1-) Continua a crise nos aeroportos e a desconsideração com os passageiros
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Este, com toda certeza, é um sinal do gargalo da infraestrutura brasileira, sinal não, prova.
A falta de investimentos causa isso. Planta-se vento, colhe-se tempestade.
Pelas reportagens apresentadas as empresas aéreas estão tão perdidas quanto os passageiros e têm pouca responsabilidade no problema.
Nos Estados Unidos o tráfego aéreo é muito maior, muitas vezes maior, e eles não têm os problemas que temos. Porque? Pela seriedade no trato da coisa pública.
Lá, já entrei em fila com 50 aviões taxiando para decolagem enquanto outros 50 aterrisavam. Isso em um aeroporto só. Com certeza não temos 50 aviões no ar simultaneamente no Brasil.
No início pensei que pudesse ser problemas decorrentes da tragédia com o avião da Gol, mas agora constato que o acidente com a Gol pode ter sido causado pelo desmando no setor. Culpa dos controladores? Em parte, mas culpa maior das autoridades que administram a área.
Um país que cresce o gasto público em 6% na média e 2,4% no PIB nos últimos 10 anos não poderia estar tão mal. Afinal, se não temos investimentos, temos despesas aumentadas. Se a alegada falta de RH é a causa, onde estão os controladores necessários?
Onde estão os recursos arrecadados pela taxa de embarque? Diga-se, preço de primeiro mundo.
Podem acreditar que ainda teremos mais sustos. Estradas nem falo mais, a BR-101 que visitei fazem 2 anos, deve estar na mesma situação. Trechos de estradas inexistentes, intransitável.
Energia, é questão de tempo, só Jesus Cristo salvará e mesmo assim ele deve ter problemas.
Solução? A consciência que o Brasil vai mal. Parar com retórica e agir firme. Formar time com pessoas competentes e preparadas.
Não sei se posso fazer algo, pelo menos meu protesto e registro ficam aqui.
Assuntos que me interessam: Política, Meio Ambiente, Economia, Tecnologia, Internet e um pouco de filosofia.
segunda-feira, novembro 20, 2006
sábado, novembro 18, 2006
Galo campeão!
1-) Galo campeão
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Sábado, 18 de novembro de 2006, 18h01
Atlético-MG bate Ceará e é campeão da Série B - Terra Notícias
Marinho vibra com gol que garantiu o título do Atlético-MG
Acabando com as críticas de que não joga bem fora do Mineirão, o Atlético-MG venceu o Ceará, por 1 a 0, no Castelão, e se sagrou campeão da Série B. A vitória coroou a excelente campanha da equipe mineira que volta a figurar na primeira divisão do futebol brasileiro, em 2007.
Não dava para ficar sem falar do meu time querido. O Galo é time de massa, a torcida é espetáculo a parte dando show. É emoção na certa. O time com mais público em todas as séries, A,B e C. O time retribuiu para a torcida sua força, tinha tempos que não ganhava título. Valeu.
O Galo promete na série A, sabe por que?
1-) Com a demonstração da força da torcida deve ter patrocínio forte
2-) O time tem 6 jogadores da categoria de base, isso quer dizer que acabou-se a era dos mercenários, para ganhar tem que ter raça, garra e este é o Galo. Lembram-se de 1975 até 1985? O Atlético era um timaço com jogadores que foram criados no clube: Cerezzo, Edér, Reinaldo, Paulo Isodoro, Marcelo, Luisinho, etc...boas lembranças que agora vão voltar
3-) Não é desmérito ganhar a série B. Esta é tão ou mais disputada que a A, olha a briga para não cair ano vem. Campeão é isso. Ganhamos bem e com louvor. Times que cairam já deram tamancadas em times que se consideram melhores por estarem na A.
4-) A série B serviu de lição à diretoria e aos jovens jogadores que amadureceram e ainda vão render muito, este time dará o que falar e alguns reforços virão com certeza somando-se ao bom elenco que existe hoje.
Parabéns Galaço, agora vamos para a série A.
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Sábado, 18 de novembro de 2006, 18h01
Atlético-MG bate Ceará e é campeão da Série B - Terra Notícias
Marinho vibra com gol que garantiu o título do Atlético-MG
Acabando com as críticas de que não joga bem fora do Mineirão, o Atlético-MG venceu o Ceará, por 1 a 0, no Castelão, e se sagrou campeão da Série B. A vitória coroou a excelente campanha da equipe mineira que volta a figurar na primeira divisão do futebol brasileiro, em 2007.
Não dava para ficar sem falar do meu time querido. O Galo é time de massa, a torcida é espetáculo a parte dando show. É emoção na certa. O time com mais público em todas as séries, A,B e C. O time retribuiu para a torcida sua força, tinha tempos que não ganhava título. Valeu.
O Galo promete na série A, sabe por que?
1-) Com a demonstração da força da torcida deve ter patrocínio forte
2-) O time tem 6 jogadores da categoria de base, isso quer dizer que acabou-se a era dos mercenários, para ganhar tem que ter raça, garra e este é o Galo. Lembram-se de 1975 até 1985? O Atlético era um timaço com jogadores que foram criados no clube: Cerezzo, Edér, Reinaldo, Paulo Isodoro, Marcelo, Luisinho, etc...boas lembranças que agora vão voltar
3-) Não é desmérito ganhar a série B. Esta é tão ou mais disputada que a A, olha a briga para não cair ano vem. Campeão é isso. Ganhamos bem e com louvor. Times que cairam já deram tamancadas em times que se consideram melhores por estarem na A.
4-) A série B serviu de lição à diretoria e aos jovens jogadores que amadureceram e ainda vão render muito, este time dará o que falar e alguns reforços virão com certeza somando-se ao bom elenco que existe hoje.
Parabéns Galaço, agora vamos para a série A.
Juros mais baixos desde 1995? Piada?
1-) Se contar em qualquer país do mundo vão rir e achar que é piada
A taxa média de juros cobrada de pessoas físicas caiu para 7,43% em outubro, ante 7,5% em setembro. É a menor taxa desde agosto de 1995, data em que a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) iniciou a pesquisa. Com isso, a taxa anual caiu para 136,32%. Todas as operações de crédito pesquisadas pela Anefac tiveram queda nos juros para pessoa física em outubro, com exceção do cartão de crédito, que se manteve inalterado. Fonte Superavit-18/11/2006
Clique e leia mais
Juros baixam para 136,32% ao ano? Taxa média de 7,43%? Isso é assalto e enche as burras dos banqueiros.
Um dos motivos mais fortes do não crescimento do Brasil é a extorsiva taxa de juros. Vejam ai a prova. A concentração de renda é brutal na mão de poucos bancos, inclusive os oficiais CEF e BB.
Tem saída? Tem sim.
Vai ai sugestão:
Quebra de monopólio
Regulamentação e intervenção na tarifas cobradas
Redução compulsória do "spread" bancário com definição de teto
Se o BC tomar uma destas medidas ameniza o assalto no bolso do cidadão.
Se tomar todas acaba com a farra.
Pena que meu grito é isolado, mas algumas vozes se levantam.
A taxa média de juros cobrada de pessoas físicas caiu para 7,43% em outubro, ante 7,5% em setembro. É a menor taxa desde agosto de 1995, data em que a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) iniciou a pesquisa. Com isso, a taxa anual caiu para 136,32%. Todas as operações de crédito pesquisadas pela Anefac tiveram queda nos juros para pessoa física em outubro, com exceção do cartão de crédito, que se manteve inalterado. Fonte Superavit-18/11/2006
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Juros baixam para 136,32% ao ano? Taxa média de 7,43%? Isso é assalto e enche as burras dos banqueiros.
Um dos motivos mais fortes do não crescimento do Brasil é a extorsiva taxa de juros. Vejam ai a prova. A concentração de renda é brutal na mão de poucos bancos, inclusive os oficiais CEF e BB.
Tem saída? Tem sim.
Vai ai sugestão:
Quebra de monopólio
Regulamentação e intervenção na tarifas cobradas
Redução compulsória do "spread" bancário com definição de teto
Se o BC tomar uma destas medidas ameniza o assalto no bolso do cidadão.
Se tomar todas acaba com a farra.
Pena que meu grito é isolado, mas algumas vozes se levantam.
Bolsa Família e Maslow
1-) CNBB critica
Bolsa-Família é um programa que vicia- afirma CNBB - Estadão 17 de novembro de 2006 -
Para d. Pagotto, além da assistência financeira, o programa deveria oferecer cursos e atividades que favoreçam o ingresso dos beneficiados no mercado de trabalho
Clique e Veja Mais
Muitas vozes se levantam com críticas ao programa assistencialista. Não que ele seja menos importante, mas urge correção de rumos. A contrapartida da família é vital. Estamos promovendo um bando de desempregados e indolentes com o feijão e arroz pago no fim do mes.
Não existe esta de viver com R$ 70,00 reais mensais. Vive-se mal e a baixa inflação ajuda. Imagine quando esta inflação aumentar um pouco no período? O programa é cheio de falhas. "Well Fare state" é coisa do passado. Governo tem que criar condições para aumento de investimento e geração de poupança promovendo o crescimento.
Existe um risco grande de incentivo ao aumento da natalidade para auferir os ganhos no BF.
Se já temos problemas sérios nas regiões de menor renda e cultura com exagero no número de filhos, o BF não deixa de ser mais um alento. Um bando de miseráveis que se remediam com migalha e criam outra tralha para não perder o pitéu. É o ciclo vicioso da pobreza com a ajuda enganosa.
2-) Maslow
Repito sempre. Se premeditado ou não estamos caindo na comprovação da hierarquia de Maslow. Já falei nele aqui e nos artigos que escrevo, mas vale sempre lembrar.
Clique e veja mais
Todo governo é bem intencionado, mas muitas vezes a vontade de fazer muito acaba atrapalhando.
A melhor forma de acabar com a pobreza é gerando emprego e renda, crescendo o Brasil para absorver a mão de obra entrante e engrenar o ciclo virtuoso da produção.
O resto é demagogia e incompetência. A custa da boa vontade este país vai sendo empurrado para mais fundo no poço da mediocridade aonde já esta. Nossos concorrentes na economia global batem cada vez um Brasil com este potencial enorme e oportunidades perdidas.
Bolsa-Família é um programa que vicia- afirma CNBB - Estadão 17 de novembro de 2006 -
Para d. Pagotto, além da assistência financeira, o programa deveria oferecer cursos e atividades que favoreçam o ingresso dos beneficiados no mercado de trabalho
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Muitas vozes se levantam com críticas ao programa assistencialista. Não que ele seja menos importante, mas urge correção de rumos. A contrapartida da família é vital. Estamos promovendo um bando de desempregados e indolentes com o feijão e arroz pago no fim do mes.
Não existe esta de viver com R$ 70,00 reais mensais. Vive-se mal e a baixa inflação ajuda. Imagine quando esta inflação aumentar um pouco no período? O programa é cheio de falhas. "Well Fare state" é coisa do passado. Governo tem que criar condições para aumento de investimento e geração de poupança promovendo o crescimento.
Existe um risco grande de incentivo ao aumento da natalidade para auferir os ganhos no BF.
Se já temos problemas sérios nas regiões de menor renda e cultura com exagero no número de filhos, o BF não deixa de ser mais um alento. Um bando de miseráveis que se remediam com migalha e criam outra tralha para não perder o pitéu. É o ciclo vicioso da pobreza com a ajuda enganosa.
2-) Maslow
Repito sempre. Se premeditado ou não estamos caindo na comprovação da hierarquia de Maslow. Já falei nele aqui e nos artigos que escrevo, mas vale sempre lembrar.
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Todo governo é bem intencionado, mas muitas vezes a vontade de fazer muito acaba atrapalhando.
A melhor forma de acabar com a pobreza é gerando emprego e renda, crescendo o Brasil para absorver a mão de obra entrante e engrenar o ciclo virtuoso da produção.
O resto é demagogia e incompetência. A custa da boa vontade este país vai sendo empurrado para mais fundo no poço da mediocridade aonde já esta. Nossos concorrentes na economia global batem cada vez um Brasil com este potencial enorme e oportunidades perdidas.
quinta-feira, novembro 16, 2006
Morre Friedman
1-) Grande perda
Morre vencedor do Nobel de Economia Milton Friedman
Quinta, 16 de Novembro de 2006, 15h58 - Terra Notícias
Clique e veja a matéria
Friedman morre aos 94 anos. Um dos expoentes da escola econômica de Chicago e prêmio nobel de economia em 1976.
Um dos teóricos do neoliberalismo teve importante papel em diretrizes de governos como Inglaterra e Chile com resultados importantes.
Ele cunhou a famosa máxima: Não existe almoço de graça! Ele mostrava com grande propriedade que o estado tem suas limitações e é importante reduzir sua interferência no mercado.
Vai com deus Milton Friedman, seu legado fica para eternidade.
Morre vencedor do Nobel de Economia Milton Friedman
Quinta, 16 de Novembro de 2006, 15h58 - Terra Notícias
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Friedman morre aos 94 anos. Um dos expoentes da escola econômica de Chicago e prêmio nobel de economia em 1976.
Um dos teóricos do neoliberalismo teve importante papel em diretrizes de governos como Inglaterra e Chile com resultados importantes.
Ele cunhou a famosa máxima: Não existe almoço de graça! Ele mostrava com grande propriedade que o estado tem suas limitações e é importante reduzir sua interferência no mercado.
Vai com deus Milton Friedman, seu legado fica para eternidade.
quarta-feira, novembro 15, 2006
vamos deixar registrado a crise mundial que se avizinha!
1-) É questão de tempo
Na década de 70, pós guerra dos 6 dias entre Israel e os países árabes, tivemos uma grande liquidez no mundo com a alta do petróleo. O volume de dinheiro aumentou tanto que os juros, seguindo a lei natural de oferta e procura, em alguns casos ficou negativo. Todos fizeram a festa na floresta.
Resultado: O Brasil tomou recursos e vivemos o milagre econômico com crescimento médio de 9,5% ao ano. Todo mundo tinha emprego, os salários eram ótimos e em alguns casos as pessoas ganhavam luvas para mudar de empresa. Conheço vários casos.
Alguns erros foram cometidos, mas admitidos no momento e conjuntura, o estado foi responsável pelos investimentos na sua grande parte e criamos uma empresa tipo " Brasil S.A. .
Bem, faço uma analogia a situação atual. Claro, hoje temos outras premissas, a globalização, comunicação, internet, etc., mas no conceito acho que cabe, pelo menos uma reflexão sobre os fatos ocorridos no passado e agora.
A alta liquidez mundial do momento. A prosperidade dos últimos 6 anos está criando recursos que não existem na vida real. Como assim? Lucros, fundos, ganhos em uma situação que a certa altura terá um ajuste, uma correção. Quando alguém ganha, alguém perde. Todos ganhamos com a prosperidade mundial (todos menos o Brasil, que não usufruiu do momento como deveria). Alguém vai pagar esta conta. A riqueza criada não é maior que a realidade e são anacrônicas no sentido velocidade x realidade.
A verdade é esta, nua e crua, teremos um ajuste. Provocado por quem? China e Índia são os maiores mercados emergentes, mas a máquina consumidora são os EUA, Japão, Alemanha e Inglaterra. Quando algum destes balança, o mundo sente. A bola da vez é a gloriosa norte américa. Como sabemos? Modelos matématicos e teoria mostram isso. Ninguém quer que aconteça, mas é natural, parte do processo.
Fica aqui previsto. Se será em 2007 ou 2008, nínguem pode precisar.
As mudanças que a informação promove no mundo podem mudar o quadro, mas algumas verdades e comportamentos de processos são inexoráveis. A chance de reversão é quase nula.
É pagar para ver, e no nosso caso temeroso, como vamos nos comportar? Nós?
O governo da conversa e da retórica indo no movimento da correnteza remando contra vai ter que se enquadrar. Somos reféns da democracia e da vontade popular.
Um alerta: Vamos nos preparar, para o melhor e para o pior.
Infelizmente acho que o baque está próximo. Pessimismo?
Não. Constatação, espero estar errado, mas fica aqui registrado.
Na década de 70, pós guerra dos 6 dias entre Israel e os países árabes, tivemos uma grande liquidez no mundo com a alta do petróleo. O volume de dinheiro aumentou tanto que os juros, seguindo a lei natural de oferta e procura, em alguns casos ficou negativo. Todos fizeram a festa na floresta.
Resultado: O Brasil tomou recursos e vivemos o milagre econômico com crescimento médio de 9,5% ao ano. Todo mundo tinha emprego, os salários eram ótimos e em alguns casos as pessoas ganhavam luvas para mudar de empresa. Conheço vários casos.
Alguns erros foram cometidos, mas admitidos no momento e conjuntura, o estado foi responsável pelos investimentos na sua grande parte e criamos uma empresa tipo " Brasil S.A. .
Bem, faço uma analogia a situação atual. Claro, hoje temos outras premissas, a globalização, comunicação, internet, etc., mas no conceito acho que cabe, pelo menos uma reflexão sobre os fatos ocorridos no passado e agora.
A alta liquidez mundial do momento. A prosperidade dos últimos 6 anos está criando recursos que não existem na vida real. Como assim? Lucros, fundos, ganhos em uma situação que a certa altura terá um ajuste, uma correção. Quando alguém ganha, alguém perde. Todos ganhamos com a prosperidade mundial (todos menos o Brasil, que não usufruiu do momento como deveria). Alguém vai pagar esta conta. A riqueza criada não é maior que a realidade e são anacrônicas no sentido velocidade x realidade.
A verdade é esta, nua e crua, teremos um ajuste. Provocado por quem? China e Índia são os maiores mercados emergentes, mas a máquina consumidora são os EUA, Japão, Alemanha e Inglaterra. Quando algum destes balança, o mundo sente. A bola da vez é a gloriosa norte américa. Como sabemos? Modelos matématicos e teoria mostram isso. Ninguém quer que aconteça, mas é natural, parte do processo.
Fica aqui previsto. Se será em 2007 ou 2008, nínguem pode precisar.
As mudanças que a informação promove no mundo podem mudar o quadro, mas algumas verdades e comportamentos de processos são inexoráveis. A chance de reversão é quase nula.
É pagar para ver, e no nosso caso temeroso, como vamos nos comportar? Nós?
O governo da conversa e da retórica indo no movimento da correnteza remando contra vai ter que se enquadrar. Somos reféns da democracia e da vontade popular.
Um alerta: Vamos nos preparar, para o melhor e para o pior.
Infelizmente acho que o baque está próximo. Pessimismo?
Não. Constatação, espero estar errado, mas fica aqui registrado.
terça-feira, novembro 14, 2006
Fatos e dados confirmam: Crescer 5%? Só 2017.
1-) Sem comentários
Ipea diz que Brasil só pode crescer 5% a partir de 2017 e governo reage
Para economistas da instituição, se o crescimento for superior a 4% ao ano, poderá haver novo apagão elétrico - Estadão- 14/11/2006
Clique e leia a matéria
Já disse diversas vezes, o IPEA confirma. Minha surpresa é a data que eles estimam a melhora: 2017.
4% será o teto? Vai estar ótimo se alcançarmos este número. Não acredito. 2006 vai ser menos de 3%, quase confirmado já.
E até lá? Como enfrentaremos estes 10 anos e ainda com riscos de crise mundial para ajustes?
Com a reposta os governantes. Estamos nas mãos deles. Meirelles disse que não toma gol, mas também não marca. (Ele usou este jargão esta semana para falar da política econômica).
Continuo afirmando: Energia vai dar dor de cabeça a Lula. Quando? Pode ser já em 2007.
Triste para nossa geração. Minha filha com 8 anos tem uma chance de pegar um Brasil com exploração de suas reais potencialidades. Tomara. Vou continuar rezando e torcendo.
Ipea diz que Brasil só pode crescer 5% a partir de 2017 e governo reage
Para economistas da instituição, se o crescimento for superior a 4% ao ano, poderá haver novo apagão elétrico - Estadão- 14/11/2006
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Já disse diversas vezes, o IPEA confirma. Minha surpresa é a data que eles estimam a melhora: 2017.
4% será o teto? Vai estar ótimo se alcançarmos este número. Não acredito. 2006 vai ser menos de 3%, quase confirmado já.
E até lá? Como enfrentaremos estes 10 anos e ainda com riscos de crise mundial para ajustes?
