ao fato dele ser o mais recente, antes do PAC. O contexto do 51 é completamente diferente, foi feito em defesa do Real e era recessivo. Politicamente derrubou a popularidade de FHC.
Se olharmos para trás veremos diversos planos no Brasil, todos naufragados: Plano Cruzado, Plano Collor, Plano Bresser, Plano Verão, Plano Real, Pacote 51 e recentemente o PAC. Se faltou algum ai, desculpe-me, é muito plano e pacote.
Na verdade todos fracassaram, e mais grave, alguns deixaram sequelas. Todos serviram de palanque político por certo tempo, tiveram jogada de marketing no lançamento, encheram a burra de dinheiro de alguns, enfim, o filme de pacotes é velho no Brasil.
Alguns como o Cruzado de Funaro e Sarney, renderam votos e um legado de inflação batendo 89% ao mês, isso mesmo, quem não se lembra de 1989, fim do governo Sarney?
De todos eles o Plano Real foi o que mais deu certo, mas perdeu-se na ortodoxia do combate ao monstro inflacionário e afunda o Brasil com juros abusivos, restrições monetárias e falta de crescimento perdendo o bom momento mundial.
Quase todos planos e pacotes tinham embasamento teórico, existiam os críticos e foram oportunos pela crise vivida na época. A grande maioria que tinha fundamento técnico consistente perdeu-se na gestão, incompetência na gestão. Alguns falharam no equívoco conceitual, caso do Plano Collor com Zélia Cardoso de Melo que confisca toda liquidez do país.
Ao PAC, parece ser mais um na nossa história, como é recém saído do fôrno, algumas lições do passado deveriam ser aprendidas. O PAC tem algumas virtudes, a maior de todas é ter uma meta a ser perseguida pelo governo, no primeiro mandato não tinha nada.
Os gargalos estarão na implantação e claro, na gestão. Como idéias, já disse, são boas, mas como no passado, intenção sem ação e sem gestão, é ilusão.
quinta-feira, janeiro 25, 2007
China dando exemplo ao mundo!
China Cresce 10,7% em 2006 e ameaça a Alemanha no posto de terceira economia mundial.
O Globo- 25/01/2007 - Clique e leia mais
O PIB chinês já é de US$ 2,69 Trilhões. A renda per capita passa de US$ 2.000,00. Eles dobraram o PIB em 5 anos. Geram riqueza, emprego e renda. Exemplo para todos, inclusive nós.
Para se ter uma idéia, se o Brasil mantiver a média de crescimento de 1996/2005 em 2,2%, levariamos 100 anos para dobrar nosso PIB. De 1996/2005 a expansão média mundial foi de 45,6%, a nossa 22,4% - Clique e leia mais- Fonte CNI .
Podemos inferir que eles andam de jato, nós montados na tartaruga!O mundo anda para frente, nós andamos de lado.
A renda per capita Brasil está na faixa de U$ 3.000,00. Maior que a chinesa, claro, mas o importante é a evolução nossa comparada com a deles. O progresso e a prosperidade devem ser medidos pela evolução dos indicadores. Na China antes existiam duas castas, os miseráveis e o poder. Hoje existe uma pirâmide social. Oportunidade para todos.A pseudo justiça social do comunismo agora está nascendo.
Mesmo sendo polêmica a questão de aplicar crescimento econômico como sinônimo de desenvolvimento, não é imprópria esta avaliação. A geração de riqueza é a base para aumento de renda e geração de emprego. O resto é conversa.
Claro, o crescimento deve ser sustentável, mas ele alavanca todos os indicadores.
Renda per capita alta não quer dizer sinônimo de igualdade, vide países do oriente médio, mas com certeza a evolução da renda mostra que a riqueza está tendendo a distribuição. A perspectiva de justiça social é real.
Os números dizem tudo, triste comprovarmos a realidade, saindo da teoria para a prova efetiva do problema no caso brasileiro.
O Globo- 25/01/2007 - Clique e leia mais
O PIB chinês já é de US$ 2,69 Trilhões. A renda per capita passa de US$ 2.000,00. Eles dobraram o PIB em 5 anos. Geram riqueza, emprego e renda. Exemplo para todos, inclusive nós.
Para se ter uma idéia, se o Brasil mantiver a média de crescimento de 1996/2005 em 2,2%, levariamos 100 anos para dobrar nosso PIB. De 1996/2005 a expansão média mundial foi de 45,6%, a nossa 22,4% - Clique e leia mais- Fonte CNI .
Podemos inferir que eles andam de jato, nós montados na tartaruga!O mundo anda para frente, nós andamos de lado.
A renda per capita Brasil está na faixa de U$ 3.000,00. Maior que a chinesa, claro, mas o importante é a evolução nossa comparada com a deles. O progresso e a prosperidade devem ser medidos pela evolução dos indicadores. Na China antes existiam duas castas, os miseráveis e o poder. Hoje existe uma pirâmide social. Oportunidade para todos.A pseudo justiça social do comunismo agora está nascendo.
Mesmo sendo polêmica a questão de aplicar crescimento econômico como sinônimo de desenvolvimento, não é imprópria esta avaliação. A geração de riqueza é a base para aumento de renda e geração de emprego. O resto é conversa.
Claro, o crescimento deve ser sustentável, mas ele alavanca todos os indicadores.
Renda per capita alta não quer dizer sinônimo de igualdade, vide países do oriente médio, mas com certeza a evolução da renda mostra que a riqueza está tendendo a distribuição. A perspectiva de justiça social é real.
Os números dizem tudo, triste comprovarmos a realidade, saindo da teoria para a prova efetiva do problema no caso brasileiro.
Ainda sobre os juros e PAC!
1-) A queda dos juros ajudaria o PAC
Leia mais o que pensa algumas cabeças governistas.
Uma queda mais acentuada ajudaria na redução do absurdo de juros pagos em 2006: R$ 140 bilhões.
É fácil entender: Nossa dívida hoje está em R$ 1,3 trilhoes e os pagamentos juros sobre a rolagem de parte desta dívida acabam reduzindo o caixa do governo. Em 2006 foi esta quantia inimaginável.
Se o COPOM reduz mais, sobra mais para ajudar o PAC nas obras de investimentos.
Se partimos do princípio que o PAC terá problemas, a queda mais agressiva ajudaria com certeza, aumentando suas chaces.
Investir eles irão, obras diversas já estão na praça, a questão principal em muitas delas é ambiental, gargalo crítico, parece, até aqui relevado pelo governo.
Se tivessemos mais recursos, talvez novas obras poderiam começar e quem sabe até agradar os governadores que chiam não terem sido contemplados com obras do governo federal.
Ainda acho tudo uma grande confusão.
Leia mais o que pensa algumas cabeças governistas.
Uma queda mais acentuada ajudaria na redução do absurdo de juros pagos em 2006: R$ 140 bilhões.
É fácil entender: Nossa dívida hoje está em R$ 1,3 trilhoes e os pagamentos juros sobre a rolagem de parte desta dívida acabam reduzindo o caixa do governo. Em 2006 foi esta quantia inimaginável.
Se o COPOM reduz mais, sobra mais para ajudar o PAC nas obras de investimentos.
Se partimos do princípio que o PAC terá problemas, a queda mais agressiva ajudaria com certeza, aumentando suas chaces.
Investir eles irão, obras diversas já estão na praça, a questão principal em muitas delas é ambiental, gargalo crítico, parece, até aqui relevado pelo governo.
Se tivessemos mais recursos, talvez novas obras poderiam começar e quem sabe até agradar os governadores que chiam não terem sido contemplados com obras do governo federal.
Ainda acho tudo uma grande confusão.
Desemprego Mundial - Juros no Brasil
1-) Desemprego no mundo é recorde
São 195,2 milhões de pessoas sem emprego e setor de serviços já ocupa mais mão-de-obra que a agricultura - Estadão -
Apesar de registrar um dos melhores períodos de crescimento do PIB dos últimos 20 anos, a economia mundial não consegue traduzir esse avanço em criação suficiente de postos de trabalho. Leia Mais
Paradoxal, o mundo cresceu muito nos último 20 anos e não criamos empregos suficientes?
Claro, o problema é localizado na África, Ásia e Oriente Médio. As taxas demográficas de crescimento são incompatíveis com a geração de riqueza mundial. Quando coloca tudo na média temos este dado que pode ser sofista.
Não existe outra forma de criação de riqueza e geração de emprego que não seja o crescimento.
Este dado como média mundial é falso. Deve ser observado a questão crescimento x geração de emprego por região ou país, nunca em média mundial com tantas desigualdades e disparidades.
A pergunta que faço? Como ficaria esta média se o mundo não apresentasse o crescimento dos último 20 anos?
2-)Taxa de Juros
Dividido, Copom mantém conservadorismo e corta Selic em 0,25 ponto - Folha - Leia Mais
É importante saber o que é taxa nominal e taxa real. Por exemplo: Aqui temos uma taxa nominal de 13% a.a. agora, mas como nossa inflação está na ordem de 3,80% (IGP-M). A real é de 9,2% ( 13-3,80=9,2). A maior do mundo.
A Turquia tem 17% nominal, mas a inflação lá é de 9%, então a real é de 8%, por exemplo.
O Japão tem taxa nominal na faixa de 2%, os EUA, 5%, a Europa, 5%, a Austrália, 8%.
Os juros reais são baixos nestes países. É outra realizade.
Não é só abaixar os juros, deve ter uma administração de política monetária, coisa complexa.
Analogamente ao caso do salário: Aumenta todo mundo para R$ 2.000,00 por mês e resolvemos os problemas todos. Claro, não é assim.
O Brasil, com todos os riscos inerentes, ainda é melhor aplicar em papeis do que na atividade produtiva. Papeis geram lucro nos absurdos spreads bancários (captação a 1,5%, empréstimo a 4,5% , chegando a 15% no cartão de crédito) e inibe o crescimento.
Concordo que não é despencar a taxa, mas uma ação mais agressiva poderia dar melhor resultado.
E sabe mais, o BC deveria atuar mais na banca: Estabelecer limites máximos de taxas, definir valores para investimentos em segmentos específicos como agricultura, construção civil, tecnologia, etc. Hoje tem regras, mas não funciona, ou melhor, funciona para o bolso deles.