Com a reposta os governantes. Estamos nas mãos deles. Meirelles disse que não toma gol, mas também não marca. (Ele usou este jargão esta semana para falar da política econômica).
Continuo afirmando: Energia vai dar dor de cabeça a Lula. Quando? Pode ser já em 2007.
Triste para nossa geração. Minha filha com 8 anos tem uma chance de pegar um Brasil com exploração de suas reais potencialidades. Tomara. Vou continuar rezando e torcendo.
domingo, novembro 12, 2006
Crescer 5%? ONGs nadam de braçada!
1-) Desperdício
Domingo, 12 de novembro de 2006, 04h44
ONGs despreparadas recebem 54,5% dos recursos, diz TCU - Terra Notícias
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Pior: Muitas atuam contra o governo em questões ambientais, indígenas, movimentos sociais, etc. promovendo badernas e ferindo lei e ordem.
Claro que existem ONGs sérias, mas a picaretagem é grande no meio.
Mais um detalhe: A corrupção deve correr solta neste repasse de dinheiro público.
Vamos aguardar o resultado de CPI que o senado quer criar. Mais escandâlos a vista.
2-) A onçinha vai beber água
Manchete e matéria do Estadão de hoje
Dez megaprojetos de infra-estrutura exigem R$ 40 bi
Falta de investimentos, questões judiciais e burocracia emperram obras essenciais para o País voltar a crescer , diz a chamada da matéria.
Falamos nisso faz algum tempo. Não estamos preparados para crescer. Lula quer que o Brasil cresça 5% ao ano, todos nós desejamos muito.
Intenção sem ação é ilusão e agora não adianta mais discurso. Lula tem que descer do palanque e trabalhar. Existe chance de potencial crise mundial pela correção nos rumos da grande prosperidade dos últimos anos. O excesso de liquidez gerado pelos ganhos auferidos de vai ter que ser corrigido, não é desejo meu, mas sim constatação e muitos economistas "feras" sabem disso. Os ciclos são a coisa mais certa em qualquer modelo econômico.
Perdemos o trem deste momento, talvez resista mais um pouco esta alavanca mundial, mas de todo jeito precisamos nos preparar para uma próxima onda.
Quando tempo vai durar o bom momento ainda? Ninguém sabe ao certo. E qual a dimensão de uma eventual correção de rumo e ajustes? Muito menos podemos precisar.
Se crescermos 4% em 2007 e na média do governo Lula será bom até demais. Particularmente não acredito. Torço e rezo como já disse.
Vamos então cair na real e nos prepararmos para crise ou para o próximo vento a favor?
Domingo, 12 de novembro de 2006, 04h44
ONGs despreparadas recebem 54,5% dos recursos, diz TCU - Terra Notícias
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Pior: Muitas atuam contra o governo em questões ambientais, indígenas, movimentos sociais, etc. promovendo badernas e ferindo lei e ordem.
Claro que existem ONGs sérias, mas a picaretagem é grande no meio.
Mais um detalhe: A corrupção deve correr solta neste repasse de dinheiro público.
Vamos aguardar o resultado de CPI que o senado quer criar. Mais escandâlos a vista.
2-) A onçinha vai beber água
Manchete e matéria do Estadão de hoje
Dez megaprojetos de infra-estrutura exigem R$ 40 bi
Falta de investimentos, questões judiciais e burocracia emperram obras essenciais para o País voltar a crescer , diz a chamada da matéria.
Falamos nisso faz algum tempo. Não estamos preparados para crescer. Lula quer que o Brasil cresça 5% ao ano, todos nós desejamos muito.
Intenção sem ação é ilusão e agora não adianta mais discurso. Lula tem que descer do palanque e trabalhar. Existe chance de potencial crise mundial pela correção nos rumos da grande prosperidade dos últimos anos. O excesso de liquidez gerado pelos ganhos auferidos de vai ter que ser corrigido, não é desejo meu, mas sim constatação e muitos economistas "feras" sabem disso. Os ciclos são a coisa mais certa em qualquer modelo econômico.
Perdemos o trem deste momento, talvez resista mais um pouco esta alavanca mundial, mas de todo jeito precisamos nos preparar para uma próxima onda.
Quando tempo vai durar o bom momento ainda? Ninguém sabe ao certo. E qual a dimensão de uma eventual correção de rumo e ajustes? Muito menos podemos precisar.
Se crescermos 4% em 2007 e na média do governo Lula será bom até demais. Particularmente não acredito. Torço e rezo como já disse.
Vamos então cair na real e nos prepararmos para crise ou para o próximo vento a favor?
sábado, novembro 11, 2006
Inflação x crescimento
1-) Esta polêmica é antiga
Com PIB fraco, Brasil deve ter 5ª menor inflação entre emergentes
Folha Online
Ainda que às custas de um fraco desempenho da economia, o Brasil deve terminar este ano com um dos menores índices de inflação dos países em desenvolvimento. Entre 28 países incluídos em ranking de emergentes elaborado pela consultoria Austin Rating a partir de dados do FMI e do Banco Central, o Brasil deve ter a quinta menor inflação.
Clique e veja matéria completa
Veja outro artigo sobre a polêmica:
Prêmio Nobel de Economia critica política monetária do Brasil
Rio de Janeiro - O prêmio Nobel de Economia e professor da Universidade de Columbia Joseph Stiglitz criticou a política monetária brasileira ontem durante seminário "Desenvolvimento Econômico com Eqüidade Social", promovido pelo Fórum de Diálogo Índia, Brasil e África do Sul (Ibas). Segundo ele, "é errado focar apenas na inflação" para estabelecer a política monetária. "A inflação traz custos sociais importantes mas o desemprego também", afirmou.
Para ver mais este assunto clique neste link também
Vamos lá: A escola clássica de economia sempre colocou de maneira geral: Inflação é expansão e deflação é recessão.
Isso criou um paradigma: Combate-se a inflação gerando desemprego pois é necessária desaceleração da economia.
Em 2006 o Premio Nobel Edmund Phelps ganhou o prêmio por ter quebrado este paradigma e provou que um país pode crescer e controlar a inflação. Destes 28 países a China prova a teoria: Crescimento de 10% em 2006 x inflação de 1,5%.
Nos anos 50 e 60, ficou estabelecida, explica o comunicado da academia, a visão de um "tradeoff" (troca) através do instrumento estatístico conhecido como curva de Philips, que mostra a relação entre inflação e desemprego: quanto mais alta a taxa de desemprego, menor a taxa de inflação; por sua vez, quanto menor a taxa de desemprego, maior a de inflação.
Clique e veja mais
Então usando o bom senso vamos tentar o meio termo das duas correntes. No meio sempre estará a virtude.
O mundo tem mudado e a própria globalização e informação muda conceitos e reforma idéias.
A comparação entre 28 países ditos emergentes podemos destacar: Primeiro link deste texto.
A média de inflação é de 5,9% em 2006, a de crescimento 5,6% nestes 28 países.
Vamos considerar o BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). Não acho que o Brasil compete com Venezuela ou Romênia, ou melhor deveria competir, mas atualmente perdemos feio.
O crescimento médio do Brasil é o pior deles, paradoxalmente a menor inflação.
Quem funcionou aqui: Phelps ou Stiglitz ?
Curioso, mas estamos mais para a teoria clássica. Países que conseguem conviver com crescimento e inflação baixa dependem de outros fatores de política econômica e conjuntura.
Quero dizer aqui que insisto na minha tese. Crescemos mal a custa de um controle inflacionário que poderia ser menos ousado e mais flexível.
Estamos andando de lado desde 1983. Chega, algo precisa ser feito.
Não é solução fácil. Não existe receita de bolo completa, vide a dialética entre a teoria clássica e a mais moderna.
Uma coisa é certa. A virtude está no meio e insisto nisso. A solução?
O dia que eu souber com certeza vou pleitear um emprego no governo e ajudar a salvar este país.
Com PIB fraco, Brasil deve ter 5ª menor inflação entre emergentes
Folha Online
Ainda que às custas de um fraco desempenho da economia, o Brasil deve terminar este ano com um dos menores índices de inflação dos países em desenvolvimento. Entre 28 países incluídos em ranking de emergentes elaborado pela consultoria Austin Rating a partir de dados do FMI e do Banco Central, o Brasil deve ter a quinta menor inflação.
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Veja outro artigo sobre a polêmica:
Prêmio Nobel de Economia critica política monetária do Brasil
Rio de Janeiro - O prêmio Nobel de Economia e professor da Universidade de Columbia Joseph Stiglitz criticou a política monetária brasileira ontem durante seminário "Desenvolvimento Econômico com Eqüidade Social", promovido pelo Fórum de Diálogo Índia, Brasil e África do Sul (Ibas). Segundo ele, "é errado focar apenas na inflação" para estabelecer a política monetária. "A inflação traz custos sociais importantes mas o desemprego também", afirmou.
Para ver mais este assunto clique neste link também
Vamos lá: A escola clássica de economia sempre colocou de maneira geral: Inflação é expansão e deflação é recessão.
Isso criou um paradigma: Combate-se a inflação gerando desemprego pois é necessária desaceleração da economia.
Em 2006 o Premio Nobel Edmund Phelps ganhou o prêmio por ter quebrado este paradigma e provou que um país pode crescer e controlar a inflação. Destes 28 países a China prova a teoria: Crescimento de 10% em 2006 x inflação de 1,5%.
Nos anos 50 e 60, ficou estabelecida, explica o comunicado da academia, a visão de um "tradeoff" (troca) através do instrumento estatístico conhecido como curva de Philips, que mostra a relação entre inflação e desemprego: quanto mais alta a taxa de desemprego, menor a taxa de inflação; por sua vez, quanto menor a taxa de desemprego, maior a de inflação.
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Então usando o bom senso vamos tentar o meio termo das duas correntes. No meio sempre estará a virtude.
O mundo tem mudado e a própria globalização e informação muda conceitos e reforma idéias.
A comparação entre 28 países ditos emergentes podemos destacar: Primeiro link deste texto.
A média de inflação é de 5,9% em 2006, a de crescimento 5,6% nestes 28 países.
Vamos considerar o BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). Não acho que o Brasil compete com Venezuela ou Romênia, ou melhor deveria competir, mas atualmente perdemos feio.
O crescimento médio do Brasil é o pior deles, paradoxalmente a menor inflação.
Quem funcionou aqui: Phelps ou Stiglitz ?
Curioso, mas estamos mais para a teoria clássica. Países que conseguem conviver com crescimento e inflação baixa dependem de outros fatores de política econômica e conjuntura.
Quero dizer aqui que insisto na minha tese. Crescemos mal a custa de um controle inflacionário que poderia ser menos ousado e mais flexível.
Estamos andando de lado desde 1983. Chega, algo precisa ser feito.
Não é solução fácil. Não existe receita de bolo completa, vide a dialética entre a teoria clássica e a mais moderna.
Uma coisa é certa. A virtude está no meio e insisto nisso. A solução?
O dia que eu souber com certeza vou pleitear um emprego no governo e ajudar a salvar este país.
Petrobras lucra US$ 9 bi. Competência ou conjuntura?
1-) Muito bom, mas existe sim uma razão.
10/11/2006 - 19h54
Petrobras tem lucro recorde de R$ 20 bi em nove meses
Publicidade da Folha Online
A Petrobras registrou alta de 26% no lucro líquido no terceiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado, totalizando R$ 7,1 bilhões. No acumulado até setembro, a estatal registrou lucro recorde de R$ 20,7 bilhões. Foi o melhor desempenho da história da companhia para o período.
Só clicar para ver a matéria completa
Vão dizer que é competência, mas é conjuntura. Uma série de variáveis ajuda a Petrobras a ter este lucro. Mesmo com a adversidade no caso Bolívia ainda "bombou".
Claro que a gestão é boa, mas não pode assumir que é a responsável pelo recorde do lucro. A Petrobras é o tipo da empresa que anda só, se não atrapalharem ela vai.
O corpo técnico é da melhor qualidade e a condição monopolista ajuda muito. O câmbio dá outra mãozinha e a globalização com a sua presença em outros países navega na prosperidade mundial completando o ciclo. Com o vento a favor investe mais, aumenta produção e entra no ciclo virtuoso. A auto suficiência alegada largamente na campanha política só aconteceu porque o páis não cresceu como deveria e a base do trabalho é estrutural e extrapola governo. Petrobras é estado e não governo, é republicana e pertence ao povo brasileiro. Em alguns períodos a Patrobras teve gestão com problemas e roubos, estatal é mais suscetível a esta situação.
Elogios sim, mas sem falta de humildade para reconhecer que a conjuntura é a maior responsável.
Parabéns a Petrobras, este tipo de lucro é saudável ao Brasil, gera emprego, renda e nvestimentos.
10/11/2006 - 19h54
Petrobras tem lucro recorde de R$ 20 bi em nove meses
Publicidade da Folha Online
A Petrobras registrou alta de 26% no lucro líquido no terceiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado, totalizando R$ 7,1 bilhões. No acumulado até setembro, a estatal registrou lucro recorde de R$ 20,7 bilhões. Foi o melhor desempenho da história da companhia para o período.
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Vão dizer que é competência, mas é conjuntura. Uma série de variáveis ajuda a Petrobras a ter este lucro. Mesmo com a adversidade no caso Bolívia ainda "bombou".
Claro que a gestão é boa, mas não pode assumir que é a responsável pelo recorde do lucro. A Petrobras é o tipo da empresa que anda só, se não atrapalharem ela vai.
O corpo técnico é da melhor qualidade e a condição monopolista ajuda muito. O câmbio dá outra mãozinha e a globalização com a sua presença em outros países navega na prosperidade mundial completando o ciclo. Com o vento a favor investe mais, aumenta produção e entra no ciclo virtuoso. A auto suficiência alegada largamente na campanha política só aconteceu porque o páis não cresceu como deveria e a base do trabalho é estrutural e extrapola governo. Petrobras é estado e não governo, é republicana e pertence ao povo brasileiro. Em alguns períodos a Patrobras teve gestão com problemas e roubos, estatal é mais suscetível a esta situação.
Elogios sim, mas sem falta de humildade para reconhecer que a conjuntura é a maior responsável.
Parabéns a Petrobras, este tipo de lucro é saudável ao Brasil, gera emprego, renda e nvestimentos.
sexta-feira, novembro 10, 2006
Bolsa em queda, dólar em alta! Nossa política cambial é certa?
1-) Os altos e baixos do mercado
10 de novembro de 2006 - 18:01 - ESTADÃO
Bolsa opera em queda e dólar fecha com alta de 0,51%
Resultados de inflação e a atenção com o cenário externo dominaram os negócios
Clique e veja a matéria completa
Todo dia sai notícia sobre a volatilidade da bolsa e do câmbio. Peguei um gancho hoje para escrever um pouco sobre o câmbio e como vem sendo tratado atualmente.
Mas vamos lá. O problema é que bolsa e câmbio estarão sempre fazendo ajustes em função do mercado. Sobe muito começa pressão vendedora e o preço ajusta. Vem com queda e inicia-se a pressão compradora subindo o preço. Este vai e vem é saudável e o mercado com seu processo é a melhor forma de administrar isso. Lembram-se das interferências do governo em câmbio, preços e outras coisas mais?
A melhor taxa é aquela que o mercado corrige sempre, para o alto ou para baixo, sem intervenções, ou melhor, com poucas ingerências. Com juros pode funcionar assim: aumenta a oferta de moeda cai, reduz sobe.
Exportadores (alguns segmentos) reclamam da perda de competitividade com o real sobrevalorizado. Verdade. Só alguns segmentos são prejudicados. Nossa balança bate recorde mas é a prosperidade mundial que faz crescer nosso superavit comercial e não política econômica alguma. Sofisma quem diz o contrário. Esta muito na moda expoliar a informação.
As taxas atuais de conversão US$/R$ ajudam no combate a inflação com a concorrência dos importados. A taxa administrada pela oferta e demanda (mercado) livre é o maior mérito deste governo. Temos que ter cuidado com a concorrência predatória dos importados? Claro.
A complexidade da economia é esta. Mexe-se aqui e acolá sempre se tomando um caminho em detrimento de outro e uma ação aqui sempre provoca reação ali. Na economia é assim.
Governo perdulário não fecha conta nunca. Príncipio de quem gasta mais que ganha. Claro não?
Portanto uma receita básica para nossos "neo desenvolvimentistas":
Redução de gastos, câmbio livre, juros em queda via COPOM e liquidez do mercado.
Aqui no Brasil precisamos agir contra a máfia bancária e dar uma dura no setor.
Outra coisa importante aqui, negociar com ambientalistas para não emperrar obras de energia, estradas, saneamento, etc. Responsabilidade de quem faz e flexibilidade de quem autoriza.
Se assim ficar nosso futuro será melhor e voltamos a competir com países iguais ao nosso que hoje nos superam em quase tudo.
O risco inflacionário muitas vezes tem que ser assumido.
Tem um velho axioma que diz: Quem não quer correr riscos corre o maior de todos os riscos.
10 de novembro de 2006 - 18:01 - ESTADÃO
Bolsa opera em queda e dólar fecha com alta de 0,51%
Resultados de inflação e a atenção com o cenário externo dominaram os negócios
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Todo dia sai notícia sobre a volatilidade da bolsa e do câmbio. Peguei um gancho hoje para escrever um pouco sobre o câmbio e como vem sendo tratado atualmente.
Mas vamos lá. O problema é que bolsa e câmbio estarão sempre fazendo ajustes em função do mercado. Sobe muito começa pressão vendedora e o preço ajusta. Vem com queda e inicia-se a pressão compradora subindo o preço. Este vai e vem é saudável e o mercado com seu processo é a melhor forma de administrar isso. Lembram-se das interferências do governo em câmbio, preços e outras coisas mais?
A melhor taxa é aquela que o mercado corrige sempre, para o alto ou para baixo, sem intervenções, ou melhor, com poucas ingerências. Com juros pode funcionar assim: aumenta a oferta de moeda cai, reduz sobe.
Exportadores (alguns segmentos) reclamam da perda de competitividade com o real sobrevalorizado. Verdade. Só alguns segmentos são prejudicados. Nossa balança bate recorde mas é a prosperidade mundial que faz crescer nosso superavit comercial e não política econômica alguma. Sofisma quem diz o contrário. Esta muito na moda expoliar a informação.
As taxas atuais de conversão US$/R$ ajudam no combate a inflação com a concorrência dos importados. A taxa administrada pela oferta e demanda (mercado) livre é o maior mérito deste governo. Temos que ter cuidado com a concorrência predatória dos importados? Claro.
A complexidade da economia é esta. Mexe-se aqui e acolá sempre se tomando um caminho em detrimento de outro e uma ação aqui sempre provoca reação ali. Na economia é assim.
Governo perdulário não fecha conta nunca. Príncipio de quem gasta mais que ganha. Claro não?
Portanto uma receita básica para nossos "neo desenvolvimentistas":
Redução de gastos, câmbio livre, juros em queda via COPOM e liquidez do mercado.
Aqui no Brasil precisamos agir contra a máfia bancária e dar uma dura no setor.
Outra coisa importante aqui, negociar com ambientalistas para não emperrar obras de energia, estradas, saneamento, etc. Responsabilidade de quem faz e flexibilidade de quem autoriza.
Se assim ficar nosso futuro será melhor e voltamos a competir com países iguais ao nosso que hoje nos superam em quase tudo.
O risco inflacionário muitas vezes tem que ser assumido.
Tem um velho axioma que diz: Quem não quer correr riscos corre o maior de todos os riscos.
quinta-feira, novembro 09, 2006
Cresce Lucro da Vale 46%!
1-) Lucro com geração de emprego e investimentos
Lucro da Vale sobe 46,6% no 3o trimestre e chega a R$ 4 bilhões
(Folha News)
A Companhia Vale do Rio Doce obteve lucro líquido de R$ 4,0 bilhões no terceiro trimestre deste ano, o que corresponde ao lucro por ação de R$ 1,64 e significa um resultado 46,6% superior ao do terceiro trimestre de 2005. Nos primeiros nove meses do ano, a Vale contabilizou lucro líquido de R$ 10,1 bilhões, o que representa crescimento de 28,9% em relação ao que foi registrado entre janeiro e setembro do ano anterior, de R$ 7,8 bilhões.
Veja matéria completa
Mesmo com questionamentos por práticas monopolistas, este lucro da Vale gera riqueza, emprego e renda. Investimentos são executados. Não dá para reclamar, só aplaudir.
Diferente dos banqueiros que só sugam, reduzem empregos, aumentam tarifas, extorquem a população que nem conta sabe fazer e não investem. O pior, ele são mais ferozes no monopólio que a Vale, claro, nas acusações que são feitas a Vale.
Este fato se dá pela demanda mundial capitaneadas pela Índia e China principalmente.
Os preços de minérios aquecidos pela demanda tiveram forte aumento de preço. A demanda subiu violentamente e puxa a reboque a indústria da aciária e sucata. A cadeia que circunda estes setores vai no vácuo e explica um pouco o ciclo virtuoso que Lula na campanha tentou falar que existe via bolsa família e aumento de crédito (extorsão de aposentados). Aqui sim, existe, lá não. A bôlha (de consumo superflúo e quitação de dívidas) e a transferência de renda existem no ciclo dito por Lula.
Preços de alguns produtos chegaram a subir 400%.
Em parte deste "boom" exportador está a explicação para a nossa performance na balança comercial e a tendência da manutenção do dólar nos níveis que paradoxalmente atrapalha os exportadores.
Se nosso agronegócio, destruído por várias razões, não segura mais a onda de nosso PIB, olha ai o setor e seus agregados fazendo a substituição.
Considerando a premissa da alavanca globalizada, olha o perigo de uma crise mundial.
Se não aproveitamos no todo, vamos aproveitar parte.
Muito bom, vamos em frente.
Lucro da Vale sobe 46,6% no 3o trimestre e chega a R$ 4 bilhões
(Folha News)
A Companhia Vale do Rio Doce obteve lucro líquido de R$ 4,0 bilhões no terceiro trimestre deste ano, o que corresponde ao lucro por ação de R$ 1,64 e significa um resultado 46,6% superior ao do terceiro trimestre de 2005. Nos primeiros nove meses do ano, a Vale contabilizou lucro líquido de R$ 10,1 bilhões, o que representa crescimento de 28,9% em relação ao que foi registrado entre janeiro e setembro do ano anterior, de R$ 7,8 bilhões.
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Mesmo com questionamentos por práticas monopolistas, este lucro da Vale gera riqueza, emprego e renda. Investimentos são executados. Não dá para reclamar, só aplaudir.
Diferente dos banqueiros que só sugam, reduzem empregos, aumentam tarifas, extorquem a população que nem conta sabe fazer e não investem. O pior, ele são mais ferozes no monopólio que a Vale, claro, nas acusações que são feitas a Vale.
Este fato se dá pela demanda mundial capitaneadas pela Índia e China principalmente.
Os preços de minérios aquecidos pela demanda tiveram forte aumento de preço. A demanda subiu violentamente e puxa a reboque a indústria da aciária e sucata. A cadeia que circunda estes setores vai no vácuo e explica um pouco o ciclo virtuoso que Lula na campanha tentou falar que existe via bolsa família e aumento de crédito (extorsão de aposentados). Aqui sim, existe, lá não. A bôlha (de consumo superflúo e quitação de dívidas) e a transferência de renda existem no ciclo dito por Lula.
Preços de alguns produtos chegaram a subir 400%.
Em parte deste "boom" exportador está a explicação para a nossa performance na balança comercial e a tendência da manutenção do dólar nos níveis que paradoxalmente atrapalha os exportadores.
Se nosso agronegócio, destruído por várias razões, não segura mais a onda de nosso PIB, olha ai o setor e seus agregados fazendo a substituição.
Considerando a premissa da alavanca globalizada, olha o perigo de uma crise mundial.
Se não aproveitamos no todo, vamos aproveitar parte.
Muito bom, vamos em frente.
Democratas derrotam Bush
1-) Democratas americanos vencem eleição e têm maioria na Câmara e Senado
Clique para ver a matéria completa
Na verdade a opinião pública americana condena Bush por erros cometidos, Iraque é um deles. Muitas vidas e dinheiro que poderiam ter melhor proveito para o povo americano. A alternância no poder é um dos pilares da democracia ianque, naturalmente os partidos democrata e republicano se alternam no comando da nação. Bush está no segundo mandato. Tirando Rossevelt, o FDR, é normal este rodízio ao longo da história. A esquerda, que é livre nos EUA e tem partido em atividade, inventa que democratas são " mais voltados ao lado social" tentando criar uma referência da sua ideologia. Conversa fiada. Democrata e Republicano são parecidos na essência. Liberdade, Liberdade e Liberdade. Patriotismo com seriedade. Lá as coisas funcionam, a começar pela categoria da classe política. A eleição não é compulsória para o eleitor, vota quem quer. A fiscalização da população com a ação de seus representantes é eficaz. A sociedade americana cobra e recebe.
Claro, existem picaretas, tem muita coisa errada, mas lá o exemplo de prosperidade, liberdade e democracia é o maior que existe. Sou fã dos americanos. Conheço os EUA profudamente e falo com muita convicção.
Podem apostar, com o predomínio democrata no legislativo e provavelmente no executivo daqui a pouco, as coisas só podem melhorar. Rotular democrata de " mais social" é deturpar. A esquerda não funciona lá porque a sociedade não deixa e não vota em seus representantes. Os críticos dos americanos podem até não concordar, mas justiça social e liberdade é lá que encontramos. Lá quem tem competência se estabelece, oportunidades para todos.
Como o mundo não é prefeito, vivem lá formigas e cigarras, existem os problemas sociais que o próprio desenvolvimento cria. Ação e responsabilidade para com os cidadãos americanos com a democracia e liberdade é básico. A classe política lá tem qualidades superando defeitos, sejam Azuis ou Vermelhos.
Lá não tem sofisma nem promessas eleitoreiras como aqui, claro, no grau que existe aqui.
Existe corrupção, mas punição. Investigação chega ao final, a justiça funciona e a sociedade é implacável quando julga erros de comportamento moral e ético.
Por causa disso eles são o que são. Eu só bato palmas e tento aprender.
Críticas? Merecem sim, em vários aspectos, mas o saldo é muito, muito positivo em favor das boas coisas.
A preocupação agora será com um potencial ajuste de rumo na economia americana. Especulado por analistas, se acontecer, vai respingar aqui. Tomará que não aconteça, por eles e por nós.
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Na verdade a opinião pública americana condena Bush por erros cometidos, Iraque é um deles. Muitas vidas e dinheiro que poderiam ter melhor proveito para o povo americano. A alternância no poder é um dos pilares da democracia ianque, naturalmente os partidos democrata e republicano se alternam no comando da nação. Bush está no segundo mandato. Tirando Rossevelt, o FDR, é normal este rodízio ao longo da história. A esquerda, que é livre nos EUA e tem partido em atividade, inventa que democratas são " mais voltados ao lado social" tentando criar uma referência da sua ideologia. Conversa fiada. Democrata e Republicano são parecidos na essência. Liberdade, Liberdade e Liberdade. Patriotismo com seriedade. Lá as coisas funcionam, a começar pela categoria da classe política. A eleição não é compulsória para o eleitor, vota quem quer. A fiscalização da população com a ação de seus representantes é eficaz. A sociedade americana cobra e recebe.
Claro, existem picaretas, tem muita coisa errada, mas lá o exemplo de prosperidade, liberdade e democracia é o maior que existe. Sou fã dos americanos. Conheço os EUA profudamente e falo com muita convicção.
Podem apostar, com o predomínio democrata no legislativo e provavelmente no executivo daqui a pouco, as coisas só podem melhorar. Rotular democrata de " mais social" é deturpar. A esquerda não funciona lá porque a sociedade não deixa e não vota em seus representantes. Os críticos dos americanos podem até não concordar, mas justiça social e liberdade é lá que encontramos. Lá quem tem competência se estabelece, oportunidades para todos.
Como o mundo não é prefeito, vivem lá formigas e cigarras, existem os problemas sociais que o próprio desenvolvimento cria. Ação e responsabilidade para com os cidadãos americanos com a democracia e liberdade é básico. A classe política lá tem qualidades superando defeitos, sejam Azuis ou Vermelhos.
Lá não tem sofisma nem promessas eleitoreiras como aqui, claro, no grau que existe aqui.
Existe corrupção, mas punição. Investigação chega ao final, a justiça funciona e a sociedade é implacável quando julga erros de comportamento moral e ético.
Por causa disso eles são o que são. Eu só bato palmas e tento aprender.
Críticas? Merecem sim, em vários aspectos, mas o saldo é muito, muito positivo em favor das boas coisas.
A preocupação agora será com um potencial ajuste de rumo na economia americana. Especulado por analistas, se acontecer, vai respingar aqui. Tomará que não aconteça, por eles e por nós.
quarta-feira, novembro 08, 2006
Números atuais confirmam a verdade! Caso do Vietnam
1-) A verdade sendo comprovada
Terça-feira, 07 de Novembro de 2006, 10h41
Produção industrial brasileira cai 1,4% em setembro
RIO DE JANEIRO - A produção industrial no país recuou 1,4% na passagem de agosto para setembro. Na comparação com setembro de 2005, houve alta de 1,3%. O acumulado nos últimos 12 meses cresceu 2,7%.
Para ver a matéria completa clique aqui
Sabe o que isso quer dizer? A projeção original do PIB de 2006 era de 4,5%, caiu para 4%, depois para 3,5% e agora a chance de chegar a 3,0% é quase nula. Deve fechar 2,85% em 2006.
Para Lula que cantou na eleição que o Brasil vive seu melhor momento vai ai uma informação:
Na história republicana, em crescimento econômico, Lula agora concorre com FHC como o segundo pior presidente desde 1889. Verdade. Como a crescimento é alavanca de todos outros indicadores nosso caro Lula sofismou muito na campanha e agora precisa correr atrás do prejuízo. Vale uma observação: FHC enfrentou situação adversa e crise mundial, Lula pegou vento a favor e situação que dificilmenter se repetirá por muitos anos mais.
No seu segundo mandato pode melhor a média mas a situação ainda será crítica para ele. Vejamos:
Na história o pior foi Collor com - 1,3% (Negativo), depois FHC com 2,4%. Lula no início (projeção) ficaria em terceiro com 2,5%, mas agora bate FHC e deve fechar o crescimento médio de seu primeiro mandato em 2,2% ao ano de crescimento.
Se no ímpeto do desenvolvimentismo e empolgação atual ele crescer 5% ao ano, pelos 4 anos (praticamente impossível), olhem só:
A média dos 8 anos ficaria em 3,65% e ai Lula subiria duas posições, bateria Figueiredo(2,51%) e Sarney (3,28%). Lula seria o o quinto pior e não o segundo. Só milagre.
A chance do Brasil crescer 5% é zero, não tem pré-condições (poupança, renda, etc.) nem infraestrutura (energia, portos, estradas, etc.).
O Brasil precisa de 3,5% para empatar, acima começa a gerar riqueza. Se atingirmos 4% (factível) seria ótimo. Quem sabe não é meta a perseguir sem devaneio?
Atenção: Não adianta só aumentar produção, tem que inovar criar. Educação e informação são pilares disso, claro, aliadas às outras condições.
Triste sina a nossa, e começo a achar de nossos filhos também.
2-) Vietnam
Fiquei chocado com a matéria da Época desta semana sobre o Vietnam. Eles crescem a 8% ao ano por vários anos. O regime político formal é o comunismo, mas a economia capitalista, exemplo do regime chinês. Mão de ferro com liberdade econômica.
Atraem investimentos, melhoram a vida da população destroçada pelas guerra e pelo comunismo de décadas. Geram emprego, renda e riqueza. Já devem ter passado o Brasil em vários indicadores.
Sabe, cabe uma reflexão sobre o tipo de regime político para a peculiaridade cultural e social do país em questão. Democracia é o pior regime excetuando-se todos outros, diria Churchill, mas não seria por uma certa época somente? Este tema é complexo.
Vejam o exemplo do Vietnam agora, China e países da cortina de ferro. Mesclaram economia livre com regime forte e deram frutos a população.
Paradoxal? Nem tanto. Os ajustes que ciclos (tipo de Kondrantief) podem fazer é que são problemas. Conciliar as duas vertentes por muito tempo é complicado.
O mundo muda com velocidade impressionante e a era da informação e conhecimento, já chamada de Redenção Digital por alguns, vai mudar conceitos, quebrar paradigmas ajustando premissas, políticas, sociais e econômicas. A revolução da humanidade se dá assim. É inexorável.
Liberdade sempre, mas com trocadilho, sempre acompanhada de ações que resultem em resultados concretos para o povo. Um dia teremos solução para os ajustes que os ciclos econômicos fazem.
Vou estudar mais o assunto, polêmico, mas gostoso. Ótima discussão.
Terça-feira, 07 de Novembro de 2006, 10h41
Produção industrial brasileira cai 1,4% em setembro
RIO DE JANEIRO - A produção industrial no país recuou 1,4% na passagem de agosto para setembro. Na comparação com setembro de 2005, houve alta de 1,3%. O acumulado nos últimos 12 meses cresceu 2,7%.
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Sabe o que isso quer dizer? A projeção original do PIB de 2006 era de 4,5%, caiu para 4%, depois para 3,5% e agora a chance de chegar a 3,0% é quase nula. Deve fechar 2,85% em 2006.
Para Lula que cantou na eleição que o Brasil vive seu melhor momento vai ai uma informação:
Na história republicana, em crescimento econômico, Lula agora concorre com FHC como o segundo pior presidente desde 1889. Verdade. Como a crescimento é alavanca de todos outros indicadores nosso caro Lula sofismou muito na campanha e agora precisa correr atrás do prejuízo. Vale uma observação: FHC enfrentou situação adversa e crise mundial, Lula pegou vento a favor e situação que dificilmenter se repetirá por muitos anos mais.
No seu segundo mandato pode melhor a média mas a situação ainda será crítica para ele. Vejamos:
Na história o pior foi Collor com - 1,3% (Negativo), depois FHC com 2,4%. Lula no início (projeção) ficaria em terceiro com 2,5%, mas agora bate FHC e deve fechar o crescimento médio de seu primeiro mandato em 2,2% ao ano de crescimento.
Se no ímpeto do desenvolvimentismo e empolgação atual ele crescer 5% ao ano, pelos 4 anos (praticamente impossível), olhem só:
A média dos 8 anos ficaria em 3,65% e ai Lula subiria duas posições, bateria Figueiredo(2,51%) e Sarney (3,28%). Lula seria o o quinto pior e não o segundo. Só milagre.
A chance do Brasil crescer 5% é zero, não tem pré-condições (poupança, renda, etc.) nem infraestrutura (energia, portos, estradas, etc.).
O Brasil precisa de 3,5% para empatar, acima começa a gerar riqueza. Se atingirmos 4% (factível) seria ótimo. Quem sabe não é meta a perseguir sem devaneio?
Atenção: Não adianta só aumentar produção, tem que inovar criar. Educação e informação são pilares disso, claro, aliadas às outras condições.
Triste sina a nossa, e começo a achar de nossos filhos também.
2-) Vietnam
Fiquei chocado com a matéria da Época desta semana sobre o Vietnam. Eles crescem a 8% ao ano por vários anos. O regime político formal é o comunismo, mas a economia capitalista, exemplo do regime chinês. Mão de ferro com liberdade econômica.
Atraem investimentos, melhoram a vida da população destroçada pelas guerra e pelo comunismo de décadas. Geram emprego, renda e riqueza. Já devem ter passado o Brasil em vários indicadores.
Sabe, cabe uma reflexão sobre o tipo de regime político para a peculiaridade cultural e social do país em questão. Democracia é o pior regime excetuando-se todos outros, diria Churchill, mas não seria por uma certa época somente? Este tema é complexo.
Vejam o exemplo do Vietnam agora, China e países da cortina de ferro. Mesclaram economia livre com regime forte e deram frutos a população.
Paradoxal? Nem tanto. Os ajustes que ciclos (tipo de Kondrantief) podem fazer é que são problemas. Conciliar as duas vertentes por muito tempo é complicado.
O mundo muda com velocidade impressionante e a era da informação e conhecimento, já chamada de Redenção Digital por alguns, vai mudar conceitos, quebrar paradigmas ajustando premissas, políticas, sociais e econômicas. A revolução da humanidade se dá assim. É inexorável.
Liberdade sempre, mas com trocadilho, sempre acompanhada de ações que resultem em resultados concretos para o povo. Um dia teremos solução para os ajustes que os ciclos econômicos fazem.
Vou estudar mais o assunto, polêmico, mas gostoso. Ótima discussão.
terça-feira, novembro 07, 2006
Sinto pena do Bradesco!
1-) Coitadinho do Bradesco
Balanços - Dívidas derrubam lucros do Bradesco - Superavit- 07/11/2006
Instituição gasta R$ 2,1 bi em amortização de aquisições
O Bradesco, o maior banco privado do país, anunciou ontem uma significativa queda no lucro líquido do terceiro trimestre. Os ganhos no balanço foram fortemente afetados pelos ágios pagos em compras de bancos nos últimos anos. O Bradesco teve lucro líquido de R$ 219 milhões, de julho a setembro, ante R$ 1,43 bilhão em igual período de 2005. O impacto relativo ao efeito da amortização dos ágios alcançou R$ 2,1 bilhões. Sem esse efeito, o resultado líquido no trimestre passado teria sido de R$ 1,61 bilhão.
Veja a matéria completa
Coitadinhos dos acionistas, perderão dividendos. Os lucros cairam tanto e só lucraram 200 milhões de reais no terceiro trimestre.
Tenha a santa paciência.
A festa na floresta dos bancos é opróbio, roubo, sei lá mais o que posso usar de adjetivo.
Lucros extorsivos, tarifas escorchantes e agora amortizando dívidas de ativos comprados com ágio. Coitados, tão prejudicados!
Deixo claro mais uma vez, não sou contra lucro, sou contra roubo, quadrilha e manipulação!!!
Só acredito na prosperidade com geração de riqueza que vem do lucro, o resto é conversa!
O chato é assistir este absurdo e a ganância da súcia bancária desde a década de 90.
O cidadão comum não tem noção, nem faz conta de seu cheque especial, do seu cartão ou das tarifas que lhe são impostas goela abaixo. Monopólio sujo e maldoso!
Mas chega......Vou parar por aqui. Este Blog é para me fazer bem, mesmo quando escrevo coisas que não gostaria.
Este assunto é recorrente e me dá naúseas.
Balanços - Dívidas derrubam lucros do Bradesco - Superavit- 07/11/2006
Instituição gasta R$ 2,1 bi em amortização de aquisições
O Bradesco, o maior banco privado do país, anunciou ontem uma significativa queda no lucro líquido do terceiro trimestre. Os ganhos no balanço foram fortemente afetados pelos ágios pagos em compras de bancos nos últimos anos. O Bradesco teve lucro líquido de R$ 219 milhões, de julho a setembro, ante R$ 1,43 bilhão em igual período de 2005. O impacto relativo ao efeito da amortização dos ágios alcançou R$ 2,1 bilhões. Sem esse efeito, o resultado líquido no trimestre passado teria sido de R$ 1,61 bilhão.
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Coitadinhos dos acionistas, perderão dividendos. Os lucros cairam tanto e só lucraram 200 milhões de reais no terceiro trimestre.
Tenha a santa paciência.
A festa na floresta dos bancos é opróbio, roubo, sei lá mais o que posso usar de adjetivo.
Lucros extorsivos, tarifas escorchantes e agora amortizando dívidas de ativos comprados com ágio. Coitados, tão prejudicados!
Deixo claro mais uma vez, não sou contra lucro, sou contra roubo, quadrilha e manipulação!!!
Só acredito na prosperidade com geração de riqueza que vem do lucro, o resto é conversa!
O chato é assistir este absurdo e a ganância da súcia bancária desde a década de 90.
O cidadão comum não tem noção, nem faz conta de seu cheque especial, do seu cartão ou das tarifas que lhe são impostas goela abaixo. Monopólio sujo e maldoso!
Mas chega......Vou parar por aqui. Este Blog é para me fazer bem, mesmo quando escrevo coisas que não gostaria.
Este assunto é recorrente e me dá naúseas.
Esperança de crescimento continua!
1-) A intenção é boa, mas e a ação?
Parece que todo governo só pensa em crescimento econômico. As diretrizes parecem priorizar isso. Será?