São 195,2 milhões de pessoas sem emprego e setor de serviços já ocupa mais mão-de-obra que a agricultura - Estadão -
Apesar de registrar um dos melhores períodos de crescimento do PIB dos últimos 20 anos, a economia mundial não consegue traduzir esse avanço em criação suficiente de postos de trabalho. Leia Mais
Paradoxal, o mundo cresceu muito nos último 20 anos e não criamos empregos suficientes?
Claro, o problema é localizado na África, Ásia e Oriente Médio. As taxas demográficas de crescimento são incompatíveis com a geração de riqueza mundial. Quando coloca tudo na média temos este dado que pode ser sofista.
Não existe outra forma de criação de riqueza e geração de emprego que não seja o crescimento.
Este dado como média mundial é falso. Deve ser observado a questão crescimento x geração de emprego por região ou país, nunca em média mundial com tantas desigualdades e disparidades.
A pergunta que faço? Como ficaria esta média se o mundo não apresentasse o crescimento dos último 20 anos?
2-)Taxa de Juros
Dividido, Copom mantém conservadorismo e corta Selic em 0,25 ponto - Folha - Leia Mais
É importante saber o que é taxa nominal e taxa real. Por exemplo: Aqui temos uma taxa nominal de 13% a.a. agora, mas como nossa inflação está na ordem de 3,80% (IGP-M). A real é de 9,2% ( 13-3,80=9,2). A maior do mundo.
A Turquia tem 17% nominal, mas a inflação lá é de 9%, então a real é de 8%, por exemplo.
O Japão tem taxa nominal na faixa de 2%, os EUA, 5%, a Europa, 5%, a Austrália, 8%.
Os juros reais são baixos nestes países. É outra realizade.
Não é só abaixar os juros, deve ter uma administração de política monetária, coisa complexa.
Analogamente ao caso do salário: Aumenta todo mundo para R$ 2.000,00 por mês e resolvemos os problemas todos. Claro, não é assim.
O Brasil, com todos os riscos inerentes, ainda é melhor aplicar em papeis do que na atividade produtiva. Papeis geram lucro nos absurdos spreads bancários (captação a 1,5%, empréstimo a 4,5% , chegando a 15% no cartão de crédito) e inibe o crescimento.
Concordo que não é despencar a taxa, mas uma ação mais agressiva poderia dar melhor resultado.
E sabe mais, o BC deveria atuar mais na banca: Estabelecer limites máximos de taxas, definir valores para investimentos em segmentos específicos como agricultura, construção civil, tecnologia, etc. Hoje tem regras, mas não funciona, ou melhor, funciona para o bolso deles.
quarta-feira, janeiro 24, 2007
PAC ainda repercute e a Eleição na CD!
1-) O PAC ainda dá o que falar e vai continuar dando.
Olha, dá para sentir que o PAC está mesmo mais para jogada de marketing de início de mandato que um Plano de governo para acelerar o desejado crescimento, vamos ver por que:
1- O mercado reagiu morno e a polêmica com os governadores, peças importantes na ação e sucesso, é grande. Não há entendimento, nem mesmo com governadores petistas. Talvez façam jogo de cena. No fundo a tal renúncia fiscal, angústia dos governadores, atrapalha mais o nordeste e lá estão os petistas, além do Acre também na mesma situação.
2- Algumas medidas e ações ficaram sem detalhes importantes para compreensão: Detalhamento de obras, forma de contratação, busca de capital privado, etc. Digo e repito, uma ação eficaz e decisiva nas PPPs, poderiam ter tido mais serventia ao país.
3- Li hoje sobre uma teoria de terceiro mandato de Lula alavancado no sucesso do PAC. Olha, só se Jesus Cristo ajudar. Já pensou? Aposto um desejado terceiro mandato como o PAC vai ter sucesso, diria Lula. História da carochinha com certeza na lógica dos acontecimentos, mas política é sempre imprevisível, economia, nem tanto, mas que eles podem tentar, isso podem.
O PAC parece aquela história do cara que foi pressionado a parar de beber cerveja pela mulher. Ele topa, mas vai para o bar e pede uma cerveja sem alcool, mas na sequência um conhaque. Ou seja, a promessa é boa, mas a chance de dar certo é remota. Ele tenta, mas não consegue. Cumpre a promessa, mas não atinge o objetivo pretendido pela mulher.
Ou seja, prometem, mas fica tudo na mesma, ainda mais com a chance de problemas globais a partir deste ano. Outro gargalo que fatalmente será apresentado como desculpa do fracasso, o não fechamento das contas públicas. Todos sabemos, eles também, que o fechamento desses números é pouco provável.
Friamente e francamente falando, no fringir dos ovos, o PAC é melhor que nada, uma meta será perseguida neste próximo mandato.
2-) A eleição para presidente da Câmara dos Deputados.
Na primeira semana de fevereiro estará eleito o presidente da CD. Considerando os boatos que o nosso vice Alencar não está bem, o presidente da CD é o virtual substituto do presidente.
O governo disputa com dois cavalos. Aldo Rebelo e Arlindo Chinaglia (Meu deus, olha o trocadilho). Gustavo Fruet corre por fora. As apostas todas são no Chinaglia, mas ganhando Aldo, Lula estará bem.
Fruet é respeitado, se surpreender vai bagunçar mais do que quando ganhou o Severino. Alguns amigos petistas aqui de BH insistem, o PT comete o mesmo erro da eleição que sufragou Severino Cavalcanti. Será?
Não me arrisco, mas por sentimento acho que Fruet pode surpreender. Parece que se ele for para o segundo turno com Chinaglia, o favorito, a coisa pode complicar para o governo.
Vamos ver, Lula promete o seu ministério para depois desta eleição. Prudente, ele pode alterar tudo em função do resultado, ou mesmo, como dizem alguns jornais, estar usando a montagem como barganha para seu candidato. Advinhe quem é?
Olha, dá para sentir que o PAC está mesmo mais para jogada de marketing de início de mandato que um Plano de governo para acelerar o desejado crescimento, vamos ver por que:
1- O mercado reagiu morno e a polêmica com os governadores, peças importantes na ação e sucesso, é grande. Não há entendimento, nem mesmo com governadores petistas. Talvez façam jogo de cena. No fundo a tal renúncia fiscal, angústia dos governadores, atrapalha mais o nordeste e lá estão os petistas, além do Acre também na mesma situação.
2- Algumas medidas e ações ficaram sem detalhes importantes para compreensão: Detalhamento de obras, forma de contratação, busca de capital privado, etc. Digo e repito, uma ação eficaz e decisiva nas PPPs, poderiam ter tido mais serventia ao país.
3- Li hoje sobre uma teoria de terceiro mandato de Lula alavancado no sucesso do PAC. Olha, só se Jesus Cristo ajudar. Já pensou? Aposto um desejado terceiro mandato como o PAC vai ter sucesso, diria Lula. História da carochinha com certeza na lógica dos acontecimentos, mas política é sempre imprevisível, economia, nem tanto, mas que eles podem tentar, isso podem.
O PAC parece aquela história do cara que foi pressionado a parar de beber cerveja pela mulher. Ele topa, mas vai para o bar e pede uma cerveja sem alcool, mas na sequência um conhaque. Ou seja, a promessa é boa, mas a chance de dar certo é remota. Ele tenta, mas não consegue. Cumpre a promessa, mas não atinge o objetivo pretendido pela mulher.
Ou seja, prometem, mas fica tudo na mesma, ainda mais com a chance de problemas globais a partir deste ano. Outro gargalo que fatalmente será apresentado como desculpa do fracasso, o não fechamento das contas públicas. Todos sabemos, eles também, que o fechamento desses números é pouco provável.
Friamente e francamente falando, no fringir dos ovos, o PAC é melhor que nada, uma meta será perseguida neste próximo mandato.
2-) A eleição para presidente da Câmara dos Deputados.
Na primeira semana de fevereiro estará eleito o presidente da CD. Considerando os boatos que o nosso vice Alencar não está bem, o presidente da CD é o virtual substituto do presidente.
O governo disputa com dois cavalos. Aldo Rebelo e Arlindo Chinaglia (Meu deus, olha o trocadilho). Gustavo Fruet corre por fora. As apostas todas são no Chinaglia, mas ganhando Aldo, Lula estará bem.
Fruet é respeitado, se surpreender vai bagunçar mais do que quando ganhou o Severino. Alguns amigos petistas aqui de BH insistem, o PT comete o mesmo erro da eleição que sufragou Severino Cavalcanti. Será?
Não me arrisco, mas por sentimento acho que Fruet pode surpreender. Parece que se ele for para o segundo turno com Chinaglia, o favorito, a coisa pode complicar para o governo.
Vamos ver, Lula promete o seu ministério para depois desta eleição. Prudente, ele pode alterar tudo em função do resultado, ou mesmo, como dizem alguns jornais, estar usando a montagem como barganha para seu candidato. Advinhe quem é?
A Energia e o Crescimento!
Consumo de energia cresce 3,8% em 2006
Brasil precisará rever projeções de consumo caso a economia atinja ritmo de crescimento de 5% ao ano, diz presidente da Empresa de Pesquisa Energética - Estadão- Veja mais
A energia que temos não deve estar assegurada até 2010 como disse Tolmasquim. Vou atualizar meus dados e informações para voltar ao assunto.
Técnicos do setor apresentam dados para as chances de problemas em 2010. Não sou eu que digo, são eles. O que acontece?
Os leilões até aqui supriram a demanda das distribuidoras, mas a energia futura está sujeita a intempéries. Exemplo: O caso da Eólica do Proinfa que teve problemas de fornecimento de equipamentos e furou previsão de entrada. Quer mais? Casos de várias PCHs que têm problemas por conta da LO (licença de Operação) e atrasam a entrada. Mais uma? Embargos e exigências ambientais nas grandes usinas. E mais uma: O caso das térmicas que são estimadas oficialmente com uma energia e na prática perdem 30% por diversas razões.
O governo deve considerar a quebra nas suas projeções e a EPE trabalha, como não poderia ser diferente, com o cenário otimista.
O consumo de energia é sintoma de vigor econômico. Ela deve se antecipar ao crescimento, ao mesmo tempo, é alavancada por ele. Nosso crescimento médio de consumo sempre foi de 4,5%, este ano de 3,8% mostra que estamos "slow down".