Lula diz que se pudesse decretaria crescimento por MP- Terra- 06/11/2006- 12:28
"Se eu pudesse decretar o crescimento de 7%, eu faria por Medida Provisória, para o Tuma e para o Mercadante votarem", disse o presidente. Os dois senadores, Romeu Tuma (PFL-SP) e Aloízio Mercadante (PT-SP), estavam presentes ao evento.
Veja notícia completa
Intenção sem ação é ilusão, repito. Lula promete crescimento desde o primeiro mandato e nada.
Sem corte de gastos, queda de juros e algum ajuste no câmbio , esquece.
O Brasil precisa de no mínimo 3,5% de crescimento ao ano, empatando, acima de disso começa a geração de riqueza. Tem uma corrente que acha que precisa de 5% para começar o ganho social.
Como podemos crescer em um país aonde o gasto público (quase sempre desperdício) cresce 6% ao ano em média por longo tempo? A renda não cresce e não existe poupança? Investimento em capital social básico é quase zero?
Conta de padeiro. A riqueza vai pelo ralo e só aumento tributário e busca desenfreada por recursos aumentando juros resolve. É a perversa ciranda que vivemos hoje. Alguém dúvida?
A receita para solução não é fácil de administrar na prática, na teoria tudo funciona.Mas saída tem, olhem nossos pares do terceiro mundo. Somos o patinho feio.
Quando falo de crescimento, fique claro que não é só aumento de produção industrial. É quanho de qualidade com investimento em educação e tecnologia. Sem estes ingredientes é quimera achar que vamos crescer. Podemos ter bôlhas e nada mais. Vivemos a era da informação e tecnologia. Aumentar a produção por si só não funciona mais se não vier com valor agregado de inovação e tecnologia, produtividade, qualidade e competitividade.
Pedir muito? Olhem os pares "again".
Crescimento = oportunidade = geração de riqueza = ciclo virtuoso = justiça social
Qualquer coisa fora disso é empulhação, sofisma e expoliação.
Todos os discursos caminham na direção correta, como sempre, vamos ver a ação.
Se tentarem algo artificial, na retórica será bôlha. Temos que pensar no futuro e ter autosustentabilidade.
Assunto gostoso este, vamos cobrar e escrever muito sobre isso. Tomara que sejam loas.
Parece que todo governo só pensa em crescimento econômico. As diretrizes parecem priorizar isso. Será?
Lula diz que se pudesse decretaria crescimento por MP- Terra- 06/11/2006- 12:28
"Se eu pudesse decretar o crescimento de 7%, eu faria por Medida Provisória, para o Tuma e para o Mercadante votarem", disse o presidente. Os dois senadores, Romeu Tuma (PFL-SP) e Aloízio Mercadante (PT-SP), estavam presentes ao evento.
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Intenção sem ação é ilusão, repito. Lula promete crescimento desde o primeiro mandato e nada.
Sem corte de gastos, queda de juros e algum ajuste no câmbio , esquece.
O Brasil precisa de no mínimo 3,5% de crescimento ao ano, empatando, acima de disso começa a geração de riqueza. Tem uma corrente que acha que precisa de 5% para começar o ganho social.
Como podemos crescer em um país aonde o gasto público (quase sempre desperdício) cresce 6% ao ano em média por longo tempo? A renda não cresce e não existe poupança? Investimento em capital social básico é quase zero?
Conta de padeiro. A riqueza vai pelo ralo e só aumento tributário e busca desenfreada por recursos aumentando juros resolve. É a perversa ciranda que vivemos hoje. Alguém dúvida?
A receita para solução não é fácil de administrar na prática, na teoria tudo funciona.Mas saída tem, olhem nossos pares do terceiro mundo. Somos o patinho feio.
Quando falo de crescimento, fique claro que não é só aumento de produção industrial. É quanho de qualidade com investimento em educação e tecnologia. Sem estes ingredientes é quimera achar que vamos crescer. Podemos ter bôlhas e nada mais. Vivemos a era da informação e tecnologia. Aumentar a produção por si só não funciona mais se não vier com valor agregado de inovação e tecnologia, produtividade, qualidade e competitividade.
Pedir muito? Olhem os pares "again".
Crescimento = oportunidade = geração de riqueza = ciclo virtuoso = justiça social
Qualquer coisa fora disso é empulhação, sofisma e expoliação.
Todos os discursos caminham na direção correta, como sempre, vamos ver a ação.
Se tentarem algo artificial, na retórica será bôlha. Temos que pensar no futuro e ter autosustentabilidade.
Assunto gostoso este, vamos cobrar e escrever muito sobre isso. Tomara que sejam loas.
quinta-feira, novembro 02, 2006
Começou já?
1-) Não tem jeito, a infraestrutura começa a dar os sinais do desgaste
Veja a matéria completa
O caos nos aeroportos é reflexo do desmando na infraestrutura do país. Das estradas nem se fala, só quem viaja sabe o que falo. Portos e aeroportos em estado de precariedade total e vide problema. Alertas são dados tem tempo.
Na energia é esperarmos a bomba explodir, quando? Breve, infelizmente.
Lula tem culpa? Claro que não, mas a incompetência de seus colaborados fazem respingar nele.
Todos são ruins? Claro que não, existe gente de primeiro time e é isso que ele deve buscar neste segundo mandato que normalmente é pior que o primeiro. O governo quer crescer 5% ao ano. Como vamos crescer 5% ao ano com esta situação?
Carga tributária nas alturas sem investimento em capital social básico dá nisso.
A chance de desaceleração da economia mundial é grande e o Brasil não está preparado para crescer 5% ao ano, talvez estes 3,5% já provocam o caos como este, imagine 5%?.
Só para exemplificar uma coisa: para cada 1% de crescimento do PIB temos que ter 2% de energia, antecipadamente. Em outros setores é a mesma moeda.
Não existe chance de crescer sem estar preparado, triste não?
Vamos ver mais coisas acontecendo, aguardem.
Agora não tem discurso nem retórica, só trabalho.
Se este problema acontecesse antes da eleição? Como ficariamos e qual seria a desculpa? O Brasil não está direitinho? Na verdade o acidente da Gol pode ter sido consequência do atual problema.
Veremos mais indicadores na saúde e na economia que colocarão o Brasil no seu lugar. Péssimo por sinal.
Agora só nos resta torcer e rezar.
Rezar mais que torcer é minha opinião.
Mas o santo do homem é forte, que ele funcione mais uma vez.
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O caos nos aeroportos é reflexo do desmando na infraestrutura do país. Das estradas nem se fala, só quem viaja sabe o que falo. Portos e aeroportos em estado de precariedade total e vide problema. Alertas são dados tem tempo.
Na energia é esperarmos a bomba explodir, quando? Breve, infelizmente.
Lula tem culpa? Claro que não, mas a incompetência de seus colaborados fazem respingar nele.
Todos são ruins? Claro que não, existe gente de primeiro time e é isso que ele deve buscar neste segundo mandato que normalmente é pior que o primeiro. O governo quer crescer 5% ao ano. Como vamos crescer 5% ao ano com esta situação?
Carga tributária nas alturas sem investimento em capital social básico dá nisso.
A chance de desaceleração da economia mundial é grande e o Brasil não está preparado para crescer 5% ao ano, talvez estes 3,5% já provocam o caos como este, imagine 5%?.
Só para exemplificar uma coisa: para cada 1% de crescimento do PIB temos que ter 2% de energia, antecipadamente. Em outros setores é a mesma moeda.
Não existe chance de crescer sem estar preparado, triste não?
Vamos ver mais coisas acontecendo, aguardem.
Agora não tem discurso nem retórica, só trabalho.
Se este problema acontecesse antes da eleição? Como ficariamos e qual seria a desculpa? O Brasil não está direitinho? Na verdade o acidente da Gol pode ter sido consequência do atual problema.
Veremos mais indicadores na saúde e na economia que colocarão o Brasil no seu lugar. Péssimo por sinal.
Agora só nos resta torcer e rezar.
Rezar mais que torcer é minha opinião.
Mas o santo do homem é forte, que ele funcione mais uma vez.
terça-feira, outubro 31, 2006
2007 pode ser decisivo na economia!
1-) O Brasil tem jeito, mas vem turbulência ai
'Reformas podem levar o Brasil a crescer 6%' (Esperamos)
'O Brasil está muito sólido, mas é preocupante que esteja crescendo apenas 3,5%. O que acontecerá quando houver uma desaceleração global?' (É consenso)
EntrevistaKenneth Rogoff, economista da Universidade Harvard- Grigo meu
Veja a matéria toda
Já foi alertado várias vezes: o mundo terá um ajuste por conta da economia americana e isso trará consequências para todos. Pode ser em 2007, 2008 ou até 2009, Lula estará no segundo mandato. No primeiro não enfrentou crise séria nenhuma, tirando o gás da Bolívia que continuará atentando nossa economia.
Temos que fazer ajustes aqui também.
A crítica é geral e os números não mentem. O Brasil cresce pouco e gasta mal, na economia não existe estrada de mão única, isso trará consequências. Podem apostar. O manto da pífia prosperidade aparente se descobrirá com sinal de qualquer tempestade global.
Vamos lá: Lula enfrentará problemas sérios no setor elétrico, pode começar em 2007, mais provável em 2008, mas virá crise forte. Apagão? Grandes chances. O prejuízo será incalculável.
Outro ponto: uma crise mundial de proporções que afetem o terceiro mundo vai mexer com as estruturas nacionais. O tamanho da mexida é a incógnita. O mercado americano engasga, sinalizando problemas.
Vamos ser francos: Lula teve céu de brigadeiro, mercado externo favorável e forte demanda mundial que alavanca o Brasil. Quanto tempo isso ficará ai?
Não é questão mais de encruzilhada, o caminho foi tomado com a vitória da retórica e do discurso, agora é ação! Repito: Intenção sem ação é ilusão!
Opções: Lula não tem muitas, seja Palocci ou quem for a ordem econômica é a seguinte:
Cortar despesas para diminuir o déficit e/ou baixar juros.
O maior juros do globo e por conta desses, pagaremos 170 bilhões de reais, isso mesmo.
Nossa dívida interna chega a mais de um trilhão de reais. Não há país que resista.
Méritos por zerar a conta do FMI? Alguns, mas com toda certeza correremos atrás novamente no caso de desaquecimento da demanda mundial.
Reservas de 80 bilhões de dólares, recorde histórico? Consequência da prosperidade mundial, do desempenho da balança comercial e sorte do sr. presidente. Isso vai continuar? Do mesmo jeito, pelo mesmo período, muito pouco provável. Vamos torcer, mas é só!
Resumo da ópera: Cortar gastos e baixar juros, ou os dois juntos.
Baixar juros tem riscos inflacionários e a coisa fica complicada tendo que ser muito bem administrada. A receita não é simples, mas tem que acabar a usura.
Lula ou corta ou corta, juros abaixam ou abaixam. O corte profundo nas despesas públicas colabora com a queda de juros de certa forma. O problema politicamente é a medida trágica.
Presidente, sua fala e seu discurso agora não valem nem servem mais. A eleição está ganha, e muito bem. Vamos agora ao mundo real pensando no Brasil. Não podemos errar mais e o ambiente será pior que estes quatro anos passados. Infelizmente!
Torço muito, rezo até, mas a crítica deve ser exercida.
Uma chance: Convoque um bom time. Cuidado com conchavos e fisiologismo. Coloque craque, usando seu jargão. Lembrem-se:
SÓ AS PESSOAS FAZEM AS COISAS, BOAS OU MÁS!
'Reformas podem levar o Brasil a crescer 6%' (Esperamos)
'O Brasil está muito sólido, mas é preocupante que esteja crescendo apenas 3,5%. O que acontecerá quando houver uma desaceleração global?' (É consenso)
EntrevistaKenneth Rogoff, economista da Universidade Harvard- Grigo meu
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Já foi alertado várias vezes: o mundo terá um ajuste por conta da economia americana e isso trará consequências para todos. Pode ser em 2007, 2008 ou até 2009, Lula estará no segundo mandato. No primeiro não enfrentou crise séria nenhuma, tirando o gás da Bolívia que continuará atentando nossa economia.
Temos que fazer ajustes aqui também.
A crítica é geral e os números não mentem. O Brasil cresce pouco e gasta mal, na economia não existe estrada de mão única, isso trará consequências. Podem apostar. O manto da pífia prosperidade aparente se descobrirá com sinal de qualquer tempestade global.
Vamos lá: Lula enfrentará problemas sérios no setor elétrico, pode começar em 2007, mais provável em 2008, mas virá crise forte. Apagão? Grandes chances. O prejuízo será incalculável.
Outro ponto: uma crise mundial de proporções que afetem o terceiro mundo vai mexer com as estruturas nacionais. O tamanho da mexida é a incógnita. O mercado americano engasga, sinalizando problemas.
Vamos ser francos: Lula teve céu de brigadeiro, mercado externo favorável e forte demanda mundial que alavanca o Brasil. Quanto tempo isso ficará ai?
Não é questão mais de encruzilhada, o caminho foi tomado com a vitória da retórica e do discurso, agora é ação! Repito: Intenção sem ação é ilusão!
Opções: Lula não tem muitas, seja Palocci ou quem for a ordem econômica é a seguinte:
Cortar despesas para diminuir o déficit e/ou baixar juros.
O maior juros do globo e por conta desses, pagaremos 170 bilhões de reais, isso mesmo.
Nossa dívida interna chega a mais de um trilhão de reais. Não há país que resista.
Méritos por zerar a conta do FMI? Alguns, mas com toda certeza correremos atrás novamente no caso de desaquecimento da demanda mundial.
Reservas de 80 bilhões de dólares, recorde histórico? Consequência da prosperidade mundial, do desempenho da balança comercial e sorte do sr. presidente. Isso vai continuar? Do mesmo jeito, pelo mesmo período, muito pouco provável. Vamos torcer, mas é só!
Resumo da ópera: Cortar gastos e baixar juros, ou os dois juntos.
Baixar juros tem riscos inflacionários e a coisa fica complicada tendo que ser muito bem administrada. A receita não é simples, mas tem que acabar a usura.
Lula ou corta ou corta, juros abaixam ou abaixam. O corte profundo nas despesas públicas colabora com a queda de juros de certa forma. O problema politicamente é a medida trágica.
Presidente, sua fala e seu discurso agora não valem nem servem mais. A eleição está ganha, e muito bem. Vamos agora ao mundo real pensando no Brasil. Não podemos errar mais e o ambiente será pior que estes quatro anos passados. Infelizmente!
Torço muito, rezo até, mas a crítica deve ser exercida.
Uma chance: Convoque um bom time. Cuidado com conchavos e fisiologismo. Coloque craque, usando seu jargão. Lembrem-se:
SÓ AS PESSOAS FAZEM AS COISAS, BOAS OU MÁS!
domingo, outubro 29, 2006
Agora é bola para frente!
1-) A democracia vence
Lula confirma prognósticos das pesquisas e ganha com 20% de margem. Era esperada a vitória.
Alckmim teve menos votos que o primeiro turno. Estranho, ele é bom candidato, preparado e podem esperar que tem futuro. Aécio, Serra e outros potenciais candidatos em 2010 aguardem Alckimim.
Lula acaba de fazer pronunciamento: Me marcaram alguns pontos e devemos cobrar.
Deixa o homem trabalhar.
O governo será a 120 por hora.
Aprendemos com os erros e agora vamos acertar.
Vamos conversar com todas as forças políticas do Brasil.
O homem deve trabalhar agora, esperamos. E colocar gente de primeiro time. A experiência com companheiros não foi muito boa.
Sabemos que só faz quem erra e só erra quem faz. Lula admite seus erros e está na hora de acertar. Ele errou muito. O Brasil tem que crescer, não temos saída. É ilusão achar que estamos bem, os números desmentem a retórica. Não é dialética esta conversa, é recurso eleitoral para ganhar eleição. No fundo ele sabe disso.
Lula que nunca desceu do palanque usou sua retórica para ganhar a reeleição. Mérito dele.
Comparou números com FHC (que foi péssimo, mas enfrentou crises mundiais), disse que ganha o embate, não penso da mesma forma. Comparar o sujo com o mau lavado diriam aqui em Minas.
Bem companheiros petistas, agora seu benckmarking será seus próprios números. A comparação, que nunca teve razão de ser, perde totalmente o sentido a partir de agora.
O mundo inevitavelmente fará correção de rumos e podemos ter ai uma mini crise global. Vamos ver como o nosso ditoso e falante presidente se comporta. Tem hora que não dá para levar na conversa só. Promessas e discursos ganham eleição, mas não resolvem graves situações. Intenção sem ação é ilusão e este filme tem sido visto por vários anos no Brasil. Chega de conversa e vamos trabalhar sério.
A biografia dele será marcada pelos escândalos e pelo pífio desempenho econômico, isso será julgado pela história e as palavras ficarão no ar. A realidade é implacável e o tempo senhor da razão. Lula tem que diminuir a rapacidade de alguns companheiros e pegar forte na massa, arregaçar as mangas, trabalhar, mudar as estruturas que precisam e acertar as conjunturas distorcidas.
Será que ele acredita mesmo que o Brasil está bem? O aumento de crédito foi solução? As famílias hoje de baixa renda melhoram de vida? Será que ele conhece Moslow? A mentira repetida muitas vezes vira verdade, mas tem limites.
Vamos lá Lula, agora sua biografia pode ser redimida. A sua chance está ai.
Infelizmente não acredito, mas torço muito.
Esta história de preconceito e golpe de elite é coisa do passado. A realidade não é, nem será deturpada por fatos reais. Lula agora terá que descer do palanque e agir.
Vamos aguardar, inclusive que a mídia, MP e a polícia apurem e finalizem as coisas escabrosas do seu governo. Democracia é isso. Um ministro disse que seria infantilidade política levar adiante as investigações na busca de crime praticado. Será que ele quis dizer que a votação de 58 milhões de eleitores, grande maioria sem informação, é indulto eleitoral?
E as instituições, como ficam se algo for comprovado e fira a lei?
Golpe será alguma tentativa de jogar para debaixo do tapete mazelas praticadas.
Desde a morte de Celso Daniel, passando por vários escandalos, a coisa anda de lado, "stand by" como diz o outro. Bom para quem governa, mas péssimo para o país atitudes como esta.
Lula se gabou da ação da PF, ela é republicana e deve continuar assim. Espero que cada vez mais.
Lula confirma prognósticos das pesquisas e ganha com 20% de margem. Era esperada a vitória.
Alckmim teve menos votos que o primeiro turno. Estranho, ele é bom candidato, preparado e podem esperar que tem futuro. Aécio, Serra e outros potenciais candidatos em 2010 aguardem Alckimim.
Lula acaba de fazer pronunciamento: Me marcaram alguns pontos e devemos cobrar.
Deixa o homem trabalhar.
O governo será a 120 por hora.
Aprendemos com os erros e agora vamos acertar.
Vamos conversar com todas as forças políticas do Brasil.
O homem deve trabalhar agora, esperamos. E colocar gente de primeiro time. A experiência com companheiros não foi muito boa.
Sabemos que só faz quem erra e só erra quem faz. Lula admite seus erros e está na hora de acertar. Ele errou muito. O Brasil tem que crescer, não temos saída. É ilusão achar que estamos bem, os números desmentem a retórica. Não é dialética esta conversa, é recurso eleitoral para ganhar eleição. No fundo ele sabe disso.
Lula que nunca desceu do palanque usou sua retórica para ganhar a reeleição. Mérito dele.
Comparou números com FHC (que foi péssimo, mas enfrentou crises mundiais), disse que ganha o embate, não penso da mesma forma. Comparar o sujo com o mau lavado diriam aqui em Minas.
Bem companheiros petistas, agora seu benckmarking será seus próprios números. A comparação, que nunca teve razão de ser, perde totalmente o sentido a partir de agora.
O mundo inevitavelmente fará correção de rumos e podemos ter ai uma mini crise global. Vamos ver como o nosso ditoso e falante presidente se comporta. Tem hora que não dá para levar na conversa só. Promessas e discursos ganham eleição, mas não resolvem graves situações. Intenção sem ação é ilusão e este filme tem sido visto por vários anos no Brasil. Chega de conversa e vamos trabalhar sério.
A biografia dele será marcada pelos escândalos e pelo pífio desempenho econômico, isso será julgado pela história e as palavras ficarão no ar. A realidade é implacável e o tempo senhor da razão. Lula tem que diminuir a rapacidade de alguns companheiros e pegar forte na massa, arregaçar as mangas, trabalhar, mudar as estruturas que precisam e acertar as conjunturas distorcidas.
Será que ele acredita mesmo que o Brasil está bem? O aumento de crédito foi solução? As famílias hoje de baixa renda melhoram de vida? Será que ele conhece Moslow? A mentira repetida muitas vezes vira verdade, mas tem limites.
Vamos lá Lula, agora sua biografia pode ser redimida. A sua chance está ai.
Infelizmente não acredito, mas torço muito.
Esta história de preconceito e golpe de elite é coisa do passado. A realidade não é, nem será deturpada por fatos reais. Lula agora terá que descer do palanque e agir.
Vamos aguardar, inclusive que a mídia, MP e a polícia apurem e finalizem as coisas escabrosas do seu governo. Democracia é isso. Um ministro disse que seria infantilidade política levar adiante as investigações na busca de crime praticado. Será que ele quis dizer que a votação de 58 milhões de eleitores, grande maioria sem informação, é indulto eleitoral?
E as instituições, como ficam se algo for comprovado e fira a lei?
Golpe será alguma tentativa de jogar para debaixo do tapete mazelas praticadas.
Desde a morte de Celso Daniel, passando por vários escandalos, a coisa anda de lado, "stand by" como diz o outro. Bom para quem governa, mas péssimo para o país atitudes como esta.
Lula se gabou da ação da PF, ela é republicana e deve continuar assim. Espero que cada vez mais.
sexta-feira, outubro 27, 2006
O Debate da Globo?
1-) Sem palavras
Não preciso escrever nada. Sem comentários! Sem emoção ou torcida, mas com os fatos e dados.
O povo encurralou Lula. As perguntas dos eleitores indecisos bagunçaram Lula, ele chegou a ficar nervoso. Lula é articulado e domina bem o discurso de político, esta é uma de suas maiores virtudes. Ele chegou a falar de sua vida em 1965 quando perguntaram sobre trasportes.
Alckmim foi melhor. Não dá para virar a eleição, mas o desempenho dele foi muito bom.
Alckmim não conseguiu trasmitir ao eleitor sua mensagem, o marqueteiro dele falhou? Ou o outro foi melhor?
Na campanha toda, quem levou na conversa e discurso? Quem mostrou mais informações e pôde falar de trajetória e realização? A segurança de um foi notória, o outro na retórica. Deixa para lá.
Espero ver este país daqui para fente com uma agenda de crescimento. Não existe justiça social sem crescimento econômico e oportunidades. Os números estão ai e derrubarão o castelo de palavras sem piedade. Sofisma tem tempo de validade, uma hora a casa cai.
O Brasil dividido e um 2007 com muita briga política é esperado e as instituições devem funcionar. Não adianta falar de cassação de candidatura de Lula sem ritos processuais e provas de crimes que tenham sido cometido.
Um "terceiro turno" será péssimo para o Brasil, mas temos outra opção?
O ocorrido e em processo de investigação, desde o mensalão, devem ter seu desfecho.
Não preciso escrever nada. Sem comentários! Sem emoção ou torcida, mas com os fatos e dados.
O povo encurralou Lula. As perguntas dos eleitores indecisos bagunçaram Lula, ele chegou a ficar nervoso. Lula é articulado e domina bem o discurso de político, esta é uma de suas maiores virtudes. Ele chegou a falar de sua vida em 1965 quando perguntaram sobre trasportes.
Alckmim foi melhor. Não dá para virar a eleição, mas o desempenho dele foi muito bom.
Alckmim não conseguiu trasmitir ao eleitor sua mensagem, o marqueteiro dele falhou? Ou o outro foi melhor?
Na campanha toda, quem levou na conversa e discurso? Quem mostrou mais informações e pôde falar de trajetória e realização? A segurança de um foi notória, o outro na retórica. Deixa para lá.
Espero ver este país daqui para fente com uma agenda de crescimento. Não existe justiça social sem crescimento econômico e oportunidades. Os números estão ai e derrubarão o castelo de palavras sem piedade. Sofisma tem tempo de validade, uma hora a casa cai.
O Brasil dividido e um 2007 com muita briga política é esperado e as instituições devem funcionar. Não adianta falar de cassação de candidatura de Lula sem ritos processuais e provas de crimes que tenham sido cometido.
Um "terceiro turno" será péssimo para o Brasil, mas temos outra opção?
O ocorrido e em processo de investigação, desde o mensalão, devem ter seu desfecho.
quinta-feira, outubro 26, 2006
Nem a bala de prata muda esta eleição!
1-) Nem bala de prata agora
Quinta, 26 de outubro de 2006, 11h44
CNT/Sensus: Lula lidera com 63,2%
Pesquisa CNT/Sensus divulgada hoje aponta o candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 63,2% dos votos válidos. O candidato Geraldo Alckmin (PSDB) aparece com 36,8% dos votos válidos. A vantagem do candidato petista é de 26,4 pontos percentuais. Levando em conta todos os votos, Lula tem 57,5%, Alckmin, 33,5%. Votos brancos e nulos somam 3,3%. Indecisos contabilizam 5,9%. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
Rejeição de Alckmim 45% e de Lula 33,6%.
Veja a matéria completa
Estão jogando a culpa no marqueteiro de Alckmim, mas a verdade é que ele não conseguiu transmitir a população que era o melhor candidato.
A questão ética ficou relevada.
Acho que precisamos fazer um estudo sociológico profundo dos dados desta eleição.
O que aconteceu de fato? Porque o país está dividido em dois?
Lula, com todos os erros, será que não levou de fato grandes benefícios a população mais carente?
A retórica e o discurso são contestados por números. O Brasil vai mal, poderia ir melhor e isso é inquestionável. A mentira foi um dos motes desta eleição. Político mente, mais em véspera de eleição, mas o que assistimos é brutal.
Com a rejeição de Alckmim agora nem a bala de prata esperada.
Resta torcer para que Lula governe melhor agora. Os votos não podem ser perdão nem indulto de crimes cometidos. Democracia é isso.
Quero ver o STE ou o MP atacar um mandatário de 50 milhões de votos. Se houver culpa que seja, mas uma agenda positiva é importante para o Brasil também. Se houve crime com provas reais Lula ficará refém do congresso e a chance de um mensalão II é grande. Sarney e companhia continuam mandando e podem agora mandar até mais. Vamos ver.
Quinta, 26 de outubro de 2006, 11h44
CNT/Sensus: Lula lidera com 63,2%
Pesquisa CNT/Sensus divulgada hoje aponta o candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 63,2% dos votos válidos. O candidato Geraldo Alckmin (PSDB) aparece com 36,8% dos votos válidos. A vantagem do candidato petista é de 26,4 pontos percentuais. Levando em conta todos os votos, Lula tem 57,5%, Alckmin, 33,5%. Votos brancos e nulos somam 3,3%. Indecisos contabilizam 5,9%. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
Rejeição de Alckmim 45% e de Lula 33,6%.
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Estão jogando a culpa no marqueteiro de Alckmim, mas a verdade é que ele não conseguiu transmitir a população que era o melhor candidato.
A questão ética ficou relevada.
Acho que precisamos fazer um estudo sociológico profundo dos dados desta eleição.
O que aconteceu de fato? Porque o país está dividido em dois?
Lula, com todos os erros, será que não levou de fato grandes benefícios a população mais carente?
A retórica e o discurso são contestados por números. O Brasil vai mal, poderia ir melhor e isso é inquestionável. A mentira foi um dos motes desta eleição. Político mente, mais em véspera de eleição, mas o que assistimos é brutal.
Com a rejeição de Alckmim agora nem a bala de prata esperada.
Resta torcer para que Lula governe melhor agora. Os votos não podem ser perdão nem indulto de crimes cometidos. Democracia é isso.
Quero ver o STE ou o MP atacar um mandatário de 50 milhões de votos. Se houver culpa que seja, mas uma agenda positiva é importante para o Brasil também. Se houve crime com provas reais Lula ficará refém do congresso e a chance de um mensalão II é grande. Sarney e companhia continuam mandando e podem agora mandar até mais. Vamos ver.
quarta-feira, outubro 25, 2006
Vai ter problema de energia! Apagão II a vista!
1-) Vamos ter o apagão II, se em 2007, 2008, 2009 ou 2010 não podemos precisar.
Façam as apostas. O terror está anunciado. Em 2001 foi antecipado pela mídia e pelos especialistas no assunto. Os fatos não mentem. Números podem até deturpar a tragédia que se anuncia, mas não deixam de reverberar a situação. O filme se repete.
Risco de apagão pode chegar a 50%- Nicola Pamplona - Estadão 24/10/2006
Novo cálculo do volume de energia assegurada no sistema pode indicar perigo de déficit e alta iminente de preços - Clique para ver a matéria completa
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) começa a definir na próxima sexta-feira qual é o real risco de racionamento de energia no País. O novo cenário será desenhado a partir da redução do volume de energia assegurada no sistema elétrico nacional, com a retirada das térmicas sem gás para funcionar. Segundo simulações do mercado, a medida pode elevar o risco de déficit muito acima dos 5% aceitos pelo sistema, atingindo 25% no Sudeste em 2007. Para 2008, chegaria a 50%.
Governo descarta falta de energia nos próximos anos
O presidente da EPE admitiu, porém, que haverá turbulência até 2009 - Nicola Pamplona- Estadão 25/10/2006- Clique e veja a matéria completa
RIO - Coordenador do programa energético da campanha petista, o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, descartou a possibilidade de falta de energia nos próximos anos. Apesar de reconhecer que 2007 e 2008 serão "anos de turbulência" devido à escassez de gás natural para geração térmica, Tolmasquim disse que há usinas a óleo que podem ser despachadas (colocadas em operação) se necessário, mesmo que isso signifique aumento nas tarifas de eletricidade.
Já estão admitindo problemas, senão na falta, no aumento de custos e preços para o consumidor.
De vários aproveitamentos hidrelétricos, a grande maioria tem problemas ambientais e vão furar cronograma de entrada em operação. As térmicas então nem se fala. Os leilões parecem que estão com preços artificiais. Quando chegar a entrega da energia vendida nas usina novas os problemas surgirão: Pela não entrada, pela artificialidade dos preços praticados.
O gás está crítico e a transformação das UTE a gás em óleo demanda tempo, o custo é absurdo, tanto de mudança e principalmente de operação e combustível.
O custo do déficit de energia é de R$ 2.500,00 por MW e o prejuízo para o Brasil, se acontecer o anunciado apagão, será incalculável. Em 2001 foram bilhões de US$ pelo ralo.
A questão é quando vai acontecer. Se o Brasil crescer, ou se estivesse crescendo como deveria, o problema já estaria batendo a nossa porta. O pífio desempenho econômico alivia a energia. Paradoxo maldoso este, não? Precisamos crescer, mas não podemos nem devemos!
O Brasil pode não crescer por falta de energia, mas o problema crítico é a infraestrutura(estradas, portos, etc.) e a política econômica errada. Vamos perder o "boom" mundial, mas por incrível que pareça, um refresco na grave situação energética que está anunciada.
Vai ter muita gente pagando pela verborragia. Fica aqui registrado.
Lembro-me em 1998 até 2000, pessoas discutindo o potencial apagão e autoridades negando. Especialistas e oficiais em contradição e números do governo confirmando o terremoto.
Não deu mais tempo e aconteceu o racionamento de 2001.
Agora é a mesma moeda, pouca poderá ser a ação para extirpar o problema, mas muito pode ser feito para minimizar os efeitos danosos de um potencial apagão II. Vamos ver os próximos capítulos e vou acompanhar de perto relatando aqui os acontecimentos com dados do setor, inclusive os oficiais.
Façam as apostas. O terror está anunciado. Em 2001 foi antecipado pela mídia e pelos especialistas no assunto. Os fatos não mentem. Números podem até deturpar a tragédia que se anuncia, mas não deixam de reverberar a situação. O filme se repete.
Risco de apagão pode chegar a 50%- Nicola Pamplona - Estadão 24/10/2006
Novo cálculo do volume de energia assegurada no sistema pode indicar perigo de déficit e alta iminente de preços - Clique para ver a matéria completa
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) começa a definir na próxima sexta-feira qual é o real risco de racionamento de energia no País. O novo cenário será desenhado a partir da redução do volume de energia assegurada no sistema elétrico nacional, com a retirada das térmicas sem gás para funcionar. Segundo simulações do mercado, a medida pode elevar o risco de déficit muito acima dos 5% aceitos pelo sistema, atingindo 25% no Sudeste em 2007. Para 2008, chegaria a 50%.
Governo descarta falta de energia nos próximos anos
O presidente da EPE admitiu, porém, que haverá turbulência até 2009 - Nicola Pamplona- Estadão 25/10/2006- Clique e veja a matéria completa
RIO - Coordenador do programa energético da campanha petista, o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, descartou a possibilidade de falta de energia nos próximos anos. Apesar de reconhecer que 2007 e 2008 serão "anos de turbulência" devido à escassez de gás natural para geração térmica, Tolmasquim disse que há usinas a óleo que podem ser despachadas (colocadas em operação) se necessário, mesmo que isso signifique aumento nas tarifas de eletricidade.
Já estão admitindo problemas, senão na falta, no aumento de custos e preços para o consumidor.
De vários aproveitamentos hidrelétricos, a grande maioria tem problemas ambientais e vão furar cronograma de entrada em operação. As térmicas então nem se fala. Os leilões parecem que estão com preços artificiais. Quando chegar a entrega da energia vendida nas usina novas os problemas surgirão: Pela não entrada, pela artificialidade dos preços praticados.
O gás está crítico e a transformação das UTE a gás em óleo demanda tempo, o custo é absurdo, tanto de mudança e principalmente de operação e combustível.
O custo do déficit de energia é de R$ 2.500,00 por MW e o prejuízo para o Brasil, se acontecer o anunciado apagão, será incalculável. Em 2001 foram bilhões de US$ pelo ralo.
A questão é quando vai acontecer. Se o Brasil crescer, ou se estivesse crescendo como deveria, o problema já estaria batendo a nossa porta. O pífio desempenho econômico alivia a energia. Paradoxo maldoso este, não? Precisamos crescer, mas não podemos nem devemos!
O Brasil pode não crescer por falta de energia, mas o problema crítico é a infraestrutura(estradas, portos, etc.) e a política econômica errada. Vamos perder o "boom" mundial, mas por incrível que pareça, um refresco na grave situação energética que está anunciada.
Vai ter muita gente pagando pela verborragia. Fica aqui registrado.
Lembro-me em 1998 até 2000, pessoas discutindo o potencial apagão e autoridades negando. Especialistas e oficiais em contradição e números do governo confirmando o terremoto.
Não deu mais tempo e aconteceu o racionamento de 2001.
Agora é a mesma moeda, pouca poderá ser a ação para extirpar o problema, mas muito pode ser feito para minimizar os efeitos danosos de um potencial apagão II. Vamos ver os próximos capítulos e vou acompanhar de perto relatando aqui os acontecimentos com dados do setor, inclusive os oficiais.
sábado, outubro 21, 2006
O Brasil está "direitinho"?
1-) Fica até repetitivo
20/10/2006 - 15h44 Pelo 2º ano seguido, Brasil só deve crescer mais que Haiti na América Latina
Folha Online - Pelo segundo ano consecutivo, o PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas por um país) do Brasil só deve crescer mais que o do Haiti entre os países da América Latina.Segundo ranking de 19 países preparado pela consultoria Austin Rating a partir de dados do FMI, da Cepal e do Banco Central, se em 2006 o Brasil crescer 3% como prevêem em média as mais de cem instituições financeiras consultadas para a elaboração do boletim Focus, só o Haiti, que continua em guerra civil, terá uma alta menor do PIB, de 2,3%.
Clique para ver a matéria completa
O jingle do Lula diz que o Brasil está "direitinho", ele diz que nunca estivemos melhor. Lula nos seus programas mostra coisas que os números contestam, como é o caso aqui.
Diz também para deixar o homem trabalhar, então presidente, mãos a obra. Vamos buscar o tempo perdido e a competitividade que precisamos para o futuro.
É triste o que assistimos nesta matéria e tem muito tempo que falo nisso.
Se o cavalo ganhar uma vez pode ser sorte, se ganhar duas pode ser coincidência, mas se vencer a terceira pode apostar nele. Contra fatos não existe argumento.
Lula no discurso, vai levar o Brasil onde precisa? Vamos lá, em frente e promovendo as mudanças necessárias. Ação! Intenção só existe na época de eleição!
Ele vai ganhar a eleição, mas e agora? Será que junto como o povão que sufragará Lula, eles(governo) não conseguem enxergar que estamos na contra mão do mundo?
Será que Lula vai continuar apostando no modelo que vai empurrando o Brasil abaixo e tendo como benckmark o Haiti?
20/10/2006 - 15h44 Pelo 2º ano seguido, Brasil só deve crescer mais que Haiti na América Latina
Folha Online - Pelo segundo ano consecutivo, o PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas por um país) do Brasil só deve crescer mais que o do Haiti entre os países da América Latina.Segundo ranking de 19 países preparado pela consultoria Austin Rating a partir de dados do FMI, da Cepal e do Banco Central, se em 2006 o Brasil crescer 3% como prevêem em média as mais de cem instituições financeiras consultadas para a elaboração do boletim Focus, só o Haiti, que continua em guerra civil, terá uma alta menor do PIB, de 2,3%.
Clique para ver a matéria completa
O jingle do Lula diz que o Brasil está "direitinho", ele diz que nunca estivemos melhor. Lula nos seus programas mostra coisas que os números contestam, como é o caso aqui.
Diz também para deixar o homem trabalhar, então presidente, mãos a obra. Vamos buscar o tempo perdido e a competitividade que precisamos para o futuro.
É triste o que assistimos nesta matéria e tem muito tempo que falo nisso.
Se o cavalo ganhar uma vez pode ser sorte, se ganhar duas pode ser coincidência, mas se vencer a terceira pode apostar nele. Contra fatos não existe argumento.
Lula no discurso, vai levar o Brasil onde precisa? Vamos lá, em frente e promovendo as mudanças necessárias. Ação! Intenção só existe na época de eleição!
Ele vai ganhar a eleição, mas e agora? Será que junto como o povão que sufragará Lula, eles(governo) não conseguem enxergar que estamos na contra mão do mundo?
Será que Lula vai continuar apostando no modelo que vai empurrando o Brasil abaixo e tendo como benckmark o Haiti?
sexta-feira, outubro 20, 2006
Boa Notícia de acesso a Net!
1-) Boa notícia
Sexta, 20 de outubro de 2006, 12h51
Brasil: número de internautas mais que dobra desde 2000
O número de pessoas com acesso à Internet em suas casas no Brasil mais que dobrou desde 2000, passando de 9,8 milhões para 21 milhões, anunciou na sexta-feira a empresa de pesquisa Ibope//NetRatings. Os internautas que acessam a Web pelo menos uma vez por mês (usuários ativos) a partir de suas residências aumentaram ainda mais no período, em 168%, passando de 5,1 milhões de pessoas em setembro de 2000 para 13,6 milhões até o mês passado.
Veja a notíca completa- Clique aqui
O Brasil caminha com suas próprias pernas. Este ponto é alvissareiro porque a exclusão digital é um mal que deve ser combatido como prioridade do governo. Não podemos atribuir só a este governo os resultados alcançados. Muito sendo sendo feito, falta ainda, mas não deixa de ser notícia boa.
A internet é ferramenta fundamental para a educação e desenvolvimento das pessoas.
No mundo a curva de crescimento é exponencial. Mais de 1 bilhão de pessoas estão conectadas à rede e 500 milhões já em banda larga. Não existe mais condições de acessar a net sem a banda larga, os arquivos são pesados. Isso não quer dizer que o dial up não deva ser explorado ainda nos nichos que existem. A telefonia fixa está morrendo como aconteceu com o telex, fax, etc.
O GPRS ( acesso em banda larga por celular) ainda é incipiente, mas é outra porta de acesso interessante. Celular hoje é banalizado, falta mais mercado e competição para melhorar os preços de tarifas de acesso a dados. Hoje é caro.
O computador só é uma ferramenta importante, mas ele não existe mais sem estar conectado.