Continuo achando que o caso da energia é crítico. Um acerto definitivo no marco regulatório, busca de novas fontes, equacionamento do problema do gás e mudanças no contexto ambiental irão fazer mais efeito que o PAC. Só falar em obras, aliás, que estavam previstas, não resolverá o problema.
Sem energia não existe crescimento. Se por qualquer motivo o Brasil puder crescer 7%?
O que acontecerá?
Perderemos a chance por não termos o insumo? Esta hipótese é a mais certa.
Brasil precisará rever projeções de consumo caso a economia atinja ritmo de crescimento de 5% ao ano, diz presidente da Empresa de Pesquisa Energética - Estadão- Veja mais
A energia que temos não deve estar assegurada até 2010 como disse Tolmasquim. Vou atualizar meus dados e informações para voltar ao assunto.
Técnicos do setor apresentam dados para as chances de problemas em 2010. Não sou eu que digo, são eles. O que acontece?
Os leilões até aqui supriram a demanda das distribuidoras, mas a energia futura está sujeita a intempéries. Exemplo: O caso da Eólica do Proinfa que teve problemas de fornecimento de equipamentos e furou previsão de entrada. Quer mais? Casos de várias PCHs que têm problemas por conta da LO (licença de Operação) e atrasam a entrada. Mais uma? Embargos e exigências ambientais nas grandes usinas. E mais uma: O caso das térmicas que são estimadas oficialmente com uma energia e na prática perdem 30% por diversas razões.
O governo deve considerar a quebra nas suas projeções e a EPE trabalha, como não poderia ser diferente, com o cenário otimista.
O consumo de energia é sintoma de vigor econômico. Ela deve se antecipar ao crescimento, ao mesmo tempo, é alavancada por ele. Nosso crescimento médio de consumo sempre foi de 4,5%, este ano de 3,8% mostra que estamos "slow down".
Continuo achando que o caso da energia é crítico. Um acerto definitivo no marco regulatório, busca de novas fontes, equacionamento do problema do gás e mudanças no contexto ambiental irão fazer mais efeito que o PAC. Só falar em obras, aliás, que estavam previstas, não resolverá o problema.
Sem energia não existe crescimento. Se por qualquer motivo o Brasil puder crescer 7%?
O que acontecerá?
Perderemos a chance por não termos o insumo? Esta hipótese é a mais certa.
terça-feira, janeiro 23, 2007
Repercussão do PAC.
Até agora a confusão está estabelecida no mercado. O ceticismo é geral. Como sempre temos sempre motivos para ver ou para não ver. Sempre teremos críticas positivas e negativas. O saldo final do PAC, na verdade o que interessa, será avalidao com os resultados ou não!
O FGTS para o fundo que querem criar será questionado na justiça pelos sindicatos. O FGTS tem regulamentação de uso e mudar isso não será fácil.
Governadores reclamam da renúncia fiscal e da não priorização de obras em seus estados. Ok, a priorização é pertinente, vi entrevista do governador do Espírito Santo Paulo Artung se queixando que a infra portuária de lá não foi contemplada. Faz sentido! A questão de Minas Gerais com a maior malha viária também ficou nebulosa.
A reclamação de renúncia fiscal é bobagem, o país crescendo eles vão é arrecadar mais.
O sucesso está na forma de implantação, continuo afirmando. Se demora muito, esquece. As mega obras anunciadas, já eram previstas e algumas se arrastam por 20 anos, caso da usina hidroelétrica do Rio Madeira.
Muitas coisas devem ser detalhadas e a visão que fica é de que foi mesmo um espetáculo de marketing, início de segundo mandato. Espero estar errado.
As metas apresentadas são fictícias: O crescimento de 4% em 2007 e 5% em 2008 não existe e o controle das contas públicas depende disso. Quando soltaram o orçamento escrevi sobre isso.
Clique e veja mais a Bomba do orçamento de 2007.
Continuo achando que faltou foco na questão regulatória das agências, principalmente Aneel,Ana e Anatel. Falta também foco em tecnologia e produtividade.
Uma coisa é certa, iremos conviver com esforços do governo e muito provavelmente problemas mundiais que são aguardados há tempo.
Será que este PAC não deveria ter saído antes?
Como vai se comportar o COPOM nesta quarta?
Vamos esperar mais informações! Muitos pontos ainda devem ser esclarecidos.
Continuo na torcida, o Brasil precisa!
O FGTS para o fundo que querem criar será questionado na justiça pelos sindicatos. O FGTS tem regulamentação de uso e mudar isso não será fácil.
Governadores reclamam da renúncia fiscal e da não priorização de obras em seus estados. Ok, a priorização é pertinente, vi entrevista do governador do Espírito Santo Paulo Artung se queixando que a infra portuária de lá não foi contemplada. Faz sentido! A questão de Minas Gerais com a maior malha viária também ficou nebulosa.
A reclamação de renúncia fiscal é bobagem, o país crescendo eles vão é arrecadar mais.
O sucesso está na forma de implantação, continuo afirmando. Se demora muito, esquece. As mega obras anunciadas, já eram previstas e algumas se arrastam por 20 anos, caso da usina hidroelétrica do Rio Madeira.
Muitas coisas devem ser detalhadas e a visão que fica é de que foi mesmo um espetáculo de marketing, início de segundo mandato. Espero estar errado.
As metas apresentadas são fictícias: O crescimento de 4% em 2007 e 5% em 2008 não existe e o controle das contas públicas depende disso. Quando soltaram o orçamento escrevi sobre isso.
Clique e veja mais a Bomba do orçamento de 2007.
Continuo achando que faltou foco na questão regulatória das agências, principalmente Aneel,Ana e Anatel. Falta também foco em tecnologia e produtividade.
Uma coisa é certa, iremos conviver com esforços do governo e muito provavelmente problemas mundiais que são aguardados há tempo.
Será que este PAC não deveria ter saído antes?
Como vai se comportar o COPOM nesta quarta?
Vamos esperar mais informações! Muitos pontos ainda devem ser esclarecidos.
Continuo na torcida, o Brasil precisa!
O PAC - Finalmente?
O PAC - O pacote completo na íntegra
Toda mídia nacional traz as manchetes com anúncio do pacote.Favoráveis ou não, a situação está ai. Vamos lá.
O “espetáculo do crescimento” friamente: A intenção é ainda a tônica deste PAC. Ambição também, pois existem metas que dificilmente serão cumpridas. A aposta no crescimento de 4,5% e 5% para 2007 e 2008 pode ser o calcanhar de Aquiles. Os recursos previstos para investimentos e sua efetiva realização podem frustar as expectativas.De toda forma é positivo. Um ponto forte: a forma de coordenação e gestão que terá a Dilma Russef como comandante. Ela é boa de serviço e vai correr atrás, é disparado o melhor quadro do governo.
Eles prometem gastar R$ 504 bilhões até 2010.Ponto de destaque, o setor elétrico com R$ 274,8 bilhões. Falha: Este recurso já estava previsto e as chances de saírem os grandes projetos do setor são mínimas por questões ambientais. Algo saíra, mas não a totalidade prevista. As outras projeções de investimentos em Recursos Hídricos: R$ 12,6 bilhões, Transporte e Logística: R$ 58,3 bilhões, Saneamento: R$ 8,8 bilhões e Habitação: R$ 27,5 bilhões, são parte do processo natural, inclusive deve ser acelerado pelo sucateamento atual de alguns setores. Deve ser executado, mas não na totalidade. Obras são geradoras de emprego e renda sendo bom alento sempre.
Renúncia fiscal, com diferimento de PIS/Cofis e algumas isenções. Muito tímidas as medidas em minha opinião.
A criação do Fundo de Infra-Estrutura com recursos do FGTS já tomou críticas dos sindicatos e é assunto polêmico. Infra-Estrutura não tem taxas de retorno tão atrativas assim e sempre existem riscos. Eu não colocaria meu FGTS neste fundo se tivesse.
Outras medidas como aumento de tabela de IR, mudanças em alíquotas na construção civil e para informática são pequenas, pouco influenciará no contexto.
São positivas, claro, sempre desoneração tributária deve ser bem vista e bem vinda. Francamente, não me impressionou, mas pode ser uma luz no fim do túnel.
Vou torcer e rezar, mas pragmaticamente não posso acreditar e apostar nas medidas.
O que poderia ser feito a mais?
1-Peso do governo na reforma da previdência e leis trabalhistas
2- Acerto no marco regulatório com mais ênfase na regulamentação
3- Aceleração das PPPs.
4- Incentivo à tecnologia e produtividade
Estas medidas, vitais para o crescimento, trariam com mais certeza e garantia o capital privado que será necessário e vital para o crescimento.
Algumas das sugeridas por mim não são potencializadas pela pirotecnia de mídia, discursos e os resultados traspassam o mandato de Lula. Podem soar intangíveis e isso político não gosta.
Precisamos pensar mais no futuro deste país, mas no médio e longo prazo, não em um termo político.
Toda mídia nacional traz as manchetes com anúncio do pacote.Favoráveis ou não, a situação está ai. Vamos lá.
O “espetáculo do crescimento” friamente: A intenção é ainda a tônica deste PAC. Ambição também, pois existem metas que dificilmente serão cumpridas. A aposta no crescimento de 4,5% e 5% para 2007 e 2008 pode ser o calcanhar de Aquiles. Os recursos previstos para investimentos e sua efetiva realização podem frustar as expectativas.De toda forma é positivo. Um ponto forte: a forma de coordenação e gestão que terá a Dilma Russef como comandante. Ela é boa de serviço e vai correr atrás, é disparado o melhor quadro do governo.
Eles prometem gastar R$ 504 bilhões até 2010.Ponto de destaque, o setor elétrico com R$ 274,8 bilhões. Falha: Este recurso já estava previsto e as chances de saírem os grandes projetos do setor são mínimas por questões ambientais. Algo saíra, mas não a totalidade prevista. As outras projeções de investimentos em Recursos Hídricos: R$ 12,6 bilhões, Transporte e Logística: R$ 58,3 bilhões, Saneamento: R$ 8,8 bilhões e Habitação: R$ 27,5 bilhões, são parte do processo natural, inclusive deve ser acelerado pelo sucateamento atual de alguns setores. Deve ser executado, mas não na totalidade. Obras são geradoras de emprego e renda sendo bom alento sempre.
Renúncia fiscal, com diferimento de PIS/Cofis e algumas isenções. Muito tímidas as medidas em minha opinião.
A criação do Fundo de Infra-Estrutura com recursos do FGTS já tomou críticas dos sindicatos e é assunto polêmico. Infra-Estrutura não tem taxas de retorno tão atrativas assim e sempre existem riscos. Eu não colocaria meu FGTS neste fundo se tivesse.
Outras medidas como aumento de tabela de IR, mudanças em alíquotas na construção civil e para informática são pequenas, pouco influenciará no contexto.
São positivas, claro, sempre desoneração tributária deve ser bem vista e bem vinda. Francamente, não me impressionou, mas pode ser uma luz no fim do túnel.
Vou torcer e rezar, mas pragmaticamente não posso acreditar e apostar nas medidas.
O que poderia ser feito a mais?
1-Peso do governo na reforma da previdência e leis trabalhistas
2- Acerto no marco regulatório com mais ênfase na regulamentação
3- Aceleração das PPPs.
4- Incentivo à tecnologia e produtividade
Estas medidas, vitais para o crescimento, trariam com mais certeza e garantia o capital privado que será necessário e vital para o crescimento.
Algumas das sugeridas por mim não são potencializadas pela pirotecnia de mídia, discursos e os resultados traspassam o mandato de Lula. Podem soar intangíveis e isso político não gosta.
Precisamos pensar mais no futuro deste país, mas no médio e longo prazo, não em um termo político.
segunda-feira, janeiro 22, 2007
A liquidez mundial e o PAC
Leio sempre a Coluna de Antônio Machado, Brasil S/A, no jornal Estado de Minas, pena não ter um link digital. Esta coluna é ótima e recomendo.
Neste domingo 21/01 ele aborda a questão da liquidez mundial: A consultoria americana McKinsey compila as cifras mundiais, fabulosas: Segundo a McKinsey desde 1990 fluxo de capitais entre países cresce a taxa de 10,7% ao ano, considerando as taxas cambiais constantes em 2005. Os mercados financeiros nacionais estão se integrando ao único mercado global, diz a McKinsey. Claro, não podendo ser diferente, 80% do fluxo dos capitais são da UE, EUA e Inglaterra. Os EUA são os maiores tomadores e maiores doadores. Se considerado o crescimento do PIB global médio de 3,5% desde 1990, o fluxo entre países cresce na velocidade muito maior. Os países emergentes recebem crescentemente capitais, duas vezes mais que os países desenvolvidos. Ou seja, é a globalização aliada à tecnologia e a era da informação.
Riscos: Um ajuste é esperado pela alta liquidez do mercado global e pela característica ciclotímica da economia.O Brasil pode se dar mal e já disse aqui.
O PAC lançado agora busca capital privado. Não existe mais esta de estado propulsor de crescimento, ele pode ajudar como pode atrapalhar. Na verdade quem fará o crescimento sustentável é a geração de riqueza em ciclo virtuoso com recursos privados e externos. O capital necessário a infraestrutura antecipa o crescimento e deve ser privado na sua maioria. O Brasil terá que conviver com a arrumação da sua base de infraestrutura e ao mesmo tempo criar condições para reverter o ciclo vicioso atual.
Os externos estão ai segundo a McKinsey, mas compete criarmos as condições para que eles cheguem saudável ao Brasil. Capital especulativo é fria e qualquer crise mundial a coisa detona aqui.
O capital tem coração de passarinho, pernas de lebre e memória de elefante. Nosso fluxo vem caindo e isso é grave. O PAC reverterá a tendência?
Bom, continuamos a avaliar o PAC para comentários, mas parece que o mercado e analistas continuam céticos, muita conversa e promessa. Intenção boa e agora vamos ver a ação.
Neste domingo 21/01 ele aborda a questão da liquidez mundial: A consultoria americana McKinsey compila as cifras mundiais, fabulosas: Segundo a McKinsey desde 1990 fluxo de capitais entre países cresce a taxa de 10,7% ao ano, considerando as taxas cambiais constantes em 2005. Os mercados financeiros nacionais estão se integrando ao único mercado global, diz a McKinsey. Claro, não podendo ser diferente, 80% do fluxo dos capitais são da UE, EUA e Inglaterra. Os EUA são os maiores tomadores e maiores doadores. Se considerado o crescimento do PIB global médio de 3,5% desde 1990, o fluxo entre países cresce na velocidade muito maior. Os países emergentes recebem crescentemente capitais, duas vezes mais que os países desenvolvidos. Ou seja, é a globalização aliada à tecnologia e a era da informação.
Riscos: Um ajuste é esperado pela alta liquidez do mercado global e pela característica ciclotímica da economia.O Brasil pode se dar mal e já disse aqui.
O PAC lançado agora busca capital privado. Não existe mais esta de estado propulsor de crescimento, ele pode ajudar como pode atrapalhar. Na verdade quem fará o crescimento sustentável é a geração de riqueza em ciclo virtuoso com recursos privados e externos. O capital necessário a infraestrutura antecipa o crescimento e deve ser privado na sua maioria. O Brasil terá que conviver com a arrumação da sua base de infraestrutura e ao mesmo tempo criar condições para reverter o ciclo vicioso atual.
Os externos estão ai segundo a McKinsey, mas compete criarmos as condições para que eles cheguem saudável ao Brasil. Capital especulativo é fria e qualquer crise mundial a coisa detona aqui.
O capital tem coração de passarinho, pernas de lebre e memória de elefante. Nosso fluxo vem caindo e isso é grave. O PAC reverterá a tendência?
Bom, continuamos a avaliar o PAC para comentários, mas parece que o mercado e analistas continuam céticos, muita conversa e promessa. Intenção boa e agora vamos ver a ação.
domingo, janeiro 21, 2007
O PAC - Será conhecido dia 22, amanhã!
Pacote do crescimento divide a equipe e cria desconfiança
Para analistas, medidas que serão anunciadas por Lula amanhã dificilmente conseguirão destravar o País - Fonte Estadão
Clique e leia mais
As bases teóricas do PAC são conhecidas, as medidas parece que não vazaram ainda e serão conhecidas amanhã. O ceticismo é geral. Intenção sem ação é ilusão e de boas intenções o inferno está cheio.
Vamos torcer e aguardar, mas algumas coisas vou deixar registrado aqui.
O BC é fundamental na questão, se ele ainda estiver atuando como até aqui e lutando a batalha que já acabou, vai ser o grande problema de dar alguma coisa certa.
A França lutou a segunda guerra como na primeira e teve até governo alemão. Não se pode lutar contra fatos que aparentemente encontram-se sob controle: A consistência macro no controle inflacionário. Claro, a atenção é permanente, mas hoje poderiamos amenizar o rigor monetário que o BC gere. Se o BC, que na minha opinião é dominado pelos banqueiros, não colaborar, vai dar confusão e vamos nos frustar, todos. O interesse da Banca pode ajudar ou atrapalhar a coisa. Não sei ainda avaliar os impactos no negócio Banco, mas se ferir interesses, pode esquecer o BC e ai começa o perigo, ele é peça chave na execução deste PAC.
Vamos ver as medidas e voltamos ao assunto. A base teórica é fácil e onde se deve mexer é sabido. O problema todo é como fazer e no tempo que interessa.
Já disse, o sucesso deste pacote estará mais na ação do que na concepção.
Para analistas, medidas que serão anunciadas por Lula amanhã dificilmente conseguirão destravar o País - Fonte Estadão
Clique e leia mais
As bases teóricas do PAC são conhecidas, as medidas parece que não vazaram ainda e serão conhecidas amanhã. O ceticismo é geral. Intenção sem ação é ilusão e de boas intenções o inferno está cheio.
Vamos torcer e aguardar, mas algumas coisas vou deixar registrado aqui.
O BC é fundamental na questão, se ele ainda estiver atuando como até aqui e lutando a batalha que já acabou, vai ser o grande problema de dar alguma coisa certa.
A França lutou a segunda guerra como na primeira e teve até governo alemão. Não se pode lutar contra fatos que aparentemente encontram-se sob controle: A consistência macro no controle inflacionário. Claro, a atenção é permanente, mas hoje poderiamos amenizar o rigor monetário que o BC gere. Se o BC, que na minha opinião é dominado pelos banqueiros, não colaborar, vai dar confusão e vamos nos frustar, todos. O interesse da Banca pode ajudar ou atrapalhar a coisa. Não sei ainda avaliar os impactos no negócio Banco, mas se ferir interesses, pode esquecer o BC e ai começa o perigo, ele é peça chave na execução deste PAC.
Vamos ver as medidas e voltamos ao assunto. A base teórica é fácil e onde se deve mexer é sabido. O problema todo é como fazer e no tempo que interessa.
Já disse, o sucesso deste pacote estará mais na ação do que na concepção.
sábado, janeiro 20, 2007
Fernando Pessoa falando de economia!
As idéias liberais e atuais de Pessoa
Para o poeta português, o Estado era ‘o pior dos sistemas imagináveis’
Clique e leia mais- Estadão
Até procurei hoje, mas ainda não achei. O livro Economia em Pessoa parece ser muito bom.
Li que seria lançado dia 14/01. O livro tem comentários de Gustavo Franco que parece ser o editor ou patrocinador do livro.
Eu já era fã de Fernando Pessoa, com a sinopse que li tenho chance de ficar mais.
Gênios têm a vantagem de dissertarem sobre qualquer tema. A razão e bom senso não demandam conhecimentos teóricos profundos, ainda bem.
Dizem que a única coisa que Deus distribuiu ao homem equitativamente foi o bom senso e a razão, mas é difícil acreditar.
Estou louco para ler e comentar depois.
Hugo Chávez e cia. poderiam ler.
Para o poeta português, o Estado era ‘o pior dos sistemas imagináveis’
Clique e leia mais- Estadão
Até procurei hoje, mas ainda não achei. O livro Economia em Pessoa parece ser muito bom.
Li que seria lançado dia 14/01. O livro tem comentários de Gustavo Franco que parece ser o editor ou patrocinador do livro.