Seria como ter um carro e não saber dirigir. A maior justificativa dos computadores hoje é a net, mais que suas poderosas e espetaculares ferramentas.
Todo esforço deve ser envidado pela sociedade para acabar com a exclusão digital. O analfabetismo digital é outra história, mas que acabará também com o crescimento do número de usuários.
A justiça social passa pela inclusão digital. O crescimento econômico com geração de emprego e renda também vai alavancar a esta inclusão.
O conceito de cidadania passa hoje também por ter um endereço de e-mail e acesso a rede.
Não podemos ter a ilusão que o assistencialismo atual vai suprir esta demanda. Porque então não criar um assistencialismo digital? Não é essa a moda?
Sexta, 20 de outubro de 2006, 12h51
Brasil: número de internautas mais que dobra desde 2000
O número de pessoas com acesso à Internet em suas casas no Brasil mais que dobrou desde 2000, passando de 9,8 milhões para 21 milhões, anunciou na sexta-feira a empresa de pesquisa Ibope//NetRatings. Os internautas que acessam a Web pelo menos uma vez por mês (usuários ativos) a partir de suas residências aumentaram ainda mais no período, em 168%, passando de 5,1 milhões de pessoas em setembro de 2000 para 13,6 milhões até o mês passado.
Veja a notíca completa- Clique aqui
O Brasil caminha com suas próprias pernas. Este ponto é alvissareiro porque a exclusão digital é um mal que deve ser combatido como prioridade do governo. Não podemos atribuir só a este governo os resultados alcançados. Muito sendo sendo feito, falta ainda, mas não deixa de ser notícia boa.
A internet é ferramenta fundamental para a educação e desenvolvimento das pessoas.
No mundo a curva de crescimento é exponencial. Mais de 1 bilhão de pessoas estão conectadas à rede e 500 milhões já em banda larga. Não existe mais condições de acessar a net sem a banda larga, os arquivos são pesados. Isso não quer dizer que o dial up não deva ser explorado ainda nos nichos que existem. A telefonia fixa está morrendo como aconteceu com o telex, fax, etc.
O GPRS ( acesso em banda larga por celular) ainda é incipiente, mas é outra porta de acesso interessante. Celular hoje é banalizado, falta mais mercado e competição para melhorar os preços de tarifas de acesso a dados. Hoje é caro.
O computador só é uma ferramenta importante, mas ele não existe mais sem estar conectado.
Seria como ter um carro e não saber dirigir. A maior justificativa dos computadores hoje é a net, mais que suas poderosas e espetaculares ferramentas.
Todo esforço deve ser envidado pela sociedade para acabar com a exclusão digital. O analfabetismo digital é outra história, mas que acabará também com o crescimento do número de usuários.
A justiça social passa pela inclusão digital. O crescimento econômico com geração de emprego e renda também vai alavancar a esta inclusão.
O conceito de cidadania passa hoje também por ter um endereço de e-mail e acesso a rede.
Não podemos ter a ilusão que o assistencialismo atual vai suprir esta demanda. Porque então não criar um assistencialismo digital? Não é essa a moda?
Do limão a limonada!
1-) Aumenta a vantagem de Lula
A próxima pesquisa do Ibope que deve sair hoje vai dar 22% de diferença entre Lula e Alckmim.
Lula reveteu a curva de queda do primeiro turno e agora tira votos de Alckmim se as pesquisas não errarem. A chance de estarem todos institutos errados é mínima. Eu acredito nas pesquisas.
Alckmim pode não repetir a votação do primeiro turno, e nesta altura nem a bomba que está sendo esperada deve reverter o quadro. Diga-se de passagem, escuto falar em bomba contra o Lula tem muito tempo, e nada. A internet tem dessas coisas, muita fantasia.
Agora resta aos eleitores de Alckmim fazerem do limão a limonada.
Espero sinceramente que mesmo debaixo da pancadaria da oposição, alguma agenda positiva para o Brasil seja estabelecida. Algumas mudanças estruturais são necessárias!
Não se trata de esquecer, nem deixar de apurar eventuais crimes eleitorais e outros. As intituições devem funcionar mesmo se Lula tiver a consagradora votação como indicam as pesquisas. Isso não pode ser indulto nem perdão a erros e crimes. Crimes devem ser provados e os processos seguirem os trâmites legais. Isso é democracia.
O Brasil deve aproveitar a maré mundial, seja com Lula ou Alckmim, portanto vamos olhar para frente. Tomará que Lula mais experiente, fazendo um time bom, sem os companheiros trapalhões, possa levar a coisa adiante. Ele terá que fazer composições para enfrentar a fúria da oposição no congresso. Quem sabe ai não podemos ter um governo eclético que faça o Brasil funcionar como deve? Não falam em Delfim ministro? Seria ótimo!
Só nos resta torcer para que tudo corra bem daqui para frente, desejando sorte e sucesso ao futuro presidente.
A próxima pesquisa do Ibope que deve sair hoje vai dar 22% de diferença entre Lula e Alckmim.
Lula reveteu a curva de queda do primeiro turno e agora tira votos de Alckmim se as pesquisas não errarem. A chance de estarem todos institutos errados é mínima. Eu acredito nas pesquisas.
Alckmim pode não repetir a votação do primeiro turno, e nesta altura nem a bomba que está sendo esperada deve reverter o quadro. Diga-se de passagem, escuto falar em bomba contra o Lula tem muito tempo, e nada. A internet tem dessas coisas, muita fantasia.
Agora resta aos eleitores de Alckmim fazerem do limão a limonada.
Espero sinceramente que mesmo debaixo da pancadaria da oposição, alguma agenda positiva para o Brasil seja estabelecida. Algumas mudanças estruturais são necessárias!
Não se trata de esquecer, nem deixar de apurar eventuais crimes eleitorais e outros. As intituições devem funcionar mesmo se Lula tiver a consagradora votação como indicam as pesquisas. Isso não pode ser indulto nem perdão a erros e crimes. Crimes devem ser provados e os processos seguirem os trâmites legais. Isso é democracia.
O Brasil deve aproveitar a maré mundial, seja com Lula ou Alckmim, portanto vamos olhar para frente. Tomará que Lula mais experiente, fazendo um time bom, sem os companheiros trapalhões, possa levar a coisa adiante. Ele terá que fazer composições para enfrentar a fúria da oposição no congresso. Quem sabe ai não podemos ter um governo eclético que faça o Brasil funcionar como deve? Não falam em Delfim ministro? Seria ótimo!
Só nos resta torcer para que tudo corra bem daqui para frente, desejando sorte e sucesso ao futuro presidente.
quinta-feira, outubro 19, 2006
Onde chegaremos?
1-) Fatos têm comprovado o que estamos falando
Cláudio Humberto - É só clicar para ver mais
19/10/2006 9:21
Nossa educação: vexame mundial-O Brasil está no 114º lugar em Educação entre 125 países, segundo pesquisa do Fórum Econômico Mundial, publicada no jornal inglês Financial Times. O Brasil está atrás de Moçambique e à frente de Burkina Faso. No ensino de Ciências e Matemática perde para a Venezuela e ganha do Mali. Finlândia e Cingapura lideram a lista.
Outra Prova: Clique e veja
Levantamento da votação nos municípios mostra que o país está dividido: 88,1% das cidades teriam elegido ou Alckmin ou Lula já em primeiro turno. Regiões mais beneficiadas pelo Bolsa-Família dão mais votos ao candidato petista; as menos, ao candidato tucano.
Será que isso é bom para o Brasil, para a democracia?
Onde estão os erros? Não seria melhor crescer e gerar emprego e renda?
Justiça social? Para a banca? Pitéu pode encher a barriga, mas e o futuro?
Há muito vejo muita conversa e pouca ação. Promessa sem ação é ilusão!
Perdemos competitividade cada dia que passa e desde 1980 o Brasil nada contra a correnteza.
Como ficará o futuro de nossos filhos e netos?
O nosso nem digo mais.
Cláudio Humberto - É só clicar para ver mais
19/10/2006 9:21
Nossa educação: vexame mundial-O Brasil está no 114º lugar em Educação entre 125 países, segundo pesquisa do Fórum Econômico Mundial, publicada no jornal inglês Financial Times. O Brasil está atrás de Moçambique e à frente de Burkina Faso. No ensino de Ciências e Matemática perde para a Venezuela e ganha do Mali. Finlândia e Cingapura lideram a lista.
Outra Prova: Clique e veja
Levantamento da votação nos municípios mostra que o país está dividido: 88,1% das cidades teriam elegido ou Alckmin ou Lula já em primeiro turno. Regiões mais beneficiadas pelo Bolsa-Família dão mais votos ao candidato petista; as menos, ao candidato tucano.
Será que isso é bom para o Brasil, para a democracia?
Onde estão os erros? Não seria melhor crescer e gerar emprego e renda?
Justiça social? Para a banca? Pitéu pode encher a barriga, mas e o futuro?
Há muito vejo muita conversa e pouca ação. Promessa sem ação é ilusão!
Perdemos competitividade cada dia que passa e desde 1980 o Brasil nada contra a correnteza.
Como ficará o futuro de nossos filhos e netos?
O nosso nem digo mais.
quarta-feira, outubro 18, 2006
COPOM baixa 0,5% na taxa básica. Ridículo?
1-) Reunião para inglês ver ou tentar influir na eleição?
Juro básico cai para 13,75% ao ano faltando 11 dias da eleição- Quarta, 18 de Outubro de 2006, 18h32 Fonte: INVERTIA
O juro básico da economia brasileira sofreu o 11º corte consecutivo nesta quarta-feira, anunciou o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC). A Selic caiu de 14,25% para 13,75% ao ano - o corte de 0,50 ponto percentual já era esperado pelo mercado, de acordo com levantamento divulgado pelo BC na última segunda-feira.
É só clicar no título e ver a matéria completa.
Não consigo mais gritar. As projeções para final de 2007: 12,5% e ainda campeões do mundo. Terrível, abominável, os bancos enchendo a burra e o povão pagando juros e impostos.
Para com isso!
Me dá vontade de fazer um curso no exterior, arrumar uma bolsa, um MBA, sei lá, ficar fora um tempo deste Brasil tão cheio de oportunidade e sugado pela corrupção e desmandos políticos.
A crise que espera Lula virtualmente reeleito, os erros gerenciais e a falta de perspectivas me dão um desânimo total.
As nuvens são negras. Até quando teremos que aturar isso?
Juro básico cai para 13,75% ao ano faltando 11 dias da eleição- Quarta, 18 de Outubro de 2006, 18h32 Fonte: INVERTIA
O juro básico da economia brasileira sofreu o 11º corte consecutivo nesta quarta-feira, anunciou o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC). A Selic caiu de 14,25% para 13,75% ao ano - o corte de 0,50 ponto percentual já era esperado pelo mercado, de acordo com levantamento divulgado pelo BC na última segunda-feira.
É só clicar no título e ver a matéria completa.
Não consigo mais gritar. As projeções para final de 2007: 12,5% e ainda campeões do mundo. Terrível, abominável, os bancos enchendo a burra e o povão pagando juros e impostos.
Para com isso!
Me dá vontade de fazer um curso no exterior, arrumar uma bolsa, um MBA, sei lá, ficar fora um tempo deste Brasil tão cheio de oportunidade e sugado pela corrupção e desmandos políticos.
A crise que espera Lula virtualmente reeleito, os erros gerenciais e a falta de perspectivas me dão um desânimo total.
As nuvens são negras. Até quando teremos que aturar isso?
Last chance de Alckmim
1-) Para diretor do Ibope, só fato espetacular muda eleição (Clique no Título)
Eu acredito em pesquisas e Montenegro disse uma coisa muito certa: As pessoas que votaram em Alckmim, cerca de 40 milhões, na verdade tem em sua maioria, 25 milhões, eleitores anti-Lula.
A claque de Alckmim pode até dizer que são pesquisas manipuladas, mas tudo tem limite, a realidade está sendo demonstrada sim, queiram ou não.
A era FHC ainda tem resquícios no imaginário do eleitor e acaba prejudicando Alckmim.
Montenegro com experiência e em cima de dados vai dando informações que devem se confirmar.
Recebi na net hoje uma história, sendo verdade, pode reverter a eleição e ser o fato espetacular que o diretor do Ibope menciona como fato possível de alterar o pleito.
Só acredito vendo. A net circula muita bobagem e terrorismo então nesta altura do campeonato é o que não falta.
Acontece, se confirmada a boataria, a eleição pode até não virar, mas Lula agravará muito os problemas que ele já irá enfrentar.
Não adianta falar em preconceito de elite e tentativa de golpe da direita, democracia é isso, a mídia deve investigar e divulgar. Levianos serão os que não aceitarem fatos que agridem a lei, a ordem democrática e institucional do Brasil. A justiça e oposição devem ser implacáveis com erros cometidos, principalmente se contrários as leis e com provas irrefutáveis. Doa a quem doer.
O país dividido e as instituições democráticas sendo aplicadas como devem ser, Lula pode estar em grande enrascada.
Confirmado o boato, ou fato, a bomba detona. Seja para virar a eleição ou para acuar Lula mais do que já está.
Não divulgarei o que é, até porque todo mundo tomará conhecimento, sendo verdade ou boato.
Chances de serem verdade? Existem e já escutei de outras bem informadas fontes.
O destino será cruel se curvas de karmas passados se encontrarem novamente.
Vamos esperar.
A agenda positiva em 2007 com eleição de Lula com estes fatos aparecendo, podemos esquecer. Uma pena. Nós pagamos mais uma vez a conta!
Eu acredito em pesquisas e Montenegro disse uma coisa muito certa: As pessoas que votaram em Alckmim, cerca de 40 milhões, na verdade tem em sua maioria, 25 milhões, eleitores anti-Lula.
A claque de Alckmim pode até dizer que são pesquisas manipuladas, mas tudo tem limite, a realidade está sendo demonstrada sim, queiram ou não.
A era FHC ainda tem resquícios no imaginário do eleitor e acaba prejudicando Alckmim.
Montenegro com experiência e em cima de dados vai dando informações que devem se confirmar.
Recebi na net hoje uma história, sendo verdade, pode reverter a eleição e ser o fato espetacular que o diretor do Ibope menciona como fato possível de alterar o pleito.
Só acredito vendo. A net circula muita bobagem e terrorismo então nesta altura do campeonato é o que não falta.
Acontece, se confirmada a boataria, a eleição pode até não virar, mas Lula agravará muito os problemas que ele já irá enfrentar.
Não adianta falar em preconceito de elite e tentativa de golpe da direita, democracia é isso, a mídia deve investigar e divulgar. Levianos serão os que não aceitarem fatos que agridem a lei, a ordem democrática e institucional do Brasil. A justiça e oposição devem ser implacáveis com erros cometidos, principalmente se contrários as leis e com provas irrefutáveis. Doa a quem doer.
O país dividido e as instituições democráticas sendo aplicadas como devem ser, Lula pode estar em grande enrascada.
Confirmado o boato, ou fato, a bomba detona. Seja para virar a eleição ou para acuar Lula mais do que já está.
Não divulgarei o que é, até porque todo mundo tomará conhecimento, sendo verdade ou boato.
Chances de serem verdade? Existem e já escutei de outras bem informadas fontes.
O destino será cruel se curvas de karmas passados se encontrarem novamente.
Vamos esperar.
A agenda positiva em 2007 com eleição de Lula com estes fatos aparecendo, podemos esquecer. Uma pena. Nós pagamos mais uma vez a conta!
terça-feira, outubro 17, 2006
Será que definiu?
1-) Clique no título e veja a matéria da última pesquisa Datafolha
Lula amplia vantagem e tem 60% das intenções contra 40% de Alckmim. Será que Alckmim terá menos votos do que teve no primeiro turno?
Será que estes números são confiáveis? E os debates? E a TV com Alckmim cada vez mais agressivo? E revelações que possam vir da questão dôssie?
Para falar a verdade, Lula foi favorito desde que conseguiu se desvincular dos problemas de setembro de 2005. Ganhou força, no discurso e dissimulação quase levou no primeiro turno.
Agora bastam-lhe poucos votos, mas meu pensamento lógico me diz que tem algo estranho nestas pesquisas. A diferença não pode ser tanta. Lula deve ganhar, mas não acho que seja com esta margem. Inverteu-se a tendência do primeiro turno?
Aqui em Minas dizem, eleição e mineiração, só depois da apuração. Vamos esperar 2 de novembro, dia de finados em incrível coincidência.
Ganhando um ou outro, espero que o Brasil em 2007 seja melhor que nos últimos 10 anos com queda dos juros, redução da carga tributária e crescimento, crescimento, e mais crescimento econômico......
Lula amplia vantagem e tem 60% das intenções contra 40% de Alckmim. Será que Alckmim terá menos votos do que teve no primeiro turno?
Será que estes números são confiáveis? E os debates? E a TV com Alckmim cada vez mais agressivo? E revelações que possam vir da questão dôssie?
Para falar a verdade, Lula foi favorito desde que conseguiu se desvincular dos problemas de setembro de 2005. Ganhou força, no discurso e dissimulação quase levou no primeiro turno.
Agora bastam-lhe poucos votos, mas meu pensamento lógico me diz que tem algo estranho nestas pesquisas. A diferença não pode ser tanta. Lula deve ganhar, mas não acho que seja com esta margem. Inverteu-se a tendência do primeiro turno?
Aqui em Minas dizem, eleição e mineiração, só depois da apuração. Vamos esperar 2 de novembro, dia de finados em incrível coincidência.
Ganhando um ou outro, espero que o Brasil em 2007 seja melhor que nos últimos 10 anos com queda dos juros, redução da carga tributária e crescimento, crescimento, e mais crescimento econômico......
segunda-feira, outubro 16, 2006
Não podemos ficar calados outra vez! É a hora de mudar!
1-)Clique no título e veja a matéria !
Tribuna da Imprensa-Economia- 16/10/2006
Brasil está comendo poeira
Países emergentes crescem com taxas 7 vezes maiores e mesmo assim deixam indústria nacional para trás
A indústria de países emergentes cresce a taxas até sete vezes superiores à do Brasil. Enquanto o crescimento da produção industrial do País acumula alta de 2,2% nos 12 meses encerrados em julho, um grupo de economias em desenvolvimento registra altas na produção que vão de 4,5% a 17%, esta última o caso da China.
Embora o setor esteja avançando mais no governo Luiz Inácio Lula da Silva do que nos dois mandatos anteriores, aumenta a distância que separa o desempenho nacional com relação a países com os quais compete diretamente. Os dados constam de um levantamento feito pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).
Em alguns casos, o fosso que separa o avanço brasileiro em relação a outros países é ainda maior na produção industrial do que na expansão do Produto Interno Bruto (PIB). É o que ocorre, por exemplo, na comparação com China e Coréia do Sul, conforme a consultoria Austin Rating.
Na prática, a indústria do País evolui no mesmo ritmo de economias maduras da zona do euro. "Temos um crescimento da indústria muito abaixo dos países que são nossos concorrentes. Isso se deve principalmente às condições internas da economia brasileira e não pelo quadro internacional", disse o economista-chefe do Iedi, Edgard Pereira.
Simplificando, o mundo cresce, mas a indústria nacional anda com o freio de mão puxado. Pereira explicou que o cenário externo favorável aumentou a demanda internacional e elevou os preços das commodities. O resultado disso é que o setor exportador brasileiro ligado a recursos naturais foi muito bem nos últimos anos. Mas a combinação de juros ainda altos e real forte, mais recentemente, já reduz o ímpeto exportador e não deslancha a economia.
Para ele, o consumo veio apenas a reboque de medidas tópicas, como crédito consignado, transferências de renda e aumento do salário mínimo. Dentro do que chama da "anatomia do baixo crescimento", ele destacou a insuficiência de investimentos para uma expansão sustentada da economia. Pereira argumentou que medidas de consumo de "fôlego curto" não asseguram um avanço consistente. Em países como a China é justamente o investimento que comanda o crescimento.
O coordenador do grupo de indústria do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), David Kupfer, tem visão semelhante. "Acho que não se vai conseguir escapar desses níveis muito tímidos de crescimento enquanto o investimento não voltar e a taxa de câmbio não rumar para um nível mais favorável". Kupfer explicou que mesmo as exportações, que perdem fôlego em quantidade, respondem por menos de 20% da produção brasileira e, por isso, não teriam peso para puxar toda a produção física do País.