Eu já era fã de Fernando Pessoa, com a sinopse que li tenho chance de ficar mais.
Gênios têm a vantagem de dissertarem sobre qualquer tema. A razão e bom senso não demandam conhecimentos teóricos profundos, ainda bem.
Dizem que a única coisa que Deus distribuiu ao homem equitativamente foi o bom senso e a razão, mas é difícil acreditar.
Estou louco para ler e comentar depois.
Hugo Chávez e cia. poderiam ler.
Mercosul Final!
17. Reafirmaram o caráter fundamental do compromisso democrático que é inerente à participação no MERCOSUL e manifestaram, nesse contexto, a satisfação pelo início do funcionamento do mecanismo de observação eleitoral do MERCOSUL, nas recentes eleições presidenciais no Brasil e na Venezuela. Saudaram ainda a criação do Observatório da Democracia do MERCOSUL, mecanismo de defesa e promoção dos valores democráticos na região.
Este é um trecho do documento final do encontro.
Nota final do encontro dos países do Mercosul- Leia a nota completa
Uma prova que o Mercosul caminha para o fracasso é a abordagem de compromisso democrático conflitando com as loucuras de Chávez e Morales. O presidente eleito do Equador Rafel Correa parece seguir os passos dos esquerdistas do século XXI.
O que farão os países membros quando recrudescer os problemas na Venezuela?
A opção pelo bloco e a integração regional são fatores determinantes do sucesso no futuro destes países, temos opção pela Alca, mas o combate ideólogico sobrepassa o pragmatismo de resultados.
Vamos aguardar os próximos capítulos da pilhéria sulamericana, agora na tentativa de retornar ao sonho de Simón Bolivar.
Meu Deus do céu!
Este é um trecho do documento final do encontro.
Nota final do encontro dos países do Mercosul- Leia a nota completa
Uma prova que o Mercosul caminha para o fracasso é a abordagem de compromisso democrático conflitando com as loucuras de Chávez e Morales. O presidente eleito do Equador Rafel Correa parece seguir os passos dos esquerdistas do século XXI.
O que farão os países membros quando recrudescer os problemas na Venezuela?
A opção pelo bloco e a integração regional são fatores determinantes do sucesso no futuro destes países, temos opção pela Alca, mas o combate ideólogico sobrepassa o pragmatismo de resultados.
Vamos aguardar os próximos capítulos da pilhéria sulamericana, agora na tentativa de retornar ao sonho de Simón Bolivar.
Meu Deus do céu!
sexta-feira, janeiro 19, 2007
A 32ª Reunião de Cúpula do MERCOSUL
A 32ª Reunião de Cúpula do MERCOSUL tem mostrado a desafinação e o nível dos governantes que temos na nossa tão sofrida América do Sul.
Um festival de bravatas e desentendimentos parecem ser a tônica do encontro.
Triste época quando assistimos uma chamada onda esquerdista tomando conta de nosso continente na contramão da história. As discussões estéreis embutidas no nacionalismo e populismo dos governantes têm também uma pitada de vaidade, inerente a este tipo de liderança quando chega ao poder.
Leia o que prega Chávez
Para quem não sabe ou talvez não acredite, a globalização e a tecnologia exigirão cada vez mais integração entre países. A vocação e união de cada região serão importantes fatores de competitividade global, além de sustentar a geração de riqueza e crescimento.
Li um livro chamado Head to Head de Lester Torrow. Não sei como ficou a tradução para o português, mas seria Cabeça a Cabeça. Lester Turrow foi assessor de Bill Clinton e tem larga experiência nas questões globais.
Ele profetiza o mundo em grandes blocos globais como União Européia, ALCA, etc. A vocação de cada região será sua força. Antes da consolidação da UE, Turrow apropriadamente predizia a tendência mundial. O MERCOSUL, inspirado na UE não deve dar em nada. Uruguay e Paraguay pragmaticamente caminham para ALCA. Chávez esperneia e tenta barrar a ALCA com um discurso ultrapassado e messiânico de salvador do mundo. Agora inventa o socialismo do século XXI enquanto a China dá exemplos de como não errar na ilusão e discurso socialista.
Um pena o que assistimos. Uma idéia boa e pertinente virando pó nas mãos de alucinados que não se entendem. O Brasil ficará como nesta história? Não será melhor descer do muro e assumirmos logo a ALCA? Não dá para ver claramente que o MERCOSUL está fadado ao fracasso?
Mais uma vez vejo que o tempo passa e as oportunidades também. O MERCOSUL sem convergência política, econômica e com grande viés de vanidade segue ladeira abaixo.
Ao invés de consolidar a posição original com Argentina,Paraguay, Brasil e Uruguay, inventaram a Venezuela e a Bolívia. A confusão antes da arrumação cria o palco iluminado para os doidos, além de detonar o projeto postergando a adesão dos esclarecidos a ALCA. Não que a ALCA seja a solução final, é a que vingará pelo pragmatismo adotado. Ajustes serão necessários assim como foi na UE, mas eles vão consertar e breve farão frente a UE confirmando o pensamento de Turrow.
Gostaria de ver o MERCOSUL funcionando, mas não consigo mais acreditar, pelo menos enquanto a escória estiver discursando e tentando dar as cartas.
Um festival de bravatas e desentendimentos parecem ser a tônica do encontro.
Triste época quando assistimos uma chamada onda esquerdista tomando conta de nosso continente na contramão da história. As discussões estéreis embutidas no nacionalismo e populismo dos governantes têm também uma pitada de vaidade, inerente a este tipo de liderança quando chega ao poder.
Leia o que prega Chávez
Para quem não sabe ou talvez não acredite, a globalização e a tecnologia exigirão cada vez mais integração entre países. A vocação e união de cada região serão importantes fatores de competitividade global, além de sustentar a geração de riqueza e crescimento.
Li um livro chamado Head to Head de Lester Torrow. Não sei como ficou a tradução para o português, mas seria Cabeça a Cabeça. Lester Turrow foi assessor de Bill Clinton e tem larga experiência nas questões globais.
Ele profetiza o mundo em grandes blocos globais como União Européia, ALCA, etc. A vocação de cada região será sua força. Antes da consolidação da UE, Turrow apropriadamente predizia a tendência mundial. O MERCOSUL, inspirado na UE não deve dar em nada. Uruguay e Paraguay pragmaticamente caminham para ALCA. Chávez esperneia e tenta barrar a ALCA com um discurso ultrapassado e messiânico de salvador do mundo. Agora inventa o socialismo do século XXI enquanto a China dá exemplos de como não errar na ilusão e discurso socialista.
Um pena o que assistimos. Uma idéia boa e pertinente virando pó nas mãos de alucinados que não se entendem. O Brasil ficará como nesta história? Não será melhor descer do muro e assumirmos logo a ALCA? Não dá para ver claramente que o MERCOSUL está fadado ao fracasso?
Mais uma vez vejo que o tempo passa e as oportunidades também. O MERCOSUL sem convergência política, econômica e com grande viés de vanidade segue ladeira abaixo.
Ao invés de consolidar a posição original com Argentina,Paraguay, Brasil e Uruguay, inventaram a Venezuela e a Bolívia. A confusão antes da arrumação cria o palco iluminado para os doidos, além de detonar o projeto postergando a adesão dos esclarecidos a ALCA. Não que a ALCA seja a solução final, é a que vingará pelo pragmatismo adotado. Ajustes serão necessários assim como foi na UE, mas eles vão consertar e breve farão frente a UE confirmando o pensamento de Turrow.
Gostaria de ver o MERCOSUL funcionando, mas não consigo mais acreditar, pelo menos enquanto a escória estiver discursando e tentando dar as cartas.
quarta-feira, janeiro 17, 2007
A origem dos problemas?
Sempre ouvimos falar que nossa colonização era a origem dos problemas desta nação. Acabo de ler o quarto livro da Coleção Terra Brasilis de Eduardo Bueno, A Coroa, a cruz e a espada, me fazendo refletir na verdade sobre a origem de nossa cultura oportunista, burocrática, corrupta e irresponsável.
Nos idos de 1500 a 1550, os abusos da igreja católica, o mercado burguês e os pensadores renascentistas rebentaram uma contra ação dos reinos que entraram em fase de centralização e controle, aqui começa nosso calvário burocrático, ou pelo menos se acentua.
Alguns fatos mencionados por Eduardo Bueno em A Coroa, a cruz e a espada que merecem registro:
1-Portugal tinha duas moedas, o Cruzado e o Real. Um cruzado equivalia a 3,5 gramas de ouro e 400 reais da época. Uma analogia com o dólar atual, que não existia, podendo ser considerado pela paridade com o ouro chegou ao seguinte: um Real valeria Us$ 6,0 dólares se este existisse na época.
2-O salário mínimo era de 360 reais (60 Us$), um pedreiro recebia: 600 reais (100 Us$), um marinheiro: 900 reais (150 Us$), todos, salários mensais.
3-Agora vejam os abonados, protegidos pelo estado ou pela igreja, tão mandatária como os governos ou mais: Um Escrivão: 3.330 (555 Us$), Corregedor de Justiça: 14.166 (2.361 Us$), Provedor-mor, uma espécie que cuidava das finanças: 16.666 (2.777 Us$).
Nota-se que a diferença é brutal e guarda muita semelhança com nossos dias.
O livro aborda a instalação do primeiro governo geral, a criação de Salvador. O governador Tomé de Souza, com proventos de 400 mil anos, 33.333 reais por mês (5.555 Us$) parece que era sério e preparado. Foram gastos um milhão de cruzados, correspondentes a 60 milhões de dólares se existissem e comparados pela paridade ouro. É uma fortuna para hoje, imagina na época.
O estado colocava suas garras nas questões de arrecadação, justiça e controle e eram nomeados os chamados “letrados”: Juizes, desembargadores, ouvidores, escrivães, meirinhos, cobradores, vedores, almoxarifes, etc. Eles eram designados abundantemente pelo poder real e seus asseclas. Segundo o livro, apesar dos altos salários, desviavam verbas públicas e recebiam propinas. Qualquer semelhança com o que vivemos atualmente não é mera coincidência.
No ano de 1549 vem para o Brasil Tomé de Souza, e sua trupe. Foram muitos colonos, armeiros e assessores, mas seus auxiliares diretos, Antônio Cardoso de Barros,Provedor-mor (espécie de Ministro da Fazenda) e Pero Borges, Ouvidor geral,(espécie de juiz) tinham antecedentes de corrupção e foram acusados posteriormente pelos mesmos crimes. Vejam bem, naquela época a cúpula já tinha máculas. As nomeações eram apadrinhadas pelo Rei João III e seus amigos.
Relatos da ineficiência eram enormes, do nepotismo e protecionismo aos amigos também. Isso levou o governante a realizar as obras por empreitada e a corrupção é relatada como abundante e constante. Não parece que o filme está sendo repetido atualmente?
Um detalhe impressionante: A justiça era diferenciada e os “fidalgos” (filhos de algo) recebiam punição diferenciada do “peão” (homens a pé). A ascensão social além dos ganhos pecuniários proporcionava tratamento diferenciado na justiça e isenção de impostos. Mais um vez não parece clara que a herança é antiga e passa de geração para geração? Aqui, mesmo com um sistema judicial e tributário evoluido, ainda assim os poderosos conseguem se safar.
Outro dado: O poder da igreja era incomensurável e nosso primeiro Bispo, Pero Sardinha aprontava e roubava como ninguém. Máculas de séculos persistem. Impressionante, não é?
Faça analogia a outras colonizações, como a dos EUA, e comparem.
Minha tese pode estar furada, mas precisamos repensar o Brasil.
Vale a pena ler os quatros livros, a história é simplificada, romanceada, objetiva, com fontes e referência bibliográficas de alta relevância.
Nos idos de 1500 a 1550, os abusos da igreja católica, o mercado burguês e os pensadores renascentistas rebentaram uma contra ação dos reinos que entraram em fase de centralização e controle, aqui começa nosso calvário burocrático, ou pelo menos se acentua.
Alguns fatos mencionados por Eduardo Bueno em A Coroa, a cruz e a espada que merecem registro:
1-Portugal tinha duas moedas, o Cruzado e o Real. Um cruzado equivalia a 3,5 gramas de ouro e 400 reais da época. Uma analogia com o dólar atual, que não existia, podendo ser considerado pela paridade com o ouro chegou ao seguinte: um Real valeria Us$ 6,0 dólares se este existisse na época.
2-O salário mínimo era de 360 reais (60 Us$), um pedreiro recebia: 600 reais (100 Us$), um marinheiro: 900 reais (150 Us$), todos, salários mensais.
3-Agora vejam os abonados, protegidos pelo estado ou pela igreja, tão mandatária como os governos ou mais: Um Escrivão: 3.330 (555 Us$), Corregedor de Justiça: 14.166 (2.361 Us$), Provedor-mor, uma espécie que cuidava das finanças: 16.666 (2.777 Us$).
Nota-se que a diferença é brutal e guarda muita semelhança com nossos dias.
O livro aborda a instalação do primeiro governo geral, a criação de Salvador. O governador Tomé de Souza, com proventos de 400 mil anos, 33.333 reais por mês (5.555 Us$) parece que era sério e preparado. Foram gastos um milhão de cruzados, correspondentes a 60 milhões de dólares se existissem e comparados pela paridade ouro. É uma fortuna para hoje, imagina na época.
O estado colocava suas garras nas questões de arrecadação, justiça e controle e eram nomeados os chamados “letrados”: Juizes, desembargadores, ouvidores, escrivães, meirinhos, cobradores, vedores, almoxarifes, etc. Eles eram designados abundantemente pelo poder real e seus asseclas. Segundo o livro, apesar dos altos salários, desviavam verbas públicas e recebiam propinas. Qualquer semelhança com o que vivemos atualmente não é mera coincidência.
No ano de 1549 vem para o Brasil Tomé de Souza, e sua trupe. Foram muitos colonos, armeiros e assessores, mas seus auxiliares diretos, Antônio Cardoso de Barros,Provedor-mor (espécie de Ministro da Fazenda) e Pero Borges, Ouvidor geral,(espécie de juiz) tinham antecedentes de corrupção e foram acusados posteriormente pelos mesmos crimes. Vejam bem, naquela época a cúpula já tinha máculas. As nomeações eram apadrinhadas pelo Rei João III e seus amigos.
Relatos da ineficiência eram enormes, do nepotismo e protecionismo aos amigos também. Isso levou o governante a realizar as obras por empreitada e a corrupção é relatada como abundante e constante. Não parece que o filme está sendo repetido atualmente?
Um detalhe impressionante: A justiça era diferenciada e os “fidalgos” (filhos de algo) recebiam punição diferenciada do “peão” (homens a pé). A ascensão social além dos ganhos pecuniários proporcionava tratamento diferenciado na justiça e isenção de impostos. Mais um vez não parece clara que a herança é antiga e passa de geração para geração? Aqui, mesmo com um sistema judicial e tributário evoluido, ainda assim os poderosos conseguem se safar.
Outro dado: O poder da igreja era incomensurável e nosso primeiro Bispo, Pero Sardinha aprontava e roubava como ninguém. Máculas de séculos persistem. Impressionante, não é?
Faça analogia a outras colonizações, como a dos EUA, e comparem.
Minha tese pode estar furada, mas precisamos repensar o Brasil.
Vale a pena ler os quatros livros, a história é simplificada, romanceada, objetiva, com fontes e referência bibliográficas de alta relevância.
O PAC - Programa de Aceleração do Crescimento!
Em sua primeira reunião de trabalho depois das férias no Guarujá (SP), Lula aprovou nesta terça (16) as medidas que integrarão o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). O pacote “destravador” da economia será anunciado na próxima segunda-feira (22).
Baseia-se num tripé: desoneração de tributos, pesada contenção dos gastos do governo e aumento dos investimentos públicos. Espera-se que as providências assegurem para 2008 um crescimento econômico de pelo menos 4% do PIB.
Fonte: Blog Josias de Souza hoje 17/01/2007.
Vamos esperar o pacote. Na base teórica está tudo maravilhoso, quero ver no mundo real.
Uma das características do PT é planejar muito nas lousas das salas e esquecer que a "real life", o campo são diferentes. Intenção sem ação é ilusão, digo sempre.
Espero que nestes quatro anos passados o apredizado tenha sido bom e os erros diminuam para nossos executivos governistas.
O tripé está ótimo e o caminho é este, quero ver a implementação das medidas em prazo compatível com a realidade e necessidade.
No artigo 2007 pode ser decisivo para economiado Brasil abordei algumas destas questões.
A torcida permanece, mas crescimento de 4% só por milagre. Outra questão?
Como implantar as medidas? Por Medida Provisória? Como ficam os outros entes federativos e republicanos?
O segredo para um possível sucesso estará na forma de ação do governo, não nas idéias.
Baseia-se num tripé: desoneração de tributos, pesada contenção dos gastos do governo e aumento dos investimentos públicos. Espera-se que as providências assegurem para 2008 um crescimento econômico de pelo menos 4% do PIB.
Fonte: Blog Josias de Souza hoje 17/01/2007.
Vamos esperar o pacote. Na base teórica está tudo maravilhoso, quero ver no mundo real.
Uma das características do PT é planejar muito nas lousas das salas e esquecer que a "real life", o campo são diferentes. Intenção sem ação é ilusão, digo sempre.
Espero que nestes quatro anos passados o apredizado tenha sido bom e os erros diminuam para nossos executivos governistas.
O tripé está ótimo e o caminho é este, quero ver a implementação das medidas em prazo compatível com a realidade e necessidade.
No artigo 2007 pode ser decisivo para economiado Brasil abordei algumas destas questões.
A torcida permanece, mas crescimento de 4% só por milagre. Outra questão?
Como implantar as medidas? Por Medida Provisória? Como ficam os outros entes federativos e republicanos?
O segredo para um possível sucesso estará na forma de ação do governo, não nas idéias.
terça-feira, janeiro 16, 2007
Meus Artigos publicados!
Escrevo por prazer. Assim como adoro ler, amo escrever.
Este Blog é meu hobby, e como disse, não tenho metas para a felicidade, ela é um estado de espírito. Escrever me faz muito bem.
Bacana são os elogios que recebo eventualmente. Como tem um tempo que não publico meus artigos, alguns amigos e amigas, elogiando claro, me pediram que escrevesse mais.
Seguem ai então dois links com vários artigos meus publicados, temas diversos:
Todos artigos do site ND News On line
Todos Artigos do Site Tolerância Zero
Este Blog é meu hobby, e como disse, não tenho metas para a felicidade, ela é um estado de espírito. Escrever me faz muito bem.
Bacana são os elogios que recebo eventualmente. Como tem um tempo que não publico meus artigos, alguns amigos e amigas, elogiando claro, me pediram que escrevesse mais.
Seguem ai então dois links com vários artigos meus publicados, temas diversos:
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segunda-feira, janeiro 15, 2007
Justiça social x capitalismo
Um clérigo ligado aos ditos movimentos sociais voltou de viagem a Cuba e andou pregando sobre a ilha na igreja que freqüento aqui em BH. Claro, as reações foram várias de indignação e muitas de aprovação. Em minha opinião não é muito conveniente misturar religião com política, mas é inevitável, especialmente para figuras como esta.
Escrevi sobre Cuba, quem quiser ver é só clicar aqui: E Agora comandante?
Com Chávez falando em socialismo as chances da volta ao debate devem ser grandes. Depois da queda do muro de Berlim até intelectuais e acadêmicos de esquerda tiveram que colocar o galho dentro, como dizem aqui.
Socialismo do século XXI? Este Chávez é maluco e não vai fazer nada que não foi feito no passado e fracassou. Países do leste europeu e China mostraram que não existem projetos socialistas vencedores. A Coréia do Norte é último baluarte da insanidade de líderes que se locupletam com seus asseclas em nome de um projeto bonito e filantropo de distribuição de renda e igualdade.Dizem que até o canibalismo existe lá pela falta de alimento. Imagino como é , conheci a China em 1993 e posso contar.
Quando Marx e Engels questionaram a selvageria do capitalismo, era pertinente. Em plena revolução industrial incipiente, abusos eram cometidos sim. A partir de questionamentos foram evoluindo benefícios para os mais fracos. Isso se chama justiça social, avançamos para a responsabilidade social e em sã consciência todos somos praticantes e favoráveis.