Mesmo a redução de juros, seja da taxa Selic (que baliza a remuneração dos títulos do governo) ou da Taxa de Juros de Longo Prazo (Tjlp, que norteia os financiamentos às empresas), apesar de claramente positiva é pouco eficaz.
Tribuna da Imprensa-Economia- 16/10/2006
Brasil está comendo poeira
Países emergentes crescem com taxas 7 vezes maiores e mesmo assim deixam indústria nacional para trás
A indústria de países emergentes cresce a taxas até sete vezes superiores à do Brasil. Enquanto o crescimento da produção industrial do País acumula alta de 2,2% nos 12 meses encerrados em julho, um grupo de economias em desenvolvimento registra altas na produção que vão de 4,5% a 17%, esta última o caso da China.
Embora o setor esteja avançando mais no governo Luiz Inácio Lula da Silva do que nos dois mandatos anteriores, aumenta a distância que separa o desempenho nacional com relação a países com os quais compete diretamente. Os dados constam de um levantamento feito pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).
Em alguns casos, o fosso que separa o avanço brasileiro em relação a outros países é ainda maior na produção industrial do que na expansão do Produto Interno Bruto (PIB). É o que ocorre, por exemplo, na comparação com China e Coréia do Sul, conforme a consultoria Austin Rating.
Na prática, a indústria do País evolui no mesmo ritmo de economias maduras da zona do euro. "Temos um crescimento da indústria muito abaixo dos países que são nossos concorrentes. Isso se deve principalmente às condições internas da economia brasileira e não pelo quadro internacional", disse o economista-chefe do Iedi, Edgard Pereira.
Simplificando, o mundo cresce, mas a indústria nacional anda com o freio de mão puxado. Pereira explicou que o cenário externo favorável aumentou a demanda internacional e elevou os preços das commodities. O resultado disso é que o setor exportador brasileiro ligado a recursos naturais foi muito bem nos últimos anos. Mas a combinação de juros ainda altos e real forte, mais recentemente, já reduz o ímpeto exportador e não deslancha a economia.
Para ele, o consumo veio apenas a reboque de medidas tópicas, como crédito consignado, transferências de renda e aumento do salário mínimo. Dentro do que chama da "anatomia do baixo crescimento", ele destacou a insuficiência de investimentos para uma expansão sustentada da economia. Pereira argumentou que medidas de consumo de "fôlego curto" não asseguram um avanço consistente. Em países como a China é justamente o investimento que comanda o crescimento.
O coordenador do grupo de indústria do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), David Kupfer, tem visão semelhante. "Acho que não se vai conseguir escapar desses níveis muito tímidos de crescimento enquanto o investimento não voltar e a taxa de câmbio não rumar para um nível mais favorável". Kupfer explicou que mesmo as exportações, que perdem fôlego em quantidade, respondem por menos de 20% da produção brasileira e, por isso, não teriam peso para puxar toda a produção física do País.
Mesmo a redução de juros, seja da taxa Selic (que baliza a remuneração dos títulos do governo) ou da Taxa de Juros de Longo Prazo (Tjlp, que norteia os financiamentos às empresas), apesar de claramente positiva é pouco eficaz.
Uma curiosidade
1-) Clique no título e veja link da resvista Veja comparando Lula e Alckmim quando foram deputados federais entre 1987 e 1990.
Curioso, mas gostaria de ver mesmo uma comparação entre eles em vários períodos de suas vidas. Aos 20, 30, 40 e 50 anos. O que fizeram e produziram para a sociedade se ambos são políticos. E mais, quem é vocacionado para política? Se algum realmente é.
Acho que Lula conseguiu superar o trauma do segundo turno e estancou sua tendência de queda. Alckmim sentiu o baque e agora parece pautado pelo PT e Lula.
Ainda têm chances, mas remotas. Faltam 15 dias para o pleito.
Prefeitos que eu achava iriam se engajar na campanha em Minas e São Paulo parecem meio tímidos com receio de brigar com o governo federal. Alguns dão apoio explicito a Lula como nosso amigo Ronaldo Resende de Oliveira que larga o PSDB para a poiar Lula.
As pesquisas erraram no primeiro turno, podem errar no segundo?
Pouco provável que nesta altura não seja detectada a virada de Alckmim.
Algumas bombas que são ventiladas na net contra Lula e PT são aguardadas, mas vejo esta história desde 2005 quando estorou o primeiro problema (mensalão).
O dôssie furado perde argumentação como arma política, qual a novidade agora? Origem do dinheiro? Cartões corporativos? Ou tem algo mais? Vamos acompanhar.
A mídia dá como certo Delfim Netto, ministro de Lula. Ele participou do milagre econômico e conhece a máquina como ninguém. Quem sabe não pode ser a esperança de uma mudança virtuosa no rumos do Brasil?
Curioso, mas gostaria de ver mesmo uma comparação entre eles em vários períodos de suas vidas. Aos 20, 30, 40 e 50 anos. O que fizeram e produziram para a sociedade se ambos são políticos. E mais, quem é vocacionado para política? Se algum realmente é.
Acho que Lula conseguiu superar o trauma do segundo turno e estancou sua tendência de queda. Alckmim sentiu o baque e agora parece pautado pelo PT e Lula.
Ainda têm chances, mas remotas. Faltam 15 dias para o pleito.
Prefeitos que eu achava iriam se engajar na campanha em Minas e São Paulo parecem meio tímidos com receio de brigar com o governo federal. Alguns dão apoio explicito a Lula como nosso amigo Ronaldo Resende de Oliveira que larga o PSDB para a poiar Lula.
As pesquisas erraram no primeiro turno, podem errar no segundo?
Pouco provável que nesta altura não seja detectada a virada de Alckmim.
Algumas bombas que são ventiladas na net contra Lula e PT são aguardadas, mas vejo esta história desde 2005 quando estorou o primeiro problema (mensalão).
O dôssie furado perde argumentação como arma política, qual a novidade agora? Origem do dinheiro? Cartões corporativos? Ou tem algo mais? Vamos acompanhar.
A mídia dá como certo Delfim Netto, ministro de Lula. Ele participou do milagre econômico e conhece a máquina como ninguém. Quem sabe não pode ser a esperança de uma mudança virtuosa no rumos do Brasil?
domingo, outubro 15, 2006
Projeção sombria?
1-) A verdade
Será que Lula acredita em tudo que vem dizendo? O Brasil nunca esteve tão bem, o governo dele foi o melhor da era republicana. Ele se compara a Ghandi, JK, Getúlio e até Cristo.
Em uma coisa devemos concordar: Lula é bom de conversa, mas precisa agora, se eleito, e tudo indica, consertar alguns erros em curso.
O Brasil perde o bonde mundial e não tivemos nenhuma crise séria, a não ser a alta do preço do petróleo que acabou ajudando a Petrobrás.
Existe chance de ocorrerem problemas na economia americana e isso vai arrastar o mundo e nós juntos. Senão ainda este ano, ano que vem, por conta da bolha imobiliária e desaceleramento do consumo. O receio existe em várias escolas de economia yanques.
Mas aqui a coisa é grave: GASTOS PÚBLICOS PRECISAM SER CORTADOS.
O assessor de Alckmim fala abertamente, o de Lula insinua.
RAZÃO: Com a junção do maior juro do planeta e carga tributária estratosférica não crescemos.
Mesmo arrecadando como países de primeiro mundo, não damos conta de fechar a conta. Temos que ir ao mercado buscar recursos e aqui está a farra bancária. Nossa dívida aumenta, já passa de trilhão, e faz a festa da banca travando a economia.
Com a redução do desperdício e melhor forma de gastar, podemos pelo menos equiparar uma carga tributária justa e parar de ir ao mercado pagando juros absurdos.
O Brasil cresce novamente se a receita for adotada, isso é consenso.
Em campanha não se fala nisso, mas a verdade é nua e crua.
Se continuarmos nesta batida e enfrentarmos uma crise mundial a coisa vai ficar complicada, principalmente para Lula, se eleito como indicam as pesquisas.
Ele terá que “administrar” a crise enfrentando o tiroteio da oposição por coisas criadas no cerne do seu partido. A votação dividirá o Brasil em “hemisfério norte” e “hemisfério sul” e as conclusões podem ser tiradas olhando o perfil do eleitor de cada um. Um golpismo que vem sendo alegado por próceres do governo não existe, mas poderá existir com o Brasil dividido dando chances e condições para tal. Não falo de golpe com arma, o brasileiro não tem este temperamento, falo de golpe no congresso, a exemplo de outros que já assistimos antes.
Vamos aguardar e deixar registrado aqui.
Será que Lula acredita em tudo que vem dizendo? O Brasil nunca esteve tão bem, o governo dele foi o melhor da era republicana. Ele se compara a Ghandi, JK, Getúlio e até Cristo.
Em uma coisa devemos concordar: Lula é bom de conversa, mas precisa agora, se eleito, e tudo indica, consertar alguns erros em curso.
O Brasil perde o bonde mundial e não tivemos nenhuma crise séria, a não ser a alta do preço do petróleo que acabou ajudando a Petrobrás.
Existe chance de ocorrerem problemas na economia americana e isso vai arrastar o mundo e nós juntos. Senão ainda este ano, ano que vem, por conta da bolha imobiliária e desaceleramento do consumo. O receio existe em várias escolas de economia yanques.
Mas aqui a coisa é grave: GASTOS PÚBLICOS PRECISAM SER CORTADOS.
O assessor de Alckmim fala abertamente, o de Lula insinua.
RAZÃO: Com a junção do maior juro do planeta e carga tributária estratosférica não crescemos.
Mesmo arrecadando como países de primeiro mundo, não damos conta de fechar a conta. Temos que ir ao mercado buscar recursos e aqui está a farra bancária. Nossa dívida aumenta, já passa de trilhão, e faz a festa da banca travando a economia.
Com a redução do desperdício e melhor forma de gastar, podemos pelo menos equiparar uma carga tributária justa e parar de ir ao mercado pagando juros absurdos.
O Brasil cresce novamente se a receita for adotada, isso é consenso.
Em campanha não se fala nisso, mas a verdade é nua e crua.
Se continuarmos nesta batida e enfrentarmos uma crise mundial a coisa vai ficar complicada, principalmente para Lula, se eleito como indicam as pesquisas.
Ele terá que “administrar” a crise enfrentando o tiroteio da oposição por coisas criadas no cerne do seu partido. A votação dividirá o Brasil em “hemisfério norte” e “hemisfério sul” e as conclusões podem ser tiradas olhando o perfil do eleitor de cada um. Um golpismo que vem sendo alegado por próceres do governo não existe, mas poderá existir com o Brasil dividido dando chances e condições para tal. Não falo de golpe com arma, o brasileiro não tem este temperamento, falo de golpe no congresso, a exemplo de outros que já assistimos antes.
Vamos aguardar e deixar registrado aqui.
quinta-feira, outubro 12, 2006
Uma reflexão para o futuro presidente!
Ciência Improdutiva ou falta de ação?
Vamos falar de coisas que interessam ao Brasil.
Sempre defendi a tese que o casamento do meio acadêmico com o setor produtivo é o cerne do desenvolvimento tecnológico. Os resultados vão aparecer pela criatividade da academia e o pragmatismo do empresariado. Os dados abaixo foram colhidos na revista Época, sintetizando um pouco uma angústia. Antes de ser uma crítica velada ao meio a produção existente de ciência vamos ver como um alerta para que alguns rumos sejam corrigidos, no futuro deste país isso terá relevância.
O Brasil ocupa hoje 1,8% da produção mundial de ciência equivalente à participação do nosso PIB no mundo. É pouco, considerando que produzimos muitos artigos, mas poucas patentes. Em 1980 produzimos 2.215 artigos científicos, em 2005 15.777. Os Estado Unidos produzem 288.714, a China 59.361, por ai vai.
A título de comparação com a Coréia e Índia na questão de patentes, enquanto produzimos 283, a Índia registrou 3.200 e a Coréia 4.700. Dados de 2005 – Fonte: OMPI.
O descasamento entre a industria, as universidades e centros de pesquisa é nítido, fazemos ciência, mas pouco desenvolvimento tecnológico. Não obstante ao esforço que vem sendo feito, os resultados não aparecem no mercado. O gerador de riqueza e renda vem da comercialização das inovações, a competitividade da nação vem da difusão do conhecimento, da sua aplicabilidade.
Temos excelentes universidades e centros de pesquisas como a USP, Unicamp, São Carlos, Coppe e a própria UFMG, temos também o CETEC (MG) e o IPT (SP) como centros de pesquisas, quadros de excelência com doutores, mestres e pesquisadores que não devem nada a nenhum país do mundo. Onde está nosso gargalo?
Segundo a revista, 85% da inovação é financiada por verbas públicas. Nada errado, mas o correto seria a participação maciça da industria em geral. Grandes corporações como a Petrobrás, Eletrobrás, Vale do Rio Doce, siderúrgicas, investem no desenvolvimento tecnológico buscando produtividade, competitividade e resultados concretos. É pouco, comparado a outros países. Precisaríamos que nossas bases industriais, médias, pequenas e grandes empresas tivessem consciência da importância do desenvolvimento tecnológico.
Vivemos a sociedade do conhecimento, da informação. A educação e inovação tecnológica são pilares da sociedade moderna. O mundo provou que a evolução e crescimento de países em desenvolvimento só são conseguidos com investimento em educação, ciência e tecnologia. Vide, Coréia, Chile, Índia e a própria China.
A produção de artigos é saudável, mas o envolvimento da industria com foco no mercado é mais produtivo para o segmento acadêmico e para a sociedade.
O setor produtivo nacional é conservador, segundo a revista, 42% dos investimentos em pesquisas vêm das industrias, com peso desproporcional nas grandes corporações. No Japão este número é 80%, nos Estados Unidos 73%. Tirem as grandes empresas e vejam o que sobrará.
A convivência entre o meio acadêmico e o produtivo, leia-se empresas, não é fácil, muitas vezes controverso, mas essencial para que metas com resultados concretos em benefício da sociedade. Muitas iniciativas têm sido tentadas pelos atores envolvidos, mas os resultados ainda são insuficientes, comprometendo nosso futuro. Sinal amarelo aceso!
Os entraves burocráticos quando envolvem governo são muitos, os fundos setoriais criados para este fim não atendem a contento. Existem já mecanismos, mas ainda tímidos, no incentivo direto a industria e empresas, mas os avanços virão da simbiose entre os pesquisadores com o setor produtivo.Precisamos ser mais criativos nos mecanismos.
A justiça social tão desejada se fará com um país gerando riqueza e competitivo.
Vamos falar de coisas que interessam ao Brasil.
Sempre defendi a tese que o casamento do meio acadêmico com o setor produtivo é o cerne do desenvolvimento tecnológico. Os resultados vão aparecer pela criatividade da academia e o pragmatismo do empresariado. Os dados abaixo foram colhidos na revista Época, sintetizando um pouco uma angústia. Antes de ser uma crítica velada ao meio a produção existente de ciência vamos ver como um alerta para que alguns rumos sejam corrigidos, no futuro deste país isso terá relevância.
O Brasil ocupa hoje 1,8% da produção mundial de ciência equivalente à participação do nosso PIB no mundo. É pouco, considerando que produzimos muitos artigos, mas poucas patentes. Em 1980 produzimos 2.215 artigos científicos, em 2005 15.777. Os Estado Unidos produzem 288.714, a China 59.361, por ai vai.
A título de comparação com a Coréia e Índia na questão de patentes, enquanto produzimos 283, a Índia registrou 3.200 e a Coréia 4.700. Dados de 2005 – Fonte: OMPI.
O descasamento entre a industria, as universidades e centros de pesquisa é nítido, fazemos ciência, mas pouco desenvolvimento tecnológico. Não obstante ao esforço que vem sendo feito, os resultados não aparecem no mercado. O gerador de riqueza e renda vem da comercialização das inovações, a competitividade da nação vem da difusão do conhecimento, da sua aplicabilidade.
Temos excelentes universidades e centros de pesquisas como a USP, Unicamp, São Carlos, Coppe e a própria UFMG, temos também o CETEC (MG) e o IPT (SP) como centros de pesquisas, quadros de excelência com doutores, mestres e pesquisadores que não devem nada a nenhum país do mundo. Onde está nosso gargalo?
Segundo a revista, 85% da inovação é financiada por verbas públicas. Nada errado, mas o correto seria a participação maciça da industria em geral. Grandes corporações como a Petrobrás, Eletrobrás, Vale do Rio Doce, siderúrgicas, investem no desenvolvimento tecnológico buscando produtividade, competitividade e resultados concretos. É pouco, comparado a outros países. Precisaríamos que nossas bases industriais, médias, pequenas e grandes empresas tivessem consciência da importância do desenvolvimento tecnológico.
Vivemos a sociedade do conhecimento, da informação. A educação e inovação tecnológica são pilares da sociedade moderna. O mundo provou que a evolução e crescimento de países em desenvolvimento só são conseguidos com investimento em educação, ciência e tecnologia. Vide, Coréia, Chile, Índia e a própria China.
A produção de artigos é saudável, mas o envolvimento da industria com foco no mercado é mais produtivo para o segmento acadêmico e para a sociedade.
O setor produtivo nacional é conservador, segundo a revista, 42% dos investimentos em pesquisas vêm das industrias, com peso desproporcional nas grandes corporações. No Japão este número é 80%, nos Estados Unidos 73%. Tirem as grandes empresas e vejam o que sobrará.
A convivência entre o meio acadêmico e o produtivo, leia-se empresas, não é fácil, muitas vezes controverso, mas essencial para que metas com resultados concretos em benefício da sociedade. Muitas iniciativas têm sido tentadas pelos atores envolvidos, mas os resultados ainda são insuficientes, comprometendo nosso futuro. Sinal amarelo aceso!
Os entraves burocráticos quando envolvem governo são muitos, os fundos setoriais criados para este fim não atendem a contento. Existem já mecanismos, mas ainda tímidos, no incentivo direto a industria e empresas, mas os avanços virão da simbiose entre os pesquisadores com o setor produtivo.Precisamos ser mais criativos nos mecanismos.
A justiça social tão desejada se fará com um país gerando riqueza e competitivo.
quarta-feira, outubro 11, 2006
Pesquisa Datafolha recente
1-) Não entendi - Clique no título para ver a pesquisa completa.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aumentou de 7 para 11 pontos a vantagem sobre Geraldo Alckmin (PSDB), revela a primeira pesquisa Datafolha feita após o debate na TV.- Folha de São paulo 11/10
Ducha de água fria nos tucanos, mas engraçado este resultado.
Analistas de pesquisas e jornalistas previam outra coisa, claro que existe uma torcida sempre, mas o profissionalismo deve dizer mais alto quando divulgadas opiniões na mídia.
Será que foi a agressividade do debate? Como será o próximo? Lula reverteu a tendência?
O medo da era FHC tomou conta, já que pela pesquisa Alckmim perde pontos em todas as faixas pesquisadas e nos segmentos , digamos, de maior renda e escolaridade.
A menos de 20 dias da eleição, podemos estar vendo o final da história com a vitória de Lula?
Na imprensa e na net são divulgadas coisas sobre cartões de crédito e origem do dinheiro do dôssie, atacando Lula. Acho que na guerra eleitoral acontecem leviandades e o jogo é sujo, melhor não divulgarmos até que seja apurado e comprovado.
Vamos aguardar o próximo capítulo.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aumentou de 7 para 11 pontos a vantagem sobre Geraldo Alckmin (PSDB), revela a primeira pesquisa Datafolha feita após o debate na TV.- Folha de São paulo 11/10
Ducha de água fria nos tucanos, mas engraçado este resultado.
Analistas de pesquisas e jornalistas previam outra coisa, claro que existe uma torcida sempre, mas o profissionalismo deve dizer mais alto quando divulgadas opiniões na mídia.
Será que foi a agressividade do debate? Como será o próximo? Lula reverteu a tendência?
O medo da era FHC tomou conta, já que pela pesquisa Alckmim perde pontos em todas as faixas pesquisadas e nos segmentos , digamos, de maior renda e escolaridade.
A menos de 20 dias da eleição, podemos estar vendo o final da história com a vitória de Lula?
Na imprensa e na net são divulgadas coisas sobre cartões de crédito e origem do dinheiro do dôssie, atacando Lula. Acho que na guerra eleitoral acontecem leviandades e o jogo é sujo, melhor não divulgarmos até que seja apurado e comprovado.