Quando ouço uma pessoa dizer: Não existe justiça social no capitalismo. Acho que existe um grande equívoco e falta de conhecimento. No socialismo é que não existe justiça social. A súcia do poder se beneficia da população que é nivelada na miséria enquanto os arautos da boa vontade tomam vinhos caros, usufruem de coisas inatingíveis para o povão e guardam(roubam) milhões no exterior. Isso foi assim, é assim e sempre será assim em regimes socialistas e ditaduras. Muito difícil existir um socialismo democrático. Se for, será no jargão, nunca na ação.
A única forma de justiça social para benefício de todos é a geração de riqueza. Riqueza só existe com lucro, produtividade e investimentos. O regime socialista se esgota na origem dos fundos necessários a manutenção dos sonhos. A necessidade cresce e o recurso se esgota com o tempo, vindo ai o problema. Muitas vezes acaba com sangue de inocentes. Os abusos do capitalismo selvagem quase inexistente hoje também muitas vezes acabaram em revolução. Os extremos são sempre ruins, a virtude estará sempre no meio.
O capitalismo gera riqueza e promove a justiça social. Abusos? Claro, sempre ocorrerão e por isso mais uma forte razão do crescimento de uma coisa chamada: RESPONSABILIDADE SOCIAL. Nós, sociedade organizada temos que colocar freios nos abusos que o capitalismo pode promover.
No socialismo? A sociedade é muda e submissa. Sabe quem coloca o freio? A história e o tempo, mas a custa de muito sacrifício dos iludidos.Quando a fonte seca o caos se estabelece.
Chávez ainda tem petróleo, mas os números lá são trágicos e a bomba explode a qualquer momento. Experiências passadas mostram isso, porque haveria de ser diferente agora?
Escrevi sobre Cuba, quem quiser ver é só clicar aqui: E Agora comandante?
Com Chávez falando em socialismo as chances da volta ao debate devem ser grandes. Depois da queda do muro de Berlim até intelectuais e acadêmicos de esquerda tiveram que colocar o galho dentro, como dizem aqui.
Socialismo do século XXI? Este Chávez é maluco e não vai fazer nada que não foi feito no passado e fracassou. Países do leste europeu e China mostraram que não existem projetos socialistas vencedores. A Coréia do Norte é último baluarte da insanidade de líderes que se locupletam com seus asseclas em nome de um projeto bonito e filantropo de distribuição de renda e igualdade.Dizem que até o canibalismo existe lá pela falta de alimento. Imagino como é , conheci a China em 1993 e posso contar.
Quando Marx e Engels questionaram a selvageria do capitalismo, era pertinente. Em plena revolução industrial incipiente, abusos eram cometidos sim. A partir de questionamentos foram evoluindo benefícios para os mais fracos. Isso se chama justiça social, avançamos para a responsabilidade social e em sã consciência todos somos praticantes e favoráveis.
Quando ouço uma pessoa dizer: Não existe justiça social no capitalismo. Acho que existe um grande equívoco e falta de conhecimento. No socialismo é que não existe justiça social. A súcia do poder se beneficia da população que é nivelada na miséria enquanto os arautos da boa vontade tomam vinhos caros, usufruem de coisas inatingíveis para o povão e guardam(roubam) milhões no exterior. Isso foi assim, é assim e sempre será assim em regimes socialistas e ditaduras. Muito difícil existir um socialismo democrático. Se for, será no jargão, nunca na ação.
A única forma de justiça social para benefício de todos é a geração de riqueza. Riqueza só existe com lucro, produtividade e investimentos. O regime socialista se esgota na origem dos fundos necessários a manutenção dos sonhos. A necessidade cresce e o recurso se esgota com o tempo, vindo ai o problema. Muitas vezes acaba com sangue de inocentes. Os abusos do capitalismo selvagem quase inexistente hoje também muitas vezes acabaram em revolução. Os extremos são sempre ruins, a virtude estará sempre no meio.
O capitalismo gera riqueza e promove a justiça social. Abusos? Claro, sempre ocorrerão e por isso mais uma forte razão do crescimento de uma coisa chamada: RESPONSABILIDADE SOCIAL. Nós, sociedade organizada temos que colocar freios nos abusos que o capitalismo pode promover.
No socialismo? A sociedade é muda e submissa. Sabe quem coloca o freio? A história e o tempo, mas a custa de muito sacrifício dos iludidos.Quando a fonte seca o caos se estabelece.
Chávez ainda tem petróleo, mas os números lá são trágicos e a bomba explode a qualquer momento. Experiências passadas mostram isso, porque haveria de ser diferente agora?
Uma lição antiga para reflexão:
Para distribuir renda promovendo a igualdade valem mais a eficiência e competência que a vontade e ilusão.
sexta-feira, janeiro 12, 2007
A escória Chávez!
Pacote socialista de Chávez pega população de surpresa
Venezuelanos ainda estão em dúvida se ‘Socialismo ou Morte’ foi bravata ou início de revolução
Estadão- 12/01/2007
Veja Mais
Escória: substantivo feminino - Sentido figurado: a parte mais desprezível coisa ou indivíduo reles, desprezível - Dicionário Houaiss
Não cabe outra definição ao louco Hugo Chávez e ao que vem fazendo como presidente eleito da Venezuela. O estado de direito deturpado pelo populismo. Maslow explica com certeza.
Ele parece querer substituir o ditador Fidel no cenário mundial, "lutando contra os oprimidos e o imperialismo ianque". Tenha a santa paciência.
Anacrônico, maluco, irresponsável.
Quem conhece um pouco da Venezuela sabe o que este tresloucado presidente populista vem fazendo. Ele mudou a constituição e em uma falácia de distribuição de renda afunda o país.
Hoje 40% da população é contra o homem que usa da politicagem e sofismas para se manter no poder.
Agora parece querer radicalizar. Seu grito psicótico de "socialismo ou morte" e as ações de estatizar empresas são sinais do lugar onde ele pode chegar.
Até as lousas dos acadêmicos e ideólogos de esquerda sabem do fracasso destas medidas e ele quer reinventar um socialismo que chama do século XXI.
Coitado do povo Venezuelano. Chávez alavancado no preço do petróleo vem fazendo misérias e provocando misérias, com trocadilho por favor.
A população emprobece, os investimentos são reduzidos, os programas assistencialistas certa hora vão sangrar até a morte por falta de recursos. A conta será paga. É processo comprovado e testado.
A previsão sombria: Uma revolução, ou melhor contra revolução.
O que me admira mais é gente séria e escolada conseguindo enxergar coisas positivas nesta maluquice de Chávez.
Os livros da história futura da Améria Latina no contexto político terão muito a contar e comparar. Pena sermos personagens desta triste história que o tempo mostrará e muito provável sangue inocente correrá.
Venezuelanos ainda estão em dúvida se ‘Socialismo ou Morte’ foi bravata ou início de revolução
Estadão- 12/01/2007
Veja Mais
Escória: substantivo feminino - Sentido figurado: a parte mais desprezível coisa ou indivíduo reles, desprezível - Dicionário Houaiss
Não cabe outra definição ao louco Hugo Chávez e ao que vem fazendo como presidente eleito da Venezuela. O estado de direito deturpado pelo populismo. Maslow explica com certeza.
Ele parece querer substituir o ditador Fidel no cenário mundial, "lutando contra os oprimidos e o imperialismo ianque". Tenha a santa paciência.
Anacrônico, maluco, irresponsável.
Quem conhece um pouco da Venezuela sabe o que este tresloucado presidente populista vem fazendo. Ele mudou a constituição e em uma falácia de distribuição de renda afunda o país.
Hoje 40% da população é contra o homem que usa da politicagem e sofismas para se manter no poder.
Agora parece querer radicalizar. Seu grito psicótico de "socialismo ou morte" e as ações de estatizar empresas são sinais do lugar onde ele pode chegar.
Até as lousas dos acadêmicos e ideólogos de esquerda sabem do fracasso destas medidas e ele quer reinventar um socialismo que chama do século XXI.
Coitado do povo Venezuelano. Chávez alavancado no preço do petróleo vem fazendo misérias e provocando misérias, com trocadilho por favor.
A população emprobece, os investimentos são reduzidos, os programas assistencialistas certa hora vão sangrar até a morte por falta de recursos. A conta será paga. É processo comprovado e testado.
A previsão sombria: Uma revolução, ou melhor contra revolução.
O que me admira mais é gente séria e escolada conseguindo enxergar coisas positivas nesta maluquice de Chávez.
Os livros da história futura da Améria Latina no contexto político terão muito a contar e comparar. Pena sermos personagens desta triste história que o tempo mostrará e muito provável sangue inocente correrá.
2007 continua na mesma situação?
1-)Vejam só
11 de janeiro de 2007 - Estadão
Brasil é penúltimo em crescimento entre países emergentes
Relatório da ONU prevê aumento do PIB do país em apenas 3,5% em 2007
Clique e leia mais
Tenho dito sempre: O pior cego é o que não quer ver.
Se crescermos 3,5% em 2007 vamos festejar. Mesmo com o arrefecimento da economia global previsto, todos países em desenvolvimento ainda terão desempenho melhor que o nosso.
No Blog do Noblat hoje, li que o governo quer dar incentivo via Bolsa Família para jovens de 15 a 18 anos estudarem. Olhem que maravilha: O Bolsa Família é herança do bolsa escola que tinha contrapartida da família para receber o dinheiro do governo: ter crianças nas escolas.
Acabaram com isso e agora voltam para incentivo aos jovens. Menos mal, educação sempre será o pilar do desenvolvimento de qualquer país. O problema é o seguinte: Onde vamos parar com este assistencialismo? Quem pagará a conta? Qual a intenção real das boas ações? Quando teremos outras opções de distribuição de renda, via crescimento, por exemplo?
Vamos aguardar e ver, mas a matéria do Estadão e nossa trajetória econômica mostra que caminhamos na contramão e mais cedo ou tarde a verdade será dolorosa e aparecerá, ou melhor, já está na mídia e na cabeça das pessoas bem informadas do Brasil.
11 de janeiro de 2007 - Estadão
Brasil é penúltimo em crescimento entre países emergentes
Relatório da ONU prevê aumento do PIB do país em apenas 3,5% em 2007
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Tenho dito sempre: O pior cego é o que não quer ver.
Se crescermos 3,5% em 2007 vamos festejar. Mesmo com o arrefecimento da economia global previsto, todos países em desenvolvimento ainda terão desempenho melhor que o nosso.
No Blog do Noblat hoje, li que o governo quer dar incentivo via Bolsa Família para jovens de 15 a 18 anos estudarem. Olhem que maravilha: O Bolsa Família é herança do bolsa escola que tinha contrapartida da família para receber o dinheiro do governo: ter crianças nas escolas.
Acabaram com isso e agora voltam para incentivo aos jovens. Menos mal, educação sempre será o pilar do desenvolvimento de qualquer país. O problema é o seguinte: Onde vamos parar com este assistencialismo? Quem pagará a conta? Qual a intenção real das boas ações? Quando teremos outras opções de distribuição de renda, via crescimento, por exemplo?
Vamos aguardar e ver, mas a matéria do Estadão e nossa trajetória econômica mostra que caminhamos na contramão e mais cedo ou tarde a verdade será dolorosa e aparecerá, ou melhor, já está na mídia e na cabeça das pessoas bem informadas do Brasil.
quarta-feira, janeiro 10, 2007
Governo desiste de privatizar rodovias federais
Quarta, 10 de janeiro de 2007- Governo desiste de privatizar rodovias federais- Terra Notícias
O governo federal recuou da decisão de entregar à inciativa privada sete trechos de estradas federais, totalizando 2,6 mil quilômetros, e dediciu administrar sozinho os postos de pedágio que deverão ser instalados nessas vias - com a promessa de investir o dinheiro arrecadado em obras de manutenção e recuperação.
Clique e veja mais
Meu Deus do céu! Acabo de passar pelas rodovias privadas e compararando com as federais a diferença é brutal, ou melhor não cabe comparações!
Começou mal 2007? Eu tinha esperanças, aguardo o PAC e PPI com ansiedade!
Mesmo achando o pedágio em certos casos caros (o ViaLagos no Rio por exemplo) pago com prazer. As estradas são cuidadas e seguras, assistência total e investimentos garantidos com manutenção e melhorias.
O governo além de não privatizar, ou melhor suspender a privatização, inventa de cobrar pedágio. Vai dar confusão....mais um imposto goela abaixo da população extorquida por juros e carga tributária.
Claro que não irá funcionar, o governo é ineficiente, não o do PT e de Lula, todos na grande maioria. Criar uma estatal para isso? Que coisa mais atrasada!
Parece que temos ai um conflito onde questões pragmáticas são confundidas com ideológicas. O lixo perverso de atrasos ainda permanece prejudicando a população e alimentando egos dos dinossauros mentais congelados na década de 30 e 40.
Sabemos que as privações funcionam em alguns segmentos sim, no Brasil tivemos sucesso nas telecomunicações e nas estradas. Vamos repetir os acertos! O assunto é polêmico e cabe questionamentos com certeza, mas no caso das rodovias não, deu certo e é o único caminho.
Só quem passou e passa pelas rodovias brasileiras e pode comparar a diferença sabe o que falo. Conclamo alguns destes idealistas retrógrados a fazerem uma análise crítica " in loco". Pode e deve ter gente tomando decisões nas lousas acadêmicas, desconhecendo o mundo real.
Vamos sempre nos lembrar: Nem todo burro é radical, mas todo radical é burro!
O governo federal recuou da decisão de entregar à inciativa privada sete trechos de estradas federais, totalizando 2,6 mil quilômetros, e dediciu administrar sozinho os postos de pedágio que deverão ser instalados nessas vias - com a promessa de investir o dinheiro arrecadado em obras de manutenção e recuperação.
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Meu Deus do céu! Acabo de passar pelas rodovias privadas e compararando com as federais a diferença é brutal, ou melhor não cabe comparações!
Começou mal 2007? Eu tinha esperanças, aguardo o PAC e PPI com ansiedade!
Mesmo achando o pedágio em certos casos caros (o ViaLagos no Rio por exemplo) pago com prazer. As estradas são cuidadas e seguras, assistência total e investimentos garantidos com manutenção e melhorias.
O governo além de não privatizar, ou melhor suspender a privatização, inventa de cobrar pedágio. Vai dar confusão....mais um imposto goela abaixo da população extorquida por juros e carga tributária.
Claro que não irá funcionar, o governo é ineficiente, não o do PT e de Lula, todos na grande maioria. Criar uma estatal para isso? Que coisa mais atrasada!
Parece que temos ai um conflito onde questões pragmáticas são confundidas com ideológicas. O lixo perverso de atrasos ainda permanece prejudicando a população e alimentando egos dos dinossauros mentais congelados na década de 30 e 40.
Sabemos que as privações funcionam em alguns segmentos sim, no Brasil tivemos sucesso nas telecomunicações e nas estradas. Vamos repetir os acertos! O assunto é polêmico e cabe questionamentos com certeza, mas no caso das rodovias não, deu certo e é o único caminho.
Só quem passou e passa pelas rodovias brasileiras e pode comparar a diferença sabe o que falo. Conclamo alguns destes idealistas retrógrados a fazerem uma análise crítica " in loco". Pode e deve ter gente tomando decisões nas lousas acadêmicas, desconhecendo o mundo real.
Vamos sempre nos lembrar: Nem todo burro é radical, mas todo radical é burro!
sábado, janeiro 06, 2007
2007 começa finalmente!
A chuva pegou quase todos que vieram ao Rio e litoral, mas deu para curtir e descançar, muita leitura e reflexão.
Semana que vem começa o país, meio devagar como sempre em janeiro, mas começa.
Recebi uma postagem pelo Orkut e vou registrar aqui. Não sei se é fato verdadeiro, mas sabendo dos absurdos das leis deste país, acho que é!
Revoltante, repugnante!
Dizem que o fato ocorreu em 2004, mas só agora tomei conhecimento e fica o registro.
Paulo, 28 anos, casado com Sônia, grávida de 4 meses, desempregado há dois meses, sem ter o que comer em casa foi ao rio Piratuaba-SP a 5km de sua casa pescar para ter uma "misturinha" com o arroz e feijão, pegou 900 gr de lambari, e sem saber que era proibido a pesca, foi detido por dois dias, levou umas porradas. Um amigo pagou a fiança de R$280,00 para libera-lo e terá que pagar ainda uma multa ao IBAMA de R$724,00. A sua mulher Sônia grávida de 4 meses sem saber o que aconteceu com o marido que supostamente sumiu, ficou nervosa e passou mal, foi para o hospital e teve aborto espontâneo. Ao sair da detenção, Ailton recebe a noticia de que sua esposa estava no hospital e perdeu seu filho, pelos míseros peixes que ficaram apodrecendo no lixo da delegacia. Quem poderá devolver o filho de Sônia e Ailton?
A constituinte de 1988 criou aberrações, dentre elas parte da legislação ambiental. O estatudo do menor é fruto também da famigerada. A constituinte foi vendida como solução do Brasil e como sempre o povão caiu no canto da sereia dos políticos.
Nossas leis são ultrapassadas, algumas da década de 30. Precisamos de reformas estruturais, política, do código penal e civil, principalmente.
O país tem jeito, mas precisamos andar para frente. Andamos de lado com vários vícios e já falei mil vezes, vamos pagar a conta. Não adianta culpar só PT e Lula, a coisa vem de antes.
Precisamos ter consciência que a coisa vai mal, muito mal.
Agora esperamos um tal PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e um tal PPI (Programa Piloto de Investimento). Ainda não dá para saber, muito menos julgar, mas como sempre a esperança é a última que morre.
2007 ,segundo a astrologia, é regido por Jupiter, planeta da prosperidade!
Espero, torço e rezo.
Como diz um amigo, que 2007 seja um ano médio: melhor que 2006 e pior que 2008, mas que promete, isso, promete.
Semana que vem começa o país, meio devagar como sempre em janeiro, mas começa.
Recebi uma postagem pelo Orkut e vou registrar aqui. Não sei se é fato verdadeiro, mas sabendo dos absurdos das leis deste país, acho que é!
Revoltante, repugnante!
Dizem que o fato ocorreu em 2004, mas só agora tomei conhecimento e fica o registro.
Paulo, 28 anos, casado com Sônia, grávida de 4 meses, desempregado há dois meses, sem ter o que comer em casa foi ao rio Piratuaba-SP a 5km de sua casa pescar para ter uma "misturinha" com o arroz e feijão, pegou 900 gr de lambari, e sem saber que era proibido a pesca, foi detido por dois dias, levou umas porradas. Um amigo pagou a fiança de R$280,00 para libera-lo e terá que pagar ainda uma multa ao IBAMA de R$724,00. A sua mulher Sônia grávida de 4 meses sem saber o que aconteceu com o marido que supostamente sumiu, ficou nervosa e passou mal, foi para o hospital e teve aborto espontâneo. Ao sair da detenção, Ailton recebe a noticia de que sua esposa estava no hospital e perdeu seu filho, pelos míseros peixes que ficaram apodrecendo no lixo da delegacia. Quem poderá devolver o filho de Sônia e Ailton?
A constituinte de 1988 criou aberrações, dentre elas parte da legislação ambiental. O estatudo do menor é fruto também da famigerada. A constituinte foi vendida como solução do Brasil e como sempre o povão caiu no canto da sereia dos políticos.
Nossas leis são ultrapassadas, algumas da década de 30. Precisamos de reformas estruturais, política, do código penal e civil, principalmente.
O país tem jeito, mas precisamos andar para frente. Andamos de lado com vários vícios e já falei mil vezes, vamos pagar a conta. Não adianta culpar só PT e Lula, a coisa vem de antes.
Precisamos ter consciência que a coisa vai mal, muito mal.
Agora esperamos um tal PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e um tal PPI (Programa Piloto de Investimento). Ainda não dá para saber, muito menos julgar, mas como sempre a esperança é a última que morre.
2007 ,segundo a astrologia, é regido por Jupiter, planeta da prosperidade!
Espero, torço e rezo.
Como diz um amigo, que 2007 seja um ano médio: melhor que 2006 e pior que 2008, mas que promete, isso, promete.
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