Vamos aguardar o próximo capítulo.
terça-feira, outubro 10, 2006
Números de 2006
1-) Uma análise com os números finais
Olhando o resultado final das eleições, compilamos algusn dados e chegamos a algumas conclusões:
Total de votos válidos Brasil: 95.996 milhões de votos.
Nos estados mais populosos e que representam 72% dos votos válidos, SP,MG,RJ,BA,RS,PR,PE,CE,SC,GO,DF e MS podemos afirmar:
Alckmim ganha na maioria, perdendo no Ceará, Bahia e Pernambuco.
O total de votos nestes estados:
Lula: 34.820 milhões
Alckmim: 33.086 milhões
Diferença: 1.734 milhões pro Lula nos estados com 72% dos votos.
Podemos inferir que mesmo com a diferença a favor de lula nos estados menores permanecendo como está e também nos estados do CE, PE e BA onde tem larga margem, ainda assim Alckmim pode tirar a diferença nos estados de SP, MG, RS, PR onde teve a maioria.
Os votos dos outros candidatos podem até migrar meio a meio, mas Alckmim leva ligeira vantagem com certeza. A abstenção deve aumentar e isso prejudica Lula, pois no nordeste é maior esta tradição.
São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná podem dar a vitória a Alckmim se aumentada a margem do primeiro turno.
Pelo peso seria suficiente para cobrir a surra no Norte e Nordeste, já esperada.
Fatos novos podem complicar Lula, mas ele tem garra e vai lutar muito. O próximo debate promete pela reação de Lula ao agressivo e guerreiro Alckmim. Não será no mesmo tom para nenhum dos dois. Acho que as campanhas via net e debates não atingem o grosso do eleitorado Lulista, mas a mídia hoje é democrática e o eleitor mais consciente, mesmo o incauto.
Olhando o resultado final das eleições, compilamos algusn dados e chegamos a algumas conclusões:
Total de votos válidos Brasil: 95.996 milhões de votos.
Nos estados mais populosos e que representam 72% dos votos válidos, SP,MG,RJ,BA,RS,PR,PE,CE,SC,GO,DF e MS podemos afirmar:
Alckmim ganha na maioria, perdendo no Ceará, Bahia e Pernambuco.
O total de votos nestes estados:
Lula: 34.820 milhões
Alckmim: 33.086 milhões
Diferença: 1.734 milhões pro Lula nos estados com 72% dos votos.
Podemos inferir que mesmo com a diferença a favor de lula nos estados menores permanecendo como está e também nos estados do CE, PE e BA onde tem larga margem, ainda assim Alckmim pode tirar a diferença nos estados de SP, MG, RS, PR onde teve a maioria.
Os votos dos outros candidatos podem até migrar meio a meio, mas Alckmim leva ligeira vantagem com certeza. A abstenção deve aumentar e isso prejudica Lula, pois no nordeste é maior esta tradição.
São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná podem dar a vitória a Alckmim se aumentada a margem do primeiro turno.
Pelo peso seria suficiente para cobrir a surra no Norte e Nordeste, já esperada.
Fatos novos podem complicar Lula, mas ele tem garra e vai lutar muito. O próximo debate promete pela reação de Lula ao agressivo e guerreiro Alckmim. Não será no mesmo tom para nenhum dos dois. Acho que as campanhas via net e debates não atingem o grosso do eleitorado Lulista, mas a mídia hoje é democrática e o eleitor mais consciente, mesmo o incauto.
Será que Lula pode assumir erros?
1-) Mal informado?
Não dá para deixar de comentar a fala de Lula para cantores gospel:
Ele disse que a política dele é “Arroz com feijão, bife acebolado, que todos gostam aqui e no exterior, o máximo é tirar um pouco de cebola ou colocar mais, mas agrada a todos”.
Outra: “O Brasil nunca esteve tão bem em toda sua fase republicana”.
O presidente não pode falar desta forma.
A política feijão com arroz é herança do governo FHC e tem levado o país a perder competitividade e oportunidades. É triste assistirmos todos países com problemas e desigualdades iguais as nossas saindo para patamares melhores e o Brasil remando contra a correnteza. Ele acredita mesmo no que fala ou é incitado por assessores?
Dados divulgados pela Internet são sofismas que confundem, mas a realidade é que o estado brasileiro não é o governo. Existem processos que vêm desde a década de 80, melhorando indicadores apesar de desmando gerenciais dos políticos.
Não seria a hora de dar a mão à palmatória e assumir erros?
No debate Lula foi pior que Alckmin e leu perguntas e respostas ficando acuado frente à garra e acusações de Alckmin. Não sei se ele teria outra saída.
A mídia começa a explorar novamente a questão dos cartões de crédito coorporativos da presidência e a origem do dinheiro com indícios sérios de ilicitudes. A última é que a origem é o jogo do bicho. Porque? Como? Vamos saber a verdade?
O eleitor de Lula não viu o debate, ou poucos viram. A virada e o favoritismo de Alckmin estão no aumento das margens no sudeste, sul e centro oeste onde teve a maioria. No norte e nordeste a diferença deve prevalecer a favor de lula ou até aumentar.
Em Minas acho que Lula perde e no sul, principalmente em São Paulo aumentará a margem pró Alckmin. Rio Grande, Paraná e Santa Catarina serão uma lavada a favor de Alckmin repetindo o primeiro turno.
A pergunta que fica: Será esta diferença suficiente para virar a eleição favor de Alckmin?
Lula tem que ter mais 1,5 milhão, Alckmim 7 milhões.
O nordeste representa 27% do eleitorado e o norte 12%. O sudeste 54%. São Paulo e Minas representam quase 34% do eleitorado. Se Alckmin aumentar em São Paulo e ganhar em Minas Lula estará enrascado. A eleição será disputada voto a voto de toda forma.
Não dá para deixar de comentar a fala de Lula para cantores gospel:
Ele disse que a política dele é “Arroz com feijão, bife acebolado, que todos gostam aqui e no exterior, o máximo é tirar um pouco de cebola ou colocar mais, mas agrada a todos”.
Outra: “O Brasil nunca esteve tão bem em toda sua fase republicana”.
O presidente não pode falar desta forma.
A política feijão com arroz é herança do governo FHC e tem levado o país a perder competitividade e oportunidades. É triste assistirmos todos países com problemas e desigualdades iguais as nossas saindo para patamares melhores e o Brasil remando contra a correnteza. Ele acredita mesmo no que fala ou é incitado por assessores?
Dados divulgados pela Internet são sofismas que confundem, mas a realidade é que o estado brasileiro não é o governo. Existem processos que vêm desde a década de 80, melhorando indicadores apesar de desmando gerenciais dos políticos.
Não seria a hora de dar a mão à palmatória e assumir erros?
No debate Lula foi pior que Alckmin e leu perguntas e respostas ficando acuado frente à garra e acusações de Alckmin. Não sei se ele teria outra saída.
A mídia começa a explorar novamente a questão dos cartões de crédito coorporativos da presidência e a origem do dinheiro com indícios sérios de ilicitudes. A última é que a origem é o jogo do bicho. Porque? Como? Vamos saber a verdade?
O eleitor de Lula não viu o debate, ou poucos viram. A virada e o favoritismo de Alckmin estão no aumento das margens no sudeste, sul e centro oeste onde teve a maioria. No norte e nordeste a diferença deve prevalecer a favor de lula ou até aumentar.
Em Minas acho que Lula perde e no sul, principalmente em São Paulo aumentará a margem pró Alckmin. Rio Grande, Paraná e Santa Catarina serão uma lavada a favor de Alckmin repetindo o primeiro turno.
A pergunta que fica: Será esta diferença suficiente para virar a eleição favor de Alckmin?
Lula tem que ter mais 1,5 milhão, Alckmim 7 milhões.
O nordeste representa 27% do eleitorado e o norte 12%. O sudeste 54%. São Paulo e Minas representam quase 34% do eleitorado. Se Alckmin aumentar em São Paulo e ganhar em Minas Lula estará enrascado. A eleição será disputada voto a voto de toda forma.
quinta-feira, outubro 05, 2006
O que as pesquisas mostrarão agora?
1-) Compilação de informações com analistas de pesquisas e institutos
A eleição será plebiscitária com mais força no segundo turno. Como tal, o favoritismo de Alckmim fica evidente pelo fato da maioria não ter aprovado Lula no primeiro turno, independente de abstenção e perda de votos.
Existe queda de votos nulos e brancos pela redução da dificuldade de votar, menos números para digitar. A abstenção tende a crescer.
Pesquisas que monitoram a eleição desde a oficialização da candidatura Alckmim mostram que Lula sempre esteve na frente. Esta diferença chegou a 26%, depois veio caindo. Antes do primeiro turno já dava sinais claros que Lula teria problema se ocorresse o segundo turno.
As projeções para a primeira pesquisa, esta semana talvez: Ligeira vantagem de Alckmim ou empate técnico a favor de um ou outro. Isso é péssimo para Lula.
As tendências de votos mostram curvas distintas, com queda de Lula e ascensão de Alckmim.
Dados Curiosos: Muitos eleitores decidem o voto na hora, sentado na urna. As pesquisas de boca de urna têm mais precisão, mas nem tanta, pois muitos eleitores votam depois de fechadas as enquetes para compilação de dados. Quase sempre eles detectam as tendências, mas os dados são aqueles da compilação e por isso erraram Bahia, Maranhão, Rio Grande do Sul e outros.
No fundo, de todo universo e número de candidatos, quase 500, eles erram muito pouco e acertam muito mais. Isso é a credibilidade do negócio deles.
Eu sei que dá para manipular sim, têm várias formas, mas não é fácil e não se pode mascarar muito. Podemos sim acreditar nas pesquisas.
O plebiscito será a marca do segundo turno: Lula fica ou sai.
Dá para imaginar o resultado? Não.
Podemos torcer e palpitar. Lula pode reverter via debate por exemplo ou a máquina de governo pode ser usada com mais competência e força.
Enfim, o favoritismo de Alckmim é leve, mas tudo pode acontecer.
Meu palpite: Alckmim ganha.
A eleição será plebiscitária com mais força no segundo turno. Como tal, o favoritismo de Alckmim fica evidente pelo fato da maioria não ter aprovado Lula no primeiro turno, independente de abstenção e perda de votos.
Existe queda de votos nulos e brancos pela redução da dificuldade de votar, menos números para digitar. A abstenção tende a crescer.
Pesquisas que monitoram a eleição desde a oficialização da candidatura Alckmim mostram que Lula sempre esteve na frente. Esta diferença chegou a 26%, depois veio caindo. Antes do primeiro turno já dava sinais claros que Lula teria problema se ocorresse o segundo turno.
As projeções para a primeira pesquisa, esta semana talvez: Ligeira vantagem de Alckmim ou empate técnico a favor de um ou outro. Isso é péssimo para Lula.
As tendências de votos mostram curvas distintas, com queda de Lula e ascensão de Alckmim.
Dados Curiosos: Muitos eleitores decidem o voto na hora, sentado na urna. As pesquisas de boca de urna têm mais precisão, mas nem tanta, pois muitos eleitores votam depois de fechadas as enquetes para compilação de dados. Quase sempre eles detectam as tendências, mas os dados são aqueles da compilação e por isso erraram Bahia, Maranhão, Rio Grande do Sul e outros.
No fundo, de todo universo e número de candidatos, quase 500, eles erram muito pouco e acertam muito mais. Isso é a credibilidade do negócio deles.
Eu sei que dá para manipular sim, têm várias formas, mas não é fácil e não se pode mascarar muito. Podemos sim acreditar nas pesquisas.
O plebiscito será a marca do segundo turno: Lula fica ou sai.
Dá para imaginar o resultado? Não.
Podemos torcer e palpitar. Lula pode reverter via debate por exemplo ou a máquina de governo pode ser usada com mais competência e força.
Enfim, o favoritismo de Alckmim é leve, mas tudo pode acontecer.
Meu palpite: Alckmim ganha.
terça-feira, outubro 03, 2006
Mapa dos votos de cada um por estado.
1-) Clique no título para ver a votação de Lula e Alckmim em cada estado.
A eleição do segundo turno promete e a diferença de quem ganhar será mínima. Os debates serão determinantes. Lula é forte pela sua articulação e carisma.
Alckmim tem trunfos importantes com os governadores eleitos e leva vantagem nos estados mais populosos.
A abstenção e votos nulos e brancos pode crescer e prejudica mais Lula que Alckmim.
Aécio, Serra e o PFL baiano entrarão em campo com mais disposição.
Alckmim deve tomar cuidado para não transformar Lula em vítima.
A plutocracia ficará dividida.
As logísticas das campanhas do primeiro turno serão importantes e acredito que Alckmim leva vantagem neste quesito.
Os formadores de opinião serão importantes e Alckmim leva vantagem ai.
Não adianta dissimular, Lula e o PT estão abalados psicologicamente.
Esta é outra eleição e começa do zero para ambos, mesmo Lula com a vantagem.
A eleição do segundo turno promete e a diferença de quem ganhar será mínima. Os debates serão determinantes. Lula é forte pela sua articulação e carisma.
Alckmim tem trunfos importantes com os governadores eleitos e leva vantagem nos estados mais populosos.
A abstenção e votos nulos e brancos pode crescer e prejudica mais Lula que Alckmim.
Aécio, Serra e o PFL baiano entrarão em campo com mais disposição.
Alckmim deve tomar cuidado para não transformar Lula em vítima.
A plutocracia ficará dividida.
As logísticas das campanhas do primeiro turno serão importantes e acredito que Alckmim leva vantagem neste quesito.
Os formadores de opinião serão importantes e Alckmim leva vantagem ai.
Não adianta dissimular, Lula e o PT estão abalados psicologicamente.
Esta é outra eleição e começa do zero para ambos, mesmo Lula com a vantagem.
segunda-feira, outubro 02, 2006
Emoções no segundo embate!
1-) Dados Finais
Lula só venceu no Norte/Nordeste (Site Cláudio Humberto).
O presidente Lula foi o mais votado, no primeiro turno das eleições presidenciais, graças ao seu desempenho nas regiões Norte e Nordeste, a mais pobres do País. Ele recebeu 66,79% dos votos nordestinos, contra 26,13% do tucano Geraldo Alckmin. Na região Norte, venceu de 56,15% a 36,21%. Nas outras três regiões, as mais populosas, ele perdeu. No Sul, Alckmin venceu por 54,93% a 34,88%, e no Sudeste a vitória tucana foi mais apertada: 44,88 a 43,52%. Na região Centro-Oeste, onde houve uma virada, Alckmin teve 51,53% a 38,54%.
Com a diferença de pouco mais de 7 milhões a eleição está mais apertada para Lula que para Alckmim. A inércia do processo de subida de Alckmim tem chance de reverter a eleição dando-lhe a vitória.
O PT tem garra e vai lutar, não está morto, mas ferido de forte e abalado.
As projeções ainda indicam favoritismo de Lula, mas em São paulo e em Minas já aconteceram casos de viradas históricas (Maluf x Covas) (Hélio Costa x Azeredo).
Vamos ver as primeiras pesquisas, mas Lula agrega muito pouco voto nas intenção do segundo turno. A rejeição deve ser determinante e Alckmim tinha menor que Lula nas últimas enquetes do primeiro turno.
Serra e Aécio eleitos vão aumentar a força tucana, na verdade a virada deu-se por conta deste estados e pouco no centro-oeste onde também ocorreu uma virada.
Abstenção tende a aumentar no segundo turno, quem perderá com isso?
De todo jeito a eleição será disputada voto a voto.
O favorito para mim agora é Alckmim.
Lula só venceu no Norte/Nordeste (Site Cláudio Humberto).
O presidente Lula foi o mais votado, no primeiro turno das eleições presidenciais, graças ao seu desempenho nas regiões Norte e Nordeste, a mais pobres do País. Ele recebeu 66,79% dos votos nordestinos, contra 26,13% do tucano Geraldo Alckmin. Na região Norte, venceu de 56,15% a 36,21%. Nas outras três regiões, as mais populosas, ele perdeu. No Sul, Alckmin venceu por 54,93% a 34,88%, e no Sudeste a vitória tucana foi mais apertada: 44,88 a 43,52%. Na região Centro-Oeste, onde houve uma virada, Alckmin teve 51,53% a 38,54%.
Com a diferença de pouco mais de 7 milhões a eleição está mais apertada para Lula que para Alckmim. A inércia do processo de subida de Alckmim tem chance de reverter a eleição dando-lhe a vitória.
O PT tem garra e vai lutar, não está morto, mas ferido de forte e abalado.
As projeções ainda indicam favoritismo de Lula, mas em São paulo e em Minas já aconteceram casos de viradas históricas (Maluf x Covas) (Hélio Costa x Azeredo).
Vamos ver as primeiras pesquisas, mas Lula agrega muito pouco voto nas intenção do segundo turno. A rejeição deve ser determinante e Alckmim tinha menor que Lula nas últimas enquetes do primeiro turno.
Serra e Aécio eleitos vão aumentar a força tucana, na verdade a virada deu-se por conta deste estados e pouco no centro-oeste onde também ocorreu uma virada.
Abstenção tende a aumentar no segundo turno, quem perderá com isso?
De todo jeito a eleição será disputada voto a voto.
O favorito para mim agora é Alckmim.
domingo, outubro 01, 2006
Como estamos na eleição?
1-)Impressões as 17:13 do dia primeiro de Outubro, eleição 2006.
Vamos lá:
Senti que Cristovam matou a pau no debate e vai surpreender. Muitos votos deslocaram de Lula e de Alckmim para ele, conheço vários que mudaram o voto. Antigos petistas, na dúvida votaram, nele, o prejuízo de Lula foi maior, Alckmim perdeu pontos, mas deve estar no segundo turno.
Perguntei a uma faxineira do meu prédio se ela tinha votado em Lula, a resposta foi não, o boleiro do meu tênis, também, não. Votos que deveriam ser de Lula e não se confirmaram. Acho que a boca de urna vai consolidar as tendências do segundo turno.
Ibope sob suspeita é grave e ainda não divulgou seus números.
A novidade: No DF Arruda pode disputar um segundo turno. Ganha, mas pode ser uma das surpresas destes números mirabolantes das pesquisas. Devemos rever isso, inclusive a questão dos debates. Acho que deveria ser obrigatório, complicado, mas uma solução deve ser encontrada para conter os fujões.
A eleição, com as mudanças das zonas eleitorais, aqui em Minas com certeza, devem prejudicar Lula. Não está tão fácil votar como foi antes, o povão vai sentir mais. A eleição com tantos números vai confundir o eleitor menos preparado. Democracia é isso, mas correção de rumos são necessárias.
Estou acompanhando via net e TV as eleições, mas o destino está traçado.
Minha projeção, que marquei no site do Noblat:
Lula 43,35%
Alckmim 36,54
Quem sabe acerto e ganho um IPOD?
Vamos lá:
Senti que Cristovam matou a pau no debate e vai surpreender. Muitos votos deslocaram de Lula e de Alckmim para ele, conheço vários que mudaram o voto. Antigos petistas, na dúvida votaram, nele, o prejuízo de Lula foi maior, Alckmim perdeu pontos, mas deve estar no segundo turno.
Perguntei a uma faxineira do meu prédio se ela tinha votado em Lula, a resposta foi não, o boleiro do meu tênis, também, não. Votos que deveriam ser de Lula e não se confirmaram. Acho que a boca de urna vai consolidar as tendências do segundo turno.
Ibope sob suspeita é grave e ainda não divulgou seus números.
A novidade: No DF Arruda pode disputar um segundo turno. Ganha, mas pode ser uma das surpresas destes números mirabolantes das pesquisas. Devemos rever isso, inclusive a questão dos debates. Acho que deveria ser obrigatório, complicado, mas uma solução deve ser encontrada para conter os fujões.
A eleição, com as mudanças das zonas eleitorais, aqui em Minas com certeza, devem prejudicar Lula. Não está tão fácil votar como foi antes, o povão vai sentir mais. A eleição com tantos números vai confundir o eleitor menos preparado. Democracia é isso, mas correção de rumos são necessárias.
Estou acompanhando via net e TV as eleições, mas o destino está traçado.
Minha projeção, que marquei no site do Noblat:
Lula 43,35%
Alckmim 36,54
Quem sabe acerto e ganho um IPOD?
